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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Conexão entre o aumento do autismo e a introdução de DNA de bebês abortados nas vacinas

James Tillman
Filadélfia, PA, EUA, 3 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Dra. Theresa Deisher, fundadora do Instituto Farmacêutico Escolhas Sãs (IFES), apresentou um estudo que revela a ligação entre autismo e DNA de bebês abortados nas vacinas no Encontro Internacional de Pesquisa do Autismo em maio.
“A conexão entre a introdução de DNA de bebês abortados e aumentos do autismo é encontrada durante décadas e em todos os continentes”, a Dra. Deisher disse para LifeSiteNews. “Essa conexão é mais convincente do que qualquer conexão de mercúrio”, que, disse ela, não tinha nenhuma conexão de índices crescentes de autismo.
Conforme indica o resumo do estudo, os índices de autismo nos EUA e na Inglaterra começaram a aumentar na mesma época em que a vacina de sarampo, caxumba e rubéola (MMR) pararam de usar células animais para usar células humanas derivadas de fetos abortados.
O uso de tais células significa que a vacina pode conter fragmentos residuais de DNA humano. A Dra. Deisher disse para LifeSiteNews que “pequenos fragmentos de resíduos de DNA humano nas vacinas apresentam dois perigos fisiológicos potenciais bem documentados” e “a possibilidade de reações do sistema imunológico”. Embora o sistema imunológico reconheça o DNA como estranho, sua similaridade com o próprio DNA do indivíduo pode fazer com que o sistema imunológico ataque partes do próprio corpo do indivíduo.
Outro perigo vem do comprimento dos fragmentos de DNA. Fragmentos residuais de DNA que consistem de menos de 250 pares de base (bp) têm uma probabilidade mais elevada de entrar no núcleo das células humanas. Ao entrarem no núcleo, os pequenos fragmentos de DNA poderão se integrar com o genoma da célula. A probabilidade de integração é 1 bilhão de vezes maior com o DNA das mesmas espécies do que com o DNA de outras espécies, de acordo com o resumo.
O estudo explicou que, considerando que em média o comprimento do fragmento de DNA humano na vacina da rubéola é 220bp, teria grande probabilidade de entrar no núcleo de uma célula. Além disso, 25 das “zonas ativas de recombinação” onde o fragmento de DNA provavelmente se combinaria estão localizados em alguns dos genes ligados ao autismo (GLA). Por isso, tal recombinação poderia ser uma das causas do autismo.
De acordo com o IFES, antes, quando as crianças não recebiam muitas vacinas e as vacinas não continham DNA de fetos abortados, só 1 de cada 10.000 crianças era diagnosticada com autismo, ao passo que agora é diagnosticada 1 de cada 150.
O IFES também planeja examinar os bancos de dados históricos em busca de mais evidências de correlação, para avaliar um modelo (usando ratos) de autismo usando fragmentos de DNA de ratos, e tentar apurar a localização exata em que os fragmentos de DNA entram no genoma humano.
A organização pró-vida Filhos de Deus pela Vida elogiou o IFES e sua organização parceira Biotecnologia Ave Maria por sua pesquisa crucial.
“Até o advento da Biotecnologia AVM e sua organização parceira IFES tínhamos pouca esperança de que alguém investiria o tempo e dinheiro para fazer esse estudo”, declarou Debi Vinnedge, fundadora de Filhos de Deus pela Vida.
“A obra da Dra. Deisher é uma bênção para centenas de milhares de famílias, e até mesmo milhões no mundo inteiro”, continuou Vinnedge. “Ela é uma resposta direta às nossas orações por uma empresa de biotecnologia cujo alvo exclusivo é pesquisas com valores morais e vacinas e tratamentos elaborados de forma ética”.
Links relacionados:

Sound Choice Pharmaceutical Institute

Ave Maria Biotechnology

Children of God for Life
Veja reportagem relacionada de LifeSiteNews:

Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060312

domingo, 10 de outubro de 2010

Autismo Fabricado nos EUA: 1 a 11

Autismo Fabricado nos EUA parte 1 de 11




Autismo Fabricado nos EUA parte 2 de 11




Autismo Fabricado nos EUA parte 3 de 11




Autismo Fabricado nos EUA parte 4 de 11





Autismo Fabricado nos EUA parte 5 de 11





Autismo Fabricado nos EUA parte 6 de 11




Autismo Fabricado nos EUA parte 7 de 11



Autismo Fabricado nos EUA parte 8 de 11




Autismo fabricado nos EUA parte 9 de 11.avi




Autismo Fabricado nos EUA - parte 10 de 11.avi

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Múltiplas Causas das Desordens do Espectro Autista







Por Mark Sircus Ac., OMD
Diretor Executivo da IMVA - International Medical Veritas Association
http://www.imva.info

O autismo está ganhando de nós porque ele é o resultado de
um experimento de 50 anos de saturação de cada ser vivente
com um excesso de substâncias tóxicas, incluindo vacinas.

