http://i944.photobucket.com/albums/ad285/elaynemarkes/Semttulo-2.jpg

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dossiê de investigação sobre as Vacinas da gripe A

Todas as informações contidas neste Dossier não são fruto da imaginação do autor nem são especulações sem base científica. São fruto de longas pesquisas na internet e também offline em jornais e livros sobre efeitos secundários das vacinas. Portanto não podemos ser criticados por falta de bases científicas. Serão mencionadas todas as fontes de informação, informações oriundas de jornais, websites de saúde e alguns(as) médicos(as), portanto não podemos ser processados de forma alguma, estamos somente a divulgar informações que já são públicas e de outras fontes.. Credíveis. Não aconselhamos ninguém a evitar a vacinação, pois não podemos fazer juízo médico, cada pessoa é livre de decidir o que quer fazer com a própria saúde, nós somente divulgamos informações sobre as vacinas, portanto não podemos ser acusados de nada. Acreditamos que as pessoas têm DIREITO à liberdade de escolha, a vacinação não deveria ser obrigatória mas sim uma opção de escolha do cidadão.

Para mais informações visite : www.pandemia-h1n1.com
Visite também: http://www.pandemia-h1n1.com/opinioes.htm e veja a opinião de médicos em todo o mundo.

O surto de Gripe A H1n1 surgiu apenas em Maio de 2009, como é possível a patente da vacina h1n1 ter sido registada a 28 de Agosto de 2008 ? Os Média dizem que a vacina estaria disponível apenas no Inverno de 2009 porque levaria meses a ser produzida. Então como é possível a patente ter sido registada em 2008 pela Baxter International ..? Isso prova que eles planeavam lucrar com a venda de milhões de doses da vacina, tudo se trataria de um negocio. Patente US 2009/0060950 publicada a Março de 2009 ( um mês antes do vírus surgir no México ) e a patente foi criada UM ANO ANTES .

Documento original em pdf , onde poderá fazer download, aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/baxter.pdf

Então se a patente para a Vacina foi registada em 2008, significa que eles conheciam bem o vírus para produzir a vacina antecipadamente. O vírus foi criado em laboratório ? Sim, experiências para “ressuscitar” o vírus da pandemia Espanhola de 1918 ,começaram há anos. ( Utilizavam o argumento furado ,de que seria para “estudar” o vírus ). « Cientistas recriam vírus da Gripe Espanhola » Artigo do site Terra.com.br : http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI696010-EI238,00.html

Artigo na Globo.com :

Folha Online :

O vírus não é natural, a sua mistura genética sugere que foi uma mistura criada artificialmente. O Reuters menciona que este vírus h1n1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária , gripe suína asiática e europeia e gripe Humana ( uma mistura nunca vista antes e com menos de 1% de chances de ocorrer naturalmente ). Link aqui : http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/N24524032.htm

The virus is an influenza A virus, carrying the designation H1N1. It contains DNA from avian, swine and human viruses, including elements from European and Asian swine viruses, the CDC has said. [nN23355101] ( Center for Disease Control : Centro de Controle de Doenças)

Eles sabiam que a Pandemia haveria de voltar, foi “Intuição”, “Adivinhação” ? Ou já sabiam o que iriam programar ? Em 2005 ( portanto há 4 anos atrás) a revista Super Interessante publicou um artigo «E se houvesse uma epidemia Mundial de gripe ? » Link Aqui : http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_397656.shtml

Mais informações aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/h1n1.htm

Efeitos secundários das Vacinas :

A vacina contra a gripe parece não ser efectiva para prevenir a hospitalização infantil por causa da gripe, especialmente para as crianças que sofrem de asma. As crianças que tomam a vacina têm, inclusive, mais chances de ser hospitalizadas. Apesar de ter sido descartado o facto de que a vacinação está relacionada com o desencadeamento da asma, a efectividade da vacina também não foi bem estabelecida. O Dr. Avni Josh da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota desenvolveu um estudo que visa avaliar a eficácia da vacina TIV em crianças de modo geral, assim como em crianças com asma, para prevenir o internamento por motivos relacionados a gripe. Foi elaborado um estudo com crianças de 6 meses a 18 anos avaliadas na clínica, que tiveram gripe, durante um período de dez anos. Foi detalhado quem recebeu a vacina, quem sofre de asma e quem foi hospitalizado. Eles descobriram que crianças que tomaram a vacina, tiveram um risco três vezes mais alto de hospitalização, comparado com crianças que não foram vacinadas. Artigo completo Aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/vacinas.htm

Fonte de Informação : Website Science Daily : http://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519172045.htm

ANTIVIRAL TAMIFLU com efeitos psíquicos secundários, tendências suícidas , etc. As autoridades da Coreia do Sul anunciaram esta semana que estão a preparar um alerta aos profissionais de saúde sobre os possíveis efeitos secundários de ordem psíquica do Tamiflu, um medicamento contra a Gripe também disponível em Portugal. "Prevemos publicar um alerta específico aos médicos e aos farmacêuticos advertindo-os para informações recentes de suicídios e comportamentos estranhos de pacientes que tomaram o medicamento", afirmou Shin Joon-soo, um responsável da agência sulcoreana de controlo dos medicamentos e alimentos. As autoridades nipónicas lançaram na quarta-feira um alerta contra a prescrição deste antiviral a adolescentes, na sequência de uma crescente inquietação sobre o risco de efeitos psíquicos secundários do medicamento. A 27 de Fevereiro, um rapaz de 14 anos medicado com Tamiflu suicidou-se ao atirar-se de um 11º andar em Sendai, no norte do Japão, seguindo o exemplo de uma rapariga da mesma idade que estava a tomar o mesmo medicamento e se lançou igualmente do alto de um edifício no centro do país. Notícia do PORTAL ALERT Saúde http://portal.alert-online.com/index.cfm?event=newsDetail&id=255018

FDA ( Food and Drugs Administration ) alerta para suicídios, delírios, associados ao Tamiflu. Link Aqui :
http://psychcentral.com/news/2006/11/15/fda-warns-about-suicide-delirum-associated-with-tamiflu

MÉDICOS :

Dr John Carlo Director Médico no Dallas County DCHHS ( Dallas County Human Health and Services ) ( E.U.A) , fala que o vídeo foi criado em Laboratório. Vídeo aqui : http://www.dailymotion.com/video/x9dnvn_h1n1-dr-john-carlo_news

Doutora Wilma J. Wooten Médica em San Diego County ( México ) , ela diz que não é ainda claro como é que pessoas ficaram expostas ao vírus. Alguns pacientes nem tinham tido contacto com porcos ou com pessoas infectadas. Link Aqui : http://www.infowars.com/swine-flu-is-deadly-mix-of-never-before-seen-viruses/

Dr Avni Josh : O Dr. Avni Josh da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota desenvolveu um estudo que visa avaliar a eficácia da vacina TIV em crianças de modo geral, assim como em crianças com asma, para prevenir o internamento por motivos relacionados a gripe. Eles descobriram que crianças que tomaram a vacina, tiveram um risco três vezes mais alto de hospitalização, comparado com crianças que não foram vacinadas. Link Aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/vacinas.htm

Drª Rebecca Carley Website: http://www.drcarley.com Fala acerca dos efeitos negativos das vacinas.

Dr. Wolfgang Perito alemão dr Wolfgang alerta para perigo da vacina h1n1 "O Dr. Wolfgang Wodarg é político e especialista em pneumologia, higiene e medicina ambiental. É Presidente da Comissão de saúde no Parlamento Alemão e no Conselho Europeu. O especialista em pneumologia Wolfgang Wodarg afirmou que existem muitos riscos associados à vacina para o vírus H1N1. A solução nutritiva para a vacina consiste em células cancerígenas de animais e ‘não sabemos se pode ocorrer uma reacção alérgica'.

Link aqui :
http://tinyurl.com/llmfff

E aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/news17.htm

«Não confie nos Laboratórios » Isso foi dito por um entendido na Matéria, o ex executivo da Pfizer , Peter Rost ) em entrevista para a revista «Época »

ÉPOCA – As práticas de venda da indústria farmacêutica colocam em risco a saúde da população mundial?

Rost – Não tenha dúvida. Basta lembrar o caso do Vioxx, anti-inflamatório da Merck Sharp & Dohme retirado do mercado em 2004 por causar ataque cardíaco em milhares de pessoas pelo mundo.

Ler a entrevista completa AQUI : http://www.pandemia-h1n1.com/news13.htm

Teresa Forcades , é freira espanhola mas também é enfermeira e Médica. Decidida a alertar a população para os riscos da vacinação contra o vírus da gripe A (H1N1), uma freira beneditina espanhola iniciou um movimento no YouTube. Mais do que alertar para os efeitos secundários, esta enfermeira e médica apela para que as pessoas “digam não à vacina”.

