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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Brasileiro encontra caminho para cura de 90% dos tipos de autismo, além de Rett

Por Paiva Junior
Sim, 90% dos tipos de autismo têm causas genéticas e poderão ser curados num futuro (que desejamos ser próximo), assim como a Síndrome de Rett. A conclusão é do neurocientista Alysson Muotri, que trabalha na pesquisa da cura do autismo nos EUA.
Em entrevista exclusiva com o neurocientista, que trabalha e reside em San Diego, na California, foi possível entender melhor o que a mídia mundial noticiou há três semanas: uma esperança para a cura do autismo. Aliás, as palavras “cura” e “autismo” jamais estiveram juntas na história da ciência. Só por esse fator, o trabalho já é um marco. Além de Alysson, os neurocientistas Carol Marchetto e Cassiano Carromeu formam o talentoso trio brasileiro que lidera esse trabalho.
Todas as reportagens citavam a cura do autismo. As mais detalhadas, porém, diziam que o tipo de autismo era a síndrome de Rett apenas. Sem entrar na discussão de Rett estar ou não incluída no espectro autista, isso incomodou muita gente e algumas pessoas que se animaram com a notícia se desapontaram ao saber que o trabalho foi feito apenas com  essa síndrome -- que afeta quase que somente meninas (pois os meninos afetados morrem precocemente). Muitos diziam: “síndrome de Rett não é autismo!”. Então de nada valeria a pesquisa para os autistas.
Certo? Errado.

Alysson não gosta de comentar trabalhos ainda não publicados, porém me revelou com exclusividade que seu próximo trabalho é exatamente o mesmo feito com síndrome de Rett, porém utilizando pacientes com autismo clássico, que deverá ser publicado em algum momento de 2011. E ainda adiantou que os resultados de um subgrupo dessa pesquisa foi o mesmo que conseguiu com os Rett: “os sintomas são similares aos de Rett, mas ainda não tentamos a reversão propriamente dita, mas acreditamos que deva funcionar da mesma forma; os experimentos estão incubando; tudo isso é muito recente ainda. E a filosofia é a mesma: se curar um neurônio, ele acredita que poderá curar o cérebro todo. Quando perguntei se ele já sabe onde será publicado esse trabalho e se tinha mais detalhes, a resposta foi imediata: “Não, ainda é muito cedo, precisamos terminar uma serie de experimentos”. Essa nova pesquisa envolveu vinte pacientes com autismo clássico. “Em alguns casos conseguimos descobrir a causa genética, o que facilita mais a interpretação dos dados”, explicou o brasileiro. Aliás, segundo ele, seria possível identificar o autismo em um exame, usando essa mesma técnica, mas isso hoje seria imensamente caro e complexo, portanto ainda inviável.
A droga para essa possível cura, possivelmente uma pílula, segundo Alysson deve vir em cinco ou dez anos, mas ele adverte: “Não se esqueça que a ciência muitas vezes dá um salto com grandes descobertas. Previ que este meu estudo demoraria uns dez anos e consegui fazê-lo em três anos”, explicou ele, referindo-se à descoberta do japonês Yamanaka de fazer uma célula “voltar no tempo” e reprogramá-la (veja explicação neste link), o que “acelerou” o trabalho do neurocientista.
Outra informação importante revelada por Alysson foi que ainda não se sabe como se comportará o cérebro quando curado do autismo. Tanto a pessoa pode simplesmente “acordar” do estado autista e passar a ter desenvolvimento típico (“normal”), como pode dar um “reset” no cérebro e ter que aprender tudo de novo, do zero, mas aprendendo naturalmente como as crianças neurotípicas (com desenvolvimento “normal”). Pode ser que a pessoa “curada” de autismo passe a ter outros gostos e interesses e até perder algumas habilidades que tinha antes, supõe o pesquisador brasileiro, que ainda tem um longo caminho pela frente no aprimoramento da sua técnica e na busca pela droga mais eficiente, que é o próximo passo das pesquisas. “É um trabalho importante, pois hoje há 1 autista para cada 105 crianças nos EUA”, informa ele.