Dr. Gregory Ellis
Apontar o papel central do mercúrio na criação das desordens do espectro autista não desconsidera outras possíveis causas. Ou, ainda, uma teoria geral que inclua uma série de causas que, no decorrer do tempo, enfraqueça a criança a ponto de que, para ela, a dose tóxica de químicos na vacina seja demais para suportar. O desenvolvimento cerebral das crianças tem sido prejudicado por alguns dos mais de 70.000 químicos artificiais no mercado, reporta a World Wildlife Fund (WWF). [i]   
De acordo com a Academia Nacional de Ciências (NAS) dos Estados Unidos, 60.000 crianças americanas estão nascendo a cada ano com problemas neurológicos causados pela exposição pré-natal a compostos de metil-mercúrio presentes em combustíveis fósseis e no ar poluído. [ii] A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a poluição do ar mata aproximadamente 3 milhões de pessoas por ano [iii]  Ataques químicos vêm em diferentes formas. Nós os vemos na forma de vacinas que contém mercúrio como preservativos, amálgamas dentais que são cinqüenta por cento de mercúrio em peso, drogas farmacêuticas que apresentam fortes efeitos colaterais, práticas violentas de nascimento, flúor na água potável, e alimentos que contém substâncias tóxicas ao sistema neurológico, como glutamato monossódico, aspartame, pesticidas, hormônios e preservativos.
Usinas atômicas colocam 40 toneladas de mercúrio por ano na atmosfera através da queima do carvão. Somente nos Estados Unidos, a incineração de lixo hospitalar libera outras 20 toneladas anuais e estimamos que mais 200 toneladas são perdidas no ambiente, porque essa é a quantidade de Hg solicitada pelos hospitais para consertar seus aparelhos de pressão, a cada ano.[iv] Cada indústria de plástico despeja mercúrio no ambiente e cada novo carro produzido está saturado com seus vapores.
 Vacinas são uma preocupação especial na busca pelas causas do autismo, devido aos seus compostos tóxicos, incluindo mercúrio e alumínio, que são injetados diretamente no corpo. E alguns dos componentes das vacinas passam diretamente através da barreira sanguínea do cérebro e afetam o sistema nervoso, especialmente as células do sistema imunológico cerebral, as microglia. Microglia são células imunológicas do sistema nervoso central (SNC) e elas facilmente se voltam contra o SNC destruindo-o através de excitotoxicidade e autotoxicidade. [v] Quando isso ocorre, temos uma destruição generalizada e não-específica de neurônios, axônios, dendritos e sinapses. A química destrutiva da microglia, quando super estimulada, explica como uma criança pode entrar num estado onde ela se torna alérgica a quase qualquer coisa que ela toque, respire ou coma.
Muitos são os fatores de fundo que enfraquecem a química dessas células, enfraquecendo o equilíbrio químico básico no cérebro, deixando todo o SNC mais vulnerável ao seu inimigo mais ameaçador, o mercúrio. Mercúrio tem uma classificação própria quando se trata de neurotoxicidade, causando danos através de vários mecanismos, incluindo um assalto direto às neurofibrilas, retirando a mielina e resultando num dano devastador aos neurônios. E não há escassez de vias de contaminação por mercúrio, com amálgamas dentais em bilhões de bocas, resíduos tóxicos legalizados que liberam constantemente mercúrio para os tecidos do corpo, e da mãe para o feto. Bebês são especialmente sensíveis à destruição causada pelo mercúrio.  
Nossas crianças estão sendo envenenadas numa escala massiva. Os dentistas que usam amálgama são os maiores poluidores por mercúrio do planeta. Esses dentistas podem ou não estar presentes para verem o que eles fizeram – tipicamente eles vivem cerca de 50 anos, e freqüentemente cometem suicídio, o que é um sintoma clássico de contaminação por mercúrio
John Moore
As substâncias químicas não são seguras, os naturalistas sabem disso e vivem suas vidas com este princípio em suas mentes. Entretanto, a tendência geral dos médicos alopatas é negar a toxicidade dos medicamentos, falsamente elevando as bactérias e vírus às principais causas das doenças. A falha deles em entender que a combinação de várias substâncias químicas pode sobrecarregar a saúde de um determinado indivíduo é trágica. A medicina tem escondido os sempre presentes perigos dos milhares de químicos usados pela indústria, porque ela mesma é uma indústria que usa químicos tóxicos na forma de drogas.
Está claro que a maior parte das evidências disponíveis sugerem a importância dos múltiplos fatores biológicos agindo através de um ou mais mecanismos para produzir a síndrome autista
Dr. Donald J. Cohen & Fred Volkmar
Virtualmente 100% dos nascimentos administrados medicamente são sujeitos a altos níveis de intervenções farmacêuticas. Nós não conhecemos os efeitos negativos de tais intervenções porque ninguém nunca buscou estudar os possíveis efeitos colaterais do pesado uso de drogas no bebê por nascer. A maioria dos partos hoje em dia é induzida em algum ponto. As mães são drogadas, o que obviamente significa que os bebês são drogados. A maior parte dos cordões umbilicais são cortados [vi] antes que todo o sangue da placenta volte para o bebê, o que significa que os bebês começam suas vidas com um decréscimo de cerca de 40% no seu volume sanguíneo. [vii] O nascimento em si já é um choque em um nível ou outro. Os bebês precisam de tempo para se ajustar, à luz, ao som, ao simples ato de respirar. Mas a eles não é dado o tempo de que precisam. Assim que nascem, antibióticos em gota ou gel é colocado em seus olhos e eles recebem uma injeção de vitamina K. O problema é que a “vitamina” K é um composto sintético, o qual seus pequenos corpos realmente não conseguem reconhecer e usar. Mas, mais importante, esta injeção contém químicos viciosos como benzil, fenol, glicol propileno, ácido acético e ácido hidroclorídrico. [viii] Então, mesmo antes da vacina de hepatite B ser aplicada, os bebês já estão tendo que lidar com químicos e antibióticos fortes circulando em seus sistemas circulatório e nervoso – que já, naturalmente, estão numa batalha para se adaptar à nova condição, fora do organismo de sua mãe.  Agora adicione a essa lista a vacina da hepatite B com seu hidróxido de alumínio, timerosal (mercúrio) e material genético modificado e nós podemos apenas nos perguntar sobre os pediatras e o que eles estão pensando. Na edição de 14 de setembro de 2004 da revista Neurology (2004;63:838-42) um grupo de Harvard publicou suas descobertas confirmando nossos maiores medos, sobre a vacina contra hepatite B e seu papel no aumento das chances do recipiente contrair esclerose múltipla. Esses pesquisadores estimam que ela aumenta o risco em mais de três vezes. Isso é altamente significativo para o nosso modelo de múltiplas causas do autismo porque, como Dr. Blaylock já suspeitava, essa e outras vacinas estão criando problemas no sistema imunológico cerebral, levando a sérias doenças auto-imunes.
Uma pesquisa informal entre parteiras não identificou nenhum bebê nascido em casa que tenha sido, até agora, diagnosticado com desordens autistas. Parteiras têm uma tendência muito maior a serem gentis e a se renderem aos processos naturais do que as equipes hospitalares, e deixam os bebês se adaptarem plenamente antes de cortarem o cordão umbilical. A atual prática obstétrica do corte imediato rotineiro do cordão coloca em risco o cérebro e outros órgãos do recém nascido, por interromper a oxigenação via placenta e a transfusão sanguínea placentária, durante a transição de “feto” para “recém-nascido”. [ix] Além dessa questão do corte do cordão, os nascimentos domiciliares com parteiras usualmente não sofrem intervenções e as parturientes não são medicadas. Também as famílias que optam por parto domiciliar muito freqüentemente são aquelas que optam pela não vacinação e pelo tratamento natural de suas crianças. Todos esses fatores podem contribuir para o fato de não se observar crianças com autismo nascidas em partos domiciliares.
O denominador comum em doenças neurodegenerativas crônicas
 parece ser ou um decréscimo do suprimento vascular (menos sangue no cérebro)
ou a acumulação de metais pesados, especificamente mercúrio.

Dr Rashid Buttar
O estabelecimento médico admite que a causa do autismo não é ainda “completamente” conhecida, e, ao mesmo tempo, tem a imprudência de assegurar aos pais o que não está causando tal epidemia. Eles insistem – a despeito das crescentes evidências – em que a causa não tem nada a ver com danos colaterais causados por vacinas ou pelo mercúrio contido nelas. Aqui deve ser frisado que não há nada para substanciar a afirmação sobre o autismo ter “uma forte base genética” a não ser especulação. O diagnóstico de causa genética é uma saída à mão que o CDC (Centro para Controle de Doenças, nos EUA) utiliza quando a doença não pode ser explicada por infecções por vírus ou bactérias.

