sexta-feira, 30 de abril de 2010





Dentro e fora (Autismo)
ROGERIO SANTOS

por dentro um mundo
por fora a casca
portas e janelas
cerradas

por dentro um mundo
por fora há água
frisos e frestas
penetradas

por fora um mundo
por dentro há água
trancas e ferrolhos
oxidados

por dentro um mundo
por fora alarde
alicates, alavancas
e pés-de-cabra

por dentro um mundo
por fora um rito
força de vento
som de atrito

por fora um mundo
por dentro morada
portas e janelas
escancaradas

..............................................................

Texto gentilmente cedido por April Oakes,
Presidente do Projeto Autismo Autoimunidade.

Sua filha Casi Oakes, autista, falecida aos 4 anos de idade, transformou a vida desta mãe que hoje se dedica a ajudar outras famílias de autistas.
 
Discurso de Abertura da Conferência Autismo Autoimunidade
Conferência realizada em 16 de Agosto de 2002, em Davie/FL EUA.


Olá, meu nome é April Oakes e eu acho extremamente difícil ter que me apresentar aqui e servir de voz para estas crianças. Meu marido e eu começamos nossa organização em homenagem a nossa filha de 4 anos, chamada Casi, que faleceu no dia 13 de Junho de 1.999. A única razão que me faz ser capaz de respirar hoje, após ter perdido o ser mais importante de minha vida, é que Deus tornou a minha missão nesta vida muito clara.

Nós nos demos conta de que Casi foi vitimada por vacina, antes de ter recebido o rótulo de autista. Eu digo "rótulo" porque eu acredito ser isto o que os profissionais na sua maioria, e os burocratas da saúde pública desejam que chamemos estas crianças vitimadas por vacina, deste modo, isto implica que a condição delas seja algo sem causa ou cura e de ocorrência totalmente aleatória.

Comprometi-me a dedicar o resto de minha vida para fazer o QUE QUER QUE SEJA NECESSÁRIO, para ajudar crianças com Autismo Tóxico e de Autoimunidade, bem como proteger crianças saudáveis ou que ainda estejam por nascer da epidemia de autismo.

Este é o motivo por termos juntado fôrças com Ray Gallup e sua organização, no Projeto Autismo e Autoimunidade. Somos uma organização de caridade não lucrativa, dedicada a obter fundos para pesquisas independentes, de questões relativas a má formações ligadas a fatores imunológicos no autismo.

“Casi’s Quest” é portanto um projeto, ligado à sucursal da Flórida do Projeto Autismo e Autoimunidade, envolvendo proeminentes médicos e práticos naturalistas, com os mais recentes e exitosos tratamentos de autismo e problemas associados.

Casi's Quest e o Projeto de Autismo e Autoimunidade, necessitam a sua ajuda para o apoio às pesquisas que levem a redução do número de casos de autismo. Nós apoiamos a pesquisa biomédica e sentimos que isto nos levará as respostas que estamos procurando, assim, poderemos um dia terminar o nosso projeto.  Nós não temos 40 ou 50 anos para encontrarmos as respostas, porque as nossas crianças, estão em uma corrida contra o tempo.

Os políticos, repetem sem parar a assertiva ultrapassada de que o autismo é genético, sem querer enxergar uma realidade dolorosa e de muito custo.  Respostas imunológicas causaram uma epidemia de doenças crônicas infantis, do tipo que a pesquisa genética atual é incapaz de controlar.  Nós documentamos a epidemia de autismo em nosso site na web sob o titulo, “The United States Autism Epidemic: Our Bitter Harvest.” "A Epidemia de Autismos nos Estados Unidos: Nossa Amarga Colheita".

Lá estão os dados que usamos, do Departamento de Educação dos EUA, que utiliza os mesmos critérios para identificação de autismo desde 1.991 até agora.  Estes dados, mostram um incremento dramático de autismo, em todos os Estados Unidos. Ray Gallup escreveu um artigo para um Jornal Médico, The Lancet, que foi publicado em Julho de 2.000 entitulado “The MMR Question” ou "A Questão da MMR".  Ele citou o dramático aumento de autismo ocorrido na Califórnia, bem como na região leste de Surrey, no Reino Unido, onde 1 em cada 69 crianças, com idade de 3 anos, são autistas.  Um importante geneticista, apontou recentemente que não existe uma coisa que possa ser considerada como "epidemia genética".

Nós consultamos um dos maiores pesquisadores em Fort Lauderdale, Flórida, o Dr. Andrew Wakefield, em 8 de Setembro de 2.001. Ele de modo persistente, encontra o virus vivo do sarampo nas entranhas de crianças com autismo, levado através da vacina MMR. Ele apresentou suas descobertas para aproximadamente 600 pessoas e nós fomos capazes de dedicar 40.000 dólares para as suas pesquisas. Que homem incrível !!! Eu pessoamente, nunca encontrei um médico tão determinado nem tão caridoso, que realmente escuta os pais das crianças. Nós também apoiamos o trabalho dos Drs. Vijendra Singh e James Oleske, que estão encontrando elevados índices de anticorpos de virus de sarampo na maioria de seus pacientes autísticos.

O Dr. Singh recentemente identificou um particular anticorpo de MMR, relacionado com a vacina, encontrado em crianças com autismo, mas não presente em crianças normais do grupo de controle, nem em crianças com outras doenças. A existencia de anticorpos de MMR e de anticorpos anti-cérebro em crianças autísticas, não é uma simples coincidência. A sua presença é de fato relatada. O Dr. Singh, que é Professor Associado de Neuro-imonologia da Universidade Estadual de Utah, precisa desesperadamente de recursos, assim, junte-se à nos no dia 12 de Outubro, para a conferência e o evento de solicitação de recursos para a sua muito necessária pesquisa. Esperamos que muito em breve, nós possamos ter mais doutores envolvidos e que nos ajudem a parar com esta epidemia.

A evidência que o autísmo seja uma doença autoimune, é bastante forte. A autoimunidade, é um estado no qual o organismo, ataca à ele mesmo, devido a que errôneamente, interpreta seus próprios componentes como estranhos.  Nós aprendemos que estas vacinas com multi-componentes, que são dadas aos nossos bebês, bem como as vacinas simples, que são frequentemente dadas junto em uma única dose, contêm muitas substâncias tóxicas. As vacinas contêm ingredientes tais como Anticongelante, Fenol (usado como um desinfetante), Formaldeído (conhecido como um cancerígeno), Alumínio (associado com a doença de Alzheimer), Thimerosal (um derivado do mercúrio, ligado à danos no cérebro e a doenças no sistema imunológico),Neomycina and Streptomycina.

Estas vacinas são produzidas e desenvolvidas à partir do cultivo em tecidos humanos e animais, como tecido de rins de macaco, embriões de galinha, tecido de rins de cachorro, cerum de bezerros, células diplóides humanas (orgãos dissecados de fetus de abortos), células sangüineas de porco e de cavalo e cérebro de coelho. Nós somos forçados a acreditar, que todos estes ingredientes e materiais genéticos possam ser injetados em sistemas imunológicos imaturos, sem efeitos negativos !!

O problema do uso de células animais, é que durante a passagem serial do vírus, o RNA ou o DNA do mesmo, podem ser transferidos de um hospedeiro para outro. Vírus animais não-detectados e outros materiais genéticos podem passar sem detecção por procedimentos de testes de controle de qualidade, como o ocorrido de 1955 até 1961 com o SV40. Este termo SV40, quer dizer vírus de símio #40 (significando o quadragésimo vírus de macaco descoberto), o qual contaminava a vacina da pólio e que foi relacionado com provocação de cancer.

Dizem-nos que nossas crianças, por ordem da Lei, não podem frequentar a escola sem terem todas as vacinas obrigatórias. Isto simplesmente NÃE É VERDADE !! Existem excessões para a aplicação de vacinas em práticamente todos os Estados, que permitem que nossas crianças freqüentem as escolas.  Quando as excessões são reconhecidas pela Escola ou pelo pessoal ligado à Saúde, elas são freqüentemente confundidas com outras causas, como por ex., quando é dito que são eventos associados à crenças religiosas e relacionados com certos grupos específicos como os da religião da Ciência Cristã ou Testemunhas de Jeová.  Isto não é apenas incorreto, mas também inconstitucional. Por falar nisso, as pessoas que determinam que vacinas sejam obrigatórias para as escolas, são as mesmas pessoas que são financiadas pelas companhias farmacêuticas, que fabricam as vacinas.

