quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Gripe Suína: As vacinas são mais mortais que a própria “gripe suína”?

Blog A Nova Ordem Mundial
A medida que os governos europeus avançam seus programas de vacinação em massa contra a gripe suína, notícias vindo da Hungria e da Suécia sugerem que algumas pessoas tenham morrido logo depois de tomarem a vacina contra o H1N1.

O jornal Times of Budapest relatou que uma mulher de 64 morreu apenas dois dias após receber a vacina contra o H1N1.

Uma autópsia foi agendada para determinar se existe uma ligação entre a vacina ea morte do paciente, que sofria de doença cardíaca crônica, mas branda, de acordo com o artigo.

Até agora, apenas 4 pessoas morreram de gripe suína na Hungria.

A vacina contra o H1N1 na Hungria está sendo fornecida pela fabricante local de vacinas Omninvest. O governo encomendou seis milhões de doses que supririam cerca de 60% dos 10 milhões de habitantes da Hungria.

Suécia: Homem Morre 12 horas

Enquanto isso a agência sueca de medicamento está investigando a morte de um homem que ocorreu apenas doze horas após receber a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1), apesar de até agora não ter sido estabelecida uma relação causa-efeito.

Num primeiro relatório publicado no seu site na Internet sobre as reações adversas da vacina Pandemrix (GSK) registadas na Suécia, a agência do medicamento refere cerca de 100 casos, dos quais seis avaliados como graves, um dos quais resultou numa morte.

O homem padecia de aterosclerose grave, o que lhe provocava sérios problemas no funcionamento dos órgãos. A vítima sofreu uma dor de peito antes de morrer.

Em portugal, a subdiretora-geral da Saúde disse ainda que "não há qualquer evidência científica sobre os possíveis efeitos negativos da vacina contra a gripe A. Mas já há alguma evidência científica sobre a segurança da vacina".

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Não há evidências científicas? Talvez para aqueles usam se utilizam da pseudo-ciência para avançar com suas agendas. Ou talvez não saibam da relação da vacina com a síndrome de Guillain-Barre (GBS), que em 1974 matou e deixou com seqüelas centenas de pessoas. Ou dos efeitos negativos do esqualeno, cujo uso na vacina contra o Anthrax comprovadamente causou a sindrome da guerra do golfo, ou ainda do perigoso uso do mercúrio como preservativo, que é associado com o autismo e vários outros problemas neurológicos.
Antes de se precipitar e ir atrás da mídia, que de forma histérica sugere que a vacina é a única solução para o que dizem ser um "cataclisma de proporcoes globais", faça sua própria pesquisa e tome uma decisão informada.

As autoridades de saúde de Portugal tentam em vão defender que a vacina não teve relação alguma com as mortes e de que é segura e eficiente, e que estas mortes foram apenas uma coincidência. Parecem estar seguindo o mesmo padrão de desinformacao que vimos desde semanas atrás: autoridades americanas afirmando que haverão mortes após a vacinação, mas que nao seriam diretamente ligadas a vacina, para tentar evitar qualquer associação óbvia no futuro. Na Inglaterra, onde semanas atrás uma garota morreu depois de receber uma vacina contra o HPV (que poderia causar o câncer de colo de útero), "exames" suspeitíssimos mostraram que a garota, que se apresentava saudável, teria um tumor gravíssimo, que teria causado a sua morte súbita.

Engraçado também como quando alguém por causa da gripe suína com um problema de saúde pré-existente, é registrado como causa da morte a gripe suína, e ponto final. Mas se alguém com um problema de saúde pré-existente morre depois de tomar a vacina então é registrado como causa o problema de saúde pré-existente e não a vacina.

Fontes:
Times of Budapest: New treatment in flu vaccine controversy

The Flu Case: FOURTH VACCINE DEATH REPORTED IN SWEDEN

Notícias relacionadas :