Dr. Rimland diz “É um absurdo declarar que a ligação entre muitos casos de autismo e a vacinação é apenas uma coincidência”. Como um cientista profissional em tempo integral por 50 anos, e um pesquisador no campo do autismo por 45 anos, eu fico chocado e irritado com os esforços do estabelecimento médico para trivializar as sólidas e inegáveis evidências de que as defectivas políticas de vacinação são a raiz da epidemia [de autismo]. Existem muitas linhas consistentes de evidências envolvendo as vacinas e nenhuma outra hipótese alternativa que seja, ao menos em parte, plausível. [x]
Como nós vimos em capítulos anteriores e como veremos no capítulo sobre tratamento, mercúrio é a causa central, o fator principal que destrói o pleno funcionamento e a saúde das crianças, levando a desabilidades de aprendizagem e ao declínio para o autismo. Há muitas razões porque podemos chegar a esta conclusão. Sem dúvida, o mercúrio não é somente a substância não-radioativa mais tóxica e perigosa para o homem, mas ele substituiu o chumbo como o poluente número um no ambiente.
Recentemente, podemos apontar o sucesso em tratamento do autismo pelo Dr. Rashid Buttar e sua equipe, da North Carolina University.[xi] Usando um novo composto para quelação do mercúrio (DMPS), totais reversões de quadros de autismo foram realizadas, conforme este metal tóxico é retirado do organismo.
 site Nova ErA

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Conexão entre o aumento do autismo e a introdução de DNA de bebês abortados nas vacinas

James Tillman

Filadélfia, PA, EUA, 3 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Dra. Theresa Deisher, fundadora do Instituto Farmacêutico Escolhas Sãs (IFES), apresentou um estudo que revela a ligação entre autismo e DNA de bebês abortados nas vacinas no Encontro Internacional de Pesquisa do Autismo em maio.
“A conexão entre a introdução de DNA de bebês abortados e aumentos do autismo é encontrada durante décadas e em todos os continentes”, a Dra. Deisher disse para LifeSiteNews. “Essa conexão é mais convincente do que qualquer conexão de mercúrio”, que, disse ela, não tinha nenhuma conexão de índices crescentes de autismo.
Conforme indica o resumo do estudo, os índices de autismo nos EUA e na Inglaterra começaram a aumentar na mesma época em que a vacina de sarampo, caxumba e rubéola (MMR) pararam de usar células animais para usar células humanas derivadas de fetos abortados.
O uso de tais células significa que a vacina pode conter fragmentos residuais de DNA humano. A Dra. Deisher disse para LifeSiteNews que “pequenos fragmentos de resíduos de DNA humano nas vacinas apresentam dois perigos fisiológicos potenciais bem documentados” e “a possibilidade de reações do sistema imunológico”. Embora o sistema imunológico reconheça o DNA como estranho, sua similaridade com o próprio DNA do indivíduo pode fazer com que o sistema imunológico ataque partes do próprio corpo do indivíduo.
Outro perigo vem do comprimento dos fragmentos de DNA. Fragmentos residuais de DNA que consistem de menos de 250 pares de base (bp) têm uma probabilidade mais elevada de entrar no núcleo das células humanas. Ao entrarem no núcleo, os pequenos fragmentos de DNA poderão se integrar com o genoma da célula. A probabilidade de integração é 1 bilhão de vezes maior com o DNA das mesmas espécies do que com o DNA de outras espécies, de acordo com o resumo.
O estudo explicou que, considerando que em média o comprimento do fragmento de DNA humano na vacina da rubéola é 220bp, teria grande probabilidade de entrar no núcleo de uma célula. Além disso, 25 das “zonas ativas de recombinação” onde o fragmento de DNA provavelmente se combinaria estão localizados em alguns dos genes ligados ao autismo (GLA). Por isso, tal recombinação poderia ser uma das causas do autismo.
De acordo com o IFES, antes, quando as crianças não recebiam muitas vacinas e as vacinas não continham DNA de fetos abortados, só 1 de cada 10.000 crianças era diagnosticada com autismo, ao passo que agora é diagnosticada 1 de cada 150.
O IFES também planeja examinar os bancos de dados históricos em busca de mais evidências de correlação, para avaliar um modelo (usando ratos) de autismo usando fragmentos de DNA de ratos, e tentar apurar a localização exata em que os fragmentos de DNA entram no genoma humano.
A organização pró-vida Filhos de Deus pela Vida elogiou o IFES e sua organização parceira Biotecnologia Ave Maria por sua pesquisa crucial.
“Até o advento da Biotecnologia AVM e sua organização parceira IFES tínhamos pouca esperança de que alguém investiria o tempo e dinheiro para fazer esse estudo”, declarou Debi Vinnedge, fundadora de Filhos de Deus pela Vida.
“A obra da Dra. Deisher é uma bênção para centenas de milhares de famílias, e até mesmo milhões no mundo inteiro”, continuou Vinnedge. “Ela é uma resposta direta às nossas orações por uma empresa de biotecnologia cujo alvo exclusivo é pesquisas com valores morais e vacinas e tratamentos elaborados de forma ética”.
Links relacionados:
Sound Choice Pharmaceutical Institute
Ave Maria Biotechnology
Children of God for Life
Veja reportagem relacionada de LifeSiteNews:
Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10060312
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Testes urina confirmam que mercúrio usado nas vacinas preservadas com thimerosal, podem estar por detrás do surto de autismo

POR DENTRO DA MENTE/CÉREBRO AUTISTA

Matéria publicada na revista "Time Magazine" edição de junho de 2006.

Tradução de Claudia Marcelino.

O caminho para a mente de Hannah foi aberto há poucos dias antes do seu 13º aniversário.
Seus pais, terapeutas, nutricionistas e professores, passaram anos preparando esse caminho. Eles moveram montanhas para desenvolver o seu equilíbrio, a sua percepção sensorial e a sua saúde como um todo. Gastaram fortunas em terapia ocupacional, fisioterapia e suporte emocional e psicológico. Antes da chegada de 2005, finalmente a vida de Hannah começou a tomar outra direção. Hannah que tinha a fala limitada a frases de músicas, diálogos ecolálicos e sons ininteligíveis, que é acometida de autismo severo e que os médicos pensavam também ser acometida de sério retardo mental, num certo dia de outubro, depois de ser apresentada a um certo computador específico, Hannah provou que todos estavam errados.

"Tem alguma coisa que você gostaria de dizer Hannah"? perguntou Marilyn Chadwick, diretora de treinamento do Instituto de Comunicação Facilitada da Universidade de Syracusa.
Com Chadwick ajudando a estabilizar o seu punho direito e sua mãe olhando, a garota q pensaram ser incapacitada de aprender a ler e escrever, digitou lentamente "Eu amo a mamãe".

Um ano e meio depois, Hannah senta com o seu tutor à uma pequena mesa de computador em sua casa, num subúrbio fora da cidade de Nova York. A comunicação facilitada é controversa. Há críticas dizendo que na verdade, frequentemente é o facilitador que está digitando. Mas o fato é que este acontecimento, mudou completamente a vida de Hannah. A garota sem diálogo tinha um vocabulário extenso, senso de humor e algumas habilidades impensadas.
Um dia quando Jacob deu uma página com 30 problemas matemáticos à ela, Hannah deu uma olhada e depois digitou todas as 30 respostas. Espantado Jacob perguntou, "Você tem memória fotográfica"? Hannah digitou: "Sim!"

