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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010


Olhe para o Ceú e questione-se

Este blog foi elaborado debaixo de um direito fundamental do Ser Humano: A Liberdade de Expressão.


Esta blog dedica-se, em 1º lugar,  a tentar desvendar o que está por detrás do surto de AUTISMO que dramaticamente se vem abatendo  sobre as nossas crianças, em todo o mundo, e que sinais cada vez mais evidentes apontam para as vacinação em massa a que elas são sujeitas desde os primeiros tempos de vida, devido os aditivos que compõem as vacinas, bem assim com a alertar consciências face  a este escandaloso negócios das farmacêuticas que por todo o lado já se apregoa, está tornando um CRIME, com todas as outras fraudes associadas!

Este blog  foi elaborado debaixo de um direito fundamental do Ser Humano: A Liberdade de Expressão.

CONHECIMENTO É PODER!

"O mundo é um lugar perigoso. Não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que olham... e não fazem nada."
- Albert Einstein





Vacina MMR x Autismo: mais fatos

Semana passada, assisti um novo programa da Oprah Winfrey. E tenho que admitir, gosto dela.
Quem foi lá ser entrevistada foi Jenny MacCarthy que escreveu um livro sobre seu filho diagnosticado com autismo após receber a vacina MMR (ou Tríplice Viral = caxumba, sarampo e rubéola), que no Brasil é encontrada na Rede Pública de Saúde e consta no calendário de vacinação em dose única aos 12 meses de idade e um reforço entre os quatro e seis anos de vida .
Eu vacinei o meu menino mais velho com a MMR e na época, eu estava começando a me informar mais sobre vacinas.
Comentei com a médica e ela agiu exatamente como os médicos citados no programa. Somos mães influenciáveis por qualquer coisa que vemos na internet. Não com essas palavras, é claro. Vacinei, e vou ser sincera, não vacinei segura de que estava fazendo o melhor.
Tem gente que acredita na relação MMR e autismo, tem gente que não acredita. Já ouvi falar de estudos que mostram que não há relação, outros que mostram que há. Médicos que recomendam invariavelmente a vacinação, médicos que não recomendam (principalmente homeopatas ou antroposóficos que se baseiam na ciência dos métodos naturais). Contudo, as instituições governamentais , até onde sei, não se manifestam, não se responsabilizam e os laboratórios idem. Ninguém prova de fato, nem que sim, nem que não.
Eu ainda não tinha me convencido que as crianças que desenvolviam autismo depois da vacina, não eram crianças já pré-dispostas. E meu filho não apresenta nenhuma pré-disposição, pensei.
E o filho da Jenny também não….e era tão normal quanto meu caçula (que ainda não foi vacinado) é: brinca, corre, sorri, tenta falar… e ela mostra pelas fotos a modificação na expressão de seu filho depois da vacina. “Parece que lhe tiraram a alma”. Porque o autismo tem essa característica: o indivíduo se isola e e tende a não interagir com as outras pessoas, não demonstrar afeição, não se expressar, entre outros sintomas. A vida de seu filho mudou, seu casamento acabou.
Foi assistindo seu depoimento que entendi finalmente que não temos como saber se nosso filho tem ou não pré-disposição, principalmente se ele não apresenta sintomas claros. Infelizmente a vacina pode desencadear este processo e ninguém, ninguém vai lamentar depois, além de nós.
Seremos mais um número.
Seremos mais um caso. Porque simplesmente também não se tem informações definidas sobre a causa do autismo: é um distúrbio neurológico que acomete principalmente meninos na faixa etária aproximada dos 3 anos de idade.
Várias coisas importantes foram tratadas no programa:
  1. O laboratório respondeu a uma solicitação do programa informando que não sabem dizer se há relação entre o Timerosal usado nas vacinas e o autismo e que pesquisas estão sendo feitas neste sentido. Já é um ponto a favor não terem negado a existência de relação. De qualquer forma, não se pode esquecer que existe uma forte suspeita e muitos casos confirmados. Infelizmente, somos submetidos á vacina sem a informação do risco que nossos filhos correm.
    .
  2. Jenny, que escreveu um livro para contar sua história mencionou algo importante: vacinas são importantes mas quem disse que a mesma vacina serve para todos? E isso é fundamental, afinal, se seu filho tem pré-disposição a desenvolver autismo e o Timerosal pode desencadear este processo, então, nem todas as crianças podem ser vacinadas indiscriminadamente. Não sei como saber que temos pré-disposição mas pretendo ler mais a respeito antes de dar a MMR para meu caçula, que está prestes a completar 2 anos.
  3. Que as mães devem ser ouvidas pelos médicos de seus filhos! As duas mães que deram depoimentos no programa foram categóricas na maneira como foram tratadas: como estúpidas, burras e que não sabiam o que estava dizendo. É a velha mania ou formação acadêmica que faz médicos se sentirem deuses. E isso é tão forte que uma das maiores pragas arrogantes que existem, é estudante de medicina. E é claro que estou generalizando. Uma minoria absoluta não é, mas não é dessa minoria que estou falando. Ou estou errada?
E o mais importante: Jenny, não se entregou! Jenny foi à internet e pesquisou tudo sobre Autismo. E em seu livro ela conta exatamente sua experiência pois ela aprendeu várias coisas que a levaram a reverter o autismo em seu filho. Ela consegue provar pela própria experiência que é tratável. Simplesmente ela precisou correr atrás da informação. E isso tudo é tão incrível que uma de suas descobertas se baseou na mudança da dieta de seu filho. Vale á pena , para quem se interessar pesquisar na internet pois existem vários depoimentos dela, vídeos e entrevistas.
E nós batemos tanto aqui nesta tecla…que a internet é um vulcão de informações, acessíveis e cada dia mais democrática.
E para terminar, as estatísticas são ainda mais alarmantes quando revelam uma predisposição em meninos (contudo, quando na menina, é mais grave) e uma relação de 1 caso para 94 crianças, atualmente. Antes essa relação era de 1 para 1500 e já foi de 1 para 3000 (isso nos Estados Unidos, aqui não encontrei estatísticas oficiais). Isso em casos de autismo, apenas. Não são casos de autismos relacionados á vacinas. Apenas relacionam que o aumento de casos de autismo po ter relação com a vacinação.
Na Inglaterra a vacina já foi substituída por vacinas individuais para as três doenças. A minha pergunta que não quer calar e que preciso ainda pesquisar a respeito é porque a MMR é relacionada ao autismo quando o timerosal é usado como conservante em quase todas as outras vacinas. Será que na MMR é em maior quantidade? Se for isso, as outras vacinas múltiplas ocultam os mesmos riscos?
Não pensem que eu sou contra ou a favor de vacinas, quando escrevo a respeito é porque acredito que as pessoas precisam é questionar mais e se informar mais antes de encher nossos filhos de medicamentos. As super-bactérias já são uma realidade e num jornal desta semana saiu uma matéria sobre 4 mortes possivelmente causadas por elas no hospital de Bonsucesso, no Rio de Janeiro. O hospital nega.
E nós, vamos nos negar a nos informar? Até quando?
Para ler a reportagem em inglês:
Vídeo:
http://br.youtube.com/watch?v=d2lx3MHtI2o]
Escrita:
http://www.oprah.com/tows/slide/200709/20070918/slide_20070918_350_101.jhtml
Mais entrevistas em inglês:
http://br.youtube.com/watch?v=Gc8QETKbqu
c
Sobre autismo: http://www.autismo.com.br
Nossos posts comentando outros programas da Oprah Winfrey:
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/06/pedofilia-e-escola.html
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/06/crianas-e-computadores.html
Mais posts nossos sobre vacinas:
Gripe: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/vacina-contra-gripe.html
O papel das doenças : http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/gripe.html

AUTISMO E VACINAS




Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo
Tags: abortados, Autismo, bebês, vacina
Postada em: quinta-feira, 16 de julho de 2009 12:09h | Ciência & Saúde | Sem comentários | A A A

O aumento nos índices de autismo regressivo nas crianças dos EUA e da Inglaterra pode estar historicamente associado com o fato de que as empresas farmacêuticas deixaram de usar células animais na produção de vacinas para usarem células de bebês humanos abortados, um grupo está afirmando.

“Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso”, diz a Dra. Theresa Deisher, presidente de Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI).

SCPI, um grupo de educa o público acerca do uso de materiais de bebês humanos abortados usados na produção de drogas farmacêuticas, alerta que as vacinas tríplices (sarampo caxumba e rubéola) introduzidas nos EUA e na Inglaterra em 1979 e 1988 respectivamente, foram produzidas usando células de bebês abortados, enquanto as versões anteriores eram feitas usando somente células animais. Essa troca coincide com o que o SCPI diz são aumentos “dramáticos” nos índices de autismo regressivo nas crianças, em que o desenvolvimento social e verbal de uma criança sofre uma parada.

O alerta veio em resposta à recomendação em junho feita pela Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) do Ministério da Saúde dos EUA para a realização de mais estudos sobre a segurança das vacinas com relação ao autismo. Alguns pais preocupados de filhos com autismo sustentam que há uma ligação entre vacinações infantis e autismo.

Apesar das garantias das agências de saúde e da classe científica contestando isso, um número crescente de pais está optando por não participar das campanhas governamentais de vacinação. Isso levou a Vigilância Sanitária dos EUA a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Um relatório da CCNV recomendou mais estudos sobre o potencial das vacinas para contribuir com o autismo regressivo nas crianças.

O SCPI aponta para estudos que mostram um fator ambiental, “um gatilho”, que provoca a doença. Mas embora os cientistas tenham apontado para a presença do mercúrio nas vacinas tríplices, o SCPI diz que o autismo continuou a crescer depois que o mercúrio foi removido.

“As primeiras vacinas produzidas usando células de bebês abortados, tais como a MMRII, nem mesmo informam aos consumidores que DNA de bebês abortados é injetado em cada vacina”, o SCPI disse numa nota à imprensa. Vacinas introduzidas mais recentemente, diz o grupo, informam aos consumidores que elas contêm contaminação de DNA de “células diplóides humanas”, mas não dizem que essas células são de um bebê humano abortado.

“A segurança de injetar em nossos filhos DNA de bebês abortados vem sendo debatida há 40 anos, mas nunca foi estudada”, disse o SCPI.

Traduzido por Julio Severo

Fonte: Notícias Pró-família / Julio Severo

Novo estudo demonstra dano significativo devido a apenas UMA vacina com mercúrio

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Um novo estudo, recentemente publicado na revista Neurotoxicology, descobriu que primatas que receberam apenas UMA vacinação contendo tiomersal, o conservante encontrado em muitas vacinas incluindo a nova vacina AH1N1 (gripe suína), tinham debilitamento neurológico significativo quando comparados com aqueles que receberam uma injecção com solução salina ou nenhuma injecção.


Favor notar que a quantidade de Tiomersal foi ajustada para o peso e que estes primatas receberam apenas 2mcg – a nova vacina da gripe suína possui 24,5 mcg ou 49 vezes o limite diário admitido para um adulto estipulado pela FDA (Departamento Americano de Controle de Alimentos e Remédios).


De acordo com o Dr. Andrew Wakefield, director executivo da Thoughful House e um co-investigador no projecto, “O que é particularmente preocupante é que apesar da recomendação em retirar o tiomersal das vacinas há dez anos atrás, milhões de pessoas, muitas das quais crianças e mães grávidas, estão prestes a receber mercúrio nas suas imunizações. O tiomersal é ainda utilizado rotineiramente na vacina da hepatite-B e em numerosas outras vacinas em todo o mundo.”

As implicações para a nova campanha nacional na Austrália, que tem como alvo as mulheres grávidas como primeiras recipientes, são assustadoras.

A Australian Vaccination Network, um grupo de pressão sobre saúde e segurança nas vacinas, exorta o governo federal e o Ministro Roxon a errar do lado da precaução quando se trata de administrar vacinas não testadas contendo mercúrio naqueles que são os mais vulneráveis. Certamente, ao pesar os riscos de dano cerebral significativo devido ao conservante Tiomersal contra uma gripe, que tem demonstrado ser mais suave do que a gripe sazonal, devemos dizer que o risco da vacina é maior do que o risco de a gripe. Além disso, se esta vacina não demonstrou ser segura em crianças menores de 10 anos de idade, certamente os fetos deveriam ser, também, excluídos.


Notícia original: 30 Set 2009
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“O maior escândalo do século na medicina”


 Está na hora de expulsar os vendilhões. O templo é o planeta TERRA, a casa de DEUS