Vacinas : um tema controverso II

Este texto foi escrito pela Juty Chen, tem muita informação interessante e ela autorizou a publicação aqui. Aproveitem…
“Desmistificando as vacinas uma por uma:
1o. Mês: BCG
O próprio de Lamare explicita: “a BCG não evita a tuberculose. Se a criança apesar de vacinada estiver em contato mais ou menos constante com pessoa contagiante, pode apanhar a doença. Entretanto, a criança vacinada pelo BCG se defenderá muito melhor do que a não-vacinada; a vacina evitará que a tuberculose adquira formas graves, etc..”
Depois você procura entender como é adquirido tuberculose por um bebê:
“A infecção decorre, geralmente, da convivência prolongada e íntima que caracteriza a vida em família… o contágio, direto ou indireto, constitui importante método de transmissão.. A introdução do bacilo da tuberculose no corpo humano, não é, invariavelmente, seguida do desenvolvimento da doença… A incidência maior entre as raças negra e mestiça está ligada a fatores socioeconônicos, como precariedade de sistemas sanitários…. Cidades com superpopulação, com poucos lugares ao ar livre e com sol, subnutrição e moradias inadequadas deverão ser os fatores responsáveis.
Recentemente, o filho de uma amiga minha, que é jornalista da Folha de SP, pegou tuberculose, através do sistema de ar-condicionado no prédio onde trabalha, mesmo tendo sido vacinado quando criança.
Se você tem uma pessoa tuberculosa na família, é obrigada a conviver com ela e seu bebê, num cubículo diminuto de uma favela, com poucos lugares ao sol, não tem um sistema de esgoto e vive sob o espectro da desnutrição, recomendo que você dê a vacina ao seu bebê. Porque o Estado não é capaz de te dar saneamento básico. Mas uma ampola de vacina, ele é capaz de te pagar, para você continuar vivendo na favela, e ainda faz propaganda de que protege a infância.
Deveria se chamar vacina-para-países-sem-planejamento-urbano.
Consultei o calendário de vacinação de um livro de pediatria britânico da década de 90. (The Great Ormond Street Boof of Baby and Child Care). A BCG era recomendada para ser tomada durante a infância ou entre 10 e 14 anos, e não para ser aplicada em bebês com menos de 1 mês.
Eu fiquei curiosa e pedi para minha irmã me trazer da Bélgica, o calendário de vacinação de crianças de um país super-desenvolvido. Afinal, Bélgica é a Bélgica. Ela me trouxe o calendário de 2004 e … não tem BGC! Na Alemanha, fiquei sabendo depois por uma mãe, a BCG também não está no calendário.
1o. Mês: Hepatite B
A hepatite B é transmitida através de relação sexual e contato com plasma sanguíneo. Contato por transfusão é difícil, pois os bancos de sangue são controlados. Geralmente profissionais de saúde precisam tomar esta vacina.
Agora o estilo de vida que nossos filhos precisam ter para contrair hepatite B durante a adolescência: praticar sexo inseguro (sem camisinha) com um ou mais parceiros, uso de drogas injetáveis, compartilhando seringas usadas.
Você concorda que se seu filho tiver esse estilo de vida, hepatite B vai ser o menor dos problemas? Antes vem gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e temporadas em clínicas de dependentes químicos.
Até o 6º mês, o bebê não produz anticorpos, a vacina proporciona uma imunidade transitória, portanto são necessárias doses de reforço de 2 em 2 meses. Até o 6o. mês, o bebê irá tomar, de acordo com o calendário brasileiro, 3 vezes a Sabin (pólio), 3 vezes a tríplice bacteriana (DPT) e 3 vezes a anti-hemophilus. O maior paradoxo é que se você ler todas as doenças que eu explicar aqui, verá que até os 6 meses, no seu caso e no meu, que vivemos em boas condições “sócio-econômicas”, as vacinas não tem o menor sentido.
Se você não se sentir seguro para deixar de vacinar seu filho, pelo menos adie até que seu sistema imunológico esteja maduro. No mínimo economizará umas 4 picadas de injeção.
E sobre Hepatite B, tem esse trecho retirado do livro “Poisoning of Generations” de Mark Sircus (um dos colaboradores da Vacina Veritas):
“Aproximadamente 50% dos pacientes que contraem a hepatite B têm baixo crescimento viral e uma resposta muito rápida do sistema imunológico, portanto não desenvolvem nenhum sintoma, derrotam o vírus e ganham imunidade por toda a vida. Outros 30% têm sintomas de uma gripe, neste caso também a hepatite passa não diagnosticada, elas derrotam o vírus e desenvolvem imunidade por toda a vida. Aproximadamente 20% dos pacientes têm um crescimento viral maior e uma resposta lenta do sistema imunológico, portanto ficam doente o bastante para serem diagnosticados como sofrendo de hapatite B. A grande maioria derrota o vírus e adquire imunidade por toda a vida. Raramente (<5% das pessoas) se tornam portadores crônicos do vírus.
Em torno de dois décimos de 1% ficam doentes, não derrotam o vírus, e morrem por terem desenvolvido complicações no fígado. Estas poucas mortes podem ser atribuídas a fatores outros do que a voracidade do vírus, visto que a maioria é capaz de gerenciar a doença muito bem, sem intervenção, dependendo das defesas de um sistema imunológico saudável. A voracidade do vírus é constante; é a relativa força ou fraqueza do hospedeiro a variável mais importante?”
2o. Mês: Pólio
Poliomielite. A transmissão ocorre via ingestão de fezes de outra criança com poliomelite. Um espanto. Geralmente ocorre em locais com saneamento precário. Você adivinhou: água. E as moscas pousando sobre a comida podem veicular essa doença também.
Agora imagina um lugar em que moscas pousam sobre o cocô de uma criança e vêm depois pousar na comida de seu filho.
Deveria se chamar vacina-para-países-sem-saneamento-básico.
Minha bebê até os 6 meses só mamava no peito, então ela estava fora do risco de contrair pólio (Era completamente desnecessário dar 3 vezes a Sabin neste período). E mesmo que não mamasse, que mãe seria tão relapsa para dar comida de boteco a um bebê?
Agora que começou com papinha, sou eu quem prepara a comida dela e com bastante cuidado para não pousar nenhum inseto. Moramos num local com condições sanitárias boas. Foi a única vacina que deixei o Sérgio (meu ex-marido) aplicar, porque ele estava quase surtando. Para mim virou vacina-para-parar-de-quebrar-o-pau-com-o-Sérgio, pois não conseguia convencê-lo de maneira alguma a viver sem vacinas.
Rezei para ela não pegar pólio com a própria vacina, pois desde que a poliomielite selvagem foi erradicada no Brasil há 10 anos atrás, os únicos casos de contaminação foram crianças que tomaram a vacina (contêm o vírus enfraquecido, mas vivo).
Existe a Salk que vem com o vírus inativo, mas aqui no Brasil, os laboratórios só importam a Salk combinada na penta (Salk + DPT + Hemophilus). Não existe a vacina isolada, porque não há interesse comercial de importação, bem entendido.
E olhe o que você leva de brinde.
2o. Mês: Difteria (D)
É uma doença contagiosa que forma placas brancas ou cinzentas na garganta e podem levar à sufocação. Começa com uma febre e a criança inapetente. É mais freqüente em lugares de clima frio (como moramos em um país tropical, e com o aquecimento global….). As placas se formam na garganta, úvula, céu-da-boca, etc.. Mães tranqüilas conseguem observar a boca do filho e avisar o médico. Mães nervosas e pediatras idem já ministram antibióticos sem parar para perguntar.
Pode matar. Tem cura, se diagnosticada desde cedo.
Antibióticos podem mascarar o diagnóstico, pois a cultura do material recolhido, pode demorar de 5 a 7 dias para se mostrar positiva. É muito importante que o diagnóstico seja feito nas primeiras 48 horas, pois o soro anti-diftérico é mais eficiente neste período. Aqui entra a importância do diagnóstico clínico (aquele feito no olho, por pediatras experientes, coisa em falta ultimamente).
Podemos chamá-la de vacina-contra-médico-ruim-que-diagnostica-antibiótico-para-qualquer-febre.
Melhor do que melhorar a qualidade dos pediatras, dá-lhe vacina em todas as crianças.
Essa vacina tem validade de 10 anos. Isso quer dizer que eu estou há mais de 20 ou 30 anos sem imunização. Corro o mesmo risco da minha filha, de pegar difteria.
2o. Mês: Coqueluche (P-ertussis)
Coqueluche não mata, o que mata são as complicações decorrentes quando não tratada. É uma gripe com tosse muito forte. Típico de países frios. Tanto a coqueluche quanto a difteria eram comuns em na Europa e nos EUA, no início do século passado. O contágio, como a gripe, se dá com o convívio em ambientes fechados. Como moramos num país tropical… importamos tudo dos países frios… desde ternos que são usados no verão, até vacinas contra doenças que são comuns no frio. Alguém me disse que o melhor vendedor do mundo é aquele que vende geladeira para o esquimó. A indústria farmacêutica é então, a melhor vendedora do mundo.
Esta é a vacina que mais causa reações nos recém-nascidos. Desde inflamações, até febres. Existe uma versão acelular, segundo se apregoa, causa menos efeitos colaterais.
Dizem que a não-vacinação privilegia crianças mais abastadas, pois estas têm acesso mais rápido a tratamentos médicos. Então esta deveria se chamar vacina-para-países-que-não-dão-assistência-médica-para-os-pobres.
2o. Mês: Tétano (T)
Vacina contra tétano. Os bacilos do tétano vivem no cocô de cavalo. Antigamente, quando os cavalos puxavam charrete pela cidade e tinha cocô de cavalo para todo lado, as crianças que brincavam na rua e se machucavam com cortes perfurantes, tinham uma grande probabilidade de contrair tétano. Costumavam-se adubar jardins com cocô de cavalo. Justo o lugar onde crianças costumam brincar.
E tétano mata.
A vacina contra tétano tem validade de 10 anos.
Em 2004, minha mãe conheceu um menino de 12 anos, que sofreu um corte perfurante, contraiu tétano e morreu. Provavelmente esse menino foi imunizado quando criança. Ironia das ironias. Pegou tétano quando a vacina expirou. Outra ironia: o pai é médico. O menino mostrou o corte, o pai achou que não era nada e quando foram socorrer, era tarde demais.