Assim como muitas outras pessoas com autismo, Hannah é tão sensível ao som que é capaz de distinguir qualquer palavra de conversas que aconteçam em qualquer lugar da casa, o que pode contribuir em muito para o seu aprendizado. Ela também é hiper sensível a estímulos visuais, fixar os objetos diretamente é muito difícil, então ela frequentemente recorre a sua visão periférica.
A habilidade recém descoberta de Hannah para se comunicar, possibilitou que a sua inteligência desabrochasse, mas também mostrou um lado obscuro: ela demonstrou ser dolorosamente consciente sobre seu autismo. Sobre isso ela fala: "A realidade machuca".

Mais de 60 anos depois do autismo ser descrito pela primeira vez pelo psiquiatra americano, Leo Kanner, ainda há mais perguntas do que respostas para essa desordem tão complexa. As suas causas ainda são incertas, assim como as razões para o rápido crescimento na incidência de autismo em países como os EUA, Japão, Inglaterra, Dinamarca e França. Mas, devagar e sempre, muitos mitos sobre o autismo estão sendo derrubados, enquanto os cientistas descobrem outras formas de desvendar o que se passa nos corpos e mentes das pessoas com autismo e mais ainda, naqueles que são profundamente afetados, assim como Hannah e que estão sendo capazes de dar voz as suas experiências.

Em meio as surpresas estão:

- Autismo é muito parecido com câncer, muitos sintomas com muitas causas distintas. Já é bastante sabido que há uma enorme variedade dos sintomas severos de uma profunda deficiência à formas mais brandas como a Síndrome de Asperger, onde a habilidade intelectual geralmente é alta, mas a consciência social é baixa. Os médicos agora preferem se referir ao termo de "Desordem do Espectro Autista" e os cientistas acreditam também haver subtipos distintos, incluindo um tipo com início muito cedo e um tipo regressivo que pode ter início após os 2 anos.
- Antes, acreditava-se principalmente numa desordem do cerebello, a região na parte traseira do cérebro que integra as atividades sensoriais e motoras. Autismo agora, é visto como um problema pervasivo na forma como o cérebro é ligado. A distribuição das fibras nervosas que ligam diversas partes do cérebro é anormal, mas não está claro até onde isso é a causa ou a consequência do autismo.
- O sistema imunológico pode desempenhar uma grande contribuição em ao menos alguns casos de autismo. O que sugere novos caminhos de prevenção e tratamento.
- Muitos sintomas clássicos de autismo como rodopiar, balançar a cabeça, e repetir frases sem parar, pareçem mais ser mecanismos de tentativa de comunicação do que comportamentos de desligamento.
Outros sintomas clássicos como falta de emoção e ou falta de habilidade para amar, agora podem ser amplamente rejeitados, devido a comunicação enfraquecida. O mesmo pode-se dizer sobre a suposta alta incidência de retardo mental.

O mundo de terapias para o autismo continua a ser bombardeado por curas milagrosas. Mas os terapeutas estão começando a encontrar as melhores formas de interver. E enquanto se fala que autismo é uma desordem para a vida inteira, existem alguns casos relatados em que crianças que foram identificadas e tratadas muito precocemente, não mais exibem os seus sintomas.

A CURIOSA INCIDÊNCIA

Dr. Thomas Insel, Diretor do National Institute of Mental Health - NIMH - Instituto Nacional da Saúde Mental, de onde provém a maioria das pesquisas nacionais de autismo, relembra um tempo onde a desordem era raramente diagnosticada. " Quando o meu irmão era residente do Hospital da Criança de Harvard nos anos 70, eles internaram uma criança com autismo e o diretor do hospital chamou todos os residentes do hospital para ver, disse Insel. "Ele disse - " Vocês tem que ver esse caso; vocês nunca verão isso novamente".

Ele estava errado. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, cerca de 1 em cada 166 crianças americanas nascidas hoje, irão algum dia cair dentro do espectro autista. Dobrou a incidência de casos nos últimos 10 anos e aumentou em 10 vezes mais a incidência estimada na geração passada. Enquanto alguns duvidam das novas incidências, dois levantamentos publicados na semana passada por este centro, estavam de acordo com essa incidência chocante.

Ninguém pode dizer porque os números cresceram tanto. Maior conscientização e campanhas de saúde pública para encorajar diagnósticos precoces certamente fizeram a sua parte, desde que no passado, muitas dessas crianças eram rotuladas como retardadas ou loucas e escondidas em instituições. Mas fatores ambientais podem também estar contribuindo para o crescimento. Para se tentar chegar a raiz do mistério, os fundos federais para as pesquisas no autismo triplicou na última década, para 100 milhões de dólares, embora isso ainda seja pouco em comparação com o valor estimado em 500 milhões destinados para o câncer infantil, que acomete muitas crianças a menos.

No Centro de Saúde e Prevenção de Doenças Ambientais da Criança da Universidade Davis da Califórnia, o toxicologista Isaac Pessah está estudando o cabelo, o sangue, a urina e amostras de tecidos de 700 famílias com casos de autismo. Ele está testando 17 metais, traços de pesticidas, opióides e outros intoxicantes. Em março, Pessah causou um rebuliço ao publicar um estudo que mostrava que mesmo um nível muito baixo de mercúrio usado nas vacinas preservadas com thimerosal, há muito suspeito de provocar o autismo, pode dar início a irregularidades em células do sistema imune, pelo menos no tubo de ensaio. Mas ele não atribui o thimerosal (o qual já foi removido das vacinas rotineiras da infância) como o vilão da história.  " Provavelmente não há só um disparador que esteja causando o autismo no lado ambiental", diz Pessah, "e também não há só um gene envolvido".

Realmente muitos pesquisadores acreditam que o autismo resulte de uma combinação entre fatores ambientais e vulnerabilidade genética. Um gêmeo idêntico de uma criança com autismo, tem chances de 60 a 90% de também ser atingido. E existe pouca dúvida sobre a vulnerabilidade de algumas famílias em ocorrer síndromes do espectro autista: o sibling (?) de uma criança autista tem cerca de 10% de chance de também desenvolver a síndrome.
Cientistas genéticos que trabalham com autismo encontraram pontos suspeitos nos cromossomos 2, 5, 7, 11 e 17, mas provavelmente existem dúzias de genes envolvidos. "Nós achamos que existem casos diferentes de autismos, cada um deles pode haver uma causa diferente e genes diferentes envolvidos", diz David Amaral, pesquisador chefe da MIND Institute, também na Universidade de Davis na Califórnia.