A freira aponta uma situação de alegada contaminação para fundamentar a sua posição. Refere especificamente que “um dos laboratórios responsáveis pela produção de vacinas contra a gripe A enviou uma vacina contaminada”. Como tal, diz: “Enquanto não se esclarecer esta situação não a quero para mim, para os meus filhos, nem para ninguém do meu círculo de contactos.” Fonte : jornal «Correio da Manhã »
http://tinyurl.com/ylk8k6s

vacina da gripe A, pode ser fatal
Pandemia: Documento secreto refere risco de paralisia e morte . A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte. O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças . A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.

O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina . A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas. Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica." Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos."

Publicado no Jornal «Correio da Manhã » a 17 de Setembro de 2009-10-22
http://tinyurl.com/yblpkhy

Link do jornal «Económico » também divulga a mesma Notícia : Link: http://tinyurl.com/naq479
O próprio Governo Britânico alertou para os perigos da Vacina, não entendo como é que os defensores da vacina dizem que estas “teorias de conspiração” são fruto de pessoas ignorantes e doidas. Foi o próprio Governo Britânico que alertou para os riscos da vacina. Vários médicos também alertaram, não serão provas suficientemente credíveis?

Tamiflu causou efeitos colaterais em crianças :
fonte: Globo.com e BBC Brasil Dois estudos divulgados na quinta-feira (30) com crianças britânicas mostraram que mais da metade das que tomaram Tamiflu, o remédio indicado para prevenção e tratamento da gripe suína, sofreram efeitos colaterais, como náusea, dores, insònias e até pesadelos.

Os estudos foram conduzidos por especialistas da Agência de Protecção de Saúde (HPA, na sigla em inglês) da Grã-Bretanha e publicadas no site da revista científica "Eurosurveillance". Num dos estudos, os dados foram recolhidos numa escola no sudoeste da Inglaterra. As crianças - de 11 e 12 anos de idade - começaram a tomar a medicação depois que alguns colegas foram diagnosticados com gripe suína. Os pesquisadores investigaram dados de 248 crianças que tomaram o remédio apenas para prevenção da doença. 'Comportamento estranho' "Cinquenta e um por cento tiveram sintomas como náuseas (31,2%), dor de cabeça (24,3%) e dor de barriga (21,1%). Apesar de algumas crianças estarem doentes com algum tipo de sintoma parecido com os da gripe, nenhuma estava infectada com o vírus A (H1N1)", diz o estudo.

Segundo a pesquisa, 77% das crianças fizeram o tratamento completo com Tamiflu e 91% usaram o remédio por pelo menos sete dias seguidos. Outro estudo do HPA em três escolas de Londres, também publicado no "Eurosurveillance", com 103 crianças mostrou que 85 delas tomaram a medicação para

se prevenir, depois que um colega de aula foi diagnosticado com a gripe. Uma das escolas chegou a ficar fechada por dez dias. Dos 85, 45 sofreram pelo menos um dos efeitos colaterais. Os mais comuns foram náusea (29%), dores estomacais ou cãibras (20%) e problemas de sono (12%), como insónia e pesadelos. Dezoito por cento sofreram efeitos neuropsiquiátricos, como falta de concentração, sensação de confusão, pesadelos e "comportamentos estranhos". O estudo foi conduzido em Abril e Maio, antes de o governo britânico parar de indicar o Tamiflu para prevenção. Actualmente o remédio é usado apenas para tratamento de pessoas já infectadas ou com suspeita. Link Globo.com :
http://tinyurl.com/yjsfuk7

Inglaterra: Uma Jovem morreu após ser vacinada.

Natalie Morton, de 14 anos morreu na segunda-feira após lhe ser ministrada na escola que frequenta em Coventry, a vacina HPV1 Cervarix que serve de prevenção ao cancro do colo do útero. De acordo com as autoridades de saúde britânicas, foi aberto um processo de investigação e todo o lote de vacinas, da qual foi retirada a que foi ministrada a Natalie foi posta de parte. A comunicação social revela que a jovem sofreu uma rara reacção à vacina que a terá conduzido à morte, embora as causas oficiais sejam desconhecidas. Por outro lado, as colegas de Natalie que também foram vacinadas sentiram naúseas e enjoos e foram enviadas para casa. Link «Correio da Manhã »
http://tinyurl.com/yhv7aj3

Embora seja a respeito de uma vacina diferente, a de prevenção ao cancro do colo do útero e não a da gripe A, isso mostra-nos que nem sempre as vacinas são SEGURAS

Há médicos e enfermeiros que recusam vacinar-se :

Fonte: Tvi 24Horas

http://tinyurl.com/yjlnvm3

«Médicos desconfiam da vacina da gripe A »
Jornal de Notícias, noticiado no TVI 24Horas

Link:

http://tinyurl.com/yfo5en6

«Em 1976 a vacinação MATOU MAIS do que o surto de gripe suína nos E.U.A »
A doença causou apenas duas centenas de casos e uma morte, mas a tentativa de contêla acabou deixando 500 doentes --e 25 mortos. Link “Folha Online” http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u559454.shtml

Gripe Espanhola de 1918 :

" … ‘Todos os médicos e pessoas que estavam vivos por altura da gripe espanhola, em 1918, dizem que foi a doença mais terrível que o mundo já viu. Homens fortes, num dia ainda saudáveis e robustos, estavam mortos no dia seguinte. A doença, além das características da peste, tinha as do tifo, da difteria, pneumonia, varíola, paralisia e todas as doenças contra as quais essas pessoas tinham sido vacinadas logo após a I Guerra Mundial. Quase toda a população fora contaminada com uma dúzia ou mais de doenças. Foi uma tragédia quando todas essas doenças começaram a declarar-se ao mesmo tempo. No auge da epidemia fecharam todas as lojas, escolas, empresas e até o hospital. Também os médicos e o pessoal de enfermagem tinham sido vacinados e tinham adoecido com a gripe. Afirmou-se que a epidemia da gripe de 1918 teria morto 20.000.000 pessoas em todo o mundo. Na realidade, elas foram mortas em consequência dos medicamentos e tratamentos grosseiros e mortais.’ Relatório de uma testemunha: ‘Só pessoas vacinadas adoecem’ (Fonte original: Eleanora McBean ‘Vacinação condenada’, com revisão e tradução de Hans Tolzin)". Fontes : http://tinyurl.com/y9r4bhr
Do original : http://www.impf-report.de

Como pode confirmar, não inventamos boatos sobre as vacinas, todas estas informações provêm de Jornais, sites científicos e médicos(as) e mencionámos todas as fontes de informação. Não podemos ser processados de forma alguma pois somente citámos informações que foram publicadas em jornais e websites ao público.

Porque será que existe tanta pressão para forçar as pessoas a tomar a vacina? Quem não se vacinar pode ser multado ou até preso por “colocar em risco a saúde pública”.

«não se pode propagar uma doença por falta de tomada de medidas preventivas e também é crime propagar a doença com intenção. » Ou seja, quem não tomar vacina não está a tomar as devidas medidas preventivas, logo estará sendo "negligente" e a contaminar os outros propositadamente, então poderá levar 1 a 8 anos de prisão, é o que está ali dito, de modo indirecto, mas está.

A notícia estava no Jornal de Notícias no seguinte endereço :

http://jn.sapo.pt/dossies/dossie.aspx?content_id=1332278&dossier=Gripe%20A A pagina já foi apagada, mas havíamos salvo uma screenshot :

Porém o Jornal « O Independente » tem um link sobre a notícia, recusar tratamento pode dar 8 anos de prisão. Link aqui :
http://www.ionline.pt/conteudo/5663-gripe-a-voce-pode-ser-preso-contagiar-os-outros

A 21 de Setembro de 2009 o jornal «Correio da Manhã » publicou na contracapa uma notícia informando que : Quem não declarar que contraiu gripe A , poderá levar uma multa entre os 100 a 10.000 euros. Primeiras duas mortes na Suécia devido à vacina da Gripe :
http://tinyurl.com/yfty28x

Médicos franceses ameaçam o Ministro da Saúde com acção legal contra os planos secretos de vacinação em massa:

Médicos e farmacêuticos franceses não demoraram para dizer ao Ministro da Saúde Rosalyne Bachelot que eles se opunham fortemente ao seu plano secreto em 19 paginas de vacinação mandatoria em massa de toda a população a ser iniciado partir do dia 28

de Setembro, ,com uma substância tóxica, com alta probabilidade de incluir microchip, e além disso com vacina de uma companhia sendo correntemente investigada pela policia por tentar deliberadamente desencadear uma pandemia na Áustria em fevereiro. Artigo completo aqui: http://tinyurl.com/yh6dnbh

