terça-feira, 5 de julho de 2011

Japão Suspende Vacinação Pneumocócica e Hib Após Morte de Crianças

No início de março de 2011, as autoridades japonesas ordenaram aos médicos parar de usar as vacinas Pneumocócica e a Hib (contra o Haemophilus influenzae, que causa meningite e que vai na vacina tetravalente), porque quatro crianças morreram depois de receber as injeções. No entanto, a verdadeira notícia nunca foi relatada: mais de 2.000 bebês morreram nos Estados Unidos após terem recebido as vacinas para essas mesmas doenças, mas apesar disto as autoridades recusam-se a alertar os pais e parar a produção. Uma revisão de segurança é fundamental para determinar se um "recall" destas perigosas vacinas é necessário para proteger os bebês americanos de incapacidade e morte. No Brasil por sua vez, as informações de mortes acontecidas após a aplicação de qualquer vacina é mantida em segredo, como já revelei neste outro post.

Foi noticiado em um blog da Forbes que de acordo com Paul Offit, o porta-voz da indústria de vacinas "o Ministério da Saúde japonês fez uma tolice ao suspender o programa de vacinação da Hib e pneumocócica". Offit acha que as mortes foram causadas provavelmente por SIDS (síndrome de morte súbita infantil), ou condições subjacentes, ou outra causa - qualquer coisa, exceto as vacinas. Muitas vezes, as crianças adoecem e morrem por acaso, de acordo com Offit.

William Schaffner, diretor do departamento de medicina na Vanderbilt University School of Medicine, acredita que, como Offit, que as mortes são "muito provavelmente ... uma coincidência". Em um toque de ironia, pode ser também uma coincidência que Schaffner recebe dinheiro de fabricantes de vacinas - cujos preços das ações cairam após
o anúncio pelo Japão - como consultor e para falar sobre as vacinas. Offit e Schaffner nunca viu as crianças que morreram, nem as autópsias que foram realizadas. Sendo assim, suas avaliações sobre a verdadeira causa da morte não são baseadas na ciência.

Segundo Shelly Burgess, porta-voz do FDA, o FDA e o CDC "não detectaram novos problemas de segurança ou padrões de relatos incomum." Isso é estranho, porque o "Vaccine Adverse Event Reporting System" (VAERS), operada em conjunto pela FDA e CDC, já recebeu mais de 59.000 relatos de reações adversas relacionadas com as vacinas contra Pneumocócica e a Hib durante os últimos anos. Mais da metade desses casos - 30.094 - necessitaram de internação hospitalar, com 2.169 mortes. Cerca de 95 por cento dessas mortes foram em crianças menores de três anos de idade.

Claro que no Brasil é impossível afirmar qualquer coisa, pois como já reportei anteriormente, os números dos efeitos adversos no Brasil são mantidos a sete chaves, com a população deixada no escuro à merce dos criminosos laboratórios farmacêuticos.

Nos últimos cinco anos, entre 2006 e 2010, 17.595 pessoas nos EUA tiveram reações adversas com as vacinas Pneumocócica e Hib, e 464 destas pessoas morreram depois de receber estas vacinas. Devemos também salientar que estes números representam apenas os relatos a efeitos adversos "oficiais". O ex-chefe da FDA, David Kessler, estimou que para cada relato oficial de uma reação adversa a um medicamento, cerca de 100 outras pessoas tiveram também problemas, mas não fizeram o relato.

No Japão, a maioria das vacinas não são necessárias, portanto as malucas táticas coercitivas utilizadas por funcionários de vacina americanos para vacinar todas as crianças dos EUA e adultos não é universal. Na verdade, as crianças japonesas recebem apenas as vacinas contra a pólio e a tríplice. Vacinas Pneumocócica e Hib foram recentemente adicionados ao calendário japonês, mas são opcionais. Compare isso com o sobrecarregado, perigoso e lucrativo esquema vacinal infantil dos EUA (e também do Brasil): os bebês devem receber várias doses de vacinas contra a pólio, DTP, hepatite B, Pneumocócica, Hib, o rotavírus e a gripe.

Em resumo, quatro crianças japonesas morreram depois de receber vacinas e o Ministério da Saúde japonês imediatamente interrompeu o programa de vacinação. Autoridades de saúde dos EUA declararam esta ação como "tolice", embora provávelmente tenha salvo a vida de muitos bebês. Nos Estados Unidos, milhares de pessoas morreram após receberem vacinas para estas mesmas doenças, mas as autoridades não dão a mínima. Autoridades dos EUA (e do Brasil) acreditam que as crianças são dispensáveis, um alvo de mercado garantido, a ser utilizado para benefício comercial. A incapacitação e a morte de cidadãos após terem recebido as vacinas obrigatórias são apenas tratados como o custo de fazer negócios.

Fontes:
Natural News: More than 2,000 vaccinated babies died: The cost of doing business
Forbes: Don’t Be Frightened By Japan’s Vaccine Scare
Channel New Asia: nfant death vaccines reveal 'no concerns' in US
CBC News: Japan halts pneumonia shots after 4 child deaths
VAERS: Vaccine Adverse Event Reporting System

http://www.anovaordemmundial.com/2011/05/japao-suspende-vacinacao-pneumococica-e.html#more

 

Continue a pesquizar no blog em pg anteriores. Há muito e muito mais.

Estudo: Mortalidade Infantil Aumenta Junto com a Quantidade de Vacinas Administradas em Crianças de até um Ano

 
Um novo estudo publicado em uma prestigiosa revista médica encontrou uma ligação estatística direta entre a quantidade de doses de vacina administradas em crianças e uma maior taxa de mortalidade infantil nos países desenvolvidos, sugerindo que o aumento do número de inoculações obrigatórias aplicadas em crianças pelas autoridades médicas, particularmente nos Estados Unidos, que administra o maior número de vacinas e também tem o maior número de óbitos infantis, tem de fato um impacto negativo sobre a saúde.  O Brasil segue a mesma tendência, como veremos mais adiante.

O estudo, entitulado "As Taxas de Mortalidade Infantil Diminuem em Relação ao Número de Doses de Vacina Aplicadas Rotineiramente: Há uma Toxicidade Sinergística ou Bioquímica?", foi realizado por Neil Z. Miller e S. Gary Goldman. O estudo foi publicado na respeitável revista "Toxicologia Humana e Experimental", que é indexada pela Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA . Apesar dos Estados Unidos administrar o maior número de doses de vacina às crianças em todo o mundo desenvolvido, chegando a 26 antes da criança atingir a idade de um ano, a sua taxa de mortalidade infantil é superior a 33 outras nações, sendo que todas estas administram menos vacinas. O estudo ilustra claramente o fato de que os países desenvolvidos que administram menos vacinas têm menores taxas de mortalidade infantil, sugerindo uma ligação estatística direta entre os efeitos colaterais da vacinação e os óbitos infantis.

Por exemplo, os dois países desenvolvidos onde as crianças precisam ser imunizadas com menos quantidade de vacinas, Japão e Suécia, estão no topo do