domingo, 17 de abril de 2011

VACINAS: MAUS EFEITOS DAS VACINAS


MOLESTADO POR VACINAÇÕES 

‘Não dê remédios fatais a ninguém’ – Hipócrates. Se levantarmos a questão das vacinas com nosso médico é provável que nos seja dito que é extremamente importante que vacinemos nossos filhos. Se formos bastante inocentes para perguntar ‘por quê?’, lhe irão dizer que as vacinas são a mais efetiva intervenção da medicina moderna, que assim pode prevenir muito sofrimento e salvar mais vidas que outro qualquer procedimento médico.
Se decidirmos investigar de forma independente como muitos pais, médicos e cientistas estão fazendo agora, em todo o mundo, encontraremos, como eu, que nenhuma outra coisa poderia estar tão longe da verdade. De outro lado, eu encareço que todos investiguem, por e para si mesmos. Dúzias de Livros em Pesquisa sobre Vacinas têm sido escritos, a maior parte por pessoas da procissão médica. Alguns livros são recomendados ao fim deste artigo. Há muitos aspectos da vacinação que precisam ser endereçados, entretanto, este relatório tenta lidar com duas questões básicas, somente:
• As vacinas previnem doenças?
• As vacinas são seguras? Elas têm efeitos colaterais ou contra-indicações das quais os pais devessem estar conscientes antes de vacinar?
Enquanto autoridades da saúde dizem-nos que vacinas foram responsáveis pela erradicação de doenças terríveis, a verdade é que a infância infantil decresceu 90% entre 1850 e 1940, com o aumento da higiene, nutrição e condições de vida, muito antes que as vacinas tivessem uma introdução maciça.
Mortes por doenças infecciosas, nos E. Unidos e Inglaterra, declinou em cerca de 80% antes das vacinações - a morte por sarampo declinou 95% antes das vacinações. As mortes por Coqueluche decresceram 75% antes da introdução da vacina e, após a introdução da vacina, pessoas que foram vacinas continuaram a pegar a doença.
As próprias doenças que as vacinas supunham prevenir surgiram em populações vacinadas. Sarampo, Caxumba, Catapora, Pólio, Difteria, Coqueluche, todas ocorreram em populações vacinadas. Publicações médicas e registros estão repletos de evidência documental de que as vacinas ‘não previnem’ as doenças, mas, de fato, as causam em lugares onde a doença estava ausente, por vários anos.
Em 1950, um estudo apresentado pelo Dr. McCloskey tornou pública a evidência que demonstrava que pólio era uma doença causada pela vacina DPT, usualmente começando no membro vacinado, em noventa dias após a vacinação. Hoje ela é causada pela própria vacina. Cada caso de pólio conhecido nos E. Unidos, desde 1979, ocorreu a partir da vacina Oral de Pólio. Hoje, os E. Unidos decidiram abandonar a OPV (vacina oral) e retomar a IPV (vacina injetada).
Diz o Dr. Mendelsohn, um dos maiores pediatras americanos, ‘Há um debate crescente entre os imunologistas com relação aos riscos relativos do vírus morto (IPV) versus o vírus vivo (OPV). Defensores da vacina com o vírus morto mantém que é a presença do vírus vivo, no outro produto que é responsável pelos casos de pólio, que ocasionalmente aparecem. Defensores do vírus vivo argúem que o vírus morto proporciona proteção inadequada e, realmente, aumenta a susceptibilidade à doença dos que foram vacinados. A SSF crê que ambas as facções estão certas e que o uso de qualquer uma irá aumentar, não diminuir, a possibilidade de que uma criança contraia a doença. Em resumo, parece que o modo mais efetivo de proteger nossas crianças do pólio e fazer com que ela não seja vacinada!
Em 1995, o Jornal de Medicina da Nova Inglaterra revelou que uma quantidade substancial de crianças romenas estavam contraindo pólio da vacina contra pólio. Correlações com injeções de antibióticos também foram encontradas. Uma simples injeção, no período de u mês que se seguia a vacinação, aumentava o risco de contrair a doença, em 8 vezes. 2 a 9 injeções, aumentavam o risco 27 vezes, 10 ou mais injeções aumentavam o risco em 182 vezes (Washington Post, fevereiro, 22, 1995)
(Alguém soube disto antes da campanha de vacinação na Índia? Pais? Médicos?)
Durante as audiências do Congresso americano, em 1962, o Dr. Bernard Granberg, chefe do Departamento de Bioestatística da Universidade da Carolina do Norte de Saúde Pública, atestou que, não somente os casos de pólio haviam aumentado, substancialmente, após as vacinações mandatórias (aumento de 50% entre 1957 e 1958 e 80% de entre 1958 a 1959) mas que as estatísticas foram manipuladas pelo Serviço de Saúde Pública, para dar a impressão oposta.
Dr. Viera Schiebner aponta que a verdade é que 90% dos casos de pólio foram eliminados das estatísticas oficiais pela decisão das autoridades de Saúde Pública ao redefinir a doença que ocorria quando houve a introdução da vacina em massa. Milhares de casos são diagnosticados, cada ano, nos E. Unidos, e ao redor do Mundo, como meningite. Antes da vacina, era chamada de pólio.
Ela também fez uma inacreditável revelação de que países, com vacinação intensiva ou mandatória, mostravam um aumento de 400% de paralisia cerebral, não diagnosticada no nascimento. Diz Kathi Williams, Diretor do Centro Nacional de Informação em Vacinas (NVIC), nos E. Unidos, ‘Há um massivo conjunto de relatórios com referência superficial aos eventos adversos associados com a administração de droga e vacinas. Em adição, estudos anteriores, bem como relatórios chegados ao nosso Centro provenientes de pais de crianças molestadas por vacinas revelam erro de diagnóstico em eventos neurológicos que, de fato, apareceram por indução da vacina de pólio.’
Qual é a experiência da Índia? De tempos em tempos vemos crianças com sarampo e que foram vacinadas. Vemos pouca coqueluche mas vemos crianças cronicamente doentes por condições doentias do peito, freqüentemente com tosse seca, que mantém a criança acordada à noite, meses a fio.
Estudos feitos no Sul da Índia, sobre o efeito da vacina BCG mostraram que, vacinados ou não, tiveram igual incidência de tuberculose com os vacinados mostrando uma maior incidência marginal da doença (embora não estatisticamente significativa).
Pessoalmente, quando encontro uma pessoa, que pertence à parte mais pobre de nossa sociedade, carregando uma criança que, obviamente, tem paralisia de pólio (cerca de 4, nos últimos 2 anos), tenho parado para perguntar ‘Kyon bhai, tika nahin lagwaya thaa kya?’ ( Irmã, você vacinou sua criança?). A resposta é a mesma, todo tempo, ‘lagwaya thaa - per kya karein - taqdeer hi aisi hai - phir bhi ho gaya’ (Sim. mas que posso fazer, a sorte dela é má, por isso ela teve a doença).
Quem está registrando estes casos? A vacina falhou ao protegê-los ou a vacina deu-lhes a doença?
Recentemente, em um dos jornais que aparecem com artigos com títulos gritantes, lemos ‘A vacina de pólio é totalmente segura, nunca pode trazer risco às crianças’. Entretanto o artigo, que cita um representante da Unicef, traz algumas revelações muito interessantes:
• que o pior que pode acontecer é que a vacina de pólio pode causar doença que ‘parece com o pólio’.
• que isto acontece com crianças com baixa defesa imunológica;
• que, somente na Índia, 10.000 crianças morrem de má-nutrição diariamente;
• que era, provavelmente, uma coincidência que duas crianças, que morreram em dezembro de 1966 tenham recebido a vacina oral (OPV) e que elas devem ter morrido é de má-nutrição porque pertenciam à faixa etária que, geralmente, morre de má-nutrição, na Índia - isto é, de 0 a 5 anos (desde que a campanha de vacina oral OPV esta visando crianças de 0 a 5 anos, quem mais deveria ser afetado?).
• que está medicamente provado que uma criança não pode morrer por uma vacina de pólio.
Muitas questões surgem:
• Que diferença faz para a mãe se a doença de que morre o filho é chamada ‘pólio’ ou ‘parecida com pólio’? Se a criança é atingida, o nome da doença é imaterial.
• Não seriam as crianças mal alimentadas as que constituem as crianças com ‘baixas defesas’? E, se fosse assim, não deveriam estas crianças ser colocadas fora do programa? Não deveriam as crianças com febre e doenças serem avisadas para permanecer em casa porque elas, também, estariam com as ‘defesas baixas’? Ao invés disto, estas crianças foram coagidas através de desinformação a tomar vacinas mesmo que estivessem doentes (assim berrava o jornal).
• Que espécie de ‘proteção’ apresenta uma vacina que requer que as defesas do corpo defendam a criança contra ela?
• Que uma criança não possa morrer de pólio é uma inverdade porque, a cerca de um ano e meio atrás, 8 crianças morreram, em uma vila, em decorrência da vacina de pólio, na Índia mesmo, e isto virou manchete em todos os jornais. Se a morte acontece decorrente do armazenamento ou de uma dose com problemas, isto não faz diferença para a criança que morreu ou seus pais.
• Quem vai monitorar o dano que as vacinas fizeram ao povo da Índia? (Não vamos esquecer que a vacina oral (OPV) é uma vacina viva e o vírus é eliminado do corpo através das fezes e, para qualquer pessoa que entrar em contato com ela. As fezes de uma pessoa vacinada expõe todos à doença. Caminhos, rodovias, campos, são toaletes públicos para uma vasta quantidade de crianças objeto da vacinação.)
• Quem irá compensar os pais pela mortes, cérebros danificados (ou pelos problemas dos adultos que agora estão expostos à infecção)?
Nota:  A vacina de pólio permanece na garganta de 1 a 2 semanas, e, nas fezes, por 2 meses. Assim, os que receberam a vacina estão em risco e, são potencialmente contagiosos pelo tempo que a excreção fecal continuar. No mesmo artigo da UNICEF, seu representante seguiu dizendo que a Índia tinha somente 886 casos de pólio, em 1996 (85 milhões de crianças vacinadas em um país tendo somente 886 casos de pólio, em uma população de 1 bilhão? Há alguma agenda escondida?).
A questão que muitas pessoas colocam é ‘como proteger nossas crianças das doenças da infância?’. Diz o Dr. Mendelsohn ‘A maior ameaça das doenças das crianças repousa nos esforços perigosos e ineficientes para fazer a prevenção delas através da imunização em massa. Muito do que temos sido levados a crer sobre o assunto imunização, simplesmente, não é verdade. Não há evidência científica convincente de que a imunização em massa possa ter crédito na eliminação de qualquer doença infantil’. ‘Não somente há muitos e graves apreensões sobre vacinas como, se eu tivesse que seguir minhas convicções profundas, quando escrevo este capítulo, eu encareceria a todos rejeitarem todas as inoculações em crianças.’ (o Dr. Mendelsohn é autor de vários livros - os extratos deste artigo forma tirados de seu livro ‘How to Raise a Healthy Child In spite of Your Doctor’. Este capítulo, neste excelente livro para os pais é intitulado: ‘Immunization against Disease - A Medical Time Bomb?’).
Ele continua por revelar que a vacina contra catapora continuou a ser usada por 30 anos após as mortes da doença terem sido eliminadas e as crianças continuaram a morrer, da vacinação. (Enquanto a doença matava 1 criança a cada 80 lakhs, a vacina matou 1 a cada lakh).
Diz o Dr. Viera Schiebner, o Principal Cientista Pesquisador e autor do livro ‘Vaccinations - 100 years of Orthodox Medical Research mostra que as vacinas representam um assalto dos médicos ao nosso Sistema Imunológico’:  ‘O corpo tem um mecanismo natural e próprio para criar as imunidades às doenças. As doenças, elas mesmas, são o mecanismo primordial que desafia o processo de maturação, conduzindo à competência do sistema imunológico. Tem sido demonstrado, de tempos em tempos, que as doenças infecciosas da infância são bastante benéficas às crianças que as pegam. Elas, também, representam etapas importantes no desenvolvimento geral das crianças. O processo inflamatório generalizado é importante na dinâmica da maturação da resposta imunológica às doenças. Os fúteis esforços da medicina ortodoxa para impedir que as crianças tenham as doenças infantis são um sinal de ignorância e uma abordagem infantil. O fanatismo alimentado pela ignorância, o medo irracional da doença e a ganância são as forças que movem a todos para o ritual da vacinação. As injeções de vacina representam um enorme e injustificado insulto à infância.’
Em outro lugar, ele diz ‘Enquanto estudamos milhares de páginas (mais de 30.000) que se escreveram sobre as vacinas, não encontrei uma única que demonstrasse que, em situações epidêmicas, somente as crianças não vacinadas contraíram a doença. Mesmo durante as tentativas de vacinação, muitas crianças contraíram doenças contra as quais foram vacinadas, freqüentemente nos poucos dias que se seguiram.
Dr. Viera Scheibner ‘caiu no problema das vacinas, quase por acidente, quando ela começou a pesquisa para achar as possíveis causas da morte súbita. Crianças, aparentemente saudáveis, estavam morrendo, durante o sono, sem causa aparente. na companhia de Leif Karlsson, um engenheiro eletrônico biomédico, ela desenhou um monitor computadorizado chamado Cotwatch que foi usado para monitorar o padrão respiratório das crianças, através de relatório impresso. O que ela revelou foi assustador - a vacina DPT estava entre a causa principal da morte súbita.
Isto a iniciou em uma longa e árdua tarefa de pesquisa e re-pesquisa sobre dados de vacinas. Seu livro ‘Vaccination - 100 Years of Orthodox Research mostra que as vacina representam um assalto médico ao Sistema Imunológico’ é a culminância de vários anos de um trabalho difícil e desapegado. Ela mostra como as estatísticas têm sido manipuladas, ou deliberadamente ou através da ignorância, para adaptar-se a imagem de que as doenças recuaram diante das vacinas.
Ela encontrou na repesquisa que quando estudos eram conduzidos usando grupos de controle - a um grupo era dado a vacina e a outro era dado, não um placebo, mas uma combinação de substâncias tóxicas. Isto é um estudo científico objetivo? Em ainda outros casos, estas crianças que morreram de vacinas experimentais foram excluídas das estatísticas finais. Esta é o tipo de dados manipulados em que a comunidade médica se apóia (sem se aperceber) e sob os quais eles se baseiam para fazer recomendação aos pais.
Como as vacinas são feitas?
  1. As vacinas são feitas por introduzir o vírus em órgãos de animais e, algumas vezes, através de fetos humanos mortos (a vacina de pólio é obtida de rins doentes de macacos).
  2. As vacinas contém, substâncias venenosas - alumínio, mercúrio, formaldeído (de acordo com algumas seções da opinião científica não há uma dose de formaldeído que seja considerada segura).
  3. No processo de ‘contaminar’ o animal e, então, ‘extrair’ o soro que se requer, outros vírus que estão no animal atravessam para ambiente humano como o SV-40, SIV, coriza do macaco, o retrovírus bovino, estes uns poucos que já foram identificados (Há, provavelmente, milhares de outros não ainda identificados).
SV-40 é um vírus que foi achado em abundância (1.000 vírus por mililitro da vacina) em uma vacina oral de pólio (OPV). Este vírus é uma forma confirmada de desenvolver tumores cancerosos.
SIV é o equivalente, no macaco, do HIV (um vírus ligado à AIDS).
Diz o Dr. Schiebner ‘A verdade, a cerca das vacinas de pólio e varíola, é que elas estão pesadamente contaminadas com vírus de animais, sendo produzidos nos rins dos macacos e bovinos, respectivamente. Isto é que nos deu a AIDS que nasceu na África Central, naqueles estados ONDE foram conduzidas campanhas de erradicação de varíola e pólio. As vacinas usadas foram pesadamente contaminadas com SV-40, SIV e retrovírus bovino (outro vírus relacionado à AIDS). Uma seringa usada em 40 a 60 pessoas contribuiu para espalhar AIDS para centenas de milhares de pessoas insuspeitas. Está, além da coincidência, que o presente surto de AIDS esteja afetando, principalmente, aqueles lugares onde a erradicação de varíola e pólio foi conduzida.’
SIDS (Síndrome da Morte Súbita Infantil) é a palavra do momento - a lata de lixo conveniente - para bebes que morrem, sem causa aparente. Através de seu extenso programa Cotwatch a Dr. Schiebner provou, além de qualquer dúvida, que a vacina DPT é a principal culpada. Quando o Japão elevou a idade da vacinação, de 2 a 4 meses para, 2 anos, SIDS ( morte súbita) quase desapareceu do país.
Quantas crianças morrem de SIDS na Índia? Quantas devido a vacinas? Ninguém sabe, na Índia, os danos continuam sem ser reportados e nós continuamos com a nossa complacência - até que alcance a nós.
O que sei é que há uma resistência geral e muito teimosa, na comunidade médica, para procura, ver ou reconhecer qualquer conexão entre vacinas e doenças conseqüentes.
Um amigo nosso estava em coma (morreu posteriormente), um par de dias, depois de ter tomado vacina anti-rábica, mas os médicos minimizaram o fato como não significativo.
Conclusão: Você se deve perguntar por que uma grande quantidade de informações, que estamos dando aqui, tem sua origem no estrangeiro. As vacinas são tecnologia importada. A maior parte da Europa Ocidental (exceção à França) e Austrália abandonou a vacinação obrigatória, não porque as vacinações extinguiram as doenças mas porque as vacinas foram entendidas como inefetivas e perigosas. Os E. Unidos esta um passo atrás, com um coro crescente de pais, médicos e cientistas insatisfeitos, tentando livrar-se de vacinas mandatórias. E os E. Unidos estão pagando o preço! Acima de 550 milhões de dólares, foram pagos, nos últimos quatro anos, pelo Governo, como compensação aos pais de crianças mortas ou com cérebros danificados. Na Índia, não esperamos que o Governo fizesse isto, mas olhar o que está ocorrendo em outros países, de onde a tecnologia proveio, seguramente, pode nos ensinar, os pais devem estar informados das escolhas, assim não teremos crianças mortas ou com cérebros danificados.
Eu também creio que os pais e a comunidade médica devem perguntar ‘o que as pessoas que são contra as vacinas ganham com isto? Têm eles um objetivo de lucro? Ou estarão eles falando a voz da razão e da preocupação genuína?’ Se eles, ao menos, fizessem isto, estariam abrindo suas mentes para volumes e volumes de dados que estão gritando mensagens urgentes de preocupação contra a vacinação maciça fanática.
Na ‘Jovem Índia’ Vol. XI-29 18 Julho de 1929, Gandhiji disse ‘Eu não tenho raiva, em mim, pela indiferença do público ou da Imprensa sobre o acidente (O Secretário da Liga Anti-vacinas foi preso por não vacinar seu filho). Eu sou e tenho sido, por anos, uma pessoa contra as vacinas. O movimento anti-vacinas não tem qualquer suporte da classe médica. U médico que se expresse contra as vacinas perde sua condição de casta. Interesses pecuniários, tremendos, têm crescido, mesmo, ao redor do tema vacinação.’
Caminhamos muito, desde então. A Imprensa é o guardião da consciência da nação e tem sido um alento ver a imprensa assumir seu papel neste campo. Há um novo despertar, mais definitivamente, uma mudança de paradigma está tomando lugar. Mais e mais médicos estão se mudando para a abordagem holística. Até o Governo de Delhi tem feito algumas mudanças, recentemente, em direções alternativas. Mais e mais pessoas, no mundo, começaram a entender o valor das tradições indianas antigas, com relação a guarda da saúde do corpo, mente e espírito. Tradições onde, o sarampo e a catapora eram uma visitação da Deusa Mãe para marcar as etapas do progresso do sistema endócrino e reprodutivo, onde ter caxumba era vista como um sinal de futura fertilidade. [13]

Fonte: http://drpaulomaciel.com.br/as-ciencias/a-pandemia-do-h1n1/a-versao-nao-oficial-da-gripe-suina/

EXCLUSIVO:
 Brasileiro encontra caminho para cura de 90% dos tipos de autismo, além de Rett

Sex, 03 de Dezembro de 2010 21:37

Por Paiva Junior
Sim, 90% dos tipos de autismo têm causas genéticas e poderão ser curados num futuro (que desejamos ser próximo), assim como a Síndrome de Rett. A conclusão é do neurocientista Alysson Muotri, que trabalha na pesquisa da cura do autismo nos EUA.
Em entrevista exclusiva com o neurocientista, que trabalha e reside em San Diego, na California, foi possível entender melhor o que a mídia mundial noticiou há três semanas: uma esperança para a cura do autismo. Aliás, as palavras “cura” e “autismo” jamais estiveram juntas na história da ciência. Só por esse fator, o trabalho já é um marco. Além de Alysson, os neurocientistas Carol Marchetto e Cassiano Carromeu formam o talentoso trio brasileiro que lidera esse trabalho.
Todas as reportagens citavam a cura do autismo. As mais detalhadas, porém, diziam que o tipo de autismo era a síndrome de Rett apenas. Sem entrar na discussão de Rett estar ou não incluída no espectro autista, isso incomodou muita gente e algumas pessoas que se animaram com a notícia se desapontaram ao saber que o trabalho foi feito apenas com  essa síndrome -- que afeta quase que somente meninas (pois os meninos afetados morrem precocemente). Muitos diziam: “síndrome de Rett não é autismo!”. Então de nada valeria a pesquisa para os autistas.
Certo? Errado.

Alysson não gosta de comentar trabalhos ainda não publicados, porém me revelou com exclusividade que seu próximo trabalho é exatamente o mesmo feito com síndrome de Rett, porém utilizando pacientes com autismo clássico, que deverá ser publicado em algum momento de 2011. E ainda adiantou que os resultados de um subgrupo dessa pesquisa foi o mesmo que conseguiu com os Rett: “os sintomas são similares aos de Rett, mas ainda não tentamos a reversão propriamente dita, mas acreditamos que deva funcionar da mesma forma; os experimentos estão incubando; tudo isso é muito recente ainda. E a filosofia é a mesma: se curar um neurônio, ele acredita que poderá curar o cérebro todo. Quando perguntei se ele já sabe onde será publicado esse trabalho e se tinha mais detalhes, a resposta foi imediata: “Não, ainda é muito cedo, precisamos terminar uma serie de experimentos”. Essa nova pesquisa envolveu vinte pacientes com autismo clássico. “Em alguns casos conseguimos descobrir a causa genética, o que facilita mais a interpretação dos dados”, explicou o brasileiro. Aliás, segundo ele, seria possível identificar o autismo em um exame, usando essa mesma técnica, mas isso hoje seria imensamente caro e complexo, portanto ainda inviável.
A droga para essa possível cura, possivelmente uma pílula, segundo Alysson deve vir em cinco ou dez anos, mas ele adverte: “Não se esqueça que a ciência muitas vezes dá um salto com grandes descobertas. Previ que este meu estudo demoraria uns dez anos e consegui fazê-lo em três anos”, explicou ele, referindo-se à descoberta do japonês Yamanaka de fazer uma célula “voltar no tempo” e reprogramá-la (veja explicação neste link), o que “acelerou” o trabalho do neurocientista.
Outra informação importante revelada por Alysson foi que ainda não se sabe como se comportará o cérebro quando curado do autismo. Tanto a pessoa pode simplesmente “acordar” do estado autista e passar a ter desenvolvimento típico (“normal”), como pode dar um “reset” no cérebro e ter que aprender tudo de novo, do zero, mas aprendendo naturalmente como as crianças neurotípicas (com desenvolvimento “normal”). Pode ser que a pessoa “curada” de autismo passe a ter outros gostos e interesses e até perder algumas habilidades que tinha antes, supõe o pesquisador brasileiro, que ainda tem um longo caminho pela frente no aprimoramento da sua técnica e na busca pela droga mais eficiente, que é o próximo passo das pesquisas. “É um trabalho importante, pois hoje há 1 autista para cada 105 crianças nos EUA”, informa ele.

INTERESSE DA INDÚSTRIA

Por último, ele revelou na entrevista que a indústria farmacêutica já o procurou, mas o laboratório vai seguir de forma independente também, com menos investimento, mas sem muito medo de riscos na busca pela cura definitiva do autismo para todas as idades, que é o desejo do palmeirense Alysson Muotri.
Esses laços evidentes com o país natal, faz o cientista “investir” em ajudar e incluir o Brasil nas pesquisas. Há uma parceria dele com uma equipe da USP (Universidade de São Paulo). A bióloga Karina Griesi Oliveira, passou um ano com os brasileiros na California aprendendo essa nova técnica de reprogramação celular (leia mais neste link da revista Pesquisa, da Fapesp). “Com colaboração da Karina, estamos também trabalhando com alguns pacientes brasileiros”, destacou o paulistano, que também graduou-se na USP.
Muitos dados citados na entrevista, como a estatística de 1 para 105 ainda nem foram publicados, pois, como diz Alysson, estamos lidando aqui com a “nata” da ciência: É a “cutting-edge science”, definiu ele, em inglês. “Esse número foi divulgado na ultima reunião da Sociedade de Neurociências, realizada em novembro de 2010, em San Diego (EUA)”, contou ele, que lidera onze pessoas em sua equipe, que, em alguns momentos, chegou a ter vinte integrantes.
Os detalhes da pesquisa estão na coluna quinzenal "Espiral" de Alysson no portal G1 e a minha entrevista exclusiva completa com o neurocientista brasileiro -- que durou uma hora e dez minutos -- você poderá ler, na íntegra, na próxima edição da Revista Autismo, que sai no primeiro trimestre de 2011 -- valerá a pena aguardar!
Talvez hoje ainda não possamos dizer que o autismo é curável. Mas agora também não se pode mais dar a certeza de que seja incurável.

Paiva Junior é editor-chefe da Revista Autismo e entrevistou Alysson Muotri, por telefone, no dia 02.dez.2010.



*A reprodução deste texto é permitida sem necessidade de autorização, desde que cite-se a fonte e o autor. Se reproduzir na web, inclua também um link para nosso site (RevistaAutismo.com.br).

Video autismo

Cura do Autismo? Jornal Nacional Brasil

Autismo: Como a incidencia cresce, Possiveis Respostas e Soluções Emergentes Por Peter Chowka



(15 Maio, 2003) - O Autismo é definido como “uma desordem neuro-desenvolvimental caracterizada pelo enfraquecimento nas relações sociais, linguagem, e pela presença de um comportamento repetitivo e estereotipado. Isto não deve ser confundido com retardo mental, desde que pessoas com autismo podem ter um alto Q.I. Escrevendo recentemente na revista “Alternative Medicine Review“, Parris Kidd, PhD relata, “Indivíduos adultos com autismo tem um resultado de vida que varía da dependencia completa até (raramente) ao emprego bem sucedido.


Ainda mais alarmante é a descrição do autismo por Walter Spitzer, um importante médico epidemiólogo Canadense: em seus casos mais severos, ele disse: uma pessoa autista é “uma alma morta num corpo vivo“.


Nos últimos anos, a incidência de autismo cresceu em todo o mundo. Os números exactos são imprecisos mas o instituto Nacional da Saúde estima que pelo menos 400,000 Americanos são diagnosticados com autismo. ( A circunstância é cerca quatro vezes mais prevalente em indivíduos machos). Entretanto, em 1999 um relatório do Departamento de Serviços de Desenvolvimento da California (DDS) estipulou um numero muito mais alto - mais de 1,5 miliões. Este mês, um novo relatório sugere que o aumento na incidência de autismo está atingindo porporções alarmantes.

Cliff Allenby é o Director do DDS da California. A agência fornece serviços e apoio a crianças e adultos com deficiências desenvolvimentais. Em 13 de Maio, Allenby publicou uma “mensagem do Director “ a qual foi manchete nacional. Ele observou que um novo estudo descobriu que o autismo duplicou na California nos últimos três ou quatro anos. O “autismo“, Allenby escreve, “é a rápida e crescente deficiência a cargo do Departamento de Serviços de Desenvolvimento, atingindo mais de 21,000 pessoas na California e representando aproximadamente 100% de aumento do número de casos desde 1999. “O novo relatório é a continuação de um estudo publicado pelo DDS em 1999, que relatou bem 237% de crescimento no número dos casos do autismo entre 1987 e 1988. Em vista do novo quadro, o autismo na California cresceu 634% entre 1988 e Dezembro 2002.


Segundo o Associated Press, “esta desordem é actualmente, mais prevalente na California que o cancer infantil, diabetes e sindrome de Down.“



O Link da Imunização ao Autismo


Não surpreendentemente, o problema do porque a incidência do autismo é crescente é controversa. Alguns observadores, como o Centro Nacional de Informação de Vacinas, supõem que existe uma associação entre autismo e certas imunizações, particularmente a quase universal MMR(sarampo, caxumba, rubeola). A evidência foi publicada na literatura científica reforçando aquele ponto de vista, incluindo um tanto debatido artigo na revista The Lancet em 1998.


Alguns observadores viram um paralelo entre o agudo crescimento do autismo e o aumento do número de vacinas dadas às crianças antes de completar dois anos, tipicamente 30 ou mais diferentes vacinas. E ainda, durante os anos que as taxas do autismo estavam começando a mostrar um aumento precipitoso, muitas vacinas incluiram o conservante thimerosal, que contém uma forma de mercurio altamente tóxica, o ethilmercurio.


Em Abril de 2001, o Comitê de Reforma Governamental da Casa dos Representantes dos EUA levou dois dias de especiais investigações e audições sobre o autismo incluindo neste problema a possível associação com as imunizações. O Representante Dan Burton, presidente do Comitê da Reforma Governamental até Janeiro 2003, tem um pessoal interesse sobre o autismo - o seu neto foi diagnosticado autista. Entre 2000 e 2002, Burton presidiu cinco comitês de audições sobre o tema (veja links abaixo), refletindo seu usual método de ataque incluindo uma abertura às idéias e terapias não-convencionais. Numa audição de 2002, Burton disse em sua declaração de abertura, “Meu único neto tornou-se autista de frente aos meus olhos - logo após ter recebido uma dose de vacina recomendada pelo governo federal e mandada pelo estado. Sem uma plena explicação do que estava sendo dado na injecção, meu neto Christian, saudável, extrovertido e brincalhão foi sujeito a um alto nível de mércurio através de suas vacinas. Ele ainda recebeu a vacina MMR. Dentro de alguns dias ele estava mostrando sinais do autismo.“


A possível associação do autismo e vacinas continua impopular:
Segundo um artigo do “Dr. Walter Spitzer, um médico Canadense que seria considerado o “presbítero“ da epidemiologia, entrou para o áspero criticismo para dizer poderia haver uma ligação entre a vacina contra o sarampo, caxumba e rubeola (MMR) e o autismo.“ Depois, Spitzer escreveu um artigo para o The Daily Mail (UK) sobre o “escandalo“ do debate da vacinação e o autismo: “A coisa mais importante que eu aprendí nos últimos 18 meses é que o autismo é uma doença terminal. Crianças autistas nunca serão curadas ou, ao menos, muito raramente por serem uma curiosidade médica. Se o efeito da MMR fosse a morte, o interesse seria muito, muito maior, mas é uma morte diferida - e nos casos mais severos o autismo é, uma alma morta num corpo vivo - por isso não gera o interesse que deveria.“


A aceitação da hipótese do autismo provocado pela vacina parece estar ganhando força. No primeiro fim-de-semana de Maio, um encontro de três dias na universidade de Loyola em Chicago, organizado pelo Autism One, levou pesquisadores, clinicos, activistas, e o Representante Burton, que então presidia o Sub-comitê da Reforma Governamental em Direitos Humanos e Bem-estar. Segundo um artigo da UPI sobre a conferência, os participantes “disseram que a crescente evidência indicava que as vacinas são ligadas ao aumento da taxa dos problemas cerebrais e que as agências de saúde governamental tem feito pouco para reconhecê-lo“. Na conferência, Burt disse, “Eu espero que alguém indague o problema, “ existe um conluio entre as companhias farmacéuticas e nossas agências de saúde? A aparência em muitos casos é que existe“.


Em Chicago, Burton publicou um relatório feito pelos membros do seu sub-comitê, “Mercurio em Medicamentos - Tomando Riscos Desnecessários“, o resultado de uma investigação de três anos iniciada pelo Comitê de Reforma Governamental.“ Uma versão formatada de Microsoft Word do sumário do relatório, descobertas e recomendações pode ser descarregada do Web site de Burton.



A Medicina Alternativa Complementar (CAM) e Autismo


Em 2002, Parris Kidd, PhD, examinou o campo e escreveu dois longos artigos sobre o autismo e publicou na revista científica Alternative Medicine Review (vol. 7 no.4, e vol. 7 no.6). Em “Autismo, um desafio extremo para a medicina integrativa, Parte 2: administração médica, “o segundo artigo, que enfoca o tratamento, Kidd escreve “A medicina convencional tem largamente negligenciado os indivíduos autistas e suas familias“.


A Medicina Alternatica Complementar (CAM), portanto, disse para ajudar pessoas com autismo. Kidd revisou muitos dos métodos da CAM que mostraram alguns sucessos. Um dos pioneiros de tais terapias é DAN! (Defeat Autism Now! - Derrote o Autismo Agora!) - um colaborativo network fundado em 1995 por Bernard Rimland, PhD, fundador e director do Autism Research institute, (Instituto de Pesquisas do Autismo) e 29 outros cientistas, pais e médicos. Segundo Kidd, “DAN! Apoia o actual consenso dos pesquisadores que o autismo é primeiramente organico em origem, enquanto entendido que muitas das suas características atendem às intervenções psicológicas.


“Entre os médicos que conhecem bem o autismo“, Kidd escreve, “há um forte consenso que modificando a dieta e o sistema gastrointestinal, prepara o caminho para o sucesso de outros tratamentos, portanto deveria vir primeiro. Os páis acham que, pela regularização exacta da dieta de sua criança, eles podem observar melhoramentos, e que quando constritores dietéticos não são administrados, a criança frequentemente piora. O reconhecimento nos últimos anos de um eixo gastro-imune-cerebral da patologia ajuda ainda esta prioridade“.


Kidd identifica aditivos alimentares, corantes, adoçantes artificiais e conservantes; alimentos caseinados e glutinados; e muitos outros alimentos como associados com o autismo ou um agravante dos seus sintomas, incluindo ovos, tomates, berinjela, abacates, pimentas, soja, e milho.


Na categoria de “Nutrientes que muito Provavelmente Beneficiam o Autismo“, Kidd identifica multiplos suplementos vitaminicos e minerais; vitamina B6 e magnésio (“tomados juntos, o estudo parece estabelecer que a vitamina B6 pode beneficiar tanto quanto a metade de crianças e adultos com autismo, e que a eficácia e a segurança são melhoradas quando combinadas com magnésio“); a dimetilglicina, o ácido fólico, o calcio, a vitamina B3, a vitamina C, o zinco, ácidos graxos essenciais, a vitamina A, a taurina e glutamina.


Kidd relata que os médicos que utilizam a medicina alternativa complementar e integrativa propõem que corrigir as anomalias gastrointestinais e eliminar a toxicidade dos metais pesados é também aconselhável.



Post scriptum: Solicitada a atenção do Governo Federal


O Representante Burton citou o novo estudo da California sobre o aumento da taxa do autismo numa carta ao Presidente Bush em 15 de Maio. Na carta (uma versão formatada de Microsoft Word pode ser vista aqui - em inglês), Burton, escreve como o presidente do Sub-comitê sobre Direitos Humanos e Bem-estar, e recomenda que Bush convoque uma conferência da Casa Branca sobre o autismo “para confrontar o problema Nacional do autismo.“ Burton escreve, “O autismo é uma doença devastante que já alcançou proporções epidêmicas neste país, e o problema continua a crescer. A conferência da Casa Branca sobre o autismo poderia acelerar um esforço Nacional para achar a causa ou causas últimas do autismo, e posteriormente indicar uma cura para esta terrível doença, assim como esforços para desenvolver novos serviços para ajudar as familias de crianças autistas a enfrentar-se com os muitos desafios que encontram na vida quotidiana.“


Comentando a carta de Burton, Sherri Tenpenny, indica os custos de tratar o crescente número de crianças autistas. “Tomam estes números“ ela observa (referindo às 20,000 crianças autistas somente na California e talvés dez vezes maior o número de casos Nacional), “o custo dos cuidados - aproximadamente $2-2,5 miliões/criança - e sabemos que a maior parte destas crianças usam o plano de saúde Medicaid e algumas o Medicare, e isso se transforma num custo federal. Isto poderia chamar a atenção de Bush e também do Congresso“.


“O que faremos com estas crianças quando elas serão adolescentes e suas familias não poderão mais cuidar ou controlar-lhes em casa? Muitas são fortes, grandes e violentas, ainda que como pequenas crianças. Onde elas serão abrigadas? Quem pagará as suas contas? Pior ainda, um grande número destas crianças atingirão a puberdade em cerca 15 anos, o pico de quando as pessoas dos anos do baby boom começarão a ter doenças crônicas tais como o mal de Alzeheimer...


“Este problema necessita ser largamente visto por todas as pessoas. E também que existem tratamentos para estas crianças que funcionam, e não estão sendo pagas pelas seguradoras. Este é um problema complexo que necessita da atenção pública.“



Para maiores informações,

The Autism Research Unit
University of Sunderland, UK

Transcripts of hearings on autism (2000-2002) held by the Committee on Government Reform of the US House of Representatives:

Vaccines and the autism epidemic: Reviewing the federal government's track record and charting a course for the future
Dec. 10, 2002

The status of research into vaccine safety and autism
June 19, 2002

The autism epidemic - Is the NIH and CDC response adequate?
April 18, 2002

Autism - Why the increased rates? A one-year update
April 25 and 26, 2001

Autism: Present challenges, future needs - Why the increased rates?

April 6, 2000

ORIGEM



Nota: Notícias antigas mas sempre presentes!!!! Já passaram quase 10 anos....