Médicos Alemães contra a vacina e acusam Governo de mentir:
Reconhecidos Médicos alemães estão em revolta aberta contra a injecção de ‘gripe suína’, de acordo com o importante magazine alemão ‘Spiegel’. O Presidente da Sociedade Alemã de Clínicos Gerais e Medicina de Família, Michael Kochen, têm dito para clínicos gerais (GP) não darem o golpe da ‘gripe suína’ nos seus pacientes. O presidente da Associação de Médicos para Crianças e Pessoas Jovens, professor Wolframg Hatmann acusou o governo de fazer ‘alegações científicas falsas’. ‘O risco de danos é maior que o benefício, ’ disse Hartmann. “A vacina (de ‘gripe suína’) não tem sido testada nessas pessoas de forma nenhuma ( mulheres grávidas e crianças), e que é por isso que o risco de usar essa vacina à toa é muito grande, disse. Link do artigo aqui : http://tinyurl.com/yjc9bdn

Agência Europeia de Remédios (EMA) admite que a vacinação da gripe é uma autêntica experiência biológica : A Agência Europeia de Remédios (EMA), sediada em Londres e encarregada de rever a segurança da vacina da gripe pandémica admitiu que a OMS e as companhias de vacina estão conduzindo um experimento deliberado e propositado em larga escala nos povos da Europa e no resto do mundo através do uso de vacina cuja segurança não é conhecida. Link aqui :
http://tinyurl.com/ygvms6g

ALEMANHA: População receberá vacina diferente da dos dirigentes, funcionários do Estado e do Exército. A polémica abalou o País. Para o povo , foram encomendadas 50 milhões de doses de «pandemrix» fabricada pela GlaxosSmithKline (GsK) que contém adjuvantes, e para

funcionários públicos e soladados encomendaram 200.000 doses de «celvapan» ( fabricado pela Baxter ) que não contém adjuvantes. Fonte: «24 Heures »
http://tinyurl.com/yfq9qxb

O que podem os cidadãos fazer?
Por exemplo, falar com advogados. Na Bélgica , um grupo de mais de mil cidadãos ( Iniciativa Citoyenne H1n1 ) decidiram processar o Estado recorrendo a um advogado Georges Henri Beauthier. Link: http://initiative.citoyenne.over-blog.com

Nos E.U.A foi iniciada uma acção de Justiça junto a Corte Federal em Washington, em nome do pessoal de saúde do Estado de N.Y

Links úteis : www.pandemia-h1n1.com www.theflucase.com
http://provafinal2012.blogspot.com http://realidadeoculta-novo.blogspot.com

Pense, pesquise por si mesmo(a), antes de tomar qualquer decisão que diga respeito à sua saúde e ao seu futuro. Imprima este documento, divulgue entre amigos(as) e familiares. Ou então divulgue em formato digital, por emails, ou em sites de partilha de documentos como o : scribd.com , 4shared.com e similares…
Obrigado


Dr. Ségio Vaisman - Vacina anti-gripe A (tomar ou não tomar?)


Dr. Sérgio Vaisman - Médico, especialista em Cardiologia e Nutrologia e se dedica à prática de Medicina Preventiva. Professor de pós-graduação nas áreas de Bioquímica e Bio-molecular, autor de várias publicações científicas. Profere aulas em Universidades de Portugal e Itália.

 - Muitas pessoas tem me perguntado se devem tomar a vacina propagada pelo Ministério da Saúde contra a gripe A, neste ano. Vários artigos foram escritos e disseminados pela Internet colocando em duvida o fato de se vacinar.

Para responder à pergunta, dando MINHA OPINIÃO, quero voltar atrás alguns anos e fazer uma analise sobre a gripe aviaria que colocou a população mundial sob expectativa catastrófica.

Se nos lembramos bem, a gripe aviaria iniciada na Ásia foi prevista como avassaladora e capaz de matar um grande numero de habitantes da Terra.

Vários governos se juntaram para encontrarem soluções de proteção até que foi dada a missão de Superman ao conhecido TAMIFLU, medicamento antivirotico que seria capaz de curar pacientes portadoras desse vírus.

Por mais aterrorizante que fosse a expectativa de grande epidemia, dados oficiais mostraram que a gripe aviaria matou 153 pessoas no mundo, em 3 anos.

"Apos isso, órgãos oficiais dos Estados Unidos e Grã-Bretanha acabaram por admitir que o Tamiflu, alem de capaz de produzir efeitos colaterais sérios, não era capaz de combater a gripe".

Algum tempo passou e surgiu a gripe suína, talvez mais aterrorizante do que a primeira. Expectativas catastrofistas previram verdadeira mortificina durante o inverno de 2010 no hemisfério norte e você ouviu bem o que aconteceu? Apesar de rigorosissimo inverno, pessoas contraíram gripe como em todos os anos e, para frustração de muitos, principalmente fabricantes de medicamentos e vacinas, o inverno está por terminar e a gripe não veio da maneira que se aguardava.

O governo brasileiro lançou campanha para vacinar 90 milhões de pessoas contra a gripe A. Essa vacina, conforme afirmação de órgãos científicos reconhecidos, foi fabricada às pressas, sem os devidos cuidados de respeito ao tempo de maturação e não se sabe se poderá imunizar ou não e trazer complicações clinicas a varias pessoas que a tomarem.

Apesar de se tratar de um vírus novo, como todos os vírus de gripe, as mutações são inevitáveis e as vacinas são produzidos com vírus antigos que, certamente, não existem mais.
A verdade é que nos não possuímos uma defesa medicamentosa contra o H1N1 porque a doença propriamente dita ainda não existe como transmitida entre as pessoas.

Como o vírus é mutante, o mais importante é que mantenhamos nosso organismo dentro das melhores condições de defesas para que, se contrairmos um tipo qualquer de gripe, não nos apavoremos e sejamos capazes de combater com nossos próprios recursos orgânicos a maldita “epidemia” que nos foi convencida pelos propaladores do pânico.

Concluo afirmando que é de livre arbítrio submeter-se à vacinação contra gripe A mas, pelo fato de que o próprio FDA não endossa este lote a ser aplicado, devemos pensar duas vezes antes de nos comportarmos como “bois de manada” e seguirmos aquilo que nos for ordenado como sendo a melhor conduta.

Frente a qualquer doença, o medo e o pânico são os maiores facilitadores da disseminação e de conseqüências mais graves.

Acho que nosso próprio governo também não está muito convencido dos benefícios que a população poderá vir a ter com esta medida.

(março de 2010)

domingo, 16 de maio de 2010

Biliões gastos com uma pandemia (swine flu) que nunca chegou...

The Independent2010-05-16
The spectre of plague stalked the world last year with its constant companion, fear. Schools and stadiums were closed in Mexico, tourists from Egypt to Singapore were quarantined, and the surgical mask became a universal fashion accessory across Asia. Yet predictions that the global death toll from swine flu could reach 7.5 million were well off the mark. At most, the virus killed 14,000 people,... 


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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Médico fala sobre vacina H1N1 causadora de Autismo – Não Tomem




TOMAR VACINAS È JOGAR NA ROLETA RUSSA...

H1N1 – Dr. Wakefield: Denunciou a Segurança da Vacina e foi Exonerado

Veja o que acontece com os médicos com integridade real que desafiam a máfia médica? O equivalente a um linchamento público.

Dr. Andrew Wakefield, um crítico de vacinas conhecido pelo seu famoso estudo de 1998 publicado no British Medical Journal autismo ‘The Lancet’ linkando para o Sarampo, Caxumba, Rubéola tiro de repente foi repreendido pelo mesmo papel.
DESCRIÇÃO DO DR. Andrew Wakefield relativas à audição GMC SANÇÕES
“Na quarta-feira 7 de abril, o General Medical Council (GMC), através de seus advogados vão exigir que eu e, provavelmente, outros dois médicos envolvidos no caso do autismo-MMR deve ser apagado do registro médico do Reino Unido, removendo nossa licença para praticar medicina. Reguladores Médicos descobriram nós três – Professor John Walker-Smith, professor Simon Murch e eu – culpado empresa de pesquisa sobre as crianças com autismo sem a aprovação de um comitê de ética.
Nós podemos provar, com vasta prova documental, que essa conclusão é falsa. tp wakefield cp RTR29KX1 H1N1   Dr. Wakefield: Denunciou a 
Segurança da Vacina e foi ExoneradoSe
Permitam-me deixar absolutamente claro que, na sua essência, a audiência da GMC foi sobre a proteção da política de vacinação MMR. O processo foi movido por uma agenda para esmagar a dissidência que, em minha opinião, serve o governo e a indústria farmacêutica – e não o bem-estar das crianças. É importante ressaltar que nunca houve uma queixa contra qualquer dos médicos por qualquer dos pais envolvidos neste caso – mas somente apoio universal parental e gratidão.
Meus colegas, professores Walker-Smith e Murch, estão pendentes pediatras e gastroenterologistas pediátricos. Eles levaram a área de gastroenterologia pediátrica, durante décadas, dedicando suas vidas a cuidar de crianças doentes. Nosso único “crime” nesta matéria tem sido a ouvir as preocupações dos pais, agir de acordo com as demandas de nossa formação profissional, e prestar cuidados adequados a esta população de crianças negligenciadas. É impensável que, no final de uma carreira impecável, Professor Walker-Smith iria sequer considerar a experimentação antiética em crianças sob seus cuidados.
No decurso do nosso trabalho, descobrimos e tratamos uma síndrome nova de doença intestinal em crianças com autismo, de forma a aliviar o sofrimento de crianças afetadas em todo o mundo. Isso deve ser motivo de comemoração. Em vez disso, temos sido difamados na imprensa, e demonizado por uma campanha PR de desperdício pelo Ministério da Saúde. O objetivo desta publicidade negativa para desacreditar a minha crítica da pesquisa de segurança da vacina.
Infelizmente, os meus colegas sofreram danos colaterais graves neste esforço para impedir a investigação científica válida. Eles devem ser exonerados, e deixou a sós com sua reputação intacta, na certeza de que fizeram apenas o que é certo.
A perda da minha própria licença médica é, infelizmente, o custo de fazer negócios. Apesar de eu não ter essa perda de ânimo leve, o sofrimento – tanto desnecessário – que eu tenho visto entre aqueles afetados por esta doença devastadora faz as consequências profissionais para mim, um pequeno preço a pagar pela comparação.
Enquanto um ponto de interrogação permanece sobre a segurança da vacina, enquanto uma política de segurança da primeira vacina está subordinado ao lucro e interesse pessoal, enquanto os benefícios das vacinas são ameaçados por aqueles que têm comprometido a confiança do público através da negação de dano vacina , e enquanto estas crianças precisam de ajuda, vou continuar o meu trabalho. ”
fontes:
http://www.rescuepost.com/files/final-us-statement-ajw.pdf
http://vaccineresistancemovement.org/?p=329
http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/S0140673610601754.pdf
http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=125570056

Dr. Wakefield contra Vacinas Obrigatórias – H1N1 Influenza

[Andy.jpg]Dr. wakefield  foi exonerado por investigar e provar os riscos das vacinas obrigatórias, apresenta-se em video e explica porque essas vacinas são causadoras de autismo entre muitas outras doenças.
Veja aqui: http://goldenhawkprojects.blogspot.com/2010/04/dr-andrew-wakefield-in-his-own-words.html

sexta-feira, 30 de abril de 2010





Dentro e fora (Autismo)
ROGERIO SANTOS

por dentro um mundo
por fora a casca
portas e janelas
cerradas

por dentro um mundo
por fora há água
frisos e frestas
penetradas

por fora um mundo
por dentro há água
trancas e ferrolhos
oxidados

por dentro um mundo
por fora alarde
alicates, alavancas
e pés-de-cabra

por dentro um mundo
por fora um rito
força de vento
som de atrito

por fora um mundo
por dentro morada
portas e janelas
escancaradas

..............................................................

Texto gentilmente cedido por April Oakes,
Presidente do Projeto Autismo Autoimunidade.

Sua filha Casi Oakes, autista, falecida aos 4 anos de idade, transformou a vida desta mãe que hoje se dedica a ajudar outras famílias de autistas.
 
Discurso de Abertura da Conferência Autismo Autoimunidade
Conferência realizada em 16 de Agosto de 2002, em Davie/FL EUA.


Olá, meu nome é April Oakes e eu acho extremamente difícil ter que me apresentar aqui e servir de voz para estas crianças. Meu marido e eu começamos nossa organização em homenagem a nossa filha de 4 anos, chamada Casi, que faleceu no dia 13 de Junho de 1.999. A única razão que me faz ser capaz de respirar hoje, após ter perdido o ser mais importante de minha vida, é que Deus tornou a minha missão nesta vida muito clara.

Nós nos demos conta de que Casi foi vitimada por vacina, antes de ter recebido o rótulo de autista. Eu digo "rótulo" porque eu acredito ser isto o que os profissionais na sua maioria, e os burocratas da saúde pública desejam que chamemos estas crianças vitimadas por vacina, deste modo, isto implica que a condição delas seja algo sem causa ou cura e de ocorrência totalmente aleatória.

Comprometi-me a dedicar o resto de minha vida para fazer o QUE QUER QUE SEJA NECESSÁRIO, para ajudar crianças com Autismo Tóxico e de Autoimunidade, bem como proteger crianças saudáveis ou que ainda estejam por nascer da epidemia de autismo.

Este é o motivo por termos juntado fôrças com Ray Gallup e sua organização, no Projeto Autismo e Autoimunidade. Somos uma organização de caridade não lucrativa, dedicada a obter fundos para pesquisas independentes, de questões relativas a má formações ligadas a fatores imunológicos no autismo.

“Casi’s Quest” é portanto um projeto, ligado à sucursal da Flórida do Projeto Autismo e Autoimunidade, envolvendo proeminentes médicos e práticos naturalistas, com os mais recentes e exitosos tratamentos de autismo e problemas associados.

Casi's Quest e o Projeto de Autismo e Autoimunidade, necessitam a sua ajuda para o apoio às pesquisas que levem a redução do número de casos de autismo. Nós apoiamos a pesquisa biomédica e sentimos que isto nos levará as respostas que estamos procurando, assim, poderemos um dia terminar o nosso projeto.  Nós não temos 40 ou 50 anos para encontrarmos as respostas, porque as nossas crianças, estão em uma corrida contra o tempo.

Os políticos, repetem sem parar a assertiva ultrapassada de que o autismo é genético, sem querer enxergar uma realidade dolorosa e de muito custo.  Respostas imunológicas causaram uma epidemia de doenças crônicas infantis, do tipo que a pesquisa genética atual é incapaz de controlar.  Nós documentamos a epidemia de autismo em nosso site na web sob o titulo, “The United States Autism Epidemic: Our Bitter Harvest.” "A Epidemia de Autismos nos Estados Unidos: Nossa Amarga Colheita".

Lá estão os dados que usamos, do Departamento de Educação dos EUA, que utiliza os mesmos critérios para identificação de autismo desde 1.991 até agora.  Estes dados, mostram um incremento dramático de autismo, em todos os Estados Unidos. Ray Gallup escreveu um artigo para um Jornal Médico, The Lancet, que foi publicado em Julho de 2.000 entitulado “The MMR Question” ou "A Questão da MMR".  Ele citou o dramático aumento de autismo ocorrido na Califórnia, bem como na região leste de Surrey, no Reino Unido, onde 1 em cada 69 crianças, com idade de 3 anos, são autistas.  Um importante geneticista, apontou recentemente que não existe uma coisa que possa ser considerada como "epidemia genética".

Nós consultamos um dos maiores pesquisadores em Fort Lauderdale, Flórida, o Dr. Andrew Wakefield, em 8 de Setembro de 2.001. Ele de modo persistente, encontra o virus vivo do sarampo nas entranhas de crianças com autismo, levado através da vacina MMR. Ele apresentou suas descobertas para aproximadamente 600 pessoas e nós fomos capazes de dedicar 40.000 dólares para as suas pesquisas. Que homem incrível !!! Eu pessoamente, nunca encontrei um médico tão determinado nem tão caridoso, que realmente escuta os pais das crianças. Nós também apoiamos o trabalho dos Drs. Vijendra Singh e James Oleske, que estão encontrando elevados índices de anticorpos de virus de sarampo na maioria de seus pacientes autísticos.

O Dr. Singh recentemente identificou um particular anticorpo de MMR, relacionado com a vacina, encontrado em crianças com autismo, mas não presente em crianças normais do grupo de controle, nem em crianças com outras doenças. A existencia de anticorpos de MMR e de anticorpos anti-cérebro em crianças autísticas, não é uma simples coincidência. A sua presença é de fato relatada. O Dr. Singh, que é Professor Associado de Neuro-imonologia da Universidade Estadual de Utah, precisa desesperadamente de recursos, assim, junte-se à nos no dia 12 de Outubro, para a conferência e o evento de solicitação de recursos para a sua muito necessária pesquisa. Esperamos que muito em breve, nós possamos ter mais doutores envolvidos e que nos ajudem a parar com esta epidemia.

A evidência que o autísmo seja uma doença autoimune, é bastante forte. A autoimunidade, é um estado no qual o organismo, ataca à ele mesmo, devido a que errôneamente, interpreta seus próprios componentes como estranhos.  Nós aprendemos que estas vacinas com multi-componentes, que são dadas aos nossos bebês, bem como as vacinas simples, que são frequentemente dadas junto em uma única dose, contêm muitas substâncias tóxicas. As vacinas contêm ingredientes tais como Anticongelante, Fenol (usado como um desinfetante), Formaldeído (conhecido como um cancerígeno), Alumínio (associado com a doença de Alzheimer), Thimerosal (um derivado do mercúrio, ligado à danos no cérebro e a doenças no sistema imunológico),Neomycina and Streptomycina.

Estas vacinas são produzidas e desenvolvidas à partir do cultivo em tecidos humanos e animais, como tecido de rins de macaco, embriões de galinha, tecido de rins de cachorro, cerum de bezerros, células diplóides humanas (orgãos dissecados de fetus de abortos), células sangüineas de porco e de cavalo e cérebro de coelho. Nós somos forçados a acreditar, que todos estes ingredientes e materiais genéticos possam ser injetados em sistemas imunológicos imaturos, sem efeitos negativos !!

O problema do uso de células animais, é que durante a passagem serial do vírus, o RNA ou o DNA do mesmo, podem ser transferidos de um hospedeiro para outro. Vírus animais não-detectados e outros materiais genéticos podem passar sem detecção por procedimentos de testes de controle de qualidade, como o ocorrido de 1955 até 1961 com o SV40. Este termo SV40, quer dizer vírus de símio #40 (significando o quadragésimo vírus de macaco descoberto), o qual contaminava a vacina da pólio e que foi relacionado com provocação de cancer.

Dizem-nos que nossas crianças, por ordem da Lei, não podem frequentar a escola sem terem todas as vacinas obrigatórias. Isto simplesmente NÃE É VERDADE !! Existem excessões para a aplicação de vacinas em práticamente todos os Estados, que permitem que nossas crianças freqüentem as escolas.  Quando as excessões são reconhecidas pela Escola ou pelo pessoal ligado à Saúde, elas são freqüentemente confundidas com outras causas, como por ex., quando é dito que são eventos associados à crenças religiosas e relacionados com certos grupos específicos como os da religião da Ciência Cristã ou Testemunhas de Jeová.  Isto não é apenas incorreto, mas também inconstitucional. Por falar nisso, as pessoas que determinam que vacinas sejam obrigatórias para as escolas, são as mesmas pessoas que são financiadas pelas companhias farmacêuticas, que fabricam as vacinas.

O Comitê do Deputado Dan Burton, sobre o Fundo de Reforma do Governo, encontrou conclusivas evidências de muitos agentes de saúde do governo, recebendo dinheiro ou mantendo ações de empresas produtoras de vacinas, alguns tendo inclusive trabalhado para o desenvolvimento das vacinas eles mesmos, assim tendo um investimento pessoal e profissional no caso.

Um exemplo é o testemunho de Betty D. Fluck,no dia 18 de maio de 1.999, numa das audiências do Sub-Comitê de Reforma do Governo.  Eu tenho as minutas de uma reunião de um grupo de estudos do CDC (Centers for Disease Control) sobre a vacina da hepatite B realizado em março de 1.977.Devemos notar que a reunião da tarde foi presidida pelo Dr. Robert Sharrar do laboratória Merck. Um outro exemplo, foi na Escócia, em um artigo do jornal dominical de 30 de setembro de 2.001, onde o seguinte caso foi mencionado: O professor David Elliman, cujo estudo disse que os medos de que houvesse uma ligação entre autismo e vacina MMR eram infundados, admitiu que ele e a Dra. Helen Bedford tinha recebido dinheiro das gigantes farmacêuticas SmithKline Beecham e Pasteur Merieux Merck Sharp & Dohme.

Por que está o Instituto Nacional de Saúde concentrando todos os seus fundos de pesquisa sobre autismo em genética e nada em pesquisa imunológica?  Parte da resposta é que as agência federais de saúde, como o próprio Instituto, o CDC e a FDA estão mais interessados em promoverem e regularem o uso de vacinas e não em descobrirem respostas para as nossas crianças. Em outras palavras, o bem estar de nossas crianças vem por último e os lucros de um produto como vacinas, vem primeiro.  Audiências no Congresso, estão atualmente revelando estas informações, mas muitos pais estão desorientados.

A única informação que ouvimos na TV é a de que vacinas são seguras e efetivas, enquanto não existem evidências científicas provando isso!  O deputado Burton, recentemente descobriu, que não existem estudos sobre segurança de vacinas desde 1.929 !!!  Existem no momento 200 novas vacinas em desenvolvimento e muitas vão ser obrigatórias.  Não existem, nem estão previstos, estudos de longo prazo sobre os efeitos destas vacinas, mas nós vamos ser solicitados a injetá-las nos sistemas imunológicos ainda não plenamente desenvolvidos de nossos bebês.  Nós estamos básicamente jogando Roleta Russa com nossas crianças, porque as agências governamentais de saúde não estão executado estudos apropriados de segurança relacionados a estas vacinas e estão mais preocupados em promover e regular vacinas ao invés de discutirem a sua segurança.  Uma coisa, nós já sabemos, que este é um sério conflito de interêsses !!!

Ray Gallup, começou o Projeto de Autoimunidade do Autismo em 1.998, porque o NIH, Instituto Nacional de Saúde, não iria prover fundos para pesquisa de projetos imunológicos em autismo.  Nós conseguimos levantar mais de US$ 100.000,00 em fundos para as pesquisas dos Drs. Vijendra Singh, Andrew Wakefield and James Oleske.

O Dr. Oleske e o Dr. Singh encontraram evevados índices de "titers" de anticorpos de sarampo na maioria das crianças com autismo que testaram e o Dr. Wakefield, encontrou sarampo em seus intestinos.

Enquanto a nossa organização provê recursos de pesquisas para a relação entre o autismo e a vacina MMR, nossos membros acreditam que o autismo seja muito mais do que vacina MMR e thimerosal. Nós acreditamos que outras vacinas, tais como a DPT (Difecteria, Coqueluche e Tétano), HEPATITE B e PÓLIO, bem como vacina múltiplas dadas em uma única dose, possam causar o autismo.

Em um relatório da VAERS, sobre reações adversas causadas por vacinas, arquivado junto ao governo Federal, um médico na Califórnia, mencionou que uma criança ficou autista após receber uma dose oral das vacinas Pólio, DPT e MMR em um único dia e que ele sabia de outros casos. Alguns pais, notaram que suas crianças autísticas desenvolveram Diabetes após terem tomado a vacina da Hepatite B.

As pessoas nas comunidades médicas e orgãos oficiais de saúde, dos Estados Unidos e Inglaterra, negam a existência de uma ligação entre MMR e autismo. Até agora, eles dizem que a ciência tem demonstrado o seu ponto de vista. É a mesma coisa que deixar a raposa tomando conta dos pintinhos!!! O fato é que estas pessoas até agora não apresentaram nenhuma evidência científica conclusiva que não exista uma ligação entre a vacina MMR e o autismo.

Ao invés de nos darem labiosos relatórios de opinião sobre a ligação da vacina MMR e o autismo, as agências de saúde de nosso governo, deveriam vir com a ciência clínica, para explicarem isso e corrigirem o problema, com alguma modalidade de tratamento.

O nosso governo, poderia estar ajudando as nossas crianças e impedindo que mais crianças se tornassem autistas, através de pesquisas imunológicas e tratamentos. Seria muito mais construtivo do que ficar procurando genes desconhecidos que não irão se desenvolver em tratamento para nossas crianças, nem encerrarem a epidemia de autismo.

Muitas modalidades de tratamento, que propiciam que crianças com autismo melhorem, são imunológicas na sua natureza, tais como aplicações endovenosas de gama-globulina, dietas livres de glútem e caseína, secretina e o protocolo MT, desenvolvido no Centro Pfeiffer de Tratamento, pelo Dr. Bill Walsh em Naperville em Illinois.

Até agora, o Instituro Nacional de Saúde, não demonstrou interêsse em ajudar crianças com autismo a melhorarem, porque não estão provendo fundos de pesquisa para estudos independentes de imunologia e modalidades de tratamento.

Dizer que os pais não sabem nada e que você precisa ter algum diploma da moda de uma universidade como Harvard é uma falácia. Os pais, conhecem as suas crianças como ninguém, e junto com pesquisadores independentes, estão produzindo ciência, enquanto o estabelecimento oficial está produzindo cortinas de fumaça na opinião pública ao invés de sólidas evidências científicas.

Na Inglaterra, mais de 2.000 famílias estão no momento envolvidas em processos contra o departamento de saúde, devido à reações adeversas sofridas por suas crianças durante campanhas de vacinação de MMR no Reino Unido. Estas reações adversas, incluem autismo, problemas interstinais, epilepsia, dano cerebral, espasmos, encefalite, surdez, esclerose múltipla, bem como problemas comportamentais e de aprendizado. Em um artigo recente por um pai, David Thrower, intitulado "Autistic Enterocolitis", ele diz o seguinte:

“Um número entre 2.000 a 3.000 familias, cujos filhos ficaram autísticos ou que tiveram outras reações adversas após terem recebido a vacina MMR, estão agora tomando medidas legais, ou buscando esse caminho, no Reino Unido, contra os fabricantes de MMR, Laboratórios Aventis Pasteur MSD Ltd, Merck and Company, Inc., SmithKline Beecham & French Laboratories Ltd., e SmithKline Beecham PLC. O julgamento está com data inicial prevista para Outubro de 2.003 na alta corte de justiça em Londres.

“Os advogado ingles, Alexander Harris, declarou que um padrão claro de eventos, começou a aparecer quando foi contactado pelas famílias com crianças, que tinham até então tido um desenvolvimento normal, tanto físico quanto mental, antes da vacina MMR e que logo em seguida, tornaram-se autísticas após a vacina. Esta condição estava frequentemente acompanhada por outros sintomas, com algumas vezes apenas um gradual declínio para o autismo. Muitas destas crianças, estão agora cronicamente doentes e mental ou fisicamente disabilitadas.

”Existem também mais de 600 advogados nos EUA, que estão buscando uma compensação legal para as nossas crianças. Estas audiências, estarão começando no final deste mes e nós precisamos demonstrar o nosso apoio. Juntos nós podemos e vamos fazer a diferença !!!

Uma outra coisa que David Thrower, diz é o seguinte:

“Em junho de 2.000, um estudo para a Fundação de Saúde Mental descobriu que o custo anual do autismo no Reino Unido era de no mínimo um bilhão de libras esterlinas, o custo individual por criança considerando-se a sua expectativa de vida, poderia atingir algo como 2,94 milhões de libras para cada uma.

”Estimativas similares, aplicam-se ao autismo nos EUA. Pode o nosso governo, seja ele local, estadual ou federal suportar financeiramente isso ? São os lucros dos produtos individuais mais importantes do que o custo humano e econômico do autismo ? As núvens de tempestade estão no horizonte e será responsabilidade da comunidade médica e das autoridades federais de saúde fazerem a coisa certa. Se não o fizerem, então pagarão o prêço, que é muito alto. Ninguém será perdoado por falsidades deliberadas que conduzam a deixar crianças permanentemente incapacitadas.

Meu marido e eu, fomos eleitos recentemente para assumirmos o Projeto de Autismo ligado à Autoimunidade e Ray Gallup continuará ainda a estar envolvido como membro da diretoria e fundador. As informações que estou apresentando hoje, são uma combinação dos discursos dêle e meu.

Nós já apresentamos estes discurso no Rally de Autismo de Abril em Washington e vamos continuar lutando por estas vítimas inocentes. Nós conclamamos todos os pais a apoiarem o Projeto de Autoimunidade e o Casi´s Quest, permitindo assim ajuda para as nossas crianças.

Por favor, escrevam para os seus representantes distritais na Câmara e no Senado dos EUA e peçam-lhes apoio para que os Institutos Nacionais de Saúde destinem fundos para pesquisas independentes na busca de ligações entre os problemas imunológicos/gastrointestinais e o autismo. Nós devemos pressioná-los bastante, se quisermos ajuda para nossas crianças.

Queremos que os pais se dêem conta do seguinte: Vocês têm opções...—Vocês têm o direito de tomarem uma decisão conciente e informada, embora este direito esteja constantemente sob a ameaça de pessoas que gostariam de mudar as leis.

A solução para este problema é atacar a causa e não os sintomas. É uma questão vital, que saibamos, tendo em vista as pesquisas de autismo, que existem muitos interêsses poderosos que perderiam dinheiro e possivelmente também a sua reputação, se o autismo fosse curado ou prevenido.

—Existe também, muito dinheiro a ser ganho se continuarmos com os tratamentos usuais: remédios que tratam apenas os sintomas (freqüentemente com efeitos colaterais destrutivos). Tragicamente, o governo, bem como a maioria das organizações privadas de pesquisas sobre o autismo, são dominados por estes interêsses.

Nós não desejamos criar uma nova indústria, não nos importamos também com quaisquer glórias; nós queremos ir até as causas e colocarmos um fim nesta epidemia !! Uma das razões principais que eu estou aqui hoje, é que eu gostaria de que alguém tivesse dividido estas informações comigo, antes que eu cegamente segurasse minha filha e permitisse que ela fosse vacinada. Desde o falecimento de Casi, a nossa vida não têm sido e jamais será a mesma. POR FAVOR, apreciem esta personalidade especial que é seu filho e dêem-se conta de que vocês foram realmente abençoados com um presente lá do alto. Muito obrigado por terem escutado o que eu tinha para dizer !

Eu agradeço a Deus acima de tudo, por ter me dado a coragem necessária para passar por tudo isso.

Obrigado a todos.

April Oakes

"Casi's Quest"

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como agem as vacinas


As vacinas estimulam o organismo para a produção de anticorpos. Em caso algum a ciência médica pode garantir que a vacina não prejudicará a criança, o adolescente, o adulto ou o idoso.

Fica claro, portanto, que a decisão de vacinar depende de mais informações sobre as reações indesejáveis imediatas e as conseqüências tardias.

Vale lembrar que um organismo saudável tem um sistema imunológico capaz de controlar as doenças nas diferentes fases da vida. A pessoa fica mais susceptível, em contato com qualquer germe, se seu organismo estiver exposto a:
  • alimentação inadequada;
  • hábitos agressivos à saúde (álcool, fumo, drogas);
  • poluição ambiental;
  • stress e problemas emocionais.
É importante que o médico esteja informado e atualizado a respeito das vacinas e seus efeitos colaterais, para poder orientar os pais e os interessados. É importante lembrar, também, que as doenças infantis desempenham um papel no desenvolvimento da criança ("Consultório Pediátrico", M. Clöckler e outro, Editora Antroposófica). Dependendo da enfermidade, os riscos da vacina são maiores do que a evolução natural da doença.
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Fonte: "Consultório Pediátrico", M. Clöckler e outro, Editora Antroposófica

Do que são feitas as vacinas?


Vários excipientes são usados na produção de vacinas. Estes incluem:
  • Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reações sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989; 20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Desde o meado dos anos 90, os fabricantes sofrem pressão para remover esta substância química de suas vacinas, mas o progresso tem sido frustrantemente vagaroso. Uma revisão recente mostrou que alguns bebês que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros (Pediatrics, 2001; 107: 1147-54).
  • Formalina é uma solução diluída de formol utilizada para inativar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contato com formol e a leucemia e câncer de cérebro, cólo e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA: North Atlantic Books, 1996).
  • Sulfato de alumínio um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reacões que outras. Também comuns são fenol, um desinfetante e corante; glicol etilênio, o ingrediente principal anti-congelante; clorato de benzetônio, um antiséptico; e metilparabeno, um conservante e antifungo conhecido por romper hormônios.
Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca seja um problema. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a GlaxoSmithKline, a Aventis e a American Home Products, ainda estavam sando estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as para paralisia infantil, difteria e tétano.
"As substâncias químicas são muito mais tóxicas
em vacinas combinadas em uma única aplicação
do que quando aplicadas separadamente"

(Dr.Harold Buttram)

"Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço,
eu não me lembro de nada que seja mais letal"
(Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky)

Veja principalmente http://vacinfo.org/vaccines.htm
(Vaccine Ingredients)

CUIDADO COM AS VACINAS: Fatos básicos sobre vacinas


1.      Vacinas são tóxicas
  • Vacinas contêm substâncias que são tóxicas para o ser humano (mercúrio, formol, alumínio etc.) As bulas de vacinas contêm esta e outras informações que, por lei, devem estar disponíveis ao público. Apesar dessas bulas serem impressas para os consumidores, os médicos não as mostram a seus pacientes.
  • Vacinas são cultivadas sobre tecidos estranhos e contêm material genético alterado de origem humana e animal.
2.      A vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da          imunidade. Pesquisas científicas honestas e imparciais          mostraram que a vacinação é fator de risco em muitas          doenças, como:
  • s índrome de morte infantil súbita (SIDS);
  • disfunções de desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental, hiperatividade, dislexia etc.);
  • deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
  • doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla, artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).
3.      O alto índice de reações adversas a vacinas é ignorado e          negado pela medicina convencional
  • Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reações adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control).
  • Reações adversas são consideradas "normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Apesar desse sistema precário, os danos notificados são numerosos.
  • Apesar da obrigação legal atual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham.
  • Ao longo da história, muitos profissionais renomados da área dav saúde, em todo o mundo, declararam sua oposição veemente à vacinação, chamando-a de fraude científica.
4.      Programas de vacinação em massa expõem o público ao          perigo de forma sistemática e irresponsável,
         desrespeitando os direitos da população
  • Médicos vacinam os desinformados. A bula do laboratório que contém um mínimo requerido pela lei não está disponível ao consumidor para que este possa tomar uma decisão mais informada.
  • Afirmações falsas e coação antiética como ameaçar, intimidar e coagir são utilizadas para assegurar o consentimento para vacinar.
5.      Não há prova de que vacinas são seguras ou eficazes
  • Não há estudos com grupos de controle. Autoridades consideram que "não vacinar" é antiético e se recusam a estudar voluntários não vacinados. Se estudos de controle fossem realizados de acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina seria proibida.
  • Estudos realizados não estão eliminando o preconceito do leitor. As autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e têm interesses econômicos neles. Efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos vacinas, para distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.
6.      As leis permitem que os laboratórios quebrem a confiança          pública
  • Em processos particulares por danos causados pela vacina, a informação apresentada mostra que as vacinas podem ser letais.
  • Fabricantes de vacinas impõem confidencialidade como instrumentos nos processos para impedir que o autor da ação divulgue a verdade sobre a perigosa natureza das vacinas. O governo permite o uso destas táticas antiéticas, que põem em risco a saúde pública.
7.      Nos EUA, a lei de Lesões da Vacina Infantil de 1987 age          como tranqüilizante
  • Este programa de compensação finge reconhecer a existência de danos vacinais "consertando" os erros cometidos. Nada nessa lei tenta impedir que tais ocorrências se repitam no futuro.
  • Essa lei é o resultado da pressão dos fabricantes de vacinas para que sejam "imunizados" contra processos particulares que podem chegar a milhões de dólares por caso.
  • Os fabricantes de vacinas conseguiram se eximir bem da responsabilidade e, nos anos recentes, a compensação ficou cada vez mais difícil por meio desse programa. Os parâmetros definindo o dano vacinal têm mudado e, em muitos casos, os pais são acusados de terem provocado a Síndrome da Criança Sacudida.
8.      Empresas de seguros, que fazem os melhores estudos de          sinistros, abandonaram por completo as
         coberturas de danos à vida e à propriedade causados por:
  • ato de Deus;
  • guerra nuclear e acidentes em usinas nucleares;
  • vacinação.
9.      Vacinação não é medicina de urgência
  • Afirmam que vacinas evitam um possível risco futuro. No entanto, as pessoas são pressionadas a decidirem na hora. O uso do medo e de intimidação pelo médico para forçar uma vacina é antiético. Vacinas são medicamentos com sérias reações adversas. Deveria haver tempo para reflexão antes de uma decisão.
10.  Não há lei exigindo vacinações para bebês ou qualquer                  pessoa
  • A vacinação está ligada ao atendimento escolar, mas não é obrigatória. Isenções de vacinas, apesar de restritas e controladas, são inerentes a cada lei e podem ser expandidas por pressão pública.
  • Nos EUA, os Ministérios da Saúde e da Educação e a Associação Médica Americana lucram com a venda de vacinas. Eles raramente divulgam a existência e detalhes das isenções.
Para mais informações, entre em contato com:
Vaccination Liberation - Idaho Chapter
P.O Box 1444
Coeur d'Alene, ID  83816

www.vaclib.org

Informar antes de vacinar!

Informar antes de vacinar!
Dr. Stefan Lanka
É impossível imaginar que os únicos ingredientes da vacina que fazem efeito são os denominados produtos auxiliares e conservantes. Mães e pais perguntaram e receberam a resposta que, de fato, sem essas substâncias, não haveria reações corporais visíveis e mensuráveis na vacinação. Assim é preciso atentar para sintomas como pele vermelha e endurecimento no local em que foi aplicada a vacina, se a criança apresentou febre e se tem convulsões. As vacinas podem causar paralisia permanente, além de mudanças no comportamento (autismo, hiperatividade), mesmo morte súbita no berço. Entretanto, tudo isto é considerado como conseqüência de micróbios "enfraquecidos" ou "mortos", ou ainda de uma hiper-reação do sistema imunológico.
Entretanto, nas explicações das pequenas reações imperceptíveis ou dos graves danos vacinais, nunca aparecem os aditivos das vacinas. Não são mencionados em nenhum parecer médico!
Isto é estranho?
Não é, quando sabemos que estes aditivos, como por exemplo, formaldeído, mercúrio, fenóis, alumínio etc., são venenos comprovados pela medicina. Alguns não podem ser eliminados pelo organismo e, retidos no corpo, continuam atuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular.
Não, quando sabe que a vacinação, além do efeito tóxico, também apresenta um forte efeito psicossomático — cientificamente comprovado — que, em muitas crianças, pode levar ao autismo e até à morte.
Não, quando se sabe que as autoridades responsáveis pela saúde admitiram que internacionalmente não existem estudos que possam comprovar o benefício da vacinação.
iwww.klein-klein-verlag.de

O PERIGO DAS VACINAS. Informe-se antes de vacinar seu filho

Michael Dye
Neste mundo complexo em que vivemos hoje, pais conscientes precisam enfrentar muitas decisões importantes no esforço de criar os filhos de modo seguro e saudável. É tão difícil sermos pais hoje porque, tomar a decisão certa para nossos filhos, muitas vezes significa fazer as coisas ao contrário do que “todo o mundo” está fazendo. 
Desde que a criança nasce, os pais precisam decidir se ela deverá tomar uma série de vacinas que, segundo o governo e a comunidade médica, darão “imunidade” contra certas doenças. Seguindo as diretrizes oficiais, algumas vacinas deverão ser ministradas a partir do nascimento. Aos seis anos de idade a criança recebeu uma série de 13 vacinações que, segundo dizem, oferecem proteção contra doenças infantis — desde as mais leves, como caxumba e sarampo, até as mais graves como poliomielite e difteria. A maioria dos pais é levada a acreditar que essas vacinas vão proteger os filhos contra doenças que aleijam e ameaçam a vida. 
Na verdade, é muito controvertido se as vacinas são seguras e eficientes no combate às doenças que supostamente vão evitar. Alguns médicos alertam que as vacinações representam um risco inaceitável, pois causam um número inacreditável de graves problemas e milhares de mortes em crianças americanas. Esses médicos afirmam que as vacinas não são eficazes na prevenção de doenças e que, na verdade, são uma causa importante de doença e morte. O governo americano e autoridades médicas reconhecem que muitos óbitos e problemas de saúde são causados anualmente por vacinas, mas afirmam que a vacinação ainda é um risco aceitável e um meio eficaz de prevenir doenças. 
Quando iniciamos as pesquisas para este artigo, na Hallelujah Acres, ficamos chocados ao descobrir quanta informação sobre a ineficácia e os efeitos prejudiciais são escondidos do público americano. Geralmente as pessoas não são informadas pelo seu médico sobre os riscos da vacinação. Entretanto, acreditamos que a decisão se a criança deve ou não ser vacinada precisa ser tomada pelos pais — não pelo governo. Uma decisão informada sobre essa questão tão vital somente pode ser tomada pelos pais  que conhecem os dois lados da controvérsia.