O Comitê do Deputado Dan Burton, sobre o Fundo de Reforma do Governo, encontrou conclusivas evidências de muitos agentes de saúde do governo, recebendo dinheiro ou mantendo ações de empresas produtoras de vacinas, alguns tendo inclusive trabalhado para o desenvolvimento das vacinas eles mesmos, assim tendo um investimento pessoal e profissional no caso.

Um exemplo é o testemunho de Betty D. Fluck,no dia 18 de maio de 1.999, numa das audiências do Sub-Comitê de Reforma do Governo.  Eu tenho as minutas de uma reunião de um grupo de estudos do CDC (Centers for Disease Control) sobre a vacina da hepatite B realizado em março de 1.977.Devemos notar que a reunião da tarde foi presidida pelo Dr. Robert Sharrar do laboratória Merck. Um outro exemplo, foi na Escócia, em um artigo do jornal dominical de 30 de setembro de 2.001, onde o seguinte caso foi mencionado: O professor David Elliman, cujo estudo disse que os medos de que houvesse uma ligação entre autismo e vacina MMR eram infundados, admitiu que ele e a Dra. Helen Bedford tinha recebido dinheiro das gigantes farmacêuticas SmithKline Beecham e Pasteur Merieux Merck Sharp & Dohme.

Por que está o Instituto Nacional de Saúde concentrando todos os seus fundos de pesquisa sobre autismo em genética e nada em pesquisa imunológica?  Parte da resposta é que as agência federais de saúde, como o próprio Instituto, o CDC e a FDA estão mais interessados em promoverem e regularem o uso de vacinas e não em descobrirem respostas para as nossas crianças. Em outras palavras, o bem estar de nossas crianças vem por último e os lucros de um produto como vacinas, vem primeiro.  Audiências no Congresso, estão atualmente revelando estas informações, mas muitos pais estão desorientados.

A única informação que ouvimos na TV é a de que vacinas são seguras e efetivas, enquanto não existem evidências científicas provando isso!  O deputado Burton, recentemente descobriu, que não existem estudos sobre segurança de vacinas desde 1.929 !!!  Existem no momento 200 novas vacinas em desenvolvimento e muitas vão ser obrigatórias.  Não existem, nem estão previstos, estudos de longo prazo sobre os efeitos destas vacinas, mas nós vamos ser solicitados a injetá-las nos sistemas imunológicos ainda não plenamente desenvolvidos de nossos bebês.  Nós estamos básicamente jogando Roleta Russa com nossas crianças, porque as agências governamentais de saúde não estão executado estudos apropriados de segurança relacionados a estas vacinas e estão mais preocupados em promover e regular vacinas ao invés de discutirem a sua segurança.  Uma coisa, nós já sabemos, que este é um sério conflito de interêsses !!!

Ray Gallup, começou o Projeto de Autoimunidade do Autismo em 1.998, porque o NIH, Instituto Nacional de Saúde, não iria prover fundos para pesquisa de projetos imunológicos em autismo.  Nós conseguimos levantar mais de US$ 100.000,00 em fundos para as pesquisas dos Drs. Vijendra Singh, Andrew Wakefield and James Oleske.

O Dr. Oleske e o Dr. Singh encontraram evevados índices de "titers" de anticorpos de sarampo na maioria das crianças com autismo que testaram e o Dr. Wakefield, encontrou sarampo em seus intestinos.

Enquanto a nossa organização provê recursos de pesquisas para a relação entre o autismo e a vacina MMR, nossos membros acreditam que o autismo seja muito mais do que vacina MMR e thimerosal. Nós acreditamos que outras vacinas, tais como a DPT (Difecteria, Coqueluche e Tétano), HEPATITE B e PÓLIO, bem como vacina múltiplas dadas em uma única dose, possam causar o autismo.

Em um relatório da VAERS, sobre reações adversas causadas por vacinas, arquivado junto ao governo Federal, um médico na Califórnia, mencionou que uma criança ficou autista após receber uma dose oral das vacinas Pólio, DPT e MMR em um único dia e que ele sabia de outros casos. Alguns pais, notaram que suas crianças autísticas desenvolveram Diabetes após terem tomado a vacina da Hepatite B.

As pessoas nas comunidades médicas e orgãos oficiais de saúde, dos Estados Unidos e Inglaterra, negam a existência de uma ligação entre MMR e autismo. Até agora, eles dizem que a ciência tem demonstrado o seu ponto de vista. É a mesma coisa que deixar a raposa tomando conta dos pintinhos!!! O fato é que estas pessoas até agora não apresentaram nenhuma evidência científica conclusiva que não exista uma ligação entre a vacina MMR e o autismo.

Ao invés de nos darem labiosos relatórios de opinião sobre a ligação da vacina MMR e o autismo, as agências de saúde de nosso governo, deveriam vir com a ciência clínica, para explicarem isso e corrigirem o problema, com alguma modalidade de tratamento.

O nosso governo, poderia estar ajudando as nossas crianças e impedindo que mais crianças se tornassem autistas, através de pesquisas imunológicas e tratamentos. Seria muito mais construtivo do que ficar procurando genes desconhecidos que não irão se desenvolver em tratamento para nossas crianças, nem encerrarem a epidemia de autismo.

Muitas modalidades de tratamento, que propiciam que crianças com autismo melhorem, são imunológicas na sua natureza, tais como aplicações endovenosas de gama-globulina, dietas livres de glútem e caseína, secretina e o protocolo MT, desenvolvido no Centro Pfeiffer de Tratamento, pelo Dr. Bill Walsh em Naperville em Illinois.

Até agora, o Instituro Nacional de Saúde, não demonstrou interêsse em ajudar crianças com autismo a melhorarem, porque não estão provendo fundos de pesquisa para estudos independentes de imunologia e modalidades de tratamento.

Dizer que os pais não sabem nada e que você precisa ter algum diploma da moda de uma universidade como Harvard é uma falácia. Os pais, conhecem as suas crianças como ninguém, e junto com pesquisadores independentes, estão produzindo ciência, enquanto o estabelecimento oficial está produzindo cortinas de fumaça na opinião pública ao invés de sólidas evidências científicas.

Na Inglaterra, mais de 2.000 famílias estão no momento envolvidas em processos contra o departamento de saúde, devido à reações adeversas sofridas por suas crianças durante campanhas de vacinação de MMR no Reino Unido. Estas reações adversas, incluem autismo, problemas interstinais, epilepsia, dano cerebral, espasmos, encefalite, surdez, esclerose múltipla, bem como problemas comportamentais e de aprendizado. Em um artigo recente por um pai, David Thrower, intitulado "Autistic Enterocolitis", ele diz o seguinte:

“Um número entre 2.000 a 3.000 familias, cujos filhos ficaram autísticos ou que tiveram outras reações adversas após terem recebido a vacina MMR, estão agora tomando medidas legais, ou buscando esse caminho, no Reino Unido, contra os fabricantes de MMR, Laboratórios Aventis Pasteur MSD Ltd, Merck and Company, Inc., SmithKline Beecham & French Laboratories Ltd., e SmithKline Beecham PLC. O julgamento está com data inicial prevista para Outubro de 2.003 na alta corte de justiça em Londres.

“Os advogado ingles, Alexander Harris, declarou que um padrão claro de eventos, começou a aparecer quando foi contactado pelas famílias com crianças, que tinham até então tido um desenvolvimento normal, tanto físico quanto mental, antes da vacina MMR e que logo em seguida, tornaram-se autísticas após a vacina. Esta condição estava frequentemente acompanhada por outros sintomas, com algumas vezes apenas um gradual declínio para o autismo. Muitas destas crianças, estão agora cronicamente doentes e mental ou fisicamente disabilitadas.

”Existem também mais de 600 advogados nos EUA, que estão buscando uma compensação legal para as nossas crianças. Estas audiências, estarão começando no final deste mes e nós precisamos demonstrar o nosso apoio. Juntos nós podemos e vamos fazer a diferença !!!

Uma outra coisa que David Thrower, diz é o seguinte:

“Em junho de 2.000, um estudo para a Fundação de Saúde Mental descobriu que o custo anual do autismo no Reino Unido era de no mínimo um bilhão de libras esterlinas, o custo individual por criança considerando-se a sua expectativa de vida, poderia atingir algo como 2,94 milhões de libras para cada uma.

”Estimativas similares, aplicam-se ao autismo nos EUA. Pode o nosso governo, seja ele local, estadual ou federal suportar financeiramente isso ? São os lucros dos produtos individuais mais importantes do que o custo humano e econômico do autismo ? As núvens de tempestade estão no horizonte e será responsabilidade da comunidade médica e das autoridades federais de saúde fazerem a coisa certa. Se não o fizerem, então pagarão o prêço, que é muito alto. Ninguém será perdoado por falsidades deliberadas que conduzam a deixar crianças permanentemente incapacitadas.