Amaral está liderando as pesquisas do MIND no esforço de juntar dados clínicos, comportamentais e genéticos em 1.800 crianças autistas. Um dos objetivos é definir claramente os subtipos do autismo. "É difícil estabelecer a genética se você estiver tratando sobre 4 ou 5 síndromes diferentes", diz o chefe do NIMH, Insel. "Será que a presença de eplepisia define casos separados da doença? O que dizer das crianças que pareçem ter um desenvolvimento normal durante o 1º ano e meio de vida e depois regridem? Será um caso separado? E o que falar sobre o grande nº de crianças com graves problemas intestinais? E outros tantos com disfunções imunológicas, será que é um subtipo também?

Amaral e sua colaboradora, Judy Van de Water, acreditam estarem próximos de uma grande descoberta de pelo menos um tipo de autismo, uma forte tendência familiar. Eles detectaram uma grande quantidade de anticorpos no sangue de famílias com tendências ao espectro autista e mais ainda, nas mães com mais de um filho autista. "Estes anticorpos fazem um papel de combate contra as proteínas no cérebro do feto', diz Amaral. A principal hipótese é que estes anticorpos podem alterar o desenvolvimento do cérebro de tal forma que leve ao autismo. Se estivermos certos, essa descoberta pode levar a um tipo de teste sanguíneo materno e ao uso de uma terapia específica, chamada plasmapheresis, visando retirar estes anticorpos do sangue materno.
"Você gera uma expectativa muito grande ", diz Amaral, "se você puder prevenir cerca de 20% de crianças não desenvolver o autismo. Mas nós não queremos levantar falsas esperanças".

Se a causa é os anticorpos maternos, os metais pesados ou qualquer outra coisa, não há nenhuma dúvida que o cérebro de crianças autistas tem diferenças. Para começar, eles são muito grandes. Em estudos baseados em imagens de ressonância magnética e leituras básicas de medidas-padrão, o neurocientista Eric Courchesne do Hospital da Criança de San Diego mostrou que enquanto as crianças com autismo nascem com dimensões de cérebros normais, elas apresentam uma rápida expansão até os 2 anos, particularmente nos lóbulos frontais. Com 4 anos diz Courchesne, crianças autistas tendem a ter um cérebro do tamanho dos de crianças de 13 anos. Esse crescimento enorme é ainda mais evidente nas meninas, ele diz, embora por razões ainda misteriosas, somente 1 em cada 5 crianças com autismo seja do sexo feminino. Estudos mais recentes de Amaral e outros descobriram que a amídala, uma área associada ao comportamento social, é também fora do padrão, uma descoberta que Amaral acredita estar ligada aos altos níveis de ansiedade visto em cerca de 80% das pessoas com autismo.

Dra. Martha Herbert uma neuropediatra de Harvard relatou no ano passado que o excesso de massa branca em cérebros autistas tem uma distribuição específica: áreas locais tendem a ser sobrecarregadas, enquanto as ligações entre regiões distantes são fracas. É como se tivesse muita competição entre companhias telefônicas de curta distância e pouquíssima na área de longa distância. Essa observação vai de encontro com as imagens de ressonância magnética que registraram a atividade cerebral em pessoas com autismo. Estudos usando as imagens dessa função cerebral mostram uma falha de coordenação entre as regiões cerebrais, fala Marcel Just, diretor do Centro de Imagens Cognitivas do Cérebro Carnegie Mellon em Pittsburgh. Just escaneou dúzias de cérebros de pessoas autistas entre 15 e 35 anos com QIs na faixa normal, dando a eles testes de memória simples enquanto monitorava suas atividades cerebrias. "Uma coisa pode-se ver", fala Just, "é que a atividade entre diferentes áreas não vão para cima e para baixo ao mesmo tempo. Existe uma falha no sincronismo destas atividades, tal como uma diferença entre uma sessão muito congestionada e outra sem nenhuma atividade. No autismo, cada área faz a sua parte sem se relacionar".

O que ainda não está claro é se esse problema de interação é o resultado do autismo ou a causa. Talvez todo esse excesso de ligações fosse igual ao excesso de vasos em volta do coração de uma pessoa que tenha sofrido um ataque cardíaco, o corpo tende a fazer outra rota contornando o problema.

Ou talvez a crescimento anormal do cérebro tenha haver com o sistema imune; pesquisas no Johns Hopkins encontraram sinais de que os cérebros dos autistas sofrem de inflamação crônica. "É impossível neste momento, dizer o que nasceu primeiro se o ovo ou a galinha". diz Just.
Já foi mostrado que pessoas autistas costumam usar o cérebro de formas não usuais: eles memorizam as letras do alfabeto numa parte do cérebro que normalmente processa as formas. Eles tendem a usar os centros visuais nas partes de trás do cérebro, onde usualmente são processadas no córtex pré-frontal. Eles usualmente olham para a boca ao invés de olhar para os olhos de quem está falando.
Será que estas diferenças refletem a patologia fundamental, ou são apenas efeitos de algum problema mais básico? Ninguém sabe. Mas o fato de que intervenção precoce traz melhores resultados para crianças dentro do espectro autístico, pode dar uma pista que algo da anatomia e atividade estranha do cérebro é secundário - e talvez possa até ser prevenido. Estudos que mostram o quanto uma intervenção precoce pode ajudar a normalizar o cérebro, estão começando na Universidade de York em Toronto, mas os resultados ainda estão muito longe.