As vacinas são seguras?
Relatórios oficias do governo e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebês morrem anualmente em conseqüência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais. 
O Dr. Harris Coulter, historiador médico, autor de "Vaccination, Social Violence and Criminality" (Vacinação, violência social e criminalidade), estimou que dois terços dos 10.500 óbitos anuais atribuídos à Síndrome da Morte Infantil Súbita (SIDS) nos Estados Unidos são causados por vacinas. A Escola de Medicina da Universidade de Nevada conduziu uma pesquisa com 103 crianças americanas, cujas mortes haviam sido atribuídas à SIDS. A pesquisa mostrou que dois terços dessas crianças haviam recebido a vacina tríplice (DPT) nas três semanas que antecederam o óbito e muitas morreram nas 24 horas após a vacinação. 
De acordo com um número do Suplemento Pediátrico de 1988, a ocorrência da SIDS caiu 50% na Austrália no mesmo ano em que a vacinação diminuiu 50%, ao deixar de ser obrigatória naquele país. A mesma publicação médica observa que, em 1979, o Japão deixou de vacinar bebês e elevou a idade da vacinação para dois anos. Como resultado os casos de óbito e convulsões em bebês praticamente desapareceram. O Japão registrou o menor índice de óbitos de bebês do mundo. Outro país com coeficiente de mortalidade infantil muito baixo é a Suécia, onde bebês não são vacinados. Os Estados Unidos estão em 20º lugar quanto à mortalidade infantil, apesar de seu renomado sistema médico e padrão elevado de vida. 
O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebês com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que “a respiração dos bebês era afetada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injeções da vacina tríplice... Soubemos também, dos pais de bebês que morreram no berço que, na maioria das vezes, o bebê morrera após uma injeção de vacina tríplice.” À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berç ;o e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. “Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação” afirma a Dra. Scheibner. 
Esse fato levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. Seu estudo profundo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou em seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System” (Vacinação, a agressão médica ao sistema imunológico) cuja conclusão foi: “As imunizações, inclusive as praticadas em bebês, não apenas deixam de prevenir doenças infecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualquer outra atividade humana em toda a história da intervenção médica.” A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que o efeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principal causa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo, o câncer, a leucemia e a AIDS. 
Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheiber indica provas – inclusive um artigo da publicação médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observada entre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa. 
Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei 99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão. 
No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 para vacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.
Como são feitas as vacinas?
As vacinas são feitas passando o micróbio original da doença (poliomielite, difteria, sarampo etc.) através do tecido de um animal ou feto humano abortado, em um processo que visa enfraquecer o micróbio. Por exemplo, o vírus do sarampo é passado através de embriões de pintos; o vírus da pólio passa através de rins de macaco, o vírus da rubéola é injetado nos órgãos dissecados de um feto humano abortado.  
Em seguida, o micróbio enfraquecido é combinado com reforçadores de anticorpos, estabilizadores, medicamentos, antibióticos e desinfetantes tóxicos (neomicina, estreptomicina, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, hidróxido de alumínio, sorbitol, gelatina hidrolizada, formaldeído e um derivado de mercúrio conhecido como timerosal) para tornar o micróbio causador da doença “seguro” para uso humano. Existem “vacinas vivas” e “vacinas mortas”. Nas vacinas mortas, o micróbio é inativado por calor, irradiação ou produtos químicos antes de ser injetado na corrente sangüínea. Nas vacinas vivas, o micróbio está ativo, porém enfraquecido, ao ser injetado no organismo de criança. Segundo essa teoria, que apóia as vacinações, o micróbio enfraquecido e diluído da vacina vai ajudar o organismo da criança a criar imunidade contra a doença causada por aquele micróbio. Verificou-se que as vacinas também podem estar contaminadas por ingredientes imprevistos, como vírus dos animais e o material genético estranho (ADN e ARN) do animal usado na passagem. Em 1960, descobriu-se que milhões de crianças foram infectadas com o vírus SV- 40 contidos em vacinas contra a poliomielite passadas pelos rins de macacos rhesus. Foi comprovado que o SV- 40 pode causar câncer e leucemia no organismo humano.  
Vacinas são eficazes contra as doenças que devem impedir?
Fomos levados a acreditar que vacinas foram responsáveis pela eliminação de muitas doenças, como a varíola, poliomielite e difteria. Muitos médicos, inclusive o Dr. Robert S. Mendelsohn, discordam. 
O Dr. Mendelsohn comparou a política de continuar a vacinação contra a pólio — quando o governo norte-americano reconhece que atualmente a única causa da pólio é a vacina — com o antigo programa de vacinação contra varíola, que foi suspenso nos anos 70. “Estamos testemunhando, em relação à vacina contra a pólio, a mesma relutância da classe médica de abandonar a vacina contra a varíola, que continuava sendo a única responsável pelos óbitos causados por varíola por três décadas após a doença ter sido erradicada. Imaginem! Durante 30 anos crianças morreram por causa da vacina contra a varíola, embora não estivessem ameaçadas pela doença”, escreve o Dr. Mendelsohn no livro "Como criar um filho saudável... apesar do seu pediatra" (Marco Zero, 1985). 
"A maior ameaça das doença infantis são os perigosos e inúteis esforços usados para preveni-las por meio da imunização em massa”, escreve o Dr. Mendelsohn. “Não existe prova científica convincente de que a vacinação em massa tenha eliminado qualquer doença infantil... Geralmente acreditam que a vacina Salk deteve a epidemia de poliomielite que vitimava as crianças norte- americanas nas décadas de 40 e 50. Se isto é verdade, por que a epidemia terminou também na Europa, onde a vacina contra pólio não era amplamente usada?" 
"A vacinação é um dos sacramentos nocivos da moderna religião da medicina. Na ausência total de estudos controlados, todas as vacinas continuam sendo — cientificamente falando — medicamentos não comprovados. A única característica comprovada das vacinas são os efeitos colaterais devastadores,” escreve Mendelsohn, que exerceu a pediatria durante 25 anos e foi professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois, Presidente do Comitê de Licenciamento Médico de Illinois, autor de três manuais médicos e editor de um informativo médico para o público. 
Na introdução do seu livro, a Dra. Scheibner comenta, “Estudando milhares de páginas escritas sobre vacinas, não encontrei um único estudo que mostrasse que, durante uma epidemia, apenas crianças não vacinadas contraíram a doença. Mesmo durante testes de vacinação, muitas crianças contraíram as doenças contra as quais haviam sido vacinadas — com freqüência, no prazo de alguns dias.” 
O Dr. Mendelsohn, a Dra. Scheibner e outros afirmam que a eliminação ou redução de numerosas doenças infecciosas na história humana foi o resultado de melhores condições de higiene, melhor água potável e melhores condições de vida e de alimentação e não de vacinação. Por exemplo, eles mencionam que a peste bubônica e a escarlatina, outrora responsáveis por inúmeras mortes, praticamente desapareceram sem vacinas. Quanto à pólio, varíola e difteria, Mendelsohn e Scheibner citam diversos exemplos de países, onde essas doenças desapareceram sem vacinas — ao mesmo tempo e às vezes até mais depressa — do que em países com programa de vacinação. 
Qual é a gravidade das doenças infantis que as vacinas devem prevenir?
Essas doenças dividem-se em duas categorias: As que geralmente são inofensivas e as que são extremamente raras.  
Caxumba e sarampo são doenças infantis geralmente inofensivas se contraídas na infância. Alguns médicos consideram que elas têm a finalidade de fortalecer o sistema imunológico para evitar doenças futuras. Quem não contrai caxumba e sarampo quando ainda criança, corre o risco (tenha ou não sido vacinado) de contrair essas doenças na adolescência ou na idade adulta, quando podem causar sérias complicações. Ambas, uma vez contraídas na infância, proporcionam imunidade natural contra elas por toda a vida. Como aponta a Dra. Scheibner, a imunidade natural é a única imunidade verdadeira. O Dr. Mendelsohn mencionou uma pesquisa realizada em 1978 em 30 estados norte-americanos, onde mais da metade das crianças que contraíram sarampo haviam sido  devidamente vacinadas.  
Um problema com a vacinação contra essas duas doenças é que a vacina pode adiar a doença até idade mais avançada. Dois outros problemas potencias quanto à vacina contra sarampo é que pode criar a possibilidade de adquirir o “sarampo atípico” ou “sarampo atenuado”. O sarampo atípico, muito mais grave, apareceu somente após a chegada das vacinações contra sarampo. O sarampo atenuado provoca uma erupção mal desenvolvida que, segundo a Dra. Scheibner, pode, mais tarde, expor o indivíduo ao risco de contrair doenças crônicas como o câncer. 
O Dr. Mendelsohn alerta: “Cresce a suspeita de que a imunização contra doenças infantis relativamente inofensivas pode ser responsável pelo aumento dramático das doenças auto-imunes desde que as vacinações em massa foram introduzidas... Será que trocamos caxumba e sarampo por câncer e leucemia?” 
Serão vacinas a única proteção dos nossos organismos na luta contra as doenças?
Acreditamos que quando Deus criou o homem, Ele nos deu um sistema imunológico incrivelmente eficaz e a melhor maneira de conservá-lo consiste em seguir as leis da natureza na alimentação e no estilo de vida. A melhor forma de fortalecer o sistema imunológico da criança é começar a alimentar o bebê com o leite materno. Este transmite uma forma de imunização muito mais avançada do que qualquer vacina que jamais será inventada pela ciência. Depois, à medida que a criança cresce, deverá gradualmente receber uma alimentação consistindo principalmente de frutas e hortaliças frescas cruas, sucos frescos e grãos integrais que ajudarão o sistema imunológico a amadurecer da forma como nosso Criador pretendia.
Muitos pais são levados a acreditar que as leis não permitem que eles optem por ter seus filhos vacinados ou não e as escolas costumam recusar a matrícula de crianças não vacinadas. Os pais que preferem que seus filhos não sejam vacinados recebem muita pressão e, às vezes, até assédio de médicos, diretores das escolas e autoridades públicas. A batalha pode ser dura. Entretanto, segundo advogados experientes nessa área, "a decisão de vacinar seu filho é sua, apenas sua".
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Fonte: A revista “Back to the Garden" Spring/Summer1999, editada pela organização Hallelujah Acres, Shelby, North Carolina, EUA ( veja www.hacres.com )