INTERESSE DA INDÚSTRIA

Por último, ele revelou na entrevista que a indústria farmacêutica já o procurou, mas o laboratório vai seguir de forma independente também, com menos investimento, mas sem muito medo de riscos na busca pela cura definitiva do autismo para todas as idades, que é o desejo do palmeirense Alysson Muotri.
Esses laços evidentes com o país natal, faz o cientista “investir” em ajudar e incluir o Brasil nas pesquisas. Há uma parceria dele com uma equipe da USP (Universidade de São Paulo). A bióloga Karina Griesi Oliveira, passou um ano com os brasileiros na California aprendendo essa nova técnica de reprogramação celular (leia mais neste link da revista Pesquisa, da Fapesp). “Com colaboração da Karina, estamos também trabalhando com alguns pacientes brasileiros”, destacou o paulistano, que também graduou-se na USP.
Muitos dados citados na entrevista, como a estatística de 1 para 105 ainda nem foram publicados, pois, como diz Alysson, estamos lidando aqui com a “nata” da ciência: É a “cutting-edge science”, definiu ele, em inglês. “Esse número foi divulgado na ultima reunião da Sociedade de Neurociências, realizada em novembro de 2010, em San Diego (EUA)”, contou ele, que lidera onze pessoas em sua equipe, que, em alguns momentos, chegou a ter vinte integrantes.
Os detalhes da pesquisa estão na coluna quinzenal "Espiral" de Alysson no portal G1 e a minha entrevista exclusiva completa com o neurocientista brasileiro -- que durou uma hora e dez minutos -- você poderá ler, na íntegra, na próxima edição da Revista Autismo, que sai no primeiro trimestre de 2011 -- valerá a pena aguardar!
Talvez hoje ainda não possamos dizer que o autismo é curável. Mas agora também não se pode mais dar a certeza de que seja incurável.

Paiva Junior é editor-chefe da Revista Autismo e entrevistou Alysson Muotri, por telefone, no dia 02.dez.2010.



*A reprodução deste texto é permitida sem necessidade de autorização, desde que cite-se a fonte e o autor. Se reproduzir na web, inclua também um link para nosso site (RevistaAutismo.com.br).



AUTISMO É TRATÁVEL

Autismo Induzido por mercúrio nas vacinas (Thimerosal)





Recentes estudos realizados por pesquisadores americanos e canadenses, confirmaram que fatores biológicos (e genéticos) influenciam a manifestação de sintomas autísticos.

Muitas crianças nos Estados Unidos e Europa tem sido re-diagnosticadas como portadoras de "Autismo Induzido por Mercúrio".

A Causa:
Muitas de nossas crianças nascem com uma pré-disposição genética para reter metais pesados (cobre, chumbo, alumínio, mercúrio, etc) no organismo ao invés de excretá-los. O problema maior é causado pelo mercúrio, sob a forma de "Thimerosal" contido nas vacinas infantis (vide detalhes em Thimerosal). Ou seja, quanto mais vacinas contendo mercúrio são administradas maior a regressão e a quantidade de mercúrio acumulado no organismo. Após o término do ciclo de vacinação infantil, estas crianças tem acumulado no organismo quantidade de mercúrio superior até 72 vezes acima do limite máximo tolerável para uma pessoa adulta.

Ocorre que o mercúrio permanece na circulação sangüínea por volta de 6 meses após a exposição, depois vindo a se concentrar no cérebro, ali permanecendo "oculto" e causando grave degeneração dos neurônios.

Veja os detalhesem vídeo:
http://www.autistas.org/video_neuronios.html


Autismo Induzido por mercúrio nas vacinas (Thimerosal)


Lamentavelmente, quanto mais tempo se leva para detectar a intoxicação por mercúrio, mais comprometido se torna o indivíduo, pois o mercúrio causa danos irreversíveis.
Pelo menos nos Estados Unidos, desde 2001 já não são mais fabricadas vacinas contendo Thimerosal (mercúrio). No Brasil, a situação ainda são fabricadas e aplicadas vacinas com mercúrio. Porém cabe destacar que, não são as vacinas propriamente ditas que induzem ao autismo, mas sim o "conservante" Thimerosal que é o causador do problema. Embora, as vacinas também possam causar problemas de saúde à indivíduos hipersensíveis (vide link Vacinas).