“O maior escândalo do século na medicina”
( Façam o sacrifício de ler, pois creio que vos trará algum proveito)
Exerço clínica há quase 50 anos, desde uma clínica um tanto primitiva da primeira fase da minha vida, em plena serra da Gralheira e no interior da Guiné, até à clínica especializada da maior parte da minha vida. Portanto, tenho direito a algum crédito naquilo que digo. E o que digo não é bom nem agradável.
Clama o Sr. Wolfgang Wodang, presidente da Comissão de saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que a campanha da “falsa pandemia de gripe, criada pela Organização Mundial de Saúde e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, é o maior escândalo do século na medicina”. Ele vai pedir um inquérito para analisar a pressão que os laboratórios terão exercido sobre a Organização Mundial de Saúde. De facto, mais grave do que isto não é fácil conceber.
Claro que, como diz o povo, “tarde piaste”, ou “agora agarra-lhe no cu com um gancho”, ou ainda “agora adianta-te um grosso”. Com cinco mil milhões no papo, a indústria farmacêutica faz um manguito e farta-se de rir à gargalhada. Só não estará totalmente satisfeita, porque uma boa parte da população já tem os olhos mais ou menos abertos, muitos médicos e outros agentes de saúde não são otários, e, portanto, marimbaram-se para o esquema, mandando às urtigas as vacinas, senão não eram cinco mil milhões, mas dez mil, quinze mil ou vinte mil milhões. A não ser que os governos já as tenham todas pagas, mesmo as não utilizadas. Se assim for, só lhes resta ensopá-las com batatas.
De pés bem assentes na minha vida e experiência clínicas, com a responsabilidade que sempre procurei ter, mas de pé atrás pelas inúmeras patranhas a que há anos estou habituado, e também avisado desde início desta “pandemia” pela análise lúcida e isenta de muita gente, quer do mundo médico quer do mundo político, como por exemplo o Prof. Vaz Carneiro e Ignatio Ramonet, eu não tomei a vacina, não a prescrevi nem a aconselhei a nenhum dos meus pacientes, nem tão pouco aos meus familiares, nomeadamente filhos, noras e netos. E não estou arrependido. Nem eles, creio eu.
Há mais de trinta anos que escrevo pequenos artigos em jornais regionais, jornais diários nacionais, e até aqui no Aventar, sobre saúde e sobre o lado negro da medicina. E este lado negro, ao contrário do que seria de esperar com os grandes avanços científicos, parece ser cada vez mais negro aos olhos de quem se move, amparado na consciência e no bom senso, no meio desta complexa teia que é o mundo da assistência médico-sanitária.
E esta patranha da gripe A é um poderoso exemplo, infelizmente não o único. Uma boa parte dos responsáveis pelas instituições de saúde, por todos os organismos assistenciais nacionais e internacionais, não percebem nada de clínica, há muito que se arredaram – por imposição dos poderes que os avassalam – da vontade própria, do bom senso e dos critérios éticos, uns porque são otários, outros porque não lhes interessa saber mais do que o suficiente para se manterem nos tachos, outros porque são eles próprios as correias de transmissão dos grandes interesses que (des) governam esta área infindável. E o que haverá de mafioso no meio desta complexa e tenebrosa rede de interesses transnacionais, não deverá ser difícil de imaginar a quem quer que seja.
Mas o maior escândalo do século não será este, o da vacina da gripe. Digamos que há muito grandes escândalos do século dentro da medicina e de todas as promíscuas relações desta com as áreas afins. Muitos mesmo. Referirei apenas três. Um deles é o colesterol. O colesterol é um factor de risco como qualquer outro, que tem de ser encarado dentro do contexto clínico de cada paciente. E é inegável o benefício de alguns fármacos neste campo. Mas a voracidade do lucro a qualquer preço, com o beneplácito da ignorância popular, com a ajuda da ignorância e incompetência de muitos médicos que vêem as “guidelines” como tábuas de Moisés, explorando a quase generalizada permissividade acrítica que impingem aos agentes de saúde, e com a irresistível pressão da indústria e de todos os seus satélites da comunicação social, transformou a religião anticolesterolémica numa das maiores minas de ouro da actualidade. Mas muitas outras minas do género existem.
O outro escândalo do século é a transformação da medicina e da assistência médica numa fábrica de exames. Em detrimento da mais importante actividade médica que é uma boa prática clínica, coadjuvada, necessariamente, pela maravilhosa tecnologia de que hoje dispomos, tudo se inverteu, toda a medicina se virou do avesso. Uma boa prática clínica custa muito a fazer e a aprender, obriga a uma curva de aprendizagem de uma vida inteira, e não dá dinheiro. O que interessa aos “promotores de saúde” e à ausência de competência e saber de muitos médicos, é realizar exames e intervenções aos montes, muitas vezes sem critério nem critérios, com todas as terríveis consequências que daí advêm. Já o disse mais do que uma vez, a título de exemplo, há pacientes que nos procuram, trazendo consigo (e com que qualidade!) um electrocardiograma, um ecocardiograma, um Holter, uma prova de esforço, uma cintigrafia miocárdica, análises etc. e nunca foram observados por um cardiologista! Isto é mesmo o que diz o povo “pôr o carro à frente dos bois”.
Daqui decorre o terceiro escândalo, que, ao fim e ao cabo, será o corolário de todos os outros. As graves consequências de tudo isto. A quantidade de cancros é assustadora. Pelo que vemos, eles crescem como tortulhos nas cidades, nas vilas e nas aldeias. E eu não tenho dúvidas de que uma das principais causas está no absurdo e nunca visto abuso de remédios de toda a ordem e no desmesurado e repetitivo recurso a meios de diagnóstico agressivos. E este escândalo poderá ser o mais grave, se nos lembrarmos de equacionar os benefícios e os prejuízos de toda esta drogaria, exames e intervenções, ministradas umas, massivamente e “ao calhas”, e realizadas outras, tantas vezes, sem orientações clínicas criteriosas. Chega-se a inventar doenças para consumir drogas para as quais não se conhece destino. E cada dia cada molécula de cada laboratório surge com insignificantes diferenças das suas congéneres, sem nenhum valor terapêutico acrescentado, apenas como tentativa de a promover perante a concorrência.
Se colocarmos num prato da balança os benefícios em termos de saúde para a humanidade, e eles são inegáveis, e no outro prato colocarmos os irreparáveis malefícios de natureza económica e iatrogénica ( iatrogenia física, química, económica, psíquica e social) este último prato bate no chão com estrondo.
NOTA: Só para vocês fazerem uma ideia da dimensão destas coisas. Li e vendo pelo mesmo preço. Mas como é um produto que bem conhecemos e com que diariamente lidamos, não é difícil de aceitar. Há um remédio que não é indispensável, podendo ser inclusivamente substituído por outros muitíssimo mais baratos, sem significativa desvantagem, prescrito na posologia de um comprimido diário, que dá ao produtor um rendimento, a nível internacional, igual ou maior do que o PIB português.

Colocado por Adão Cruz em 13 de Janeiro de 2010
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Washington Post: Vacina contra a Gripe Suína conterá Mercúrio


Toxina ligada ao autismo e transtornos neurológicos para ser incluído nas injeções
TRADUÇÃO RÁPIDA PELO GOOGLE, PORTANTO O TEXTO CONTÉM ERROS.
TEXTO ORIGINAL AQUI>http://www.prisonplanet.com/washington-post-swine-flu-vaccine-will-contain-mercury.html