AUTISMO VISTO DE DENTRO
ENQUANTO ISSO, 300.000 crianças americanas em idade escolar e muitos adultos, estão tendo que viver suas vidas diárias com o autismo. O mundo tendenciou a escutar aqueles que são altamente funcionais, como Temple Grandin, escritora e professora da Universidade do Colorado conhecida por desenhar máquinas humanizadas para manuseio do gado. Mas as vozes daqueles mais severamente afetados também estão começando a ser ouvidas. Como é o caso de Sue Rubin, 27, uma estudante universitária de Whitier, na Califórnia, que não apresenta nenhuma fala funcional e tem a maioria da imagem estereotipada de uma pessoa com retardamento mental, e mesmo assim, ela foi capaz de escrever a narração para o documentário indicado ao Oscar sobre a sua vida, "Autism is a World".
O que esses indivíduos tem a dizer sobre as suas próprias experiências, está oferecendo novos indícios para a condição que os afetam. E também se encaixam perfeitamente com o que os cientistas vêem dentro de seus cérebros. O que se vê é que pessoas com Espectro Autista tem dificuldades em juntar as informações cognitivas de forma integrada. Existe a tendência em prestar muita atenção no detalhe e perder o conteúdo completo. Coordenar o comando, com o movimento e a sensação, pode ser muito difícil para alguns. Chandima Rajapatirana, um escritor autista de Potomac, escreve assim: "Sem nenhuma iniciativa, eu permaneço sentado enquanto minha mãe me chama. Eu sei o que devo fazer, mas frequentemente eu não posso levantar enquanto ela não diz, "Levante-se", ele escreve. O fato de saber onde meu corpo está não é fácil para mim. Interessantemente, eu não consigo perceber se estou sentado ou de pé. Eu não tenho consciência do meu corpo ao menos que ele esteja tocando alguma coisa... A sua mão junto à minha, me deixa saber onde a minha mão está. Arrastar as minhas pernas enquanto eu ando, me mostram que eu estou vivo".
Descrições como estas lançam uma luz sobre os comportamentos auto-destrutivos como morder-se, arranhar-se, beliscar-se e bater a cabeça. Para pessoas como Rajapatirana, bater a cabeça contra a parede pode ser útil para mostrá-la, literalmente, aonde as suas cabeças estão. "Antes de tentar extinguir tais comportamentos, nós temos que tentar entender o que eles querem nos dizer”, escreve Judith Bluestone, uma terapeuta de Satle que também é autista.
Em seu novo livro "Send in the Idiots", o jornalista britânico Kamran Nazeer, que também é autista, descreve a necessidade de comportamentos e palavras repetitivas como "uma pesquisa de coerência local" em um mundo cheio de sons aleatórios. Ele também descreve as dificuldades sociais: "Manter um diálogo com estranhos", ele escreve, " é a versão do autista para esportes radicais". Por isso, em um encontro recente para pessoas do Espectro Autista, os participantes usavam adesivos coloridos que indicavam o seu nível de conforto com as conversas espontâneas: Vermelho significava "não aproxime-se", amarelo significava "fale se nós já nos conhecemos", verde significava "eu adoraria conversar, mas não sou bom em iniciar o papo".
Talvez o pior fato para uma pessoa do Espectro Autista seja ter que conviver com uma inteligência brilhante dentro de um corpo que torna difícil das pessoas verem o que há lá dentro. O neurocientista Michael Merzenich da Universidade da Califórnia, em São Francisco, estudou um garoto autista que era incapaz de falar ou até mesmo de sustentar a sua atenção por mais de poucos minutos, tinha perfeita consciência de sua condição e escrevia poesias maravilhosas. Quantas outras crianças autistas, Merzenich se questiona, "estão vivendo em um poço onde ninguém pode escutá-las"?
Pelo menos para Hannah, sua voz e seus pensamentos já estão sendo ouvidos. Desde que aprendeu a digitar, ela começou a falar poucas palavras sucintas "sim", "não" e a palavra-chave "eu" para expressar os seus desejos. Tudo isso parece milagre para seus pais. "Eu fui aconselhada a desistir e seguir com minha vida", diz sua mãe. Agora ela e seu marido estão pensando em economizar para a faculdade.
FIM
APOSTILA COM COLETÂNEA DE TRADUÇÕES:
ApostiladetraduesdaADEFA.doc

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dossiê de investigação sobre as Vacinas da gripe A

Todas as informações contidas neste Dossier não são fruto da imaginação do autor nem são especulações sem base científica. São fruto de longas pesquisas na internet e também offline em jornais e livros sobre efeitos secundários das vacinas. Portanto não podemos ser criticados por falta de bases científicas. Serão mencionadas todas as fontes de informação, informações oriundas de jornais, websites de saúde e alguns(as) médicos(as), portanto não podemos ser processados de forma alguma, estamos somente a divulgar informações que já são públicas e de outras fontes.. Credíveis. Não aconselhamos ninguém a evitar a vacinação, pois não podemos fazer juízo médico, cada pessoa é livre de decidir o que quer fazer com a própria saúde, nós somente divulgamos informações sobre as vacinas, portanto não podemos ser acusados de nada. Acreditamos que as pessoas têm DIREITO à liberdade de escolha, a vacinação não deveria ser obrigatória mas sim uma opção de escolha do cidadão.

Para mais informações visite : www.pandemia-h1n1.com
Visite também: http://www.pandemia-h1n1.com/opinioes.htm e veja a opinião de médicos em todo o mundo.

O surto de Gripe A H1n1 surgiu apenas em Maio de 2009, como é possível a patente da vacina h1n1 ter sido registada a 28 de Agosto de 2008 ? Os Média dizem que a vacina estaria disponível apenas no Inverno de 2009 porque levaria meses a ser produzida. Então como é possível a patente ter sido registada em 2008 pela Baxter International ..? Isso prova que eles planeavam lucrar com a venda de milhões de doses da vacina, tudo se trataria de um negocio. Patente US 2009/0060950 publicada a Março de 2009 ( um mês antes do vírus surgir no México ) e a patente foi criada UM ANO ANTES .

Documento original em pdf , onde poderá fazer download, aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/baxter.pdf

Então se a patente para a Vacina foi registada em 2008, significa que eles conheciam bem o vírus para produzir a vacina antecipadamente. O vírus foi criado em laboratório ? Sim, experiências para “ressuscitar” o vírus da pandemia Espanhola de 1918 ,começaram há anos. ( Utilizavam o argumento furado ,de que seria para “estudar” o vírus ). « Cientistas recriam vírus da Gripe Espanhola » Artigo do site Terra.com.br : http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI696010-EI238,00.html

Artigo na Globo.com :

Folha Online :

O vírus não é natural, a sua mistura genética sugere que foi uma mistura criada artificialmente. O Reuters menciona que este vírus h1n1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária , gripe suína asiática e europeia e gripe Humana ( uma mistura nunca vista antes e com menos de 1% de chances de ocorrer naturalmente ). Link aqui : http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/N24524032.htm

The virus is an influenza A virus, carrying the designation H1N1. It contains DNA from avian, swine and human viruses, including elements from European and Asian swine viruses, the CDC has said. [nN23355101] ( Center for Disease Control : Centro de Controle de Doenças)

Eles sabiam que a Pandemia haveria de voltar, foi “Intuição”, “Adivinhação” ? Ou já sabiam o que iriam programar ? Em 2005 ( portanto há 4 anos atrás) a revista Super Interessante publicou um artigo «E se houvesse uma epidemia Mundial de gripe ? » Link Aqui : http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_397656.shtml

Mais informações aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/h1n1.htm

Efeitos secundários das Vacinas :

A vacina contra a gripe parece não ser efectiva para prevenir a hospitalização infantil por causa da gripe, especialmente para as crianças que sofrem de asma. As crianças que tomam a vacina têm, inclusive, mais chances de ser hospitalizadas. Apesar de ter sido descartado o facto de que a vacinação está relacionada com o desencadeamento da asma, a efectividade da vacina também não foi bem estabelecida. O Dr. Avni Josh da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota desenvolveu um estudo que visa avaliar a eficácia da vacina TIV em crianças de modo geral, assim como em crianças com asma, para prevenir o internamento por motivos relacionados a gripe. Foi elaborado um estudo com crianças de 6 meses a 18 anos avaliadas na clínica, que tiveram gripe, durante um período de dez anos. Foi detalhado quem recebeu a vacina, quem sofre de asma e quem foi hospitalizado. Eles descobriram que crianças que tomaram a vacina, tiveram um risco três vezes mais alto de hospitalização, comparado com crianças que não foram vacinadas. Artigo completo Aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/vacinas.htm