Para maiores informações, uma boa sugestão é visitar o grupo de discussão "Autism-Mercury"
FONTE: http://www.autistas.org

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Conexão entre o aumento do autismo e a introdução de DNA de bebês abortados nas vacinas

James Tillman
Filadélfia, PA, EUA, 3 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Dra. Theresa Deisher, fundadora do Instituto Farmacêutico Escolhas Sãs (IFES), apresentou um estudo que revela a ligação entre autismo e DNA de bebês abortados nas vacinas no Encontro Internacional de Pesquisa do Autismo em maio.
“A conexão entre a introdução de DNA de bebês abortados e aumentos do autismo é encontrada durante décadas e em todos os continentes”, a Dra. Deisher disse para LifeSiteNews. “Essa conexão é mais convincente do que qualquer conexão de mercúrio”, que, disse ela, não tinha nenhuma conexão de índices crescentes de autismo.
Conforme indica o resumo do estudo, os índices de autismo nos EUA e na Inglaterra começaram a aumentar na mesma época em que a vacina de sarampo, caxumba e rubéola (MMR) pararam de usar células animais para usar células humanas derivadas de fetos abortados.
O uso de tais células significa que a vacina pode conter fragmentos residuais de DNA humano. A Dra. Deisher disse para LifeSiteNews que “pequenos fragmentos de resíduos de DNA humano nas vacinas apresentam dois perigos fisiológicos potenciais bem documentados” e “a possibilidade de reações do sistema imunológico”. Embora o sistema imunológico reconheça o DNA como estranho, sua similaridade com o próprio DNA do indivíduo pode fazer com que o sistema imunológico ataque partes do próprio corpo do indivíduo.
Outro perigo vem do comprimento dos fragmentos de DNA. Fragmentos residuais de DNA que consistem de menos de 250 pares de base (bp) têm uma probabilidade mais elevada de entrar no núcleo das células humanas. Ao entrarem no núcleo, os pequenos fragmentos de DNA poderão se integrar com o genoma da célula. A probabilidade de integração é 1 bilhão de vezes maior com o DNA das mesmas espécies do que com o DNA de outras espécies, de acordo com o resumo.
O estudo explicou que, considerando que em média o comprimento do fragmento de DNA humano na vacina da rubéola é 220bp, teria grande probabilidade de entrar no núcleo de uma célula. Além disso, 25 das “zonas ativas de recombinação” onde o fragmento de DNA provavelmente se combinaria estão localizados em alguns dos genes ligados ao autismo (GLA). Por isso, tal recombinação poderia ser uma das causas do autismo.
De acordo com o IFES, antes, quando as crianças não recebiam muitas vacinas e as vacinas não continham DNA de fetos abortados, só 1 de cada 10.000 crianças era diagnosticada com autismo, ao passo que agora é diagnosticada 1 de cada 150.
O IFES também planeja examinar os bancos de dados históricos em busca de mais evidências de correlação, para avaliar um modelo (usando ratos) de autismo usando fragmentos de DNA de ratos, e tentar apurar a localização exata em que os fragmentos de DNA entram no genoma humano.
A organização pró-vida Filhos de Deus pela Vida elogiou o IFES e sua organização parceira Biotecnologia Ave Maria por sua pesquisa crucial.
“Até o advento da Biotecnologia AVM e sua organização parceira IFES tínhamos pouca esperança de que alguém investiria o tempo e dinheiro para fazer esse estudo”, declarou Debi Vinnedge, fundadora de Filhos de Deus pela Vida.
“A obra da Dra. Deisher é uma bênção para centenas de milhares de famílias, e até mesmo milhões no mundo inteiro”, continuou Vinnedge. “Ela é uma resposta direta às nossas orações por uma empresa de biotecnologia cujo alvo exclusivo é pesquisas com valores morais e vacinas e tratamentos elaborados de forma ética”.
Links relacionados:

Sound Choice Pharmaceutical Institute

Ave Maria Biotechnology

Children of God for Life
Veja reportagem relacionada de LifeSiteNews:

Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060312

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Conexão entre o aumento do autismo e a introdução de DNA de bebês abortados nas vacinas

James Tillman

Filadélfia, PA, EUA, 3 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Dra. Theresa Deisher, fundadora do Instituto Farmacêutico Escolhas Sãs (IFES), apresentou um estudo que revela a ligação entre autismo e DNA de bebês abortados nas vacinas no Encontro Internacional de Pesquisa do Autismo em maio.
“A conexão entre a introdução de DNA de bebês abortados e aumentos do autismo é encontrada durante décadas e em todos os continentes”, a Dra. Deisher disse para LifeSiteNews. “Essa conexão é mais convincente do que qualquer conexão de mercúrio”, que, disse ela, não tinha nenhuma conexão de índices crescentes de autismo.
Conforme indica o resumo do estudo, os índices de autismo nos EUA e na Inglaterra começaram a aumentar na mesma época em que a vacina de sarampo, caxumba e rubéola (MMR) pararam de usar células animais para usar células humanas derivadas de fetos abortados.
O uso de tais células significa que a vacina pode conter fragmentos residuais de DNA humano. A Dra. Deisher disse para LifeSiteNews que “pequenos fragmentos de resíduos de DNA humano nas vacinas apresentam dois perigos fisiológicos potenciais bem documentados” e “a possibilidade de reações do sistema imunológico”. Embora o sistema imunológico reconheça o DNA como estranho, sua similaridade com o próprio DNA do indivíduo pode fazer com que o sistema imunológico ataque partes do próprio corpo do indivíduo.
Outro perigo vem do comprimento dos fragmentos de DNA. Fragmentos residuais de DNA que consistem de menos de 250 pares de base (bp) têm uma probabilidade mais elevada de entrar no núcleo das células humanas. Ao entrarem no núcleo, os pequenos fragmentos de DNA poderão se integrar com o genoma da célula. A probabilidade de integração é 1 bilhão de vezes maior com o DNA das mesmas espécies do que com o DNA de outras espécies, de acordo com o resumo.
O estudo explicou que, considerando que em média o comprimento do fragmento de DNA humano na vacina da rubéola é 220bp, teria grande probabilidade de entrar no núcleo de uma célula. Além disso, 25 das “zonas ativas de recombinação” onde o fragmento de DNA provavelmente se combinaria estão localizados em alguns dos genes ligados ao autismo (GLA). Por isso, tal recombinação poderia ser uma das causas do autismo.
De acordo com o IFES, antes, quando as crianças não recebiam muitas vacinas e as vacinas não continham DNA de fetos abortados, só 1 de cada 10.000 crianças era diagnosticada com autismo, ao passo que agora é diagnosticada 1 de cada 150.
O IFES também planeja examinar os bancos de dados históricos em busca de mais evidências de correlação, para avaliar um modelo (usando ratos) de autismo usando fragmentos de DNA de ratos, e tentar apurar a localização exata em que os fragmentos de DNA entram no genoma humano.
A organização pró-vida Filhos de Deus pela Vida elogiou o IFES e sua organização parceira Biotecnologia Ave Maria por sua pesquisa crucial.
“Até o advento da Biotecnologia AVM e sua organização parceira IFES tínhamos pouca esperança de que alguém investiria o tempo e dinheiro para fazer esse estudo”, declarou Debi Vinnedge, fundadora de Filhos de Deus pela Vida.
“A obra da Dra. Deisher é uma bênção para centenas de milhares de famílias, e até mesmo milhões no mundo inteiro”, continuou Vinnedge. “Ela é uma resposta direta às nossas orações por uma empresa de biotecnologia cujo alvo exclusivo é pesquisas com valores morais e vacinas e tratamentos elaborados de forma ética”.
Links relacionados:
Sound Choice Pharmaceutical Institute
Ave Maria Biotechnology
Children of God for Life
Veja reportagem relacionada de LifeSiteNews:
Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060312
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