Paul Joseph Watson
Prisão Planet.com
Quinta-feira, 30 de julho de 2009
O Washington Post confirmou hoje que a vacina contra gripe suína, o que está definido para ser lançadas a nível nacional esta queda em alguns temem que, em última instância, poderia tornar-se uma vacinação obrigatória programa, irá conter mercúrio, uma toxina ligada com autismo e transtornos neurológicos.
Reivindicações pelo CDC e pelo Instituto de Medicina, na sequência de um estudo que cal ignorado anteriormente verificados provas, que thimerosal, um conservante mercúrio com base, não tem relação causal com skyrocketing casos de autismo, foram rejeitadas pelo início sólida médicos e cientistas desde então.
Epidemiologista Tom Verstraeten e Dr. Richard Johnston, um pediatra e imunologista da Universidade do Colorado, ambos concluíram que thimerosal foi o responsável pelo dramático aumento nos casos de autismo, mas os seus resultados foram indeferidas pelo CDC.
Casos de autismo em ter os E.U. aumentou 1.500 por cento desde 1991, que é quando vacinas para crianças dobrou, eo número de imunizações é só aumentar. Apenas um em 2.500 crianças foram diagnosticadas com autismo antes de 1991, enquanto que uma em 166 crianças agora têm a doença.
Um estudo revistos pelo Dr. Mark Geier que apareceu no Journal of American Médicos e Cirurgiões revelou que a OIM investigação era incorrecta, porque foi em grande parte baseada em um estudo dinamarquês por Anders Peter Hviid, que não conta para o facto de as crianças americanas têm um peso muito maior do que crianças mercúrio na Dinamarca.
“No alto níveis (thimerosal de exposição), é inegável, há uma relação causal, e nós temos ido a níveis elevados. Seus estudos, pois não são relevantes, não estou dizendo que eles estão errados, embora existam muitas críticas a ele. Trata-se não apenas em relação a os E.U. situação “, disse Geier.
Geier do estudo conclui que existe um aumento do neurodesenvolvimento distúrbios na sequência da utilização de vacinas contendo thimerosal.
Dr. Buttar Rashid, que foi pioneiro de um novo tratamento para crianças autistas que remove o mercúrio de seus corpos, disse o Instituto de Medicina da conclusão de que o mercúrio não causar autismo demonstra a “completa ausência de qualquer desejo de descobrir a verdade científica supostamente mais altos níveis médicos de universidades. ”
(ARTIGO CONTINUA ABAIXO)
“Quando 31 crianças recuperar de uma doença devastadora por um simples tratamento transdérmico que desintoxica metais e, em seguida, o senso comum dita que talvez metais estão envolvidos”, afirma o Dr. Bob Nash o presidente da Câmara Americana de Toxicologia Clínica Metal (ABCMT) no que diz respeito à Dr. Buttar do tratamento.
“Em 1977, um estudo revelou que a Rússia adultos expostos a ethylmercury, o formulário de mercúrio em thimerosal, sofreu danos cerebrais anos mais tarde. Estudos sobre thimerosal envenenamento também descrevem necrose tubular e lesão do sistema nervoso, incluindo obtundation, coma e morte. Como resultado dessas constatações, a Rússia proibiu thimerosal de vacinas infantis em 1980. Dinamarca, Áustria, Japão, Grã-Bretanha e todos os países escandinavos têm igualmente proibido o conservante “, escreve Dawn tagarelice.
O mercúrio é classificado pelo Ministério da Defesa como um material perigoso que poderia causar a morte se for ingerido, inalado ou absorvido através da pele e dos APE é agora limitar as emissões de mercúrio das fábricas, porque a toxina “pode causar danos ao cérebro e sistema nervoso e é especialmente perigosa para fetos e crianças pequenas “, mas de acordo com o CDC é perfeitamente seguro para injectar sangue do seu filho.
Apesar das preocupações sobre thimerosal e mercúrio, que levaram à conservante ser reduzidos ou eliminados a partir de uma grande porção de vacinas nos últimos cinco anos, thimerosal será um ingrediente da vacina contra gripe suína, que é definida para chegar em setembro os E.U. presente.
“Algumas das vacinas serão armazenados em frascos multidoses contendo thimerosal, um aditivo que contém mercúrio antibacterianos”, relata o Washington Post hoje, em um artigo sobre quais os grupos irão receber a vacina contra gripe suína primeiro.
“Haverá também em dose única seringas sem thimerosal, alguns afirmam que uma substância é prejudicial para as crianças”, acrescenta o artigo, sem mencionar ou não tomar a vacina as pessoas que irão receber uma escolha ou até mesmo ser informado se ele contém mercúrio.
Cerca de 12.000 crianças E.U. serão utilizados como cobaias para os experimentos gripe suína vacina também conhecida para conter o perigoso ingrediente esqualeno, que tem sido directamente relacionado com os casos de síndrome de Guerra do Golfo e de uma série de outras doenças debilitantes.
Esqualeno “contribuíram para a cascata de reações chamada” Guerra do Golfo síndrome. (IG desenvolvidos) artrite, fibromialgia, linfadenopatia, rash, erupções cutâneas fotossensíveis, malar erupções, fadiga crônica, cefaléia crônica, anormais corpo perda de cabelo, não cicatrização de lesões cutâneas, aphthous ulcers, tonturas, fraqueza, perda de memória, convulsões, alterações humor, problemas neuropsiquiátricos, efeitos anti-tireóide, anemia, aumento de VHS (VHS), lúpus eritematoso sistêmico, esclerose múltipla, ALS, fenômeno de Raynaud, síndrome de Sjorgren, diarréia crônica, suores noturnos e febre baixa “, de acordo com o Dr. Micropaleontologist Viera Scheibner.
As companhias farmacêuticas podem ter certeza que eles não irão enfrentar represálias para os muitos milhares de mortos e feridos que inevitavelmente ocorre como resultado da exposição ao mercúrio e esqualeno milhões durante uma massa vacinação programa, porque o governo já tomou medidas para fornecer-lhes cobertor imunidade de ações.
“Vacina contra políticos e funcionários federais serão imunes às ações que resultam de qualquer nova vacina contra gripe suína, de acordo com um documento assinado pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos Kathleen Sebelius,” relatou a Associated Press, no início deste mês.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Diga não à vacina H1N1! Os pais devem se informar.


 

CDC - H1N1 - documentos sobre quarentena forçada

A noite passada Zero Hedge obtidos alguns documentos interessantes no site do CDC. Eles contêm ordens em branco "quarentena forçada" de Iowa e na Flórida H1N1 novela a respeito - incluindo a quarentena para uma "center' regime fechado - o que parece ser recente - datado de Abril de 2009.

Alguns podem estar conscientes do NIH e CDC apenas procedeu a uma conferência de H1N1 em DC - 19-21 agosto de 2009 - que incidiu sobre «Gestão de mortalidade em massa '. Para muitos, isso deve ser motivo de preocupação. Como é evidente, o nosso governo é muito corrupto.

A idéia de que este mesmo governo se prepara agora para a vacinação forçada de quarentena e de massa deve fazer qualquer um que tem acompanhado os recentes acontecimentos tremer.

Há algo acontecendo aqui, mas os governos não vêm limpar o assunto com o público. Por que "os centros de detenção seguro 'em os E.U. e' centros de vacinação segura 'na França se não há nada para se preocupar?

É cada vez mais claro que uma campanha global de vacinação em massa é planejado - probabilidade de se tornarem obrigatórias no 193 países membros da OMS, apesar das preocupações de segurança graves quanto estas vacinas H1N1 não testadas, algumas das quais são conhecidos por conterem níveis elevados do mortal esqualeno adjuvante.

Outros podem estar cientes de que só na semana passada que o estado de Massachusetts Senado aprovou uma lei tornando crime relativamente grave para recusa da vacinação obrigatória ou a quebra de uma ordem de quarentena. Esta lei inclui também as violações bastante surpreendente da Emenda 4, incluindo buscas e apreensões sem mandado de propriedade, se considerar necessário para uma "emergência". Esta nova lei de Massachusetts também incluídas as autorizações para detenção ilegal sem um mandato e de vacinação forçada do público. Mas a atividade política não é limitado aos estados. Ontem Obama manteve reuniões com altos funcionários do gabinete quanto prepardness pandemia de H1N1 ", incluindo a secretária Sebelius. Portanto, esta especulação não é ocioso. Há algo acontecendo aqui. Ou o governo sabe algo que nós não, ou esta é a maior campanha publicitária desde a bolha ponto com.