Fonte de Informação : Website Science Daily : http://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519172045.htm

ANTIVIRAL TAMIFLU com efeitos psíquicos secundários, tendências suícidas , etc. As autoridades da Coreia do Sul anunciaram esta semana que estão a preparar um alerta aos profissionais de saúde sobre os possíveis efeitos secundários de ordem psíquica do Tamiflu, um medicamento contra a Gripe também disponível em Portugal. "Prevemos publicar um alerta específico aos médicos e aos farmacêuticos advertindo-os para informações recentes de suicídios e comportamentos estranhos de pacientes que tomaram o medicamento", afirmou Shin Joon-soo, um responsável da agência sulcoreana de controlo dos medicamentos e alimentos. As autoridades nipónicas lançaram na quarta-feira um alerta contra a prescrição deste antiviral a adolescentes, na sequência de uma crescente inquietação sobre o risco de efeitos psíquicos secundários do medicamento. A 27 de Fevereiro, um rapaz de 14 anos medicado com Tamiflu suicidou-se ao atirar-se de um 11º andar em Sendai, no norte do Japão, seguindo o exemplo de uma rapariga da mesma idade que estava a tomar o mesmo medicamento e se lançou igualmente do alto de um edifício no centro do país. Notícia do PORTAL ALERT Saúde http://portal.alert-online.com/index.cfm?event=newsDetail&id=255018

FDA ( Food and Drugs Administration ) alerta para suicídios, delírios, associados ao Tamiflu. Link Aqui :
http://psychcentral.com/news/2006/11/15/fda-warns-about-suicide-delirum-associated-with-tamiflu

MÉDICOS :

Dr John Carlo Director Médico no Dallas County DCHHS ( Dallas County Human Health and Services ) ( E.U.A) , fala que o vídeo foi criado em Laboratório. Vídeo aqui : http://www.dailymotion.com/video/x9dnvn_h1n1-dr-john-carlo_news

Doutora Wilma J. Wooten Médica em San Diego County ( México ) , ela diz que não é ainda claro como é que pessoas ficaram expostas ao vírus. Alguns pacientes nem tinham tido contacto com porcos ou com pessoas infectadas. Link Aqui : http://www.infowars.com/swine-flu-is-deadly-mix-of-never-before-seen-viruses/

Dr Avni Josh : O Dr. Avni Josh da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota desenvolveu um estudo que visa avaliar a eficácia da vacina TIV em crianças de modo geral, assim como em crianças com asma, para prevenir o internamento por motivos relacionados a gripe. Eles descobriram que crianças que tomaram a vacina, tiveram um risco três vezes mais alto de hospitalização, comparado com crianças que não foram vacinadas. Link Aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/vacinas.htm

Drª Rebecca Carley Website: http://www.drcarley.com Fala acerca dos efeitos negativos das vacinas.

Dr. Wolfgang Perito alemão dr Wolfgang alerta para perigo da vacina h1n1 "O Dr. Wolfgang Wodarg é político e especialista em pneumologia, higiene e medicina ambiental. É Presidente da Comissão de saúde no Parlamento Alemão e no Conselho Europeu. O especialista em pneumologia Wolfgang Wodarg afirmou que existem muitos riscos associados à vacina para o vírus H1N1. A solução nutritiva para a vacina consiste em células cancerígenas de animais e ‘não sabemos se pode ocorrer uma reacção alérgica'.

Link aqui :
http://tinyurl.com/llmfff

E aqui : http://www.pandemia-h1n1.com/news17.htm

«Não confie nos Laboratórios » Isso foi dito por um entendido na Matéria, o ex executivo da Pfizer , Peter Rost ) em entrevista para a revista «Época »

ÉPOCA – As práticas de venda da indústria farmacêutica colocam em risco a saúde da população mundial?

Rost – Não tenha dúvida. Basta lembrar o caso do Vioxx, anti-inflamatório da Merck Sharp & Dohme retirado do mercado em 2004 por causar ataque cardíaco em milhares de pessoas pelo mundo.

Ler a entrevista completa AQUI : http://www.pandemia-h1n1.com/news13.htm

Teresa Forcades , é freira espanhola mas também é enfermeira e Médica. Decidida a alertar a população para os riscos da vacinação contra o vírus da gripe A (H1N1), uma freira beneditina espanhola iniciou um movimento no YouTube. Mais do que alertar para os efeitos secundários, esta enfermeira e médica apela para que as pessoas “digam não à vacina”.

A freira aponta uma situação de alegada contaminação para fundamentar a sua posição. Refere especificamente que “um dos laboratórios responsáveis pela produção de vacinas contra a gripe A enviou uma vacina contaminada”. Como tal, diz: “Enquanto não se esclarecer esta situação não a quero para mim, para os meus filhos, nem para ninguém do meu círculo de contactos.” Fonte : jornal «Correio da Manhã »
http://tinyurl.com/ylk8k6s

vacina da gripe A, pode ser fatal
Pandemia: Documento secreto refere risco de paralisia e morte . A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte. O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças . A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.

O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina . A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas. Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica." Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos."

Publicado no Jornal «Correio da Manhã » a 17 de Setembro de 2009-10-22
http://tinyurl.com/yblpkhy

Link do jornal «Económico » também divulga a mesma Notícia : Link: http://tinyurl.com/naq479
O próprio Governo Britânico alertou para os perigos da Vacina, não entendo como é que os defensores da vacina dizem que estas “teorias de conspiração” são fruto de pessoas ignorantes e doidas. Foi o próprio Governo Britânico que alertou para os riscos da vacina. Vários médicos também alertaram, não serão provas suficientemente credíveis?

Tamiflu causou efeitos colaterais em crianças :
fonte: Globo.com e BBC Brasil Dois estudos divulgados na quinta-feira (30) com crianças britânicas mostraram que mais da metade das que tomaram Tamiflu, o remédio indicado para prevenção e tratamento da gripe suína, sofreram efeitos colaterais, como náusea, dores, insònias e até pesadelos.

Os estudos foram conduzidos por especialistas da Agência de Protecção de Saúde (HPA, na sigla em inglês) da Grã-Bretanha e publicadas no site da revista científica "Eurosurveillance". Num dos estudos, os dados foram recolhidos numa escola no sudoeste da Inglaterra. As crianças - de 11 e 12 anos de idade - começaram a tomar a medicação depois que alguns colegas foram diagnosticados com gripe suína. Os pesquisadores investigaram dados de 248 crianças que tomaram o remédio apenas para prevenção da doença. 'Comportamento estranho' "Cinquenta e um por cento tiveram sintomas como náuseas (31,2%), dor de cabeça (24,3%) e dor de barriga (21,1%). Apesar de algumas crianças estarem doentes com algum tipo de sintoma parecido com os da gripe, nenhuma estava infectada com o vírus A (H1N1)", diz o estudo.