Essa deveria se chamar vacina-para-pais-que-não-prestam-atenção-nos-filhos.
Detalhe, existe uma profilaxia contra o tétano após ferimentos e a doença pode ser tratada logo no início com soro anti-tetânico. Ela tem cura.
Qual foi a última vez que você tomou uma vacina contra tétano? Eu, pelo que me lembre, há mais de 20 anos. Estou vivendo há 20 anos sem proteção nenhuma contra o tétano. E continuo vivendo.
Dar esta vacina para um bebê que nem consegue se virar? Ainda repetir 2 vezes até completar 6 meses? Pense no seu bebê com 6 meses. Sequer consegue sentar. Uma pergunta que eu faço: Porque dar vacina aos bebês tão cedo?
2o. Mês: Anti-hemophilus
Um tipo de gripe. Epidemias são comuns em bebês que ficam em creches. Não mata, é tratável.
Deveria se chamar vacina-para-pais-que-deixam-filhos-em-creches.
3o. Mês: 2a. dose da Hepatite B
4o. Mês: 2a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano) e da Anti-hemophilus
6o. Mês: 3a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano) e da Anti-hemophilus
7o. Mês: 3a. dose da Hepatite B
9o. Mês: Sarampo
Vacina contra sarampo. Pode matar…crianças desnutridas. Outra vacina para país subdesenvolvido. Sarampo é tratável. É uma típica doença infantil, pois só se pega uma vez na vida. Nos países de clima quente, o sarampo é geralmente benigno (amo viver num país tropical)
Deveria se chamar vacina-para-países-que-não-conseguem-garantir-uma-infância-nutrida.
12o. Mês: Catapora
Outra típica doença infantil, também se pega uma vez na vida. Pode trazer complicações se adquirida na idade adulta, ou seja, assumir formas mais graves. Não mata, é tratável.
Uma leve febre. Formam-se vesículas pelo corpo que se rompem, formando crostas. As crostas (casquinhas pretas) se desprendem depois de 15 a 20 dias. A catapora provoca prurido. Algumas pessoas confundem com urticária ou alergia. Só que alergias não provocam febre.
Detalhe, meninas que pegaram catapora transmitem a imunidade para a prole, através do leite materno. Meninas vacinadas, não.
15o. Mês: Rubéola
Idem à catapora. Típica doença infantil, pega-se uma vez e imuniza para o resto da vida. Não mata, é tratável. É bom para meninas.
Uma gestante que contraia rubéola nos 3 primeiros meses de gestação, pode afetar gravemente seu feto. Mas a rubéola no final da gravidez não tem efeitos maiores. De qualquer forma, isso poderia ser evitado com um pré-natal cuidadoso. Se a mulher pretende engravidar e não teve rubéola, pode-se tomar a vacina. É a única implicação.
Deveria se chamar vacina-para-falta-de-planejamento-familiar.
15o. Mês: Caxumba
É um vírus que provoca parotidite, ou seja comprometimento das glândulas salivares, comumente designado pelo povo como “papeira”.
Tratável, típica doença de infância, são raros os segundos ataques. Não mata, requer apenas repouso e dietas à base de sopas.
15o. Mês: 2a. dose de Sarampo
16o. ao 18o Mês: 4a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano)
Algumas vacinas estão fora do calendário oficial, mas são boas para as clínicas de vacinação particulares fazerem um terrorismo nos pais.
Meningite
É uma vacina que é indicada para períodos de epidemia, tendo em vista seu breve período de imunização. As vacinas disponíveis são para a meningite tipo A e C. Geralmente as epidemias são causadas pelo tipo B. Só existe uma vacina produzida em Cuba que imuniza contra o tipo B, e a experiência mundial sobre ela é muito pequena (Em outras palavras, não foi aprovada pelo FDA. O que não é bom para os Estados Unidos, não é bom para o mundo).
Tenho uma amiga que vacinou o filho, porque tinha um conhecido que faleceu na idade adulta de meningite. Apesar de tecnicamente, a vacina não ter mais efeito em seu filho hoje, o psicológico dela está ótimo. Ela está crente que o filho dela está protegido contra meningite.
Deveria se chamar vacina-para-pais-pouco-informados-sobre-meningite.
Rotavírus
Uma doencinha chata. Tem cura é tratável. Pode causar diarréias que são perigosas para as criancinhas. Não tratada, a diarréia (não o rotavírus) pode matar. Índice nos EUA de mortalidade para crianças com rotavírus com rápido acesso a instituições de saúde: zero. Índice de mortalidade das crianças vacinadas pela primeira geração de vacina contra rotavírus: 1 para cada 30.000 por um efeito colateral chamado intussuscepção. Estou enviando a seguir, um histórico do desenvolvimento da vacina contra rotavírus para você avaliar as contradições e a força da indústrica farmacêutica para colocar uma nova vacina no mercado, especialmente para inserí-la no calendário de vacinação de países do terceiro mundo.
Como no Brasil se tornou uma vacina opcional, olha o argumento usado para comercializar essa vacina para pais de classe média e alta, justamente os que tem mais acesso a instituições de saúde e que não precisariam dela: os pais não precisam perder noites, nem dias de trabalho, em prontos-socorros, com os filhos.
Deveria se chamar vacina-para-pais-trabalham-demais-e-não-tem-tempo-para-seus-filhos, e se pais pensam nesse argumento para vacinar seus filhos contra rotavírus, deveria se chamar vacina-para-pais-que-não-mereciam-ter-tido-filhos.
Gripe
Vacina contra gripe. Eu tenho uma experiência pessoal pois eu tomei essa maldita vacina.
Eu estava há 3 anos sem pegar um resfriado sequer. Resolvemos vacinar todo mundo na empresa, porque quando essa vacina apareceu, era novidade e todo mundo queria experimentar. Imagina reduzir significativamente as faltas dos funcionários por motivos de doença. A idéia era sedutora.
Depois que eu tomei, fique pegando uma gripe depois de outra nos 2 anos subsequentes. Além disso, a vacina tinha uma contra-indicação para pessoas que eram alérgicas a clara de ovo (deve ter albumina). Resumo, peguei uma alergia, fui fazer um exame de sangue, para minha surpresa era alergia a clara de ovo!!! Coisa que nunca tinha tido antes. Um espanto.
Dar para minha filha, nem pensar.
Resumo das Vacinas
* Você achou alguma vacina útil para seu estilo de vida?
* Nem todas as vacinas garantem 100% de imunização. Crianças que chegaram a ser vacinadas contra catapora, coqueluche, podem pegar estas doenças do mesmo jeito.
* Os estudos sobre as vacinas desconsideram os efeitos colaterais. Estudam os efeitos por apenas um tempo após a aplicação. Desconsideram os demais efeitos ou os consideram irrelevantes. No caso da gripe, eu desenvolvi alergia à clara de ovo, 6 meses depois da vacina!! Para mim, isso foi relevante.
* Tomei um antibiótico (Tequin) por 10 dias e desenvolvi uma alergia com mialgia (dor por todo o corpo) após 12 dias, 2 dias depois de parar com o antibiótico. O médico disse que era impossível ter sido causada pelo antibiótico. Eu li depois na bula, que o Tequin atacava as cartilagens. Exatamente as dores que eu sentia pelo corpo e em todas as articulações. Para mim, isso foi relevante!.
* Um fato sobre vacinas: seus efeitos colaterais são seguramente reportados pelos pediatras como doenças diferentes.
* Outro fato sobre vacinas: não existem estudos com grupos de controle! Isso é um espanto. Não existe um estudo conduzido com grupos de crianças vacinadas e não-vacinadas, uma vez que é considerado direito de toda criança ser vacinada. Para mim, essa é a irregularidade mais gritante, pois não existe base científica para se formular estudos comparativos. Por isso que, de ambos os lados, pró-vacinação e contra-vacinação, o que existem são estatísticas facilmente manipuladas ao sabor da opinião e conjecturas. Por exemplo:
* Os grupos americanos que defendem a não-vacinação buscam correlação das vacinas com o aumento de autismo com o mercúrio contido nas mesmas. Para isso, possuem apenas estatísticas como o aumento da curva de autismo muito superior ao esperado (pelo aumento vegetativo da população), coincidindo nos últimos 20 anos com o aumento da quantidade de vacinas do calendário obrigatório. O lobby destes grupos forçou o Congresso americano a retirar o mercúrio das vacinas. No Brasil, como o mercúrio (timerosal ) é utilizado como conservante, a sua retirada aumentaria os custos pois obrigaria cada dose a ser embalada individualmente. As vacinas (antitetânica, DT, hep B e DPT) produzidas pelo Instituto Butantã contém 200 microgramas de Timerosal, o que significa 100 microgramas de mercúrio: 4 vezes a mais que as vacinas americanas (25 microgramas). Essa pequena quantidade nas vacinas americanas já causou um movimento imenso na sociedade para sua retirada.
Enquanto que aqui no Brasil, continuamos a envenenar nossas crianças. Essa quantidade de mercúrio já é suficiente para poluir 20 litros de água, tornando-a imprópria para consumo, de acordo com a EPA (Environment Protection Agency). Quantos litros de sangue tem um bebê?
Debaixo desse raciocínio é que a OMS calcula ser melhor continuar com o timerosal nas vacinas do que aumentar os riscos de faltar vacinas no terceiro mundo, por aumento de custos de fabricação. O raciocínio das políticas de saúde são baseados em estatísticas populacionais e não em indivíduos. Dentro desse raciocínio, casualidades são apenas números.
Desculpe, minha filha não é mais um número nas estatísticas. Para mim, ela é unica. Se cada um defende seus interesses, eu preciso defender os meus.
Os mesmos grupos observaram a queda dos índices da síndrome de morte súbita nos bebês de até 6 meses, quando o Japão decidiu atrasar a idade mínima para início das vacinações.
Os pais têm o direito de ler a bula das vacinas e discutir exaustivamente com os profissionais de saúde sobre uso e implicações das mesmas.
Na dúvida, use o bom-senso. Eu baseei minha argumentação em estilo de vida. Fora estas 14 doenças acima para as quais existem vacinas, existem outras centenas para as quais não há vacinas. Angustiar-se pelas doenças que seu filho pode pegar ou não, é passatempo para pais hipocondríacos.” Juty
Gostaria de agradecer a Juty e dizer novamente que essa decisão de vacinar u não é uma decisão muito difícil e que deve ser tomada baseada em informação confiável.Setembro 6, 2008 por Vir Brandi

sábado, 24 de outubro de 2009

Para a Gripe A, vacina contra a gripe...das aves!

Está com medo do novo surto gripal que nos anunciam? Costuma seguir os dados diários de casos e vitimas da gripe A, como quem segue o boletim meteorológico?


Não tenha medo, vacine-se. Fique sabendo que existem no mercado, devidadamente autorizadas, três vacinas recomendadas para combater a gripe...das aves!


No último mês de julho 2009, a EMEA (a Agência Europeia do Medicamento) autorizou a colocação no mercado de uma vacina, chamada puerilmente de "pré-pandémica", Pandemrix, do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline.

Esta é composta pelo virus inactivado H5N1 (da gripe das aves!) e adjuvantes (não especificados!).


Já tinham sido autorizadas as vacinas Daronrix também da GSK e oFocetria da Novartis, todas elas com os virus inactivos da gripe H5N1, A/Vietnam/1194/2004 NIBRG-14 .


Todos os especialistas estão de acordo para referir que o principal problema da gripe A, seria a sua possível mutação e por consequência uma maior mortalidade.


Não deixa de ser curioso as pessoas poderem ser injectadas com uma vacina à partida concebida para combater a gripe aviária.


A explicação da EMEA, é que esta vacina induz uma resposta imunitária inespecifica e que portanto poderá ser util no combate a uma pandemia que comporta númerosas incógnitas.


A Pandemrix foi testada em apenas 400 pessoas. A EMEA chama a atenção para alguns efeitos secundários e para a necessidade de grande vigilância após a vacinação. Após a vacinação !


Na realidade o que aconteceu foi que com a o medo criado com a gripe das aves, que não chegou a pandemia, os principais produtores de vacinas tinham-se preparado para uma vacinação em massa.


O grande stock existente tinha de ter alguama utilidade comercial...





Convém lembrar que a gripe das aves tem uma mortalidade superior a 60%, enquanto que a gripe A, actual, menos de 1%, muito inferior aliás à gripe sezonal.





A comercialização destas vacinas deveria ser proibidada, dado o potêncial perigo mutagénico da gripe A, sem falar dos efeitos secundários.





Mais uma vez se demonstra, que organismos em que todos nós confiamos, por serem aparentemente idónios, estão subjugados aos interesses comerciais da industria farmacêutica, pondo em risco a saúde pública.




http://www.emea.europa.eu/humandocs/PDFs/EPAR/pandemrix/H-832-fr1.pdf


http://grippeaviaire.veille.inist.fr/spip.php?breve440

Gripe A: recusa da vacina = crime ?

Nos Estados Unidos, o Patriot Act, permite a vacinação obrigatória, caso o governo assim decida. A sua recusa é considerada um crime de desobediência civil, punível com pena de prisão.

Temos de estar bastante atentos, apesar de em Portugal, isso não poder ser ainda aplicável, as declarações recentes da ministra da Saúde, indiciam estar em preparação o terreno para que isso se torne possível.






Crime de desobediência civil em Portugal:




Actualmente, a constituição portuguesa é bem clara: "ninguém pode ser tratado contra a sua vontade" (artigo 27.o da Constituição).


No entanto o artigo 283.o do Código Penal determina que "quem propague uma doença contagiosa e crie perigo para outrem pode ser punido com uma pena de prisão que pode chegar aos oito anos, caso haja intenção, ou aos cinco, se for considerada apenas negligência".


Logo, "Uma pessoa que voluntariamente espalhe uma doença pode ser punida" com penas de prisão. E a expressão "voluntariamente engloba as pessoas que recusam fazer os tratamentos recomendados", como refere o juiz desembargador Eurico Reis.


E acrescenta que "a possibilidade de um portador de gripe A ser incluído neste grupo, é suficiente que uma pessoa ponha em perigo a saúde e a vida dos outros".




Estará Ana Jorge a preparar alterações à lei?



A ministra da Saúde, Ana Jorge, veio esta semana alertar para ao "civismo dos portugueses", e para a necessidade de isolamento, de forma a evitar a propagação do vírus da gripe A, visto tratar-se de uma situação "susceptível de pôr em risco a saúde de terceiros" e que "os incumpridores poderão ser responsabilizados pelo crime de transmissão de doença contagiosa."


Trata-se de um primeiro passo para inculcar o sentimento de culpa com vista a uma possível vacinação em massa obrigatória.


Claro que será necessária uma alteração à constituição, mas perante a urgência, essa alteração pederá muito bem ser feita através de um Decreto-Lei.


Vários países europeus, como a França e a Espanha, estão a estudar leis que permitam a vacinação obrigatória.


Nos Estados Unidos essa lei já existe (Patriot Act), sendo que a recusa da vacina poderá ser considerada um crime de desobediência civil, punível com pena de prisão.




Pandemia e dúvidas...




Estamos, perante uma pandemia conveniente. Esta vêm reforçar os poderes de uma entidade supranacional, a OMS, e é a galinha dos ovos de ouro de meia dúzia de laboratórios farmacêuticos.



A gripe A, desde o início apresenta contornos no minimo duvidosos.



O virus é um estranho misto de gripe sazonal, gripe suína e gripe das aves. A sua propagação não se fez por contiguidade, mas sim na forma de uma explosão simultânea de vários focos mundiais, em países distantes uns dos outros vários milhares de quilómetros. O grupo populacional atingido é no minimo curioso, em vez dos idosos, desta vez são as crianças e as grávidas. Por fim, é a pandemia menos mortifera da história, com uma taxa de mortalidade abaixo de 1 %.




Vacina e dúvidas...






São legitimas as duvidas quanto à eficácia e sobretudo aos efeitos secundários de uma vacina para a gripe A.


Esta vacina foi fabricada em tempo recorde, anunciada inicialmente para fevereiro, depois para janeiro, finalmente estará no mercado em setembro. Os teste clínicos foram encortados ao máximo, ainda não é seguro se serão necessárias uma ou duas doses (duas é melhor, dá o dobro do lucro!). Os dois grupos prioritários para a vacinação são as crianças e as grávidas, justamente dois grupos em que este tipo de vacina não é testado por serem particularmente sensíveis.


Como a produção em massa de antigénio vai ser insuficiente, a ampliação da resposta vai ser ajudada por vários adjuvantes (esqualeno e gp120) frequentemente postos em causa por reações imunitárias descontroladas das quais podem resultar doenças neurológicas, algumas das quais graves, como o sindroma de Guillain-Barré.
Poderá ainda conter aluminio, acusado por alguns médicos, de promover o aumento dos casos de Alzheimer.
Isto se também não contiver timerosal (mercurio), este último acusado de um possível aumento de casos de autismo.



Por todas estas razões, a recusa da vacina para a gripe A, tem de continuar a ser um direito.


Essa recusa não deverá ser assimilada a um crime de desobediência civil.

Panavax, a vacina da Sanofi para o Brasil e com mercurio


A foto acima é uma imagem da reportagem "Estudo: Mulheres grávidas hospitalizadas mais frequentemente por causa da Gripe Suína" da ABCNews, mostrando o efeito da gripe suína em mulheres grávidas, e a maior freqüência do vírus. O detalhe importante é que a imagem mostra o rótulo da vacina Panavax, aparentemente a vacina da Sanofi-Aventis, que será distribuída para o Brasil. Muito pouca informação existe sobre Panavax, mas se pesquisar no google, voce vai descobrir que o domínio pertence a Sanofi-Aventis Pasteur. Bem, nao é difícil chegar a conclusao que esta será a vacina a ser distribuída no Brasil. Outro detalhe do rótulo é que mostra que a vacina contém mercúrio em forma de timerosal.

Mercúrio, ou timerosal, o nosso antigo mertiolate (lembra?), tem 49% de mercúrio e é altamente tóxico, por isto foi retirado do mercado. Nas vacinas o mercúrio é utilizado como preservativos, para evitar que microorganismos infectem a vacina.

Mercúrio tem alta afinidade por gordura, incluindo tecido nervoso. Bebes em desenvolvimento sao compostos por grandes quantidades de gordura, especialmente seu sistema nervoso em desenvolvimento. Tenha em mente que estas vacinas nao serao submetidas a estudos de seguranca, entao os fetos serao as cobaias da década.




Nao se pode afirmar, pelo rótulo, se a vacina conterá o adjuvante esqualeno, que este blog havia reportado alguns dias atrás baseados em várias fontes.



O seguinte questionário foi retirado do site "Idade do Autismo", que defende uma maior pesquisa (independente) do efeito do timerosal em criancas, baseado em respostas oficiais, em parenteses comentários do autor:

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1. Criancas americanas que recebem timerosal nas vacinas apenas até os sete meses (sem incluir as vacinas pre-natais) tem saúde diferenciada do que as criancas que recebem mais?
Resposta publicada: Nós nao temos idéia, mas pode causar tics-nervosos e atraso para aprender a falar (Verstraeten, Pediatrics, November 2003)

2. A descontinuacao de timerosal na Dinamarca levou a uma diminuicao do autismo neste país?
Resposta publicada: nao, as taxar aumentaram. Timerosal deve prevenir o autismo. (Ou isso ou porque nós mudamos o critério de diagnostico em 1994, no meio do período do estudo, faca sua escolha). (Madsen, Pediatrics, September 2003)

3. A taxa do autismo na California diminuir desde que o thimerosal foi removido das vacinas?
Resposta publicada: nao, as taxar aumentaram novamente. (Pena que nunca durante este estudo timerosal foi realmente removido das vacinas. ops...). (Schecter, AGP, January 2008)

4. A descontinuacao de timerosal nas vacinas da Dinamarca, Suica e EUA levaram a diminuicao de casos de autismo?
Resposta publicada: nao, as taxar aumentaram novamente. Ainda usando dados distorcidos da Dinamarca e Californa, o que invalida o estudo. (Stehr-Green, American Journal of Preventive Medicine, 2003)

5. Exposicao ao Timerosal apenas até os 7 meses de idade impactam em certos problemas neurologicos, além do autismo?
Resposta publicada: Sim, mas resultados positivos e negativos foram reportados, como maior QI, mas atraso para falar e tics nervosos. (mercúrio o faz mais inteligente! Quem iria dizer! E agora que tres estudos identificaram atrasos na fala e tics, voce acha que há razao o suficiente para se livrar do mercúrio?) (Thompson, New England Journal of Medicine, 2007).

6. A vacina Rhogam durante a gravidez tem correlacao com o autismo?
Resposta publicada: Nao, mas este estudo foi financiado pelos produtores da Rhogam, Johnson and Johson, e um re-cálculo dos dados mostram uma taxa 71% maior de Rh Immune globulina em criancas com autismo (Miles, American Journal of Mecial Genetics, April 2007)

Em todos os estudos mostram que Timerosal nao causa autismo, mas nenhum comparou o total de timerosal que as criancas sao expostas desde pre-natal até sua juventude com aquelas que nunca receberam nenhuma vacina com timerosal. 4 dos estudos usaram criancas americanas apenas, as mais vacinas do mundo. 3 dos estudos mesmo com sua fraquíssima metodologia associaram o timerosal com atrasos na fala e tics nervosos. 3 dos estudos mostram que quanto menos voce usa maior a taxa de autismo, e dois estudos mostram que é bom para voce, lhe da um QI mais alto e melhor capacidade motora. RIDÍCULO!!!

É importante salientar que todos estes estudos sao patrocinados ou conduzidos por alguém que promove, produz, apoia ou lucra das patentes, e/ou defende na justica as vacinas. E lembre que os estudos acima apenas investigaram um dos ingredientes de dezenas que constam em uma vacina apenas (gripe pre-natal).
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Alguns fatos sobre timerosal , retirado da Associacao Nacional de Autismo:

1) Mercúrio faz mal para humanos. O uso de um veneno toxico como preservativo é indesejável, desnecessário e deveria ser eliminado inteiramente.
2) Por décadas, etil-mercúrio foi utilizado extensivamente em produtos médicos desde vacinas a uso tópico, como preservativo e como agente anti-bacteriano.
3) Produtores de vacinas e timerosal, nunca concluíram um teste adequado na seguranca do timerosal e compostos de etil-mercúrio. Evidencias recentes nao sugerem que é seguro ou efetivo quando usado como preservativo em vacinas.
4) Mais de 1.500 estudos e papers documentados sobre a toxidade de timerosal existem por décadas.
5) Os EUA está em meio a uma trágica epidemia de autismo. De acordo com dados do departamento da educacao houve um aumento de 644% entre criancas americanas de 1992-2001.
6) Um número crescente de cientistas e pesquisadores acreditam que a relação entre o aumento de desordens neurológicas de autismo, deficit de atenção, hiper-atividade, e atraso na fala e na linguagem, e o aumento do uso de timerosal em vacinas são plausíveis e merecem maior escrutínio. Em 2001 o Instituto de medicina determinou que tal relacao é biologicamente plausível, mas que nao há evidencia para suportar ou rejeitar tal hipótese.
7) Estudos recentes confirmaram que a relacao entre o uso de timerosal e autismo foi de "biologicamente plausível" para "biologicamente certo" (Boyd Haley)

Fontes:





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abcnews
gripe suina


A foto acima é uma imagem da reportagem "Estudo: Mulheres grávidas hospitalizadas mais frequentemente por causa da Gripe Suína" da ABCNews, mostrando o efeito da gripe suína em mulheres grávidas, e a maior freqüência do vírus. O detalhe importante é que a imagem mostra o rótulo da vacina Panavax, aparentemente a vacina da Sanofi-Aventis, que será distribuída para o Brasil. Muito pouca informação existe sobre Panavax, mas se pesquisar no google, voce vai descobrir que o domínio pertence a Sanofi-Aventis Pasteur. Bem, nao é difícil chegar a conclusao que esta será a vacina a ser distribuída no Brasil. Outro detalhe do rótulo é que mostra que a vacina contém mercúrio em forma de timerosal.

Mercúrio, ou timerosal, o nosso antigo mertiolate (lembra?), tem 49% de mercúrio e é altamente tóxico, por isto foi retirado do mercado. Nas vacinas o mercúrio é utilizado como preservativos, para evitar que microorganismos infectem a vacina.

Mercúrio tem alta afinidade por gordura, incluindo tecido nervoso. Bebes em desenvolvimento sao compostos por grandes quantidades de gordura, especialmente seu sistema nervoso em desenvolvimento. Tenha em mente que estas vacinas nao serao submetidas a estudos de seguranca, entao os fetos serao as cobaias da década.




Nao se pode afirmar, pelo rótulo, se a vacina conterá o adjuvante esqualeno, que este blog havia reportado alguns dias atrás baseados em várias fontes.



O seguinte questionário foi retirado do site "Idade do Autismo", que defende uma maior pesquisa (independente) do efeito do timerosal em criancas, baseado em respostas oficiais, em parenteses comentários do autor:

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1. Criancas americanas que recebem timerosal nas vacinas apenas até os sete meses (sem incluir as vacinas pre-natais) tem saúde diferenciada do que as criancas que recebem mais?
Resposta publicada: Nós nao temos idéia, mas pode causar tics-nervosos e atraso para aprender a falar (Verstraeten, Pediatrics, November 2003)

2. A descontinuacao de timerosal na Dinamarca levou a uma diminuicao do autismo neste país?
Resposta publicada: nao, as taxar aumentaram. Timerosal deve prevenir o autismo. (Ou isso ou porque nós mudamos o critério de diagnostico em 1994, no meio do período do estudo, faca sua escolha). (Madsen, Pediatrics, September 2003)

3. A taxa do autismo na California diminuir desde que o thimerosal foi removido das vacinas?
Resposta publicada: nao, as taxar aumentaram novamente. (Pena que nunca durante este estudo timerosal foi realmente removido das vacinas. ops...). (Schecter, AGP, January 2008)

4. A descontinuacao de timerosal nas vacinas da Dinamarca, Suica e EUA levaram a diminuicao de casos de autismo?
Resposta publicada: nao, as taxar aumentaram novamente. Ainda usando dados distorcidos da Dinamarca e Californa, o que invalida o estudo. (Stehr-Green, American Journal of Preventive Medicine, 2003)

5. Exposicao ao Timerosal apenas até os 7 meses de idade impactam em certos problemas neurologicos, além do autismo?
Resposta publicada: Sim, mas resultados positivos e negativos foram reportados, como maior QI, mas atraso para falar e tics nervosos. (mercúrio o faz mais inteligente! Quem iria dizer! E agora que tres estudos identificaram atrasos na fala e tics, voce acha que há razao o suficiente para se livrar do mercúrio?) (Thompson, New England Journal of Medicine, 2007).

6. A vacina Rhogam durante a gravidez tem correlacao com o autismo?
Resposta publicada: Nao, mas este estudo foi financiado pelos produtores da Rhogam, Johnson and Johson, e um re-cálculo dos dados mostram uma taxa 71% maior de Rh Immune globulina em criancas com autismo (Miles, American Journal of Mecial Genetics, April 2007)

Em todos os estudos mostram que Timerosal nao causa autismo, mas nenhum comparou o total de timerosal que as criancas sao expostas desde pre-natal até sua juventude com aquelas que nunca receberam nenhuma vacina com timerosal. 4 dos estudos usaram criancas americanas apenas, as mais vacinas do mundo. 3 dos estudos mesmo com sua fraquíssima metodologia associaram o timerosal com atrasos na fala e tics nervosos. 3 dos estudos mostram que quanto menos voce usa maior a taxa de autismo, e dois estudos mostram que é bom para voce, lhe da um QI mais alto e melhor capacidade motora. RIDÍCULO!!!

É importante salientar que todos estes estudos sao patrocinados ou conduzidos por alguém que promove, produz, apoia ou lucra das patentes, e/ou defende na justica as vacinas. E lembre que os estudos acima apenas investigaram um dos ingredientes de dezenas que constam em uma vacina apenas (gripe pre-natal).
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Alguns fatos sobre timerosal , retirado da Associacao Nacional de Autismo:

1) Mercúrio faz mal para humanos. O uso de um veneno toxico como preservativo é indesejável, desnecessário e deveria ser eliminado inteiramente.
2) Por décadas, etil-mercúrio foi utilizado extensivamente em produtos médicos desde vacinas a uso tópico, como preservativo e como agente anti-bacteriano.
3) Produtores de vacinas e timerosal, nunca concluíram um teste adequado na seguranca do timerosal e compostos de etil-mercúrio. Evidencias recentes nao sugerem que é seguro ou efetivo quando usado como preservativo em vacinas.
4) Mais de 1.500 estudos e papers documentados sobre a toxidade de timerosal existem por décadas.
5) Os EUA está em meio a uma trágica epidemia de autismo. De acordo com dados do departamento da educacao houve um aumento de 644% entre criancas americanas de 1992-2001.
6) Um número crescente de cientistas e pesquisadores acreditam que a relação entre o aumento de desordens neurológicas de autismo, deficit de atenção, hiper-atividade, e atraso na fala e na linguagem, e o aumento do uso de timerosal em vacinas são plausíveis e merecem maior escrutínio. Em 2001 o Instituto de medicina determinou que tal relacao é biologicamente plausível, mas que nao há evidencia para suportar ou rejeitar tal hipótese.
7) Estudos recentes confirmaram que a relacao entre o uso de timerosal e autismo foi de "biologicamente plausível" para "biologicamente certo" (Boyd Haley)

Fontes:





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gripe suina

Austismo

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O autismo é um transtorno do desenvolvimento, que manifesta-se tipicamente antes dos 3 anos de idade. Este transtorno compromete todo o desenvolvimento psiconeurológico, afetando a comunicação, (fala e entendimento) e o convívio social, apresentando em muitos casos um retardo mental. Segundo pesquisas, cerca de 60% dos indivíduos autistas apresentam epilepsias.

Por ainda não ter uma causa específica definida, é chamado de Síndrome (=conjunto de sintomas) e foi primeiro classificado em 1943 por Leo Karner. Hans Asperger pesquisou e em 1944 classificou a Síndrome de Asperger, um dos espectros mais conhecidos do Autismo, a grosso modo, um autismo brando. Ao conjunto de determinadas variações, chamamos de Espectro do Autismo, pois somam-se as características autísticas, outras específicas de cada grupo de outros sintomas.

Em recente estatística publicada pela revista americana Time Magazine (Maio/2002), a incidência de autismo atualmente é 1 em cada 175 nascimentos sendo 4 meninos para 1 menina. Como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as classe sociais, em todo o mundo.

O autismo é geralmente diagnosticado por um médico neuropediatra ou por um psiquiatra especializado em autismo.

Ainda não se tem uma causa específica, mas há várias suspeitas de possíveis causas e as pesquisas não param.

Recentes estudos apontam a contaminação por mercúrio (thimerosal) e outros metais pesados como possíveis causas. Em alguns países já é proibido o uso de vacinas com thimerosal e outros agentes portadores de mercúrio na fabricação de vacinas.

Os critérios de diagnósticos mais aceitos são avaliações completas com base na DSM IV (da Associação Americana de Psiquiatria) ou CID 10 (publicado pela Organização Mundial de Saúde), disponíveis na área de downloads deste site. Lembre-se o diagnóstico deve ser feito por profissional especializado.

Alguns espectros mais conhecidos de autismo são:

Síndrome de Angelman
Síndrome de Asperger
Síndrome do X Frágil
Hiperlexia
Síndrome de Landau Kleffner
Distúrbio Obsessivo-Compulsivo
Distúrbio Abrangente do Desenvolvimento
Síndrome de Rett
Síndrome de Prader-Willi
TDA Transtorno do Déficit de Atenção/hiperatividade

IMPORTANTE

  • Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar medicamentos.
  • As informações disponíveis no blog possuem apenas caráter educativo.

PERIGO DE VACINAÇÃO GRIPE A? LEIAM ISTO



A Ministra da Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius assinou um decreto que garante a total imunidade jurídica para os fabricantes de vacinas contra a gripe suína em todos os processos criminais que possam se originar de qualquer ligação da nova vacina contra esta gripe.

Esta decisão do governo norte-americano, resulta do seu programa no combate à "pandemia" do vírus H1N1 que custou 7 billiões de dólares e tenta lançar no mercado a vacina antes da fase alta que começa no Outono, sem proceder sequer com as usuais medidas de segurança.

Primeiramente, nem a Organização Mundial da Saúde (OMS), nem o Center for Disease Control (CDC) dos EUA, nem qualquer instituto científico apresentaram a prova científica necessária para a existência do alegado vírus Influenza-A-H1N1.

O pânico espalhado mundialmente ante uma suposta ameaça através da gripe suína toma dimensões dignas de um romance de ficção científica de George Orwell. O decreto que a Ministra Sebelius acabou de assinar garante aos fabricantes de vacinas (segundo uma lei que entrou em vigor em 2006) imunidade jurídica em casos de calamidade pública de saúde.

Desde que a Organização Mundial da Saúde, seguindo uma recomendação do grupo SAGE (Strategic Advisory Group of Experts on Immunizations), declarou a infecção H1N1 como fase 6 ou pandemia, podendo ser iniciadas imediatamente medidas de caráter emergencial de saúde pelo mundo inteiro, até mesmo em países como a Alemanha, onde o número de casos de infecções H1N1 registrados ou até mesmo somente “suspeitos” podem ser contados nos dedos da mão.

O grupo SAGE da OMS deve ser examinado mais atentamente. Seu diretor é desde 2005 o Dr. David Salisbury, chefe do departamento de imunização do Ministério da Saúde britânico. Nos anos 80, Salisbury foi bastante criticado, pois apoiou a vacinação em massa de crianças com a vacina combinada MMR (Caxumba-Sarampo-Rubéola) da empresa que antecedeu a GlaxoSmithKline. Justamente essa vacina foi tirada do mercado no Japão, após ter gerado efeitos colaterais em um número considerável de crianças e o governo japonês ter sido obrigado a pagar enormes indenizações. Na Suécia, a vacina MMR foi retirada do mercado quando os cientistas ligaram-na com o aparecimento da doença de Morbus Crohn. Aparentemente o chefe da SAGE, David Salisbury não se deixou impressionar com isso na época.

Segundo informações do investigador britânico independente Alan Golding, que conseguiu a liberação dos documentos sobre o caso, foi “introduzido em 1986, no Canadá, o preparado MMR Trivix, que contém a cepa do vírus da caxumba Urabe AM-9, ao invés do MMR I. Nos protocolos dos grupos de trabalhos conjuntos da associação britânica de pediatras (Joint Working Party of the British Paediatric Association) e do Comitê conjunto do grupo para vacinação e imunização (Joint Committee on Vaccination and Immunization JVCI Liaison Group), a 26 de junho do mesmo ano, foi expressa a preocupação com a introdução do MMR na Grã-Bretanha. Esta preocupação foi confirmada rapidamente, pois aumentaram os relatos de casos de meningite asséptica em pessoas vacinadas.

Finalmente, no início de 1988, no Canadá, todas as vacinas MMR que continham a cepa Urabe, foram retiradas de circulação. Isso aconteceu ainda antes do Ministério da Saúde do Reino Unido ter liberado as vacinas que continham o Urabe. No relatório, a “Smithkline-French", empresa farmacêutica que mais tarde se tornou Smith-Kline-Bencham e produzia na Grã-Bretanha, levou a sério estas questões de segurança e hesitou em pedir a licença para a vacina com Urabe. Como resultado de sua “preocupação”, as crianças poderiam sofrer sérios danos através de algum de seus produtos, eles exigiram que o governo britânico os assegurasse contra possíveis processos criminais, os quais poderiam acontecer devido a possíveis “baixas” em relação com a vacina, cujos riscos para a saúde já eram conhecidos nesta época. Por recomendação do professor Salisbury e dos representantes do Ministério da Saúde, o governo britânico, que estava empolgado em poder fornecer uma barata vacina MMR, cedeu às exigências. Hoje, o mesmo Dr. Salisbury se empenha na utilização mundial da não-testada vacina H1N1, que é produzida pelo mesmo fabricante e que se chama agora Glaxo Smith Kline.

Na última vez que o governo norte-americano foi confrontado com uma nova gripe suína, milhares de pessoas exigiram indemnização naquela época e alegaram que eles sofreram efeitos colaterais da vacina. Por isso desta vez o governo tomou medidas para evitar processos desde o início, caso novamente milhares de cidadãos americanos venham a sofrer sérias complicações, porque receberam vacinas não testadas.

Em 1976, o presidente Gerald Ford que estava preocupado na época com sua reeleição, foi aconselhado pelo chefe do CDC, David Sencer, a promover uma ampla campanha de vacinação em todo o país. Da mesma forma como hoje em dia com a gripe suína H1N1, Spencer fomentou o medo de uma suposta epidemia de gripe como em 1918. É notável que ainda hoje alguns cientistas declarem que os óbitos de 1918-1919 – após o fim da devastadora Primeira Guerra Mundial – se originaram não devido a um vírus, mas sim à campanha de vacinação do governo contra a “gripe espanhola”. Vale mencionar que a Universidade e Fundação Rockfeller estavam no centro dos acontecimentos daquela época. Apareceram casos da gripe suína em soldados no Fort Dix, Estado de Nova Jersey, que provocaram uma vítima. A causa da morte é controversa, pois o soldado adoecido pela gripe foi forçado a participar uma marcha e caiu morto. Sencer solicitou a Ford que iniciasse uma campanha, a qual se revelou posteriormente como um vergonhoso fiasco da história da saúde pública americana. Sencer foi forçado a se demitir finalmente do cargo de diretor do CDC.

No escopo daquela campanha, 40 milhões de norte-americanos foram vacinados pelos órgãos públicos. Nunca houve uma pandemia, mas milhares que foram vacinados pediram indemnizações por causa de lesão corporal, pois eles contraíram a doença neurológica Síndrome Guillain-Barre ou apresentaram outros efeitos colaterais. Pelo menos 25 pessoas morreram, 500 adoeceram devido à síndrome de Guillain-Barre, uma inflamação do sistema nervoso que leva a paralisias ou até à morte. Houve também outros efeitos colaterais. O governo norte-americano teve que pagar indenizações após as vítimas da vacinação provocaram um escândalo nacional. Em 1976, a vacina contra a gripe suína se mostrou muito mais perigosa do que a própria doença.

Mas ainda vem o pior. Agora, quando o governo Obama assinou um decreto que garante a imunidade jurídica contra vindouros processos criminais, o órgão regulamentador de medicamentos FDA, dos EUA e os órgãos públicos da saúde da Grã-Bretanha decidiram que as grandes empresas farmacêuticas (“Big Pharma”) podem colocar vacinas no mercado, antes que os resultados das pesquisas sobre seus efeitos colaterais sejam conhecidos.

As primeiras doses da vacina contra gripe suína serão liberadas antes que estejam disponíveis os dados sobre efeitos colaterais e eficácia. A vacina não-testada contra “pandemia” deve ser aplicada em duas altas doses. Uma marca deve conter um composto químico adicional em sua formulação, o assim chamado de adjuvante, para tornar a vacina mais “eficaz”, mas que aumenta drasticamente o perigo de possíveis efeitos colaterais.

Primeiramente devem ser vacinadas as crianças; elas tomam a vacina provavelmente já um mês antes dos resultados dos testes serem conhecidos.

Na Grã-Bretanha, os órgãos públicos da saúde National Health Service (NHS) receberam a ordem de se preparar para o pior dos casos: a gripe suína pode provocar a morte de até 65.000 vidas no próximo inverno, dentre eles milhares de crianças.

O governo britânico já encomendou 132 milhões de doses da vacina junto a dois fabricantes, GlaxoSmithKline e Baxter, os quais licenciaram já previamente três vacinas-“bases” em preparação contra uma pandemia. Isso soa como encomendado, embora a OMS e os epidemiológicos assegurem que não é possível se preparar antecipadamente frente a uma ameaçadora mutação do atual e relativamente inofensivo problema do H1N1. Realmente é inacreditável que o grande fabricante farmacêutico Baxter já tenha requerido a patente para a vacina H1N1, um ano ante que o primeiro caso do suposto H1N1 tivesse sido relatado...

Talvez fosse a hora de exigir que todas as lideranças da OMS, da SAGE e do CDC, do governo Obama, os membros do gabinete e do congresso norte-americano, que liberaram sete biliões de euros, verba para o H1N1, e consentiram que a indústria farmacêutica recebesse imunidade perante as posteriores indenizações que seus produtos viessem a causar, se colocassem eles próprios à disposição como cobaias para a nova vacina. Assim pode se observar os resultados. O mesmo deveria valer para outros órgãos públicos ou instituições que exigem que os cidadãos sejam vacinados com a vacina H1N1 da GlaxoSmithKline ou Baxter, eles devem atentar que a vacina seja realmente segura.

Um outro sinal de que todo mundo está fazendo papel de idiota neste cenário de gripe suína da OMS, se mostra na mais nova decisão da OMS – desta instituição atuante internacionalmente, que justamente deveria ser responsável em vigiar este princípio das chamadas pandemias ou somente epidemias pelo mundo afora –, de não seguir mais o desenvolvimento da gripe suína (ou do H1N1 Influenza A, como hoje se prefere chamar para não atrapalhar o Smithfield Foods ou outros produtores industriais de Porcos - CAFO).

Em um informativo publicado em sua página na Rede, encontra-se o espantoso anúncio que os casos de H1N1 não serão mais registrados. A última contagem da OMS, de 6 de julho, resultou em 96.512 casos confirmados em 122 países, dos quais 429 mortes. Aparentemente a OMS quer dizer com através deste novo passo, que o número de casos confirmados em laboratório é irrelevante. No informativo, porém, pede-se que os países continuem a noticiar os casos confirmados. Os países devem também atentar a eventual aumento dos casos de morte que poderia indicar a mutação do vírus para uma forma mortal. Outro “sinal, que dever-se-ia atentar com cuidado”, seria o aumento de casos em escolas, um aumento dos infectados e freqüentes internações.

Também a CDC em Atlanta apoiou a decisão da OMS. Dr. Michael T. Osterholm, director do Center for Infectious Disease Research and Policy (em português: Centro de pesquisa e vigilância de doenças infecciosas) da Universidade de Michigan, admite que os testes para confirmar o H1N1-Influenza A não são exatos, mas conduzidos mais pela sorte, pois: “Fazer a coisa errada pode ser pior do que fazer nada”.

Portanto a OMS decidiu não mais registrar os resultados dos testes, os quais não fornecem qualquer quadro científico se alguém contraiu ou não o H1N1. Ela também decidiu não contar mais os resultados de testes e casos confirmados do H1N1 por todo o mundo, porque “a gente pode presumir que na maioria dos caso trata-se da gripe suína H1N1”. Isso não pode ser considerado uma pesquisa científica, que sobre seus fundamentos nos aconselha a vacinar nossas crianças. Não, não com nossas crianças (e grávidas)!

F. William Engdahl
Kopp Verlag, 28/07/2009

Novo estudo liga mercúrio ao autismo Níveis de autismo caíram dramaticamente depois que o mercúrio foi removido das vacinas infantis


© 2006 WorldNetDaily.com

Um novo estudo mostra a relação direta entre o mercúrio nas vacinas das crianças e autismo, contradizendo afirmações do governo de que não há relação comprovada entre os dois.

Publicadas na edição de 10 de março da Revista dos Cirurgiões e Médicos Americanos, as informações mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, o aumento em taxas registradas de autismo e outras desordens neurológicas nas crianças não só parou, mas realmente caiu drasticamente — até 35 por cento.

Utilizando os próprios bancos de dados do governo, os pesquisadores independentes analisaram casos registrados de desordens neurológicas em crianças, inclusive autismo, antes e depois da remoção dos conservantes à base de mercúrio.

De acordo com uma declaração da Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos (ACMA), os números da Califórnia mostram que os índices registrados de casos de autismo foram elevados, com 800 crianças afetadas em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os casos registrados teriam subido para mais de 1.000 no começo de 2006. Mas o número realmente caiu para 620, uma diminuição real de 22 por cento, e uma diminuição da projeção de 35 por cento.

A ACMA declarou: “Essa análise contradiz diretamente as recomendações de 2004 do Instituto de Medicina, que examinou as informações acerca da segurança das vacinas do Programa Nacional de Imunização dos Centros de Controle de Doenças. Embora sem disposição de excluir ou corroborar uma relação entre mercúrio e autismo, o Instituto de Medicina fez pouco caso de suas descobertas e decidiu que não havia mais necessidade de estudos”.

A medida em que mais e mais vacinas foram adicionadas ao plano obrigatório de vacinas para crianças, a dose do conservante tiomersal à base de mercúrio aumentou, de modo que a dose cumulativa injetada em bebês superou o limite tóxico determinado por muitas agências do governo, explicou o Instituto de Medicina.

Até cerca de 1989, as crianças da pré-escola recebiam só três vacinas — pólio, DPT (difteria, coqueluche, tétano) e MMR (sarampo, caxumba, rubéola). Em 1999, os Centros de Controle de Doenças recomendaram que um total de 22 vacinas fossem aplicadas antes que as crianças chegassem ao primeiro grau do ensino fundamental, inclusive Hepatite B, que é dada a recém-nascidos dentro das primeiras 24 horas depois do nascimento. Muitas dessas vacinas continham mercúrio. Na década de 1990, aproximadamente 40 milhões de crianças receberam aplicações de injeções de vacinas contendo mercúrio.

O índice de autismo subiu assustadoramente entre 1989 e 2003. Atualmente, há mais de meio milhão de crianças nos EUA que têm autismo.

Em 1999, sob recomendação da Acadêmia Americana de Pediatria e do Serviço Público de Saúde dos EUA, o tiomersal foi removido da maioria das vacinas infantis como medida de “precaução”. Não houve confissão alguma de ligação causal entre tiomersal e autismo.

Os autores do novo relatório, o Dr. David A. Geier e o Dr. Mark R. Geier, crêem que os consumidores deveriam ainda se preocupar com o mercúrio, que é ainda adicionado a algumas das vacinas mais comumente usadas, tais como as vacinas contra a gripe.

O relatório declara: “Apesar de sua remoção de muitas das vacinas infantis, o tiomersal é ainda rotineiramente adicionado a algumas fórmulas de vacinas contra gripe administradas nos bebês americanos, bem como várias outras vacinas (tais como tétano-difteria e tétano monovalente) administradas para crianças mais velhas e adultos. Em 2004, o Instituto de Medicina da Acadêmia Nacional de Ciências dos EUA voltou atrás da meta declarada feita em 1999 pela Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos e pelo Serviço Público de Saúde de remover o tiomersal das vacinas americanas tão logo quanto possível… Como resultado, é um assunto de muita importância avaliar a segurança das vacinas que contêm tiomersal”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Para mais informações sobre vacinas infantis, clique aqui.

DVD em inglês vacinas infantis:

“Vaccines: The Risks, The Benefits, The Choices” DVD

Artigos importantes em inglês sobre vacinas infantis:

Feds won’t warn parents about vaccine

Newborn vaccinated over parents’ objections

Vaccines fueling autism epidemic?

Parents fight hospital over care of preemie

Vaccine linked to autism?

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=49094