Embora o vírus H1N1 em curso não tenha genes letais, temos sido implicitamente prometido pelas autoridades de saúde nacionais e globais que H1N1 a uma novela que em breve retorna com essa genética de "upgrades", tal como aconteceu em 1918. Aqui no ZeroHedge, estamos esperando um bando de cisnes negros económica em breve, e uma pandemia - real ou sensacionalistas - pode ser parte deste rebanho.

Um colapso econômico será sem dúvida, ser acionado em breve, e será conveniente para as elites políticas a culpa do colapso de um fator externo, como uma pandemia ou uma guerra. Além disso, a queda pandemia de H1N1 pode ser um pretexto conveniente, através da qual os níveis perigosos para ampliar o controle social pode ser estabelecida pelas elites que se revelaram totalmente corruptas e moralmente falidas.

.http://ukraineplague.blogspot.com/

FL Quarentena de Detenção Ordem 09 de abril 252
http://www.scribd.com/doc/19348310/FL-Quarantine-to-Detention-Facility-Order-Ap
DAQUI

    quinta-feira, 29 de outubro de 2009

    Gripe Suína: As vacinas são mais mortais que a própria “gripe suína”?

    Blog A Nova Ordem Mundial
    A medida que os governos europeus avançam seus programas de vacinação em massa contra a gripe suína, notícias vindo da Hungria e da Suécia sugerem que algumas pessoas tenham morrido logo depois de tomarem a vacina contra o H1N1.

    O jornal Times of Budapest relatou que uma mulher de 64 morreu apenas dois dias após receber a vacina contra o H1N1.

    Uma autópsia foi agendada para determinar se existe uma ligação entre a vacina ea morte do paciente, que sofria de doença cardíaca crônica, mas branda, de acordo com o artigo.

    Até agora, apenas 4 pessoas morreram de gripe suína na Hungria.

    A vacina contra o H1N1 na Hungria está sendo fornecida pela fabricante local de vacinas Omninvest. O governo encomendou seis milhões de doses que supririam cerca de 60% dos 10 milhões de habitantes da Hungria.

    Suécia: Homem Morre 12 horas

    Enquanto isso a agência sueca de medicamento está investigando a morte de um homem que ocorreu apenas doze horas após receber a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1), apesar de até agora não ter sido estabelecida uma relação causa-efeito.

    Num primeiro relatório publicado no seu site na Internet sobre as reações adversas da vacina Pandemrix (GSK) registadas na Suécia, a agência do medicamento refere cerca de 100 casos, dos quais seis avaliados como graves, um dos quais resultou numa morte.

    O homem padecia de aterosclerose grave, o que lhe provocava sérios problemas no funcionamento dos órgãos. A vítima sofreu uma dor de peito antes de morrer.

    Em portugal, a subdiretora-geral da Saúde disse ainda que "não há qualquer evidência científica sobre os possíveis efeitos negativos da vacina contra a gripe A. Mas já há alguma evidência científica sobre a segurança da vacina".

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    Não há evidências científicas? Talvez para aqueles usam se utilizam da pseudo-ciência para avançar com suas agendas. Ou talvez não saibam da relação da vacina com a síndrome de Guillain-Barre (GBS), que em 1974 matou e deixou com seqüelas centenas de pessoas. Ou dos efeitos negativos do esqualeno, cujo uso na vacina contra o Anthrax comprovadamente causou a sindrome da guerra do golfo, ou ainda do perigoso uso do mercúrio como preservativo, que é associado com o autismo e vários outros problemas neurológicos.
    Antes de se precipitar e ir atrás da mídia, que de forma histérica sugere que a vacina é a única solução para o que dizem ser um "cataclisma de proporcoes globais", faça sua própria pesquisa e tome uma decisão informada.

    As autoridades de saúde de Portugal tentam em vão defender que a vacina não teve relação alguma com as mortes e de que é segura e eficiente, e que estas mortes foram apenas uma coincidência. Parecem estar seguindo o mesmo padrão de desinformacao que vimos desde semanas atrás: autoridades americanas afirmando que haverão mortes após a vacinação, mas que nao seriam diretamente ligadas a vacina, para tentar evitar qualquer associação óbvia no futuro. Na Inglaterra, onde semanas atrás uma garota morreu depois de receber uma vacina contra o HPV (que poderia causar o câncer de colo de útero), "exames" suspeitíssimos mostraram que a garota, que se apresentava saudável, teria um tumor gravíssimo, que teria causado a sua morte súbita.

    Engraçado também como quando alguém por causa da gripe suína com um problema de saúde pré-existente, é registrado como causa da morte a gripe suína, e ponto final. Mas se alguém com um problema de saúde pré-existente morre depois de tomar a vacina então é registrado como causa o problema de saúde pré-existente e não a vacina.

    Fontes:
    Times of Budapest: New treatment in flu vaccine controversy

    The Flu Case: FOURTH VACCINE DEATH REPORTED IN SWEDEN

    Notícias relacionadas :

    Vacinas : um tema controverso II

    Este texto foi escrito pela Juty Chen, tem muita informação interessante e ela autorizou a publicação aqui. Aproveitem…
    “Desmistificando as vacinas uma por uma:
    1o. Mês: BCG
    O próprio de Lamare explicita: “a BCG não evita a tuberculose. Se a criança apesar de vacinada estiver em contato mais ou menos constante com pessoa contagiante, pode apanhar a doença. Entretanto, a criança vacinada pelo BCG se defenderá muito melhor do que a não-vacinada; a vacina evitará que a tuberculose adquira formas graves, etc..”
    Depois você procura entender como é adquirido tuberculose por um bebê:
    “A infecção decorre, geralmente, da convivência prolongada e íntima que caracteriza a vida em família… o contágio, direto ou indireto, constitui importante método de transmissão.. A introdução do bacilo da tuberculose no corpo humano, não é, invariavelmente, seguida do desenvolvimento da doença… A incidência maior entre as raças negra e mestiça está ligada a fatores socioeconônicos, como precariedade de sistemas sanitários…. Cidades com superpopulação, com poucos lugares ao ar livre e com sol, subnutrição e moradias inadequadas deverão ser os fatores responsáveis.
    Recentemente, o filho de uma amiga minha, que é jornalista da Folha de SP, pegou tuberculose, através do sistema de ar-condicionado no prédio onde trabalha, mesmo tendo sido vacinado quando criança.
    Se você tem uma pessoa tuberculosa na família, é obrigada a conviver com ela e seu bebê, num cubículo diminuto de uma favela, com poucos lugares ao sol, não tem um sistema de esgoto e vive sob o espectro da desnutrição, recomendo que você dê a vacina ao seu bebê. Porque o Estado não é capaz de te dar saneamento básico. Mas uma ampola de vacina, ele é capaz de te pagar, para você continuar vivendo na favela, e ainda faz propaganda de que protege a infância.
    Deveria se chamar vacina-para-países-sem-planejamento-urbano.
    Consultei o calendário de vacinação de um livro de pediatria britânico da década de 90. (The Great Ormond Street Boof of Baby and Child Care). A BCG era recomendada para ser tomada durante a infância ou entre 10 e 14 anos, e não para ser aplicada em bebês com menos de 1 mês.
    Eu fiquei curiosa e pedi para minha irmã me trazer da Bélgica, o calendário de vacinação de crianças de um país super-desenvolvido. Afinal, Bélgica é a Bélgica. Ela me trouxe o calendário de 2004 e … não tem BGC! Na Alemanha, fiquei sabendo depois por uma mãe, a BCG também não está no calendário.
    1o. Mês: Hepatite B
    A hepatite B é transmitida através de relação sexual e contato com plasma sanguíneo. Contato por transfusão é difícil, pois os bancos de sangue são controlados. Geralmente profissionais de saúde precisam tomar esta vacina.
    Agora o estilo de vida que nossos filhos precisam ter para contrair hepatite B durante a adolescência: praticar sexo inseguro (sem camisinha) com um ou mais parceiros, uso de drogas injetáveis, compartilhando seringas usadas.
    Você concorda que se seu filho tiver esse estilo de vida, hepatite B vai ser o menor dos problemas? Antes vem gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e temporadas em clínicas de dependentes químicos.
    Até o 6º mês, o bebê não produz anticorpos, a vacina proporciona uma imunidade transitória, portanto são necessárias doses de reforço de 2 em 2 meses. Até o 6o. mês, o bebê irá tomar, de acordo com o calendário brasileiro, 3 vezes a Sabin (pólio), 3 vezes a tríplice bacteriana (DPT) e 3 vezes a anti-hemophilus. O maior paradoxo é que se você ler todas as doenças que eu explicar aqui, verá que até os 6 meses, no seu caso e no meu, que vivemos em boas condições “sócio-econômicas”, as vacinas não tem o menor sentido.
    Se você não se sentir seguro para deixar de vacinar seu filho, pelo menos adie até que seu sistema imunológico esteja maduro. No mínimo economizará umas 4 picadas de injeção.
    E sobre Hepatite B, tem esse trecho retirado do livro “Poisoning of Generations” de Mark Sircus (um dos colaboradores da Vacina Veritas):
    “Aproximadamente 50% dos pacientes que contraem a hepatite B têm baixo crescimento viral e uma resposta muito rápida do sistema imunológico, portanto não desenvolvem nenhum sintoma, derrotam o vírus e ganham imunidade por toda a vida. Outros 30% têm sintomas de uma gripe, neste caso também a hepatite passa não diagnosticada, elas derrotam o vírus e desenvolvem imunidade por toda a vida. Aproximadamente 20% dos pacientes têm um crescimento viral maior e uma resposta lenta do sistema imunológico, portanto ficam doente o bastante para serem diagnosticados como sofrendo de hapatite B. A grande maioria derrota o vírus e adquire imunidade por toda a vida. Raramente (<5% das pessoas) se tornam portadores crônicos do vírus.
    Em torno de dois décimos de 1% ficam doentes, não derrotam o vírus, e morrem por terem desenvolvido complicações no fígado. Estas poucas mortes podem ser atribuídas a fatores outros do que a voracidade do vírus, visto que a maioria é capaz de gerenciar a doença muito bem, sem intervenção, dependendo das defesas de um sistema imunológico saudável. A voracidade do vírus é constante; é a relativa força ou fraqueza do hospedeiro a variável mais importante?”
    2o. Mês: Pólio
    Poliomielite. A transmissão ocorre via ingestão de fezes de outra criança com poliomelite. Um espanto. Geralmente ocorre em locais com saneamento precário. Você adivinhou: água. E as moscas pousando sobre a comida podem veicular essa doença também.
    Agora imagina um lugar em que moscas pousam sobre o cocô de uma criança e vêm depois pousar na comida de seu filho.
    Deveria se chamar vacina-para-países-sem-saneamento-básico.
    Minha bebê até os 6 meses só mamava no peito, então ela estava fora do risco de contrair pólio (Era completamente desnecessário dar 3 vezes a Sabin neste período). E mesmo que não mamasse, que mãe seria tão relapsa para dar comida de boteco a um bebê?
    Agora que começou com papinha, sou eu quem prepara a comida dela e com bastante cuidado para não pousar nenhum inseto. Moramos num local com condições sanitárias boas. Foi a única vacina que deixei o Sérgio (meu ex-marido) aplicar, porque ele estava quase surtando. Para mim virou vacina-para-parar-de-quebrar-o-pau-com-o-Sérgio, pois não conseguia convencê-lo de maneira alguma a viver sem vacinas.
    Rezei para ela não pegar pólio com a própria vacina, pois desde que a poliomielite selvagem foi erradicada no Brasil há 10 anos atrás, os únicos casos de contaminação foram crianças que tomaram a vacina (contêm o vírus enfraquecido, mas vivo).
    Existe a Salk que vem com o vírus inativo, mas aqui no Brasil, os laboratórios só importam a Salk combinada na penta (Salk + DPT + Hemophilus). Não existe a vacina isolada, porque não há interesse comercial de importação, bem entendido.
    E olhe o que você leva de brinde.
    2o. Mês: Difteria (D)
    É uma doença contagiosa que forma placas brancas ou cinzentas na garganta e podem levar à sufocação. Começa com uma febre e a criança inapetente. É mais freqüente em lugares de clima frio (como moramos em um país tropical, e com o aquecimento global….). As placas se formam na garganta, úvula, céu-da-boca, etc.. Mães tranqüilas conseguem observar a boca do filho e avisar o médico. Mães nervosas e pediatras idem já ministram antibióticos sem parar para perguntar.
    Pode matar. Tem cura, se diagnosticada desde cedo.
    Antibióticos podem mascarar o diagnóstico, pois a cultura do material recolhido, pode demorar de 5 a 7 dias para se mostrar positiva. É muito importante que o diagnóstico seja feito nas primeiras 48 horas, pois o soro anti-diftérico é mais eficiente neste período. Aqui entra a importância do diagnóstico clínico (aquele feito no olho, por pediatras experientes, coisa em falta ultimamente).
    Podemos chamá-la de vacina-contra-médico-ruim-que-diagnostica-antibiótico-para-qualquer-febre.
    Melhor do que melhorar a qualidade dos pediatras, dá-lhe vacina em todas as crianças.
    Essa vacina tem validade de 10 anos. Isso quer dizer que eu estou há mais de 20 ou 30 anos sem imunização. Corro o mesmo risco da minha filha, de pegar difteria.
    2o. Mês: Coqueluche (P-ertussis)
    Coqueluche não mata, o que mata são as complicações decorrentes quando não tratada. É uma gripe com tosse muito forte. Típico de países frios. Tanto a coqueluche quanto a difteria eram comuns em na Europa e nos EUA, no início do século passado. O contágio, como a gripe, se dá com o convívio em ambientes fechados. Como moramos num país tropical… importamos tudo dos países frios… desde ternos que são usados no verão, até vacinas contra doenças que são comuns no frio. Alguém me disse que o melhor vendedor do mundo é aquele que vende geladeira para o esquimó. A indústria farmacêutica é então, a melhor vendedora do mundo.
    Esta é a vacina que mais causa reações nos recém-nascidos. Desde inflamações, até febres. Existe uma versão acelular, segundo se apregoa, causa menos efeitos colaterais.
    Dizem que a não-vacinação privilegia crianças mais abastadas, pois estas têm acesso mais rápido a tratamentos médicos. Então esta deveria se chamar vacina-para-países-que-não-dão-assistência-médica-para-os-pobres.
    2o. Mês: Tétano (T)
    Vacina contra tétano. Os bacilos do tétano vivem no cocô de cavalo. Antigamente, quando os cavalos puxavam charrete pela cidade e tinha cocô de cavalo para todo lado, as crianças que brincavam na rua e se machucavam com cortes perfurantes, tinham uma grande probabilidade de contrair tétano. Costumavam-se adubar jardins com cocô de cavalo. Justo o lugar onde crianças costumam brincar.
    E tétano mata.
    A vacina contra tétano tem validade de 10 anos.
    Em 2004, minha mãe conheceu um menino de 12 anos, que sofreu um corte perfurante, contraiu tétano e morreu. Provavelmente esse menino foi imunizado quando criança. Ironia das ironias. Pegou tétano quando a vacina expirou. Outra ironia: o pai é médico. O menino mostrou o corte, o pai achou que não era nada e quando foram socorrer, era tarde demais.
    Essa deveria se chamar vacina-para-pais-que-não-prestam-atenção-nos-filhos.
    Detalhe, existe uma profilaxia contra o tétano após ferimentos e a doença pode ser tratada logo no início com soro anti-tetânico. Ela tem cura.
    Qual foi a última vez que você tomou uma vacina contra tétano? Eu, pelo que me lembre, há mais de 20 anos. Estou vivendo há 20 anos sem proteção nenhuma contra o tétano. E continuo vivendo.
    Dar esta vacina para um bebê que nem consegue se virar? Ainda repetir 2 vezes até completar 6 meses? Pense no seu bebê com 6 meses. Sequer consegue sentar. Uma pergunta que eu faço: Porque dar vacina aos bebês tão cedo?
    2o. Mês: Anti-hemophilus
    Um tipo de gripe. Epidemias são comuns em bebês que ficam em creches. Não mata, é tratável.
    Deveria se chamar vacina-para-pais-que-deixam-filhos-em-creches.
    3o. Mês: 2a. dose da Hepatite B
    4o. Mês: 2a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano) e da Anti-hemophilus
    6o. Mês: 3a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano) e da Anti-hemophilus
    7o. Mês: 3a. dose da Hepatite B
    9o. Mês: Sarampo
    Vacina contra sarampo. Pode matar…crianças desnutridas. Outra vacina para país subdesenvolvido. Sarampo é tratável. É uma típica doença infantil, pois só se pega uma vez na vida. Nos países de clima quente, o sarampo é geralmente benigno (amo viver num país tropical)
    Deveria se chamar vacina-para-países-que-não-conseguem-garantir-uma-infância-nutrida.
    12o. Mês: Catapora
    Outra típica doença infantil, também se pega uma vez na vida. Pode trazer complicações se adquirida na idade adulta, ou seja, assumir formas mais graves. Não mata, é tratável.
    Uma leve febre. Formam-se vesículas pelo corpo que se rompem, formando crostas. As crostas (casquinhas pretas) se desprendem depois de 15 a 20 dias. A catapora provoca prurido. Algumas pessoas confundem com urticária ou alergia. Só que alergias não provocam febre.
    Detalhe, meninas que pegaram catapora transmitem a imunidade para a prole, através do leite materno. Meninas vacinadas, não.
    15o. Mês: Rubéola
    Idem à catapora. Típica doença infantil, pega-se uma vez e imuniza para o resto da vida. Não mata, é tratável. É bom para meninas.
    Uma gestante que contraia rubéola nos 3 primeiros meses de gestação, pode afetar gravemente seu feto. Mas a rubéola no final da gravidez não tem efeitos maiores. De qualquer forma, isso poderia ser evitado com um pré-natal cuidadoso. Se a mulher pretende engravidar e não teve rubéola, pode-se tomar a vacina. É a única implicação.
    Deveria se chamar vacina-para-falta-de-planejamento-familiar.
    15o. Mês: Caxumba
    É um vírus que provoca parotidite, ou seja comprometimento das glândulas salivares, comumente designado pelo povo como “papeira”.
    Tratável, típica doença de infância, são raros os segundos ataques. Não mata, requer apenas repouso e dietas à base de sopas.
    15o. Mês: 2a. dose de Sarampo
    16o. ao 18o Mês: 4a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano)
    Algumas vacinas estão fora do calendário oficial, mas são boas para as clínicas de vacinação particulares fazerem um terrorismo nos pais.
    Meningite
    É uma vacina que é indicada para períodos de epidemia, tendo em vista seu breve período de imunização. As vacinas disponíveis são para a meningite tipo A e C. Geralmente as epidemias são causadas pelo tipo B. Só existe uma vacina produzida em Cuba que imuniza contra o tipo B, e a experiência mundial sobre ela é muito pequena (Em outras palavras, não foi aprovada pelo FDA. O que não é bom para os Estados Unidos, não é bom para o mundo).
    Tenho uma amiga que vacinou o filho, porque tinha um conhecido que faleceu na idade adulta de meningite. Apesar de tecnicamente, a vacina não ter mais efeito em seu filho hoje, o psicológico dela está ótimo. Ela está crente que o filho dela está protegido contra meningite.
    Deveria se chamar vacina-para-pais-pouco-informados-sobre-meningite.
    Rotavírus
    Uma doencinha chata. Tem cura é tratável. Pode causar diarréias que são perigosas para as criancinhas. Não tratada, a diarréia (não o rotavírus) pode matar. Índice nos EUA de mortalidade para crianças com rotavírus com rápido acesso a instituições de saúde: zero. Índice de mortalidade das crianças vacinadas pela primeira geração de vacina contra rotavírus: 1 para cada 30.000 por um efeito colateral chamado intussuscepção. Estou enviando a seguir, um histórico do desenvolvimento da vacina contra rotavírus para você avaliar as contradições e a força da indústrica farmacêutica para colocar uma nova vacina no mercado, especialmente para inserí-la no calendário de vacinação de países do terceiro mundo.
    Como no Brasil se tornou uma vacina opcional, olha o argumento usado para comercializar essa vacina para pais de classe média e alta, justamente os que tem mais acesso a instituições de saúde e que não precisariam dela: os pais não precisam perder noites, nem dias de trabalho, em prontos-socorros, com os filhos.
    Deveria se chamar vacina-para-pais-trabalham-demais-e-não-tem-tempo-para-seus-filhos, e se pais pensam nesse argumento para vacinar seus filhos contra rotavírus, deveria se chamar vacina-para-pais-que-não-mereciam-ter-tido-filhos.
    Gripe
    Vacina contra gripe. Eu tenho uma experiência pessoal pois eu tomei essa maldita vacina.
    Eu estava há 3 anos sem pegar um resfriado sequer. Resolvemos vacinar todo mundo na empresa, porque quando essa vacina apareceu, era novidade e todo mundo queria experimentar. Imagina reduzir significativamente as faltas dos funcionários por motivos de doença. A idéia era sedutora.
    Depois que eu tomei, fique pegando uma gripe depois de outra nos 2 anos subsequentes. Além disso, a vacina tinha uma contra-indicação para pessoas que eram alérgicas a clara de ovo (deve ter albumina). Resumo, peguei uma alergia, fui fazer um exame de sangue, para minha surpresa era alergia a clara de ovo!!! Coisa que nunca tinha tido antes. Um espanto.
    Dar para minha filha, nem pensar.
    Resumo das Vacinas
    * Você achou alguma vacina útil para seu estilo de vida?
    * Nem todas as vacinas garantem 100% de imunização. Crianças que chegaram a ser vacinadas contra catapora, coqueluche, podem pegar estas doenças do mesmo jeito.
    * Os estudos sobre as vacinas desconsideram os efeitos colaterais. Estudam os efeitos por apenas um tempo após a aplicação. Desconsideram os demais efeitos ou os consideram irrelevantes. No caso da gripe, eu desenvolvi alergia à clara de ovo, 6 meses depois da vacina!! Para mim, isso foi relevante.
    * Tomei um antibiótico (Tequin) por 10 dias e desenvolvi uma alergia com mialgia (dor por todo o corpo) após 12 dias, 2 dias depois de parar com o antibiótico. O médico disse que era impossível ter sido causada pelo antibiótico. Eu li depois na bula, que o Tequin atacava as cartilagens. Exatamente as dores que eu sentia pelo corpo e em todas as articulações. Para mim, isso foi relevante!.
    * Um fato sobre vacinas: seus efeitos colaterais são seguramente reportados pelos pediatras como doenças diferentes.
    * Outro fato sobre vacinas: não existem estudos com grupos de controle! Isso é um espanto. Não existe um estudo conduzido com grupos de crianças vacinadas e não-vacinadas, uma vez que é considerado direito de toda criança ser vacinada. Para mim, essa é a irregularidade mais gritante, pois não existe base científica para se formular estudos comparativos. Por isso que, de ambos os lados, pró-vacinação e contra-vacinação, o que existem são estatísticas facilmente manipuladas ao sabor da opinião e conjecturas. Por exemplo:
    * Os grupos americanos que defendem a não-vacinação buscam correlação das vacinas com o aumento de autismo com o mercúrio contido nas mesmas. Para isso, possuem apenas estatísticas como o aumento da curva de autismo muito superior ao esperado (pelo aumento vegetativo da população), coincidindo nos últimos 20 anos com o aumento da quantidade de vacinas do calendário obrigatório. O lobby destes grupos forçou o Congresso americano a retirar o mercúrio das vacinas. No Brasil, como o mercúrio (timerosal ) é utilizado como conservante, a sua retirada aumentaria os custos pois obrigaria cada dose a ser embalada individualmente. As vacinas (antitetânica, DT, hep B e DPT) produzidas pelo Instituto Butantã contém 200 microgramas de Timerosal, o que significa 100 microgramas de mercúrio: 4 vezes a mais que as vacinas americanas (25 microgramas). Essa pequena quantidade nas vacinas americanas já causou um movimento imenso na sociedade para sua retirada.
    Enquanto que aqui no Brasil, continuamos a envenenar nossas crianças. Essa quantidade de mercúrio já é suficiente para poluir 20 litros de água, tornando-a imprópria para consumo, de acordo com a EPA (Environment Protection Agency). Quantos litros de sangue tem um bebê?
    Debaixo desse raciocínio é que a OMS calcula ser melhor continuar com o timerosal nas vacinas do que aumentar os riscos de faltar vacinas no terceiro mundo, por aumento de custos de fabricação. O raciocínio das políticas de saúde são baseados em estatísticas populacionais e não em indivíduos. Dentro desse raciocínio, casualidades são apenas números.
    Desculpe, minha filha não é mais um número nas estatísticas. Para mim, ela é unica. Se cada um defende seus interesses, eu preciso defender os meus.
    Os mesmos grupos observaram a queda dos índices da síndrome de morte súbita nos bebês de até 6 meses, quando o Japão decidiu atrasar a idade mínima para início das vacinações.
    Os pais têm o direito de ler a bula das vacinas e discutir exaustivamente com os profissionais de saúde sobre uso e implicações das mesmas.
    Na dúvida, use o bom-senso. Eu baseei minha argumentação em estilo de vida. Fora estas 14 doenças acima para as quais existem vacinas, existem outras centenas para as quais não há vacinas. Angustiar-se pelas doenças que seu filho pode pegar ou não, é passatempo para pais hipocondríacos.” Juty
    Gostaria de agradecer a Juty e dizer novamente que essa decisão de vacinar u não é uma decisão muito difícil e que deve ser tomada baseada em informação confiável.Setembro 6, 2008 por Vir Brandi

    sábado, 24 de outubro de 2009

    Para a Gripe A, vacina contra a gripe...das aves!

    Está com medo do novo surto gripal que nos anunciam? Costuma seguir os dados diários de casos e vitimas da gripe A, como quem segue o boletim meteorológico?


    Não tenha medo, vacine-se. Fique sabendo que existem no mercado, devidadamente autorizadas, três vacinas recomendadas para combater a gripe...das aves!


    No último mês de julho 2009, a EMEA (a Agência Europeia do Medicamento) autorizou a colocação no mercado de uma vacina, chamada puerilmente de "pré-pandémica", Pandemrix, do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline.

    Esta é composta pelo virus inactivado H5N1 (da gripe das aves!) e adjuvantes (não especificados!).


    Já tinham sido autorizadas as vacinas Daronrix também da GSK e oFocetria da Novartis, todas elas com os virus inactivos da gripe H5N1, A/Vietnam/1194/2004 NIBRG-14 .


    Todos os especialistas estão de acordo para referir que o principal problema da gripe A, seria a sua possível mutação e por consequência uma maior mortalidade.


    Não deixa de ser curioso as pessoas poderem ser injectadas com uma vacina à partida concebida para combater a gripe aviária.


    A explicação da EMEA, é que esta vacina induz uma resposta imunitária inespecifica e que portanto poderá ser util no combate a uma pandemia que comporta númerosas incógnitas.


    A Pandemrix foi testada em apenas 400 pessoas. A EMEA chama a atenção para alguns efeitos secundários e para a necessidade de grande vigilância após a vacinação. Após a vacinação !


    Na realidade o que aconteceu foi que com a o medo criado com a gripe das aves, que não chegou a pandemia, os principais produtores de vacinas tinham-se preparado para uma vacinação em massa.


    O grande stock existente tinha de ter alguama utilidade comercial...





    Convém lembrar que a gripe das aves tem uma mortalidade superior a 60%, enquanto que a gripe A, actual, menos de 1%, muito inferior aliás à gripe sezonal.





    A comercialização destas vacinas deveria ser proibidada, dado o potêncial perigo mutagénico da gripe A, sem falar dos efeitos secundários.





    Mais uma vez se demonstra, que organismos em que todos nós confiamos, por serem aparentemente idónios, estão subjugados aos interesses comerciais da industria farmacêutica, pondo em risco a saúde pública.




    http://www.emea.europa.eu/humandocs/PDFs/EPAR/pandemrix/H-832-fr1.pdf


    http://grippeaviaire.veille.inist.fr/spip.php?breve440