Segundo a pesquisa, 77% das crianças fizeram o tratamento completo com Tamiflu e 91% usaram o remédio por pelo menos sete dias seguidos. Outro estudo do HPA em três escolas de Londres, também publicado no "Eurosurveillance", com 103 crianças mostrou que 85 delas tomaram a medicação para

se prevenir, depois que um colega de aula foi diagnosticado com a gripe. Uma das escolas chegou a ficar fechada por dez dias. Dos 85, 45 sofreram pelo menos um dos efeitos colaterais. Os mais comuns foram náusea (29%), dores estomacais ou cãibras (20%) e problemas de sono (12%), como insónia e pesadelos. Dezoito por cento sofreram efeitos neuropsiquiátricos, como falta de concentração, sensação de confusão, pesadelos e "comportamentos estranhos". O estudo foi conduzido em Abril e Maio, antes de o governo britânico parar de indicar o Tamiflu para prevenção. Actualmente o remédio é usado apenas para tratamento de pessoas já infectadas ou com suspeita. Link Globo.com :
http://tinyurl.com/yjsfuk7

Inglaterra: Uma Jovem morreu após ser vacinada.

Natalie Morton, de 14 anos morreu na segunda-feira após lhe ser ministrada na escola que frequenta em Coventry, a vacina HPV1 Cervarix que serve de prevenção ao cancro do colo do útero. De acordo com as autoridades de saúde britânicas, foi aberto um processo de investigação e todo o lote de vacinas, da qual foi retirada a que foi ministrada a Natalie foi posta de parte. A comunicação social revela que a jovem sofreu uma rara reacção à vacina que a terá conduzido à morte, embora as causas oficiais sejam desconhecidas. Por outro lado, as colegas de Natalie que também foram vacinadas sentiram naúseas e enjoos e foram enviadas para casa. Link «Correio da Manhã »
http://tinyurl.com/yhv7aj3

Embora seja a respeito de uma vacina diferente, a de prevenção ao cancro do colo do útero e não a da gripe A, isso mostra-nos que nem sempre as vacinas são SEGURAS

Há médicos e enfermeiros que recusam vacinar-se :

Fonte: Tvi 24Horas

http://tinyurl.com/yjlnvm3

«Médicos desconfiam da vacina da gripe A »
Jornal de Notícias, noticiado no TVI 24Horas

Link:

http://tinyurl.com/yfo5en6

«Em 1976 a vacinação MATOU MAIS do que o surto de gripe suína nos E.U.A »
A doença causou apenas duas centenas de casos e uma morte, mas a tentativa de contêla acabou deixando 500 doentes --e 25 mortos. Link “Folha Online” http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u559454.shtml

Gripe Espanhola de 1918 :

" … ‘Todos os médicos e pessoas que estavam vivos por altura da gripe espanhola, em 1918, dizem que foi a doença mais terrível que o mundo já viu. Homens fortes, num dia ainda saudáveis e robustos, estavam mortos no dia seguinte. A doença, além das características da peste, tinha as do tifo, da difteria, pneumonia, varíola, paralisia e todas as doenças contra as quais essas pessoas tinham sido vacinadas logo após a I Guerra Mundial. Quase toda a população fora contaminada com uma dúzia ou mais de doenças. Foi uma tragédia quando todas essas doenças começaram a declarar-se ao mesmo tempo. No auge da epidemia fecharam todas as lojas, escolas, empresas e até o hospital. Também os médicos e o pessoal de enfermagem tinham sido vacinados e tinham adoecido com a gripe. Afirmou-se que a epidemia da gripe de 1918 teria morto 20.000.000 pessoas em todo o mundo. Na realidade, elas foram mortas em consequência dos medicamentos e tratamentos grosseiros e mortais.’ Relatório de uma testemunha: ‘Só pessoas vacinadas adoecem’ (Fonte original: Eleanora McBean ‘Vacinação condenada’, com revisão e tradução de Hans Tolzin)". Fontes : http://tinyurl.com/y9r4bhr
Do original : http://www.impf-report.de

Como pode confirmar, não inventamos boatos sobre as vacinas, todas estas informações provêm de Jornais, sites científicos e médicos(as) e mencionámos todas as fontes de informação. Não podemos ser processados de forma alguma pois somente citámos informações que foram publicadas em jornais e websites ao público.

Porque será que existe tanta pressão para forçar as pessoas a tomar a vacina? Quem não se vacinar pode ser multado ou até preso por “colocar em risco a saúde pública”.

«não se pode propagar uma doença por falta de tomada de medidas preventivas e também é crime propagar a doença com intenção. » Ou seja, quem não tomar vacina não está a tomar as devidas medidas preventivas, logo estará sendo "negligente" e a contaminar os outros propositadamente, então poderá levar 1 a 8 anos de prisão, é o que está ali dito, de modo indirecto, mas está.

A notícia estava no Jornal de Notícias no seguinte endereço :

http://jn.sapo.pt/dossies/dossie.aspx?content_id=1332278&dossier=Gripe%20A A pagina já foi apagada, mas havíamos salvo uma screenshot :

Porém o Jornal « O Independente » tem um link sobre a notícia, recusar tratamento pode dar 8 anos de prisão. Link aqui :
http://www.ionline.pt/conteudo/5663-gripe-a-voce-pode-ser-preso-contagiar-os-outros

A 21 de Setembro de 2009 o jornal «Correio da Manhã » publicou na contracapa uma notícia informando que : Quem não declarar que contraiu gripe A , poderá levar uma multa entre os 100 a 10.000 euros. Primeiras duas mortes na Suécia devido à vacina da Gripe :
http://tinyurl.com/yfty28x

Médicos franceses ameaçam o Ministro da Saúde com acção legal contra os planos secretos de vacinação em massa:

Médicos e farmacêuticos franceses não demoraram para dizer ao Ministro da Saúde Rosalyne Bachelot que eles se opunham fortemente ao seu plano secreto em 19 paginas de vacinação mandatoria em massa de toda a população a ser iniciado partir do dia 28

de Setembro, ,com uma substância tóxica, com alta probabilidade de incluir microchip, e além disso com vacina de uma companhia sendo correntemente investigada pela policia por tentar deliberadamente desencadear uma pandemia na Áustria em fevereiro. Artigo completo aqui: http://tinyurl.com/yh6dnbh

Médicos Alemães contra a vacina e acusam Governo de mentir:
Reconhecidos Médicos alemães estão em revolta aberta contra a injecção de ‘gripe suína’, de acordo com o importante magazine alemão ‘Spiegel’. O Presidente da Sociedade Alemã de Clínicos Gerais e Medicina de Família, Michael Kochen, têm dito para clínicos gerais (GP) não darem o golpe da ‘gripe suína’ nos seus pacientes. O presidente da Associação de Médicos para Crianças e Pessoas Jovens, professor Wolframg Hatmann acusou o governo de fazer ‘alegações científicas falsas’. ‘O risco de danos é maior que o benefício, ’ disse Hartmann. “A vacina (de ‘gripe suína’) não tem sido testada nessas pessoas de forma nenhuma ( mulheres grávