quinta-feira, 14 de janeiro de 2010


Olhe para o Ceú e questione-se

Este blog foi elaborado debaixo de um direito fundamental do Ser Humano: A Liberdade de Expressão.


Esta blog dedica-se, em 1º lugar,  a tentar desvendar o que está por detrás do surto de AUTISMO que dramaticamente se vem abatendo  sobre as nossas crianças, em todo o mundo, e que sinais cada vez mais evidentes apontam para as vacinação em massa a que elas são sujeitas desde os primeiros tempos de vida, devido os aditivos que compõem as vacinas, bem assim com a alertar consciências face  a este escandaloso negócios das farmacêuticas que por todo o lado já se apregoa, está tornando um CRIME, com todas as outras fraudes associadas!

Este blog  foi elaborado debaixo de um direito fundamental do Ser Humano: A Liberdade de Expressão.

CONHECIMENTO É PODER!

"O mundo é um lugar perigoso. Não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que olham... e não fazem nada."
- Albert Einstein





Vacina MMR x Autismo: mais fatos

Semana passada, assisti um novo programa da Oprah Winfrey. E tenho que admitir, gosto dela.
Quem foi lá ser entrevistada foi Jenny MacCarthy que escreveu um livro sobre seu filho diagnosticado com autismo após receber a vacina MMR (ou Tríplice Viral = caxumba, sarampo e rubéola), que no Brasil é encontrada na Rede Pública de Saúde e consta no calendário de vacinação em dose única aos 12 meses de idade e um reforço entre os quatro e seis anos de vida .
Eu vacinei o meu menino mais velho com a MMR e na época, eu estava começando a me informar mais sobre vacinas.
Comentei com a médica e ela agiu exatamente como os médicos citados no programa. Somos mães influenciáveis por qualquer coisa que vemos na internet. Não com essas palavras, é claro. Vacinei, e vou ser sincera, não vacinei segura de que estava fazendo o melhor.
Tem gente que acredita na relação MMR e autismo, tem gente que não acredita. Já ouvi falar de estudos que mostram que não há relação, outros que mostram que há. Médicos que recomendam invariavelmente a vacinação, médicos que não recomendam (principalmente homeopatas ou antroposóficos que se baseiam na ciência dos métodos naturais). Contudo, as instituições governamentais , até onde sei, não se manifestam, não se responsabilizam e os laboratórios idem. Ninguém prova de fato, nem que sim, nem que não.
Eu ainda não tinha me convencido que as crianças que desenvolviam autismo depois da vacina, não eram crianças já pré-dispostas. E meu filho não apresenta nenhuma pré-disposição, pensei.
E o filho da Jenny também não….e era tão normal quanto meu caçula (que ainda não foi vacinado) é: brinca, corre, sorri, tenta falar… e ela mostra pelas fotos a modificação na expressão de seu filho depois da vacina. “Parece que lhe tiraram a alma”. Porque o autismo tem essa característica: o indivíduo se isola e e tende a não interagir com as outras pessoas, não demonstrar afeição, não se expressar, entre outros sintomas. A vida de seu filho mudou, seu casamento acabou.
Foi assistindo seu depoimento que entendi finalmente que não temos como saber se nosso filho tem ou não pré-disposição, principalmente se ele não apresenta sintomas claros. Infelizmente a vacina pode desencadear este processo e ninguém, ninguém vai lamentar depois, além de nós.
Seremos mais um número.
Seremos mais um caso. Porque simplesmente também não se tem informações definidas sobre a causa do autismo: é um distúrbio neurológico que acomete principalmente meninos na faixa etária aproximada dos 3 anos de idade.
Várias coisas importantes foram tratadas no programa:
  1. O laboratório respondeu a uma solicitação do programa informando que não sabem dizer se há relação entre o Timerosal usado nas vacinas e o autismo e que pesquisas estão sendo feitas neste sentido. Já é um ponto a favor não terem negado a existência de relação. De qualquer forma, não se pode esquecer que existe uma forte suspeita e muitos casos confirmados. Infelizmente, somos submetidos á vacina sem a informação do risco que nossos filhos correm.
    .
  2. Jenny, que escreveu um livro para contar sua história mencionou algo importante: vacinas são importantes mas quem disse que a mesma vacina serve para todos? E isso é fundamental, afinal, se seu filho tem pré-disposição a desenvolver autismo e o Timerosal pode desencadear este processo, então, nem todas as crianças podem ser vacinadas indiscriminadamente. Não sei como saber que temos pré-disposição mas pretendo ler mais a respeito antes de dar a MMR para meu caçula, que está prestes a completar 2 anos.
  3. Que as mães devem ser ouvidas pelos médicos de seus filhos! As duas mães que deram depoimentos no programa foram categóricas na maneira como foram tratadas: como estúpidas, burras e que não sabiam o que estava dizendo. É a velha mania ou formação acadêmica que faz médicos se sentirem deuses. E isso é tão forte que uma das maiores pragas arrogantes que existem, é estudante de medicina. E é claro que estou generalizando. Uma minoria absoluta não é, mas não é dessa minoria que estou falando. Ou estou errada?
E o mais importante: Jenny, não se entregou! Jenny foi à internet e pesquisou tudo sobre Autismo. E em seu livro ela conta exatamente sua experiência pois ela aprendeu várias coisas que a levaram a reverter o autismo em seu filho. Ela consegue provar pela própria experiência que é tratável. Simplesmente ela precisou correr atrás da informação. E isso tudo é tão incrível que uma de suas descobertas se baseou na mudança da dieta de seu filho. Vale á pena , para quem se interessar pesquisar na internet pois existem vários depoimentos dela, vídeos e entrevistas.
E nós batemos tanto aqui nesta tecla…que a internet é um vulcão de informações, acessíveis e cada dia mais democrática.
E para terminar, as estatísticas são ainda mais alarmantes quando revelam uma predisposição em meninos (contudo, quando na menina, é mais grave) e uma relação de 1 caso para 94 crianças, atualmente. Antes essa relação era de 1 para 1500 e já foi de 1 para 3000 (isso nos Estados Unidos, aqui não encontrei estatísticas oficiais). Isso em casos de autismo, apenas. Não são casos de autismos relacionados á vacinas. Apenas relacionam que o aumento de casos de autismo po ter relação com a vacinação.
Na Inglaterra a vacina já foi substituída por vacinas individuais para as três doenças. A minha pergunta que não quer calar e que preciso ainda pesquisar a respeito é porque a MMR é relacionada ao autismo quando o timerosal é usado como conservante em quase todas as outras vacinas. Será que na MMR é em maior quantidade? Se for isso, as outras vacinas múltiplas ocultam os mesmos riscos?
Não pensem que eu sou contra ou a favor de vacinas, quando escrevo a respeito é porque acredito que as pessoas precisam é questionar mais e se informar mais antes de encher nossos filhos de medicamentos. As super-bactérias já são uma realidade e num jornal desta semana saiu uma matéria sobre 4 mortes possivelmente causadas por elas no hospital de Bonsucesso, no Rio de Janeiro. O hospital nega.
E nós, vamos nos negar a nos informar? Até quando?
Para ler a reportagem em inglês:
Vídeo:
http://br.youtube.com/watch?v=d2lx3MHtI2o]
Escrita:
http://www.oprah.com/tows/slide/200709/20070918/slide_20070918_350_101.jhtml
Mais entrevistas em inglês:
http://br.youtube.com/watch?v=Gc8QETKbqu
c
Sobre autismo: http://www.autismo.com.br
Nossos posts comentando outros programas da Oprah Winfrey:
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/06/pedofilia-e-escola.html
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/06/crianas-e-computadores.html
Mais posts nossos sobre vacinas:
Gripe: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/vacina-contra-gripe.html
O papel das doenças : http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/gripe.html

AUTISMO E VACINAS




Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo
Tags: abortados, Autismo, bebês, vacina
Postada em: quinta-feira, 16 de julho de 2009 12:09h | Ciência & Saúde | Sem comentários | A A A

O aumento nos índices de autismo regressivo nas crianças dos EUA e da Inglaterra pode estar historicamente associado com o fato de que as empresas farmacêuticas deixaram de usar células animais na produção de vacinas para usarem células de bebês humanos abortados, um grupo está afirmando.

“Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso”, diz a Dra. Theresa Deisher, presidente de Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI).

SCPI, um grupo de educa o público acerca do uso de materiais de bebês humanos abortados usados na produção de drogas farmacêuticas, alerta que as vacinas tríplices (sarampo caxumba e rubéola) introduzidas nos EUA e na Inglaterra em 1979 e 1988 respectivamente, foram produzidas usando células de bebês abortados, enquanto as versões anteriores eram feitas usando somente células animais. Essa troca coincide com o que o SCPI diz são aumentos “dramáticos” nos índices de autismo regressivo nas crianças, em que o desenvolvimento social e verbal de uma criança sofre uma parada.

O alerta veio em resposta à recomendação em junho feita pela Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) do Ministério da Saúde dos EUA para a realização de mais estudos sobre a segurança das vacinas com relação ao autismo. Alguns pais preocupados de filhos com autismo sustentam que há uma ligação entre vacinações infantis e autismo.

Apesar das garantias das agências de saúde e da classe científica contestando isso, um número crescente de pais está optando por não participar das campanhas governamentais de vacinação. Isso levou a Vigilância Sanitária dos EUA a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Um relatório da CCNV recomendou mais estudos sobre o potencial das vacinas para contribuir com o autismo regressivo nas crianças.

O SCPI aponta para estudos que mostram um fator ambiental, “um gatilho”, que provoca a doença. Mas embora os cientistas tenham apontado para a presença do mercúrio nas vacinas tríplices, o SCPI diz que o autismo continuou a crescer depois que o mercúrio foi removido.

“As primeiras vacinas produzidas usando células de bebês abortados, tais como a MMRII, nem mesmo informam aos consumidores que DNA de bebês abortados é injetado em cada vacina”, o SCPI disse numa nota à imprensa. Vacinas introduzidas mais recentemente, diz o grupo, informam aos consumidores que elas contêm contaminação de DNA de “células diplóides humanas”, mas não dizem que essas células são de um bebê humano abortado.

“A segurança de injetar em nossos filhos DNA de bebês abortados vem sendo debatida há 40 anos, mas nunca foi estudada”, disse o SCPI.

Traduzido por Julio Severo

Fonte: Notícias Pró-família / Julio Severo

Novo estudo demonstra dano significativo devido a apenas UMA vacina com mercúrio

Do_you_know__ingre.jpg

Um novo estudo, recentemente publicado na revista Neurotoxicology, descobriu que primatas que receberam apenas UMA vacinação contendo tiomersal, o conservante encontrado em muitas vacinas incluindo a nova vacina AH1N1 (gripe suína), tinham debilitamento neurológico significativo quando comparados com aqueles que receberam uma injecção com solução salina ou nenhuma injecção.


Favor notar que a quantidade de Tiomersal foi ajustada para o peso e que estes primatas receberam apenas 2mcg – a nova vacina da gripe suína possui 24,5 mcg ou 49 vezes o limite diário admitido para um adulto estipulado pela FDA (Departamento Americano de Controle de Alimentos e Remédios).


De acordo com o Dr. Andrew Wakefield, director executivo da Thoughful House e um co-investigador no projecto, “O que é particularmente preocupante é que apesar da recomendação em retirar o tiomersal das vacinas há dez anos atrás, milhões de pessoas, muitas das quais crianças e mães grávidas, estão prestes a receber mercúrio nas suas imunizações. O tiomersal é ainda utilizado rotineiramente na vacina da hepatite-B e em numerosas outras vacinas em todo o mundo.”

As implicações para a nova campanha nacional na Austrália, que tem como alvo as mulheres grávidas como primeiras recipientes, são assustadoras.

A Australian Vaccination Network, um grupo de pressão sobre saúde e segurança nas vacinas, exorta o governo federal e o Ministro Roxon a errar do lado da precaução quando se trata de administrar vacinas não testadas contendo mercúrio naqueles que são os mais vulneráveis. Certamente, ao pesar os riscos de dano cerebral significativo devido ao conservante Tiomersal contra uma gripe, que tem demonstrado ser mais suave do que a gripe sazonal, devemos dizer que o risco da vacina é maior do que o risco de a gripe. Além disso, se esta vacina não demonstrou ser segura em crianças menores de 10 anos de idade, certamente os fetos deveriam ser, também, excluídos.


Notícia original: 30 Set 2009
Read more

“O maior escândalo do século na medicina”


 Está na hora de expulsar os vendilhões. O templo é o planeta TERRA, a casa de DEUS


“O maior escândalo do século na medicina”
( Façam o sacrifício de ler, pois creio que vos trará algum proveito)
Exerço clínica há quase 50 anos, desde uma clínica um tanto primitiva da primeira fase da minha vida, em plena serra da Gralheira e no interior da Guiné, até à clínica especializada da maior parte da minha vida. Portanto, tenho direito a algum crédito naquilo que digo. E o que digo não é bom nem agradável.
Clama o Sr. Wolfgang Wodang, presidente da Comissão de saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que a campanha da “falsa pandemia de gripe, criada pela Organização Mundial de Saúde e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, é o maior escândalo do século na medicina”. Ele vai pedir um inquérito para analisar a pressão que os laboratórios terão exercido sobre a Organização Mundial de Saúde. De facto, mais grave do que isto não é fácil conceber.
Claro que, como diz o povo, “tarde piaste”, ou “agora agarra-lhe no cu com um gancho”, ou ainda “agora adianta-te um grosso”. Com cinco mil milhões no papo, a indústria farmacêutica faz um manguito e farta-se de rir à gargalhada. Só não estará totalmente satisfeita, porque uma boa parte da população já tem os olhos mais ou menos abertos, muitos médicos e outros agentes de saúde não são otários, e, portanto, marimbaram-se para o esquema, mandando às urtigas as vacinas, senão não eram cinco mil milhões, mas dez mil, quinze mil ou vinte mil milhões. A não ser que os governos já as tenham todas pagas, mesmo as não utilizadas. Se assim for, só lhes resta ensopá-las com batatas.
De pés bem assentes na minha vida e experiência clínicas, com a responsabilidade que sempre procurei ter, mas de pé atrás pelas inúmeras patranhas a que há anos estou habituado, e também avisado desde início desta “pandemia” pela análise lúcida e isenta de muita gente, quer do mundo médico quer do mundo político, como por exemplo o Prof. Vaz Carneiro e Ignatio Ramonet, eu não tomei a vacina, não a prescrevi nem a aconselhei a nenhum dos meus pacientes, nem tão pouco aos meus familiares, nomeadamente filhos, noras e netos. E não estou arrependido. Nem eles, creio eu.
Há mais de trinta anos que escrevo pequenos artigos em jornais regionais, jornais diários nacionais, e até aqui no Aventar, sobre saúde e sobre o lado negro da medicina. E este lado negro, ao contrário do que seria de esperar com os grandes avanços científicos, parece ser cada vez mais negro aos olhos de quem se move, amparado na consciência e no bom senso, no meio desta complexa teia que é o mundo da assistência médico-sanitária.
E esta patranha da gripe A é um poderoso exemplo, infelizmente não o único. Uma boa parte dos responsáveis pelas instituições de saúde, por todos os organismos assistenciais nacionais e internacionais, não percebem nada de clínica, há muito que se arredaram – por imposição dos poderes que os avassalam – da vontade própria, do bom senso e dos critérios éticos, uns porque são otários, outros porque não lhes interessa saber mais do que o suficiente para se manterem nos tachos, outros porque são eles próprios as correias de transmissão dos grandes interesses que (des) governam esta área infindável. E o que haverá de mafioso no meio desta complexa e tenebrosa rede de interesses transnacionais, não deverá ser difícil de imaginar a quem quer que seja.
Mas o maior escândalo do século não será este, o da vacina da gripe. Digamos que há muito grandes escândalos do século dentro da medicina e de todas as promíscuas relações desta com as áreas afins. Muitos mesmo. Referirei apenas três. Um deles é o colesterol. O colesterol é um factor de risco como qualquer outro, que tem de ser encarado dentro do contexto clínico de cada paciente. E é inegável o benefício de alguns fármacos neste campo. Mas a voracidade do lucro a qualquer preço, com o beneplácito da ignorância popular, com a ajuda da ignorância e incompetência de muitos médicos que vêem as “guidelines” como tábuas de Moisés, explorando a quase generalizada permissividade acrítica que impingem aos agentes de saúde, e com a irresistível pressão da indústria e de todos os seus satélites da comunicação social, transformou a religião anticolesterolémica numa das maiores minas de ouro da actualidade. Mas muitas outras minas do género existem.
O outro escândalo do século é a transformação da medicina e da assistência médica numa fábrica de exames. Em detrimento da mais importante actividade médica que é uma boa prática clínica, coadjuvada, necessariamente, pela maravilhosa tecnologia de que hoje dispomos, tudo se inverteu, toda a medicina se virou do avesso. Uma boa prática clínica custa muito a fazer e a aprender, obriga a uma curva de aprendizagem de uma vida inteira, e não dá dinheiro. O que interessa aos “promotores de saúde” e à ausência de competência e saber de muitos médicos, é realizar exames e intervenções aos montes, muitas vezes sem critério nem critérios, com todas as terríveis consequências que daí advêm. Já o disse mais do que uma vez, a título de exemplo, há pacientes que nos procuram, trazendo consigo (e com que qualidade!) um electrocardiograma, um ecocardiograma, um Holter, uma prova de esforço, uma cintigrafia miocárdica, análises etc. e nunca foram observados por um cardiologista! Isto é mesmo o que diz o povo “pôr o carro à frente dos bois”.
Daqui decorre o terceiro escândalo, que, ao fim e ao cabo, será o corolário de todos os outros. As graves consequências de tudo isto. A quantidade de cancros é assustadora. Pelo que vemos, eles crescem como tortulhos nas cidades, nas vilas e nas aldeias. E eu não tenho dúvidas de que uma das principais causas está no absurdo e nunca visto abuso de remédios de toda a ordem e no desmesurado e repetitivo recurso a meios de diagnóstico agressivos. E este escândalo poderá ser o mais grave, se nos lembrarmos de equacionar os benefícios e os prejuízos de toda esta drogaria, exames e intervenções, ministradas umas, massivamente e “ao calhas”, e realizadas outras, tantas vezes, sem orientações clínicas criteriosas. Chega-se a inventar doenças para consumir drogas para as quais não se conhece destino. E cada dia cada molécula de cada laboratório surge com insignificantes diferenças das suas congéneres, sem nenhum valor terapêutico acrescentado, apenas como tentativa de a promover perante a concorrência.
Se colocarmos num prato da balança os benefícios em termos de saúde para a humanidade, e eles são inegáveis, e no outro prato colocarmos os irreparáveis malefícios de natureza económica e iatrogénica ( iatrogenia física, química, económica, psíquica e social) este último prato bate no chão com estrondo.
NOTA: Só para vocês fazerem uma ideia da dimensão destas coisas. Li e vendo pelo mesmo preço. Mas como é um produto que bem conhecemos e com que diariamente lidamos, não é difícil de aceitar. Há um remédio que não é indispensável, podendo ser inclusivamente substituído por outros muitíssimo mais baratos, sem significativa desvantagem, prescrito na posologia de um comprimido diário, que dá ao produtor um rendimento, a nível internacional, igual ou maior do que o PIB português.

Colocado por Adão Cruz em 13 de Janeiro de 2010
Relacionados... ou não:
  1. Saúde (1)
  2. Saúde (3)
  3. ETICA E EDUCAÇÃO – 2ª PARTE (8)
  4. Erros primários…Sra. Ministra
  5. AS QUESTÕES ÉTICAS NOS CUIDADOS DE SAÚDE (4)

Washington Post: Vacina contra a Gripe Suína conterá Mercúrio


Toxina ligada ao autismo e transtornos neurológicos para ser incluído nas injeções
TRADUÇÃO RÁPIDA PELO GOOGLE, PORTANTO O TEXTO CONTÉM ERROS.
TEXTO ORIGINAL AQUI>http://www.prisonplanet.com/washington-post-swine-flu-vaccine-will-contain-mercury.html

Paul Joseph Watson
Prisão Planet.com
Quinta-feira, 30 de julho de 2009
O Washington Post confirmou hoje que a vacina contra gripe suína, o que está definido para ser lançadas a nível nacional esta queda em alguns temem que, em última instância, poderia tornar-se uma vacinação obrigatória programa, irá conter mercúrio, uma toxina ligada com autismo e transtornos neurológicos.
Reivindicações pelo CDC e pelo Instituto de Medicina, na sequência de um estudo que cal ignorado anteriormente verificados provas, que thimerosal, um conservante mercúrio com base, não tem relação causal com skyrocketing casos de autismo, foram rejeitadas pelo início sólida médicos e cientistas desde então.
Epidemiologista Tom Verstraeten e Dr. Richard Johnston, um pediatra e imunologista da Universidade do Colorado, ambos concluíram que thimerosal foi o responsável pelo dramático aumento nos casos de autismo, mas os seus resultados foram indeferidas pelo CDC.
Casos de autismo em ter os E.U. aumentou 1.500 por cento desde 1991, que é quando vacinas para crianças dobrou, eo número de imunizações é só aumentar. Apenas um em 2.500 crianças foram diagnosticadas com autismo antes de 1991, enquanto que uma em 166 crianças agora têm a doença.
Um estudo revistos pelo Dr. Mark Geier que apareceu no Journal of American Médicos e Cirurgiões revelou que a OIM investigação era incorrecta, porque foi em grande parte baseada em um estudo dinamarquês por Anders Peter Hviid, que não conta para o facto de as crianças americanas têm um peso muito maior do que crianças mercúrio na Dinamarca.
“No alto níveis (thimerosal de exposição), é inegável, há uma relação causal, e nós temos ido a níveis elevados. Seus estudos, pois não são relevantes, não estou dizendo que eles estão errados, embora existam muitas críticas a ele. Trata-se não apenas em relação a os E.U. situação “, disse Geier.
Geier do estudo conclui que existe um aumento do neurodesenvolvimento distúrbios na sequência da utilização de vacinas contendo thimerosal.
Dr. Buttar Rashid, que foi pioneiro de um novo tratamento para crianças autistas que remove o mercúrio de seus corpos, disse o Instituto de Medicina da conclusão de que o mercúrio não causar autismo demonstra a “completa ausência de qualquer desejo de descobrir a verdade científica supostamente mais altos níveis médicos de universidades. ”
(ARTIGO CONTINUA ABAIXO)
“Quando 31 crianças recuperar de uma doença devastadora por um simples tratamento transdérmico que desintoxica metais e, em seguida, o senso comum dita que talvez metais estão envolvidos”, afirma o Dr. Bob Nash o presidente da Câmara Americana de Toxicologia Clínica Metal (ABCMT) no que diz respeito à Dr. Buttar do tratamento.
“Em 1977, um estudo revelou que a Rússia adultos expostos a ethylmercury, o formulário de mercúrio em thimerosal, sofreu danos cerebrais anos mais tarde. Estudos sobre thimerosal envenenamento também descrevem necrose tubular e lesão do sistema nervoso, incluindo obtundation, coma e morte. Como resultado dessas constatações, a Rússia proibiu thimerosal de vacinas infantis em 1980. Dinamarca, Áustria, Japão, Grã-Bretanha e todos os países escandinavos têm igualmente proibido o conservante “, escreve Dawn tagarelice.
O mercúrio é classificado pelo Ministério da Defesa como um material perigoso que poderia causar a morte se for ingerido, inalado ou absorvido através da pele e dos APE é agora limitar as emissões de mercúrio das fábricas, porque a toxina “pode causar danos ao cérebro e sistema nervoso e é especialmente perigosa para fetos e crianças pequenas “, mas de acordo com o CDC é perfeitamente seguro para injectar sangue do seu filho.
Apesar das preocupações sobre thimerosal e mercúrio, que levaram à conservante ser reduzidos ou eliminados a partir de uma grande porção de vacinas nos últimos cinco anos, thimerosal será um ingrediente da vacina contra gripe suína, que é definida para chegar em setembro os E.U. presente.
“Algumas das vacinas serão armazenados em frascos multidoses contendo thimerosal, um aditivo que contém mercúrio antibacterianos”, relata o Washington Post hoje, em um artigo sobre quais os grupos irão receber a vacina contra gripe suína primeiro.
“Haverá também em dose única seringas sem thimerosal, alguns afirmam que uma substância é prejudicial para as crianças”, acrescenta o artigo, sem mencionar ou não tomar a vacina as pessoas que irão receber uma escolha ou até mesmo ser informado se ele contém mercúrio.
Cerca de 12.000 crianças E.U. serão utilizados como cobaias para os experimentos gripe suína vacina também conhecida para conter o perigoso ingrediente esqualeno, que tem sido directamente relacionado com os casos de síndrome de Guerra do Golfo e de uma série de outras doenças debilitantes.
Esqualeno “contribuíram para a cascata de reações chamada” Guerra do Golfo síndrome. (IG desenvolvidos) artrite, fibromialgia, linfadenopatia, rash, erupções cutâneas fotossensíveis, malar erupções, fadiga crônica, cefaléia crônica, anormais corpo perda de cabelo, não cicatrização de lesões cutâneas, aphthous ulcers, tonturas, fraqueza, perda de memória, convulsões, alterações humor, problemas neuropsiquiátricos, efeitos anti-tireóide, anemia, aumento de VHS (VHS), lúpus eritematoso sistêmico, esclerose múltipla, ALS, fenômeno de Raynaud, síndrome de Sjorgren, diarréia crônica, suores noturnos e febre baixa “, de acordo com o Dr. Micropaleontologist Viera Scheibner.
As companhias farmacêuticas podem ter certeza que eles não irão enfrentar represálias para os muitos milhares de mortos e feridos que inevitavelmente ocorre como resultado da exposição ao mercúrio e esqualeno milhões durante uma massa vacinação programa, porque o governo já tomou medidas para fornecer-lhes cobertor imunidade de ações.
“Vacina contra políticos e funcionários federais serão imunes às ações que resultam de qualquer nova vacina contra gripe suína, de acordo com um documento assinado pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos Kathleen Sebelius,” relatou a Associated Press, no início deste mês.