Meu marido e eu, fomos eleitos recentemente para assumirmos o Projeto de Autismo ligado à Autoimunidade e Ray Gallup continuará ainda a estar envolvido como membro da diretoria e fundador. As informações que estou apresentando hoje, são uma combinação dos discursos dêle e meu.

Nós já apresentamos estes discurso no Rally de Autismo de Abril em Washington e vamos continuar lutando por estas vítimas inocentes. Nós conclamamos todos os pais a apoiarem o Projeto de Autoimunidade e o Casi´s Quest, permitindo assim ajuda para as nossas crianças.

Por favor, escrevam para os seus representantes distritais na Câmara e no Senado dos EUA e peçam-lhes apoio para que os Institutos Nacionais de Saúde destinem fundos para pesquisas independentes na busca de ligações entre os problemas imunológicos/gastrointestinais e o autismo. Nós devemos pressioná-los bastante, se quisermos ajuda para nossas crianças.

Queremos que os pais se dêem conta do seguinte: Vocês têm opções...—Vocês têm o direito de tomarem uma decisão conciente e informada, embora este direito esteja constantemente sob a ameaça de pessoas que gostariam de mudar as leis.

A solução para este problema é atacar a causa e não os sintomas. É uma questão vital, que saibamos, tendo em vista as pesquisas de autismo, que existem muitos interêsses poderosos que perderiam dinheiro e possivelmente também a sua reputação, se o autismo fosse curado ou prevenido.

—Existe também, muito dinheiro a ser ganho se continuarmos com os tratamentos usuais: remédios que tratam apenas os sintomas (freqüentemente com efeitos colaterais destrutivos). Tragicamente, o governo, bem como a maioria das organizações privadas de pesquisas sobre o autismo, são dominados por estes interêsses.

Nós não desejamos criar uma nova indústria, não nos importamos também com quaisquer glórias; nós queremos ir até as causas e colocarmos um fim nesta epidemia !! Uma das razões principais que eu estou aqui hoje, é que eu gostaria de que alguém tivesse dividido estas informações comigo, antes que eu cegamente segurasse minha filha e permitisse que ela fosse vacinada. Desde o falecimento de Casi, a nossa vida não têm sido e jamais será a mesma. POR FAVOR, apreciem esta personalidade especial que é seu filho e dêem-se conta de que vocês foram realmente abençoados com um presente lá do alto. Muito obrigado por terem escutado o que eu tinha para dizer !

Eu agradeço a Deus acima de tudo, por ter me dado a coragem necessária para passar por tudo isso.

Obrigado a todos.

April Oakes

"Casi's Quest"

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como agem as vacinas


As vacinas estimulam o organismo para a produção de anticorpos. Em caso algum a ciência médica pode garantir que a vacina não prejudicará a criança, o adolescente, o adulto ou o idoso.

Fica claro, portanto, que a decisão de vacinar depende de mais informações sobre as reações indesejáveis imediatas e as conseqüências tardias.

Vale lembrar que um organismo saudável tem um sistema imunológico capaz de controlar as doenças nas diferentes fases da vida. A pessoa fica mais susceptível, em contato com qualquer germe, se seu organismo estiver exposto a:
  • alimentação inadequada;
  • hábitos agressivos à saúde (álcool, fumo, drogas);
  • poluição ambiental;
  • stress e problemas emocionais.
É importante que o médico esteja informado e atualizado a respeito das vacinas e seus efeitos colaterais, para poder orientar os pais e os interessados. É importante lembrar, também, que as doenças infantis desempenham um papel no desenvolvimento da criança ("Consultório Pediátrico", M. Clöckler e outro, Editora Antroposófica). Dependendo da enfermidade, os riscos da vacina são maiores do que a evolução natural da doença.
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Fonte: "Consultório Pediátrico", M. Clöckler e outro, Editora Antroposófica

Do que são feitas as vacinas?


Vários excipientes são usados na produção de vacinas. Estes incluem:
  • Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reações sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989; 20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Desde o meado dos anos 90, os fabricantes sofrem pressão para remover esta substância química de suas vacinas, mas o progresso tem sido frustrantemente vagaroso. Uma revisão recente mostrou que alguns bebês que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros (Pediatrics, 2001; 107: 1147-54).
  • Formalina é uma solução diluída de formol utilizada para inativar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contato com formol e a leucemia e câncer de cérebro, cólo e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA: North Atlantic Books, 1996).
  • Sulfato de alumínio um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reacões que outras. Também comuns são fenol, um desinfetante e corante; glicol etilênio, o ingrediente principal anti-congelante; clorato de benzetônio, um antiséptico; e metilparabeno, um conservante e antifungo conhecido por romper hormônios.
Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca seja um problema. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a GlaxoSmithKline, a Aventis e a American Home Products, ainda estavam sando estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as para paralisia infantil, difteria e tétano.
"As substâncias químicas são muito mais tóxicas
em vacinas combinadas em uma única aplicação
do que quando aplicadas separadamente"

(Dr.Harold Buttram)

"Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço,
eu não me lembro de nada que seja mais letal"
(Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky)

Veja principalmente http://vacinfo.org/vaccines.htm
(Vaccine Ingredients)

CUIDADO COM AS VACINAS: Fatos básicos sobre vacinas


1.      Vacinas são tóxicas
  • Vacinas contêm substâncias que são tóxicas para o ser humano (mercúrio, formol, alumínio etc.) As bulas de vacinas contêm esta e outras informações que, por lei, devem estar disponíveis ao público. Apesar dessas bulas serem impressas para os consumidores, os médicos não as mostram a seus pacientes.
  • Vacinas são cultivadas sobre tecidos estranhos e contêm material genético alterado de origem humana e animal.
2.      A vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da          imunidade. Pesquisas científicas honestas e imparciais          mostraram que a vacinação é fator de risco em muitas          doenças, como:
  • s índrome de morte infantil súbita (SIDS);
  • disfunções de desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental, hiperatividade, dislexia etc.);
  • deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
  • doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla, artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).
3.      O alto índice de reações adversas a vacinas é ignorado e          negado pela medicina convencional
  • Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reações adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control).
  • Reações adversas são consideradas "normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Apesar desse sistema precário, os danos notificados são numerosos.
  • Apesar da obrigação legal atual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham.
  • Ao longo da história, muitos profissionais renomados da área dav saúde, em todo o mundo, declararam sua oposição veemente à vacinação, chamando-a de fraude científica.
4.      Programas de vacinação em massa expõem o público ao          perigo de forma sistemática e irresponsável,
         desrespeitando os direitos da população
  • Médicos vacinam os desinformados. A bula do laboratório que contém um mínimo requerido pela lei não está disponível ao consumidor para que este possa tomar uma decisão mais informada.
  • Afirmações falsas e coação antiética como ameaçar, intimidar e coagir são utilizadas para assegurar o consentimento para vacinar.
5.      Não há prova de que vacinas são seguras ou eficazes
  • Não há estudos com grupos de controle. Autoridades consideram que "não vacinar" é antiético e se recusam a estudar voluntários não vacinados. Se estudos de controle fossem realizados de acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina seria proibida.
  • Estudos realizados não estão eliminando o preconceito do leitor. As autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e têm interesses econômicos neles. Efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos vacinas, para distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.
6.      As leis permitem que os laboratórios quebrem a confiança          pública
  • Em processos particulares por danos causados pela vacina, a informação apresentada mostra que as vacinas podem ser letais.
  • Fabricantes de vacinas impõem confidencialidade como instrumentos nos processos para impedir que o autor da ação divulgue a verdade sobre a perigosa natureza das vacinas. O governo permite o uso destas táticas antiéticas, que põem em risco a saúde pública.
7.      Nos EUA, a lei de Lesões da Vacina Infantil de 1987 age          como tranqüilizante
  • Este programa de compensação finge reconhecer a existência de danos vacinais "consertando" os erros cometidos. Nada nessa lei tenta impedir que tais ocorrências se repitam no futuro.
  • Essa lei é o resultado da pressão dos fabricantes de vacinas para que sejam "imunizados" contra processos particulares que podem chegar a milhões de dólares por caso.
  • Os fabricantes de vacinas conseguiram se eximir bem da responsabilidade e, nos anos recentes, a compensação ficou cada vez mais difícil por meio desse programa. Os parâmetros definindo o dano vacinal têm mudado e, em muitos casos, os pais são acusados de terem provocado a Síndrome da Criança Sacudida.
8.      Empresas de seguros, que fazem os melhores estudos de          sinistros, abandonaram por completo as
         coberturas de danos à vida e à propriedade causados por:
  • ato de Deus;
  • guerra nuclear e acidentes em usinas nucleares;
  • vacinação.
9.      Vacinação não é medicina de urgência
  • Afirmam que vacinas evitam um possível risco futuro. No entanto, as pessoas são pressionadas a decidirem na hora. O uso do medo e de intimidação pelo médico para forçar uma vacina é antiético. Vacinas são medicamentos com sérias reações adversas. Deveria haver tempo para reflexão antes de uma decisão.
10.  Não há lei exigindo vacinações para bebês ou qualquer                  pessoa
  • A vacinação está ligada ao atendimento escolar, mas não é obrigatória. Isenções de vacinas, apesar de restritas e controladas, são inerentes a cada lei e podem ser expandidas por pressão pública.
  • Nos EUA, os Ministérios da Saúde e da Educação e a Associação Médica Americana lucram com a venda de vacinas. Eles raramente divulgam a existência e detalhes das isenções.
Para mais informações, entre em contato com:
Vaccination Liberation - Idaho Chapter
P.O Box 1444
Coeur d'Alene, ID  83816

www.vaclib.org

Informar antes de vacinar!

Informar antes de vacinar!
Dr. Stefan Lanka
É impossível imaginar que os únicos ingredientes da vacina que fazem efeito são os denominados produtos auxiliares e conservantes. Mães e pais perguntaram e receberam a resposta que, de fato, sem essas substâncias, não haveria reações corporais visíveis e mensuráveis na vacinação. Assim é preciso atentar para sintomas como pele vermelha e endurecimento no local em que foi aplicada a vacina, se a criança apresentou febre e se tem convulsões. As vacinas podem causar paralisia permanente, além de mudanças no comportamento (autismo, hiperatividade), mesmo morte súbita no berço. Entretanto, tudo isto é considerado como conseqüência de micróbios "enfraquecidos" ou "mortos", ou ainda de uma hiper-reação do sistema imunológico.
Entretanto, nas explicações das pequenas reações imperceptíveis ou dos graves danos vacinais, nunca aparecem os aditivos das vacinas. Não são mencionados em nenhum parecer médico!
Isto é estranho?
Não é, quando sabemos que estes aditivos, como por exemplo, formaldeído, mercúrio, fenóis, alumínio etc., são venenos comprovados pela medicina. Alguns não podem ser eliminados pelo organismo e, retidos no corpo, continuam atuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular.
Não, quando sabe que a vacinação, além do efeito tóxico, também apresenta um forte efeito psicossomático — cientificamente comprovado — que, em muitas crianças, pode levar ao autismo e até à morte.
Não, quando se sabe que as autoridades responsáveis pela saúde admitiram que internacionalmente não existem estudos que possam comprovar o benefício da vacinação.
iwww.klein-klein-verlag.de

O PERIGO DAS VACINAS. Informe-se antes de vacinar seu filho

Michael Dye
Neste mundo complexo em que vivemos hoje, pais conscientes precisam enfrentar muitas decisões importantes no esforço de criar os filhos de modo seguro e saudável. É tão difícil sermos pais hoje porque, tomar a decisão certa para nossos filhos, muitas vezes significa fazer as coisas ao contrário do que “todo o mundo” está fazendo. 
Desde que a criança nasce, os pais precisam decidir se ela deverá tomar uma série de vacinas que, segundo o governo e a comunidade médica, darão “imunidade” contra certas doenças. Seguindo as diretrizes oficiais, algumas vacinas deverão ser ministradas a partir do nascimento. Aos seis anos de idade a criança recebeu uma série de 13 vacinações que, segundo dizem, oferecem proteção contra doenças infantis — desde as mais leves, como caxumba e sarampo, até as mais graves como poliomielite e difteria. A maioria dos pais é levada a acreditar que essas vacinas vão proteger os filhos contra doenças que aleijam e ameaçam a vida. 
Na verdade, é muito controvertido se as vacinas são seguras e eficientes no combate às doenças que supostamente vão evitar. Alguns médicos alertam que as vacinações representam um risco inaceitável, pois causam um número inacreditável de graves problemas e milhares de mortes em crianças americanas. Esses médicos afirmam que as vacinas não são eficazes na prevenção de doenças e que, na verdade, são uma causa importante de doença e morte. O governo americano e autoridades médicas reconhecem que muitos óbitos e problemas de saúde são causados anualmente por vacinas, mas afirmam que a vacinação ainda é um risco aceitável e um meio eficaz de prevenir doenças. 
Quando iniciamos as pesquisas para este artigo, na Hallelujah Acres, ficamos chocados ao descobrir quanta informação sobre a ineficácia e os efeitos prejudiciais são escondidos do público americano. Geralmente as pessoas não são informadas pelo seu médico sobre os riscos da vacinação. Entretanto, acreditamos que a decisão se a criança deve ou não ser vacinada precisa ser tomada pelos pais — não pelo governo. Uma decisão informada sobre essa questão tão vital somente pode ser tomada pelos pais  que conhecem os dois lados da controvérsia.

As vacinas são seguras?
Relatórios oficias do governo e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebês morrem anualmente em conseqüência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais. 
O Dr. Harris Coulter, historiador médico, autor de "Vaccination, Social Violence and Criminality" (Vacinação, violência social e criminalidade), estimou que dois terços dos 10.500 óbitos anuais atribuídos à Síndrome da Morte Infantil Súbita (SIDS) nos Estados Unidos são causados por vacinas. A Escola de Medicina da Universidade de Nevada conduziu uma pesquisa com 103 crianças americanas, cujas mortes haviam sido atribuídas à SIDS. A pesquisa mostrou que dois terços dessas crianças haviam recebido a vacina tríplice (DPT) nas três semanas que antecederam o óbito e muitas morreram nas 24 horas após a vacinação. 
De acordo com um número do Suplemento Pediátrico de 1988, a ocorrência da SIDS caiu 50% na Austrália no mesmo ano em que a vacinação diminuiu 50%, ao deixar de ser obrigatória naquele país. A mesma publicação médica observa que, em 1979, o Japão deixou de vacinar bebês e elevou a idade da vacinação para dois anos. Como resultado os casos de óbito e convulsões em bebês praticamente desapareceram. O Japão registrou o menor índice de óbitos de bebês do mundo. Outro país com coeficiente de mortalidade infantil muito baixo é a Suécia, onde bebês não são vacinados. Os Estados Unidos estão em 20º lugar quanto à mortalidade infantil, apesar de seu renomado sistema médico e padrão elevado de vida. 
O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebês com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que “a respiração dos bebês era afetada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injeções da vacina tríplice... Soubemos também, dos pais de bebês que morreram no berço que, na maioria das vezes, o bebê morrera após uma injeção de vacina tríplice.” À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berç ;o e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. “Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação” afirma a Dra. Scheibner. 
Esse fato levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. Seu estudo profundo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou em seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System” (Vacinação, a agressão médica ao sistema imunológico) cuja conclusão foi: “As imunizações, inclusive as praticadas em bebês, não apenas deixam de prevenir doenças infecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualquer outra atividade humana em toda a história da intervenção médica.” A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que o efeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principal causa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo, o câncer, a leucemia e a AIDS. 
Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheiber indica provas – inclusive um artigo da publicação médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observada entre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa. 
Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei 99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão. 
No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 para vacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.
Como são feitas as vacinas?
As vacinas são feitas passando o micróbio original da doença (poliomielite, difteria, sarampo etc.) através do tecido de um animal ou feto humano abortado, em um processo que visa enfraquecer o micróbio. Por exemplo, o vírus do sarampo é passado através de embriões de pintos; o vírus da pólio passa através de rins de macaco, o vírus da rubéola é injetado nos órgãos dissecados de um feto humano abortado.  
Em seguida, o micróbio enfraquecido é combinado com reforçadores de anticorpos, estabilizadores, medicamentos, antibióticos e desinfetantes tóxicos (neomicina, estreptomicina, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, hidróxido de alumínio, sorbitol, gelatina hidrolizada, formaldeído e um derivado de mercúrio conhecido como timerosal) para tornar o micróbio causador da doença “seguro” para uso humano. Existem “vacinas vivas” e “vacinas mortas”. Nas vacinas mortas, o micróbio é inativado por calor, irradiação ou produtos químicos antes de ser injetado na corrente sangüínea. Nas vacinas vivas, o micróbio está ativo, porém enfraquecido, ao ser injetado no organismo de criança. Segundo essa teoria, que apóia as vacinações, o micróbio enfraquecido e diluído da vacina vai ajudar o organismo da criança a criar imunidade contra a doença causada por aquele micróbio. Verificou-se que as vacinas também podem estar contaminadas por ingredientes imprevistos, como vírus dos animais e o material genético estranho (ADN e ARN) do animal usado na passagem. Em 1960, descobriu-se que milhões de crianças foram infectadas com o vírus SV- 40 contidos em vacinas contra a poliomielite passadas pelos rins de macacos rhesus. Foi comprovado que o SV- 40 pode causar câncer e leucemia no organismo humano.  
Vacinas são eficazes contra as doenças que devem impedir?
Fomos levados a acreditar que vacinas foram responsáveis pela eliminação de muitas doenças, como a varíola, poliomielite e difteria. Muitos médicos, inclusive o Dr. Robert S. Mendelsohn, discordam. 
O Dr. Mendelsohn comparou a política de continuar a vacinação contra a pólio — quando o governo norte-americano reconhece que atualmente a única causa da pólio é a vacina — com o antigo programa de vacinação contra varíola, que foi suspenso nos anos 70. “Estamos testemunhando, em relação à vacina contra a pólio, a mesma relutância da classe médica de abandonar a vacina contra a varíola, que continuava sendo a única responsável pelos óbitos causados por varíola por três décadas após a doença ter sido erradicada. Imaginem! Durante 30 anos crianças morreram por causa da vacina contra a varíola, embora não estivessem ameaçadas pela doença”, escreve o Dr. Mendelsohn no livro "Como criar um filho saudável... apesar do seu pediatra" (Marco Zero, 1985). 
"A maior ameaça das doença infantis são os perigosos e inúteis esforços usados para preveni-las por meio da imunização em massa”, escreve o Dr. Mendelsohn. “Não existe prova científica convincente de que a vacinação em massa tenha eliminado qualquer doença infantil... Geralmente acreditam que a vacina Salk deteve a epidemia de poliomielite que vitimava as crianças norte- americanas nas décadas de 40 e 50. Se isto é verdade, por que a epidemia terminou também na Europa, onde a vacina contra pólio não era amplamente usada?" 
"A vacinação é um dos sacramentos nocivos da moderna religião da medicina. Na ausência total de estudos controlados, todas as vacinas continuam sendo — cientificamente falando — medicamentos não comprovados. A única característica comprovada das vacinas são os efeitos colaterais devastadores,” escreve Mendelsohn, que exerceu a pediatria durante 25 anos e foi professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois, Presidente do Comitê de Licenciamento Médico de Illinois, autor de três manuais médicos e editor de um informativo médico para o público. 
Na introdução do seu livro, a Dra. Scheibner comenta, “Estudando milhares de páginas escritas sobre vacinas, não encontrei um único estudo que mostrasse que, durante uma epidemia, apenas crianças não vacinadas contraíram a doença. Mesmo durante testes de vacinação, muitas crianças contraíram as doenças contra as quais haviam sido vacinadas — com freqüência, no prazo de alguns dias.” 
O Dr. Mendelsohn, a Dra. Scheibner e outros afirmam que a eliminação ou redução de numerosas doenças infecciosas na história humana foi o resultado de melhores condições de higiene, melhor água potável e melhores condições de vida e de alimentação e não de vacinação. Por exemplo, eles mencionam que a peste bubônica e a escarlatina, outrora responsáveis por inúmeras mortes, praticamente desapareceram sem vacinas. Quanto à pólio, varíola e difteria, Mendelsohn e Scheibner citam diversos exemplos de países, onde essas doenças desapareceram sem vacinas — ao mesmo tempo e às vezes até mais depressa — do que em países com programa de vacinação. 
Qual é a gravidade das doenças infantis que as vacinas devem prevenir?
Essas doenças dividem-se em duas categorias: As que geralmente são inofensivas e as que são extremamente raras.  
Caxumba e sarampo são doenças infantis geralmente inofensivas se contraídas na infância. Alguns médicos consideram que elas têm a finalidade de fortalecer o sistema imunológico para evitar doenças futuras. Quem não contrai caxumba e sarampo quando ainda criança, corre o risco (tenha ou não sido vacinado) de contrair essas doenças na adolescência ou na idade adulta, quando podem causar sérias complicações. Ambas, uma vez contraídas na infância, proporcionam imunidade natural contra elas por toda a vida. Como aponta a Dra. Scheibner, a imunidade natural é a única imunidade verdadeira. O Dr. Mendelsohn mencionou uma pesquisa realizada em 1978 em 30 estados norte-americanos, onde mais da metade das crianças que contraíram sarampo haviam sido  devidamente vacinadas.  
Um problema com a vacinação contra essas duas doenças é que a vacina pode adiar a doença até idade mais avançada. Dois outros problemas potencias quanto à vacina contra sarampo é que pode criar a possibilidade de adquirir o “sarampo atípico” ou “sarampo atenuado”. O sarampo atípico, muito mais grave, apareceu somente após a chegada das vacinações contra sarampo. O sarampo atenuado provoca uma erupção mal desenvolvida que, segundo a Dra. Scheibner, pode, mais tarde, expor o indivíduo ao risco de contrair doenças crônicas como o câncer. 
O Dr. Mendelsohn alerta: “Cresce a suspeita de que a imunização contra doenças infantis relativamente inofensivas pode ser responsável pelo aumento dramático das doenças auto-imunes desde que as vacinações em massa foram introduzidas... Será que trocamos caxumba e sarampo por câncer e leucemia?” 
Serão vacinas a única proteção dos nossos organismos na luta contra as doenças?
Acreditamos que quando Deus criou o homem, Ele nos deu um sistema imunológico incrivelmente eficaz e a melhor maneira de conservá-lo consiste em seguir as leis da natureza na alimentação e no estilo de vida. A melhor forma de fortalecer o sistema imunológico da criança é começar a alimentar o bebê com o leite materno. Este transmite uma forma de imunização muito mais avançada do que qualquer vacina que jamais será inventada pela ciência. Depois, à medida que a criança cresce, deverá gradualmente receber uma alimentação consistindo principalmente de frutas e hortaliças frescas cruas, sucos frescos e grãos integrais que ajudarão o sistema imunológico a amadurecer da forma como nosso Criador pretendia.
Muitos pais são levados a acreditar que as leis não permitem que eles optem por ter seus filhos vacinados ou não e as escolas costumam recusar a matrícula de crianças não vacinadas. Os pais que preferem que seus filhos não sejam vacinados recebem muita pressão e, às vezes, até assédio de médicos, diretores das escolas e autoridades públicas. A batalha pode ser dura. Entretanto, segundo advogados experientes nessa área, "a decisão de vacinar seu filho é sua, apenas sua".
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Fonte: A revista “Back to the Garden" Spring/Summer1999, editada pela organização Hallelujah Acres, Shelby, North Carolina, EUA ( veja www.hacres.com )

VACINAS: o aumento do número de doenças graves,

Pergunta ao Dr. Vernon Coleman
Ao famoso médico Dr. Vernon Coleman, autor de inúmeros livros e artigos na área da medicina e do combate à experimentação animal, perguntaram:

"O senhor acha que a ampliação dos programas de vacinação poderia explicar o aumento do número de doenças graves, antes desconhecidas entre crianças pequenas? Mortes no berço, autismo, dislexia e diversos tipos de câncer são cada vez mais comuns. É possível que estejam relacionadas com as vacinas?"

Resposta
"Acredito firmemente que se o programa de vacinação continuar — e se for ampliado — veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns.

Estudei vacinas e programas de vacinação durante mais de duas décadas e meu receio a seu respeito envolve três aspectos.

Primeiro, os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves.

Segundo, temo os possíveis danos que essas vacinas possam causar ao sistema imunológico. Muitas crianças tomam 30 vacinas antes de chegar à idade adulta. Que efeito essas vacinas exercem sobre o organismo?

Em terceiro lugar, estou preocupado com o fato de que as vacinas podem interferir no processo normal de crescimento — a exposição às doenças infantis comuns, que, em sua maioria, são relativamente inofensivas. Essas doenças não seriam necessárias para o desenvolvimento sadio do sistema imunológico? Será que as vacinas interferem nesse processo? Desconfio que sim.


Existe, também, o perigo de que as vacinas mudem a forma de como as infecções afetam o corpo humano. A idade com que as crianças costumam contrair caxumba aumentou desde que a vacina contra caxumba foi introduzida. E a caxumba atípica (uma forma da doença muito perigosa e difícil de tratar) está se tornando mais comum. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?"
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Fonte: Vernon Coleman's Health Letter, vol. 5 nº 3, outubro 2000

Vacinas: Precauções

Precauções

Quando se decide vacinar uma criança, cuidados especiais de higiene e alimentação devem ser tomados cinco dias antes e até 40 dias após a vacinação, para reduzir os riscos de complicações secundárias.

Em muitos casos, podemos lançar mão das vacinas (preventivos) homeopáticas, em particular durante surtos ou epidemias. Vários desses preventivos têm mostrado, ao longo de muitos anos, sua eficácia e a ausência de efeitos colaterais. Foram testadas, por exemplo, nas favelas ao redor de Madras, na Índia.

0 importante é estarmos abertos às informações imparciais que nos chegam, questionar e debater assuntos tão importantes e decisivos para a comunidade. Para tanto, a TAPS coloca a disposição seu acervo, que inclui os livros abaixo.

Sete perguntas que ajudam a prevenir reações à uma vacina
    1. Meu filho está doente neste momento? 2. Meu filho já teve alguma reação a uma vacina? 3. Meu filho tem um histórico familiar de:
        • reação vacinal?     • convulsões ou problemas neurológicos?     • uma alergia grave?     • falhas do sistema imunológico?
    4. Meu filho corre alto risco de sofrer uma reação? 5. Tenho informações sobre os efeitos colaterais da vacina? 6. Sei identificar uma reação vacinal? 7. Conheço nome do laboratório que produziu a vacina e o número do lote?
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Fonte: National Vaccine Information Center  www.nvic.org
Vacinação e vitamina C
Dr. Alan B. Clemetson
Às vezes, ocorrem graves reações e até óbitos após a aplicação das vacinas na infância. Embora sejam raras, precisamos fazer tudo para preveni-las. Estudos mostraram que a concentração de histamina no sangue aumenta após a injeção de vacinas ou toxóides. Isso provavelmente é uma causa dos problemas. Um suplemento de vitamina C reduz os níveis de histamina no sangue; também reduz os coeficientes de mortalidade em animais e crianças.
Assim sendo, a criança debilitada não deve ser vacinada. Toda criança com coriza deve receber um suplemento de vitamina C em suco de laranja antes de ser vacinada. A vitamina C também deve ser ministrada a qualquer criança ou adulto que receba uma vacina múltipla ou diversas vacinas simultaneamente.
Além disso, é preciso injetar a vitamina C quando ocorre uma convulsão ou outro efeito adverso nos dias após a vacinação.
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Fonte: The Journal of Orthomolecular Medicine Vol.14  nº3, 1999

Repercussão mundial


Muitos descrevem o sucesso das vacinações, principalmente na época das grandes epidemias que devassaram a África, a Ásia e a América Latina. Após a vacina contra a raiva (1885), vieram as vacinas contra tifo (1911), tuberculose (1921), difteria e tétano (1925), febre amarela (1937), gripe (1943), pólio (1954 e 1956) e outras. As mortes por tuberculose diminuíram bastante graças, em parte, às vacinas. De acordo com a OMS, Organização Mundial da Saúde, a campanha de erradicação da varíola livrou o mundo desse flagelo.

Entusiasmados com este sucesso, os médicos dirigiram sua atenção às doenças comuns da infância. Após a vacina contra coqueluche (pertussis, 1925), desenvolveram as vacinas contra sarampo (1960), rubéola e caxumba (1966). Hoje, as vacinas ocupam lugar de destaque como medidas preventivas. Qual mãe não quer proteger seu filho da ameaça de doença bacteriana ou viral?!

Entretanto, nas últimas décadas, após as campanhas de vacinação, houve um aumento de doenças raras nas gerações anteriores, como, por exemplo, esclerose múltipla, autismo e disfunção cerebral mínima, que pode levar à depressão, à personalidade sociopática, ao suicídio e à crimes violentos.

Como mostram os livros de diversos países, cujas capas estão reproduzidas aqui, essas doenças estão sendo parcialmente atribuídas à utilização indiscriminada das vacinas nas crianças menores de 15 anos, quando a proteção dos neurônios com mielina (capa de proteção das células nervosas) ainda está incompleta.

Sobre as reações adversas das vacinas, muito tem sido publicado no Primeiro Mundo e quase nada no Brasil.

Em 1985, H. L. Coulter e B. Fischer, no livro "DPT: Um Tiro no Escuro", descreveram o efeito nocivo do componente pertussis (coqueluche) da vacina tríplice (DPT) nos bebês americanos. Calcula-se que 1000 crianças morrem todos os anos em conseqüência dessa vacina, enquanto 12.000 são lesadas permanentemente. Na Suécia, a vacina tríplice (DPT) foi substituída pela vacina dupla, que não contém o componente pertussis.

Sabe-se que a vacina contra sarampo pode causar convulsões, encefalite ou paralisia e que a vacina Sabin oral contra pólio, com vírus vivo, pode, na realidade, provocar paralisia. A vacina contra rubéola foi relacionada com a síndrome de fadiga crônica. A vacina contra caxumba pode provocar reações adversas como erupções, febre, surdez e, em alguns casos, encefalite.
criança brincando com lama
"Estou fortalecendo a minha defesa imunológica"
Muitas crianças pequenas são prejudicadas pelas substâncias utilizadas como conservantes nas vacinas. Em algumas vacinas encontramos derivados de mercúrio, um metal pesado muito tóxico e compostos extremamente tóxicos de alumínio. Encontramos o mercúrio, por exemplo, nas vacinas DPT, Gripe Hepatite B e Raiva. Segundo um protocolo do Congresso Americano, a FDA proibiu o mercúrio em alimentos e diversos medicamentos, porém não proibiu seu uso nas vacinas.

Em diversos países, os danos da vacinação têm sido discutidos em rádio, televisão e jornais. Formaram-se organizações de pais que lutam por melhor informação sobre os riscos crescentes da imunização, recusando submeter seus filhos às vacinas. Em diversos casos de trauma pós-vacinal, os pais processaram (com sucesso) os laboratórios ou as autoridades sanitárias.

Terceira Conferência Internacional sobre Vacinas


Dezenas de médicos norte-americanos e europeus voltaram a fazer
— como milhares de pais — a pergunta:
"As vacinas são seguras?".
 O evento ocorreu em novembro de 2002, em Washington,
com a presença de peritos de nome internacional,
 que alertaram sobre as possíveis conexões entre as "picadas"
 e o aumento alarmante de doenças como autismo,
diabete e asma nas crianças
Havia sobre a mesa um estudo realizado na Dinamarca ao longo de oito anos, revelando que os casos de autismo acontecem na mesma proporção entre crianças vacinadas e não vacinadas com a vacina SCR (contra sarampo, caxumba e rubéola).

A conclusão imediata das autoridades de saúde — "não existe vínculo algum entre as vacinas e o autismo" — foi contestada em Washington pelo número cada vez maior de peritos que questionam a segurança das "picadas".

"O que não conta esse estudo, é que o thimerosal, um conservante com altíssima concentração de mercúrio, foi removido das vacinas na Dinamarca muito antes da suspeita de que era tóxico"
, declarou no microfone o Dr. Paul Shattock, vice-presidente da Associação Mundial de Autismo. "Pois bem, esse conservante está sendo utilizado sistematicamente nos EUA desde 1999, quando finalmente reconheceram, que o conteúdo de mercúrio nas vacinas era muito superior aos limites recomendados".

O Dr. Shattock, que viveu o trauma do autismo com o próprio filho Jamie, enfrentou, como muitos outros médicos, o dilema: comungar no dogma científico ou seguir seu instinto de pai.

"As autoridades de saúde tem defendido a todo custo a segurança das vacinas e constantemente estão menosprezando os pais, deixando que eles se sintam culpados"
, acusou Shattock. "Mas os pais e a população inteira precisam de uma resposta. Esta não chegará até que haja pesquisas suficientes e imparciais sobre os efeitos reais das vacinas".

O autismo afeta uma entre cada 250 crianças nos EUA e 50% dos pais estão convencidos de que existe uma estreita relação entre a doença e as vacinas. A pedido do congressista Dan Burton, avô de uma criança autista, o Capitólio se interessou pelo assunto e criou uma comissão especial para investigar o suposto vínculo.

Dezenas de associações, como o National Vaccine Information Center e People Advocating for Vaccine Education estão trabalhando para fazer chegar o assunto até a opinião pública. Centenas de pais, protegidos pela lei de indenização aos prejudicados pela vacinação, estão planejando uma batalha legal contra a indústria farmacêutica.

"Esperamos ter êxito. Ao nosso lado estão os advogados que conseguiram sentar os  fabricantes de cigarros no banco dos réus"
, afirma Jeffrey Sell, advogado e pai de gêmeos autistas de oito anos, Ben e Joe.

Jeffrey Sell comoveu os presentes à Conferência de Washington com a história de seus filhos: "O primeiro afetado foi Ben. Seus sintomas de autismo começaram aos nove meses de idade. Joe foi um menino perfeitamente normal até os 15 meses,quando recebeu a vacina SCR. Durante dois dias teve febre altíssima, depois veio diarréia, regressão e deixou de falar".

Então, tomou a palavra o Dr. Andrew Wakefield, gastroenterologista britânico que, dois anos antes, sugeriu em um artigo polêmico, publicado na revista médica Lancet, o vínculo possível entre a vacina SCR, a inflamação intestinal e o autismo.

Wakefield reconheceu o alcance limitado de seu estudo e insistiu que as autoridades médicas estudassem esta hipótese: "Será que as infecções causadas pelos vírus vivos nas vacinas podem prejudicar o sistema central nervoso de algumas crianças?"

"Não podemos continuar falando de coincidência, quando milhares de crianças completamente normais começam a apresentar sintomas de autismo, depois de receber uma vacina"
denunciou Barbara Loe Fisher, fundadora do National Vaccine Information Center. Há 18 anos, Barbara também passou pelo pesadelo de muitos pais, quando seu filho caiu nas malhas do autismo. Ela o atribuiu, naquela época, a "picada" da vacina DPT (contra difteria, coqueluche e tétano). A sua busca continua: "é a falta de resposta que está provocando a revolta dos pais. Precisamos de informação e estudos sobre os efeitos reais das vacinas. Começamos a ter um parte da classe médica ao nosso lado”.

O último médico a alertar contra o thimerosal nas vacinas foi precisamente o Dr. Neal Halsey, ex-presidente da Academia Americana de Pediatria. "Muitos dos argumentos contra as vacinas estão fundamentados em hipóteses não comprovadas ou em elos causais com pouca prova", declarou Halsey. "Mas gradualmente estou me dando conta, de que existe um risco real para as crianças".

A maioria dos pediatras não informa os pais sobre os riscos das vacinas e se limita a aplicar displicentemente as "picadas". Os pais norte-americanos denunciam cerca de 14.000 incidentes pós-vacinais por ano. Entretanto, se teme que os casos de reações adversas estejam mais próximos de 140.000 e que não apareçam por falta de conhecimento ou pela pouca colaboração dos médicos.

Os pais estão há anos alertando, não apenas contra o alto teor de mercúrio, mas também contra os riscos de vacinas combinadas e da overdose de vacinas que recebem as crianças. Muitos questionam o calendário vacinal e decisões como vacinar bebês de dois meses contra Hepatite B, uma doença que se transmite por via sexual e sangüínea.
Sarampo, caxumba e rubéola  (SCR / MMR)
Alguns fatos a respeito dessas três doenças
 e a vacina SCR, que não é nem segura, nem eficaz
Sarampo, caxumba e rubéola raramente são doenças graves da infância. Todas as três conferem imunidade vitalícia para a criança saudável e bem nutrida. Diversos estudos médicos mostram que essas doenças preparam e amadurecem o sistema imunológico, diminuindo, desta forma, o risco de doenças graves, como asma e câncer dos ovários na vida futura.

Muitas crianças pegam sarampo apesar da vacinação, como confirmam relatórios médicos do mundo inteiro. Um estudo realizado durante 12 anos na Finlândia, mostrou que, sete entre nove crianças previamente vacinadas, contraíam sarampo ao compartilhar o dormitório com uma criança infectada. O estudo concluiu que a proteção verdadeira contra sarampo não será obtida com vacinação.

Outro fenômeno preocupante é o sarampo atípico, um problema que surgiu logo após a primeira introdução da vacina. Esta forma de sarampo ocorre apenas em crianças que foram previamente vacinadas contra sarampo. O sarampo atípico resiste ao tratamento e muitas vezes degenera em pneumonia e meningite.
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Fonte: Vaccine Fact, maio 2003
Informações adicionais você encontra nos links
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VACINAS NA INTERNET

Vacinas na África

Vacinas na África
Dr. Christian Tal Schaller
Em Uganda, um corajoso apresentador de rádio, Kihura Nkuba, ousou fazer a seguinte pergunta: “Por que as crianças são vacinadas com a vacina oral Sabin, contra a poliomielite, quando esta vacina foi retirada, desde 1996, nos Estados Unidos, porque ela provoca casos de pólio? Por que milhares de crianças morrem depois de receber essa vacina, quando a poliomielite antes não existia”?

A essas perguntas legítimas, o governo e os especialistas médicos só responderam por medidas de intimidação, para obrigar Kihura a se calar. A narração de suas dificuldades e de suas descobertas sobre o perigo das vacinas, aplicadas em crianças, cujo sistema imunológico está enfraquecido — pela desnutrição, a malária e outras doenças endêmicas, em diversos países da África — constitui um documento excepcional, que mostra a coragem de um homem que ousa atacar o império das vacinas, porque descobre que esse gigante tem pés de barro!

Ele mostra também que a prática de vacinações — sem levar em conta o organismo daqueles que a recebem — pode ser tão tóxica que é lícito falar de genocídio das crianças africanas. O texto da conferência apresentada por Kihura Nkuba, em Arlington (EUA), em 7 de novembro de 2002, sob o título “A pólio provocada pela vacina mata milhares de crianças na Uganda” está disponível em inglês, no site www.rense.com/general139/polio.htm. Sua leitura mostra como a lógica simples, de um homem de bom senso, demole de modo irrefutável os argumentos infundados dos partidários da vacinação sistemática.

Mostra, também, como as autoridades — em vez de refletir e de ousar questionar sua política — tentam fazer calar aqueles que a contestam. Quando aldeias inteiras correm para se esconder nas montanhas, para escapar das campanhas de vacinação praticadas à força, com o apoio do exército, vemos a que aberração o conceito da vacinação obrigatória pode chegar.

Qualquer pessoa que queira realmente compreender o problema das vacinações nos países pobres, deveria ler esse texto, extraordinário por sua força e sua clareza. Não podemos deixar que crianças sejam assassinadas em massa, unicamente porque isso aumenta os lucros dos fabricantes de vacinas!
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Fonte:Votre Santé n° 63 – dezembro de 2004

PERIGO: Vacina contra hepatite B



Não se deixe abalar pela publicidade e desinformação organizada que lhe querem fazer acreditar que esta vacina protege e não tem efeitos secundários, pois é inútil e muito perigosa. Milhares de pessoas saudáveis foram prejudicadas por essa vacina. Que época estranha, em que os representantes da medicina moderna estão na origem de múltiplas doenças, de que a mídia só raramente ousa falar.

Não está na hora de perceber que a nossa saúde depende do nosso estilo de vida e não de medidas impostas a todos sem respeito pela nossa individualidade e pela nossa imunidade? O comércio deveria ser substituído pela responsabilidade individual!  
A 
VACINA DE HEPATITE B & AUTISMO
QUANDO SEU MÉDICO ESTÁ ERRADO:
A VACINA DE HEPATITE B & AUTISMO


Judy Converse, MPH, RD

Xlibres Corporation,
Olde City, Philadelphia, EUA, 2002, 294 p
Entre em contato com os seguintes grupos na França
para obter maiores informações
Ligue nationale pour la liberté des vaccinations http://www.ctanet.fr/vaccination-information

ALYCCS, Association lyonnaise pour comprendre et choisir sa santé http://alyccs.free.fr

ASSVAN, Association pour la santé sans vaccinations — 6 rue Jean-Perrin, 94400 Vitry-sur-Seine
( Tel: 01 46 81 61 09 Fax: 01 46 74 52 70)

ALIS, Association liberté information santé — 19 rue de l'Argentière, 63200 Riom
(Telefax: 04 73 63 02 21)

GRENAT, Groupe de réflexion et d'étude pour la non agression thérapeutique — 146 impasse de Cigales,
30100 Alés (Tel: 66 52 81 12)

Vacina, uma poção diabólica


Pegue um pouco de neomicina, de sorbitol, de gelatina hidrolisada, de células provenientes de um tecido fetal após aborto ou de culturas de células cancerizadas, de alumínio ou de mercúrio em doses que ultrapassam 30 vezes os limites considerados tóxicos pela OMS. Não esqueça de adicionar transgênicos, soro de bezerro e outros aditivos escolhidos. Se puder, acrescente algumas partículas virais provenientes do macaco e que são conhecidas por serem cancerígenas. Misture bem e você obterá uma vacina contra o sarampo, essa doença que, para quase todas as crianças é benigna e até mesmo, como pensam vários homeopatas, útil ao bom desenvolvimento da imunidade infantil.

As complicações graves do sarampo são extremamente raras. As campanhas de vacinação contra o sarampo não foram criadas porque suas complicações ameaçavam a vida de nossos filhos, mas porque a indústria de vacinas tinha necessidade de ampliar constantemente seus mercados. Hoje, mais crianças são vítimas da vacina do que do próprio sarampo!

Vejam a história de Sam, uma criança inglesa de 12 anos que gozava de excelente saúde. Quatro semanas após uma vacinação contra o sarampo, ele começa a sofrer de paralisia dos membros inferiores e distúrbios da consciência se manifestavam por momentos de ausência. Algumas semanas mais tarde, ele estava na cadeira de rodas e havia perdido a fala. Um site da Internet inglesa tenta informar os pais, para que eles tomem suas decisões relativas às vacinas, com todo conhecimento de causa: http://www.argonet.co.uk/users/jabs

O British Medical Journal tomou a iniciativa de publicar um artigo que mostra as práticas nocivas das indústrias farmacêuticas e de vacinas. Esse artigo explica que se ganha muito dinheiro convencendo as pessoas com boa saúde de que elas estão doentes. As grandes indústrias farmacêuticas e de vacinas organizam campanhas de imprensa cujo objetivo é gerar medo no público, para depois propor os últimos tratamentos na moda como meios milagrosos de proteção. A medicação exagerada de nossa sociedade repousa na crença de que as vacinas e os medicamentos químicos são os únicos meios eficazes para lutar contra as doenças. Entretanto, cada vez mais pessoas estão hoje percebendo que sua saúde depende de seu estilo de vida e não de medidas externas. Daí o sucesso crescente das medicinas suaves, das terapias naturais e dos métodos de autogestão da saúde.

Um advogado de Grenoble, Dr. Jean-Pierre Joseph, dedicou-se à questão das vacinas e escreveu um livro notável sobre esse assunto, Vaccins, mais alors on nous aurait menti? (Vacinas, mas então, teriam mentido para nós?). O subtítulo diz: Elas são ineficazes, deixam-nos doentes, destroem nossa imunidade natural, ... mas são obrigatórias!

Jean-Pierre Joseph mostra que onze países da Europa já abandonaram a obrigação de vacinação porque existem problemas. Este livro faz revelações incríveis sobre uma das maiores fraudes de nossa época em matéria de saúde. Ele propõe, também, meios para escapar desse envenenamento legalizado, sem desrespeitar a lei.

Nos Estados Unidos, em 35 casos os advogados moveram um processo contra os produtores de vacinas por danos cerebrais e distúrbios no sistema nervoso, causados pelo mercúrio e outros produtos tóxicos contidos nas vacinas. Os especialistas afirmam que as pessoas mortas ou portadoras de graves deficiências, devido às vacinas, são centenas de milhares, mas que, até o presente, ninguém ousou levantar o dedo contra os fabricantes farmacêuticos e os funcionários da FDA, Food and Drug Administration, e do Ministério da Saúde.
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Fonte: Santé Nouvelles, fevereiro de 2003

Vacinas podem causar câncer?

Dr. James A. Howenstine
Jimhow@racsa.co.cr
Um médico de Indiana, EUA, Dr. W. B. Clarke fez uma observação relevante sobre vacinas no início dos anos de 1900. O Dr. Clarke escreveu que: “O câncer era praticamente desconhecido até que a vacinação obrigatória com a vacina de varíola de gado começou a ser introduzida. Eu tive de tratar de 200 casos de câncer e nunca vi um caso de câncer em uma pessoa não vacinada.” 1 Isso sugere que alguma coisa no processo de vacinação prejudica o sistema imunológico, permitindo o início do câncer.

Um problema adicional que contribui para o desenvolvimento do câncer está ocorrendo hoje. Isolamento malfeito causou contaminação viral em larga escala dos animais usados para a produção de vacinas. A vacina Salk para a poliomielite continha 40 vírus que nunca foram erradicados.2 Essa vacina continha o vírus SV 40, conhecido por causar tumores. O SV 40 foi identificado em 43% dos casos de linfoma não Hodgkin, 36% de tumores cerebrais, mesoteliomas e outros tumores malignos. A vacina Salk havia sido aplicada em mais de 10.000.000 de pessoas quando essa descoberta foi feita. Constatou-se que a vacina contra a febre amarela contém vírus da leucemia avícola.3

A aplicação de vacinas não é um fenômeno natural. A Arthur Research Foundation em Tucson, Arizona, calcula que até 60% de células imaturas de imunidade insubstituíveis, da glândula timo são exauridas pelos programas de imunização em massa hoje aplicados nas crianças americanas. O desenvolvimento da imunidade natural à doença usa somente 10% dessas células de imunidade vitais. A observação do Dr. Clarke, de que somente pessoas vacinadas desenvolvem câncer, talvez se explique pela perda dessas células vitais de imunidade.

NOTAS
  1. Mullins, Eustace. Murder by Injection, p 132. The National Council for Medical Research.
  2. Horowitz, Leonard G. Emerging Viruses: AIDS & Ebola, p 484.
  3. Harris RJ e outros Contaminant viruses in two live vaccines produced
    in chick cells
    . J Hyg (London) 1966 Mar: 64: 1-7

Vacinação Agressão ao cérebro e à alma?



Cada doença da infância
provoca um processo de amadurecimento
indispensável à evolução humana


As vacinas não exercitam,
mas atrapalham o sistema imunológico.
Nenhuma vacina oferece proteção


Poucos têm a consciência de que
sempre — após toda vacina —
ocorre uma reação cerebral
que pode provocar danos
de maior ou menor gravidade


É assustador que a reação patológica
pode aparecer, na sua totalidade,
de modo traiçoeiro —
às vezes após anos ou décadas


Se continuarmos vacinando, sem vacilar,
os nossos filhos, netos e bisnetos
pode ocorrer, cedo ou tarde,
uma enorme catástrofe biológica


"Não sei se não cometi um erro terrível
e criei algo monstruoso"
disse Edward Jenner, 1749 a 1823,
o inventor das vacinas
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Fonte: Citações da revista alemã Natur & Heilen nº 6 e 7 de 2000

Neurologistas são avisados para procurarem doença do sistema nervoso em pacientes inoculados com a vacina da Gripe A

Childrens H1n1 Vaccine Study
Autoridades de saúde norte-americanas seguem os receios das britânicas em relação à síndrome de Guillain-Barré

  Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
2 de Setembro de 2009
O Centers for Disease Control and Prevention (CDC), uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos da América, segue os passos das autoridades de saúde britânicas ao avisar os neurologistas para procurarem casos da síndrome de Guillain-Barré (uma doença que afecta o sistema nervoso central) eventualmente provocados pela vacina contra a Gripe A.
O governo britânico avisou no mês passado os médicos para seguirem atentamente os casos desta síndrome e reportá-los todos à Agência de Protecção de Saúde inglesa. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, uma carta assinada por 600 neurologistas indica «existirem, ao mais alto nível, receios que a vacina possa provocar complicações muito graves».
Durante o surto de gripe suína nos EUA em 1976, que levou o governo norte-americano a ordenar um programa de vacinação em massa para toda a população, a vacina causou mais mortos que o próprio vírus, levando a um escândalo que provocou a demissão do então director do CDC.
30 anos depois voltam as mesmas dúvidas sobre a vacina do novo surto de gripe suína, agora conhecida como Gripe A.
«O CDC e a Academia Norte-americana de Neurologia pediu a todos os neurologistas para reportarem os novos casos de Guillain-Barré em pessoas vacinadas neste Outono e Inverno ao sistema de alerta da Food & Drug Administration» (FDA, a agência norte-americana que regula a comercialização de fármacos e alimentos), noticia o jornal norte-americano The Oregonian.
A síndrome Guillain-Barre pode provocar paralisia, dificuldade em respirar e até a morte. Também produz uma sensação de formigueiro e enfraquece os braços e pernas.
Tal como já foi noticiado [fora de Portugal], a produção da vacina contra a Gripe A está a ser acelerada à custa de procedimentos de segurança, enquanto vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.
Foi também noticiado, em jornais como o The Washington Post, que alguns lotes da vacina irão conter mercúrio, uma toxina associada ao autismo e a perturbações neurológicas. Outro dos ingredientes será o esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas.
Vários inquéritos têm revelado que um grande número de profissionais de saúde por todo o mundo irão recusar serem inoculados com a vacina contra a Gripe A, mesmo apesar da intenção de vários governos em instituir programas de vacinação em massa. Uma inquirição realizada pelo Mumsnet.com (um site norte-americano sobre maternidade e questões familiares com cerca de 800.000 visitas mensais) e tornada pública a 1 de Setembro, indica que apenas 6% das mulheres grávidas irão «decididamente» levar a vacina, mesmo com as actuais dúvidas sobre a sua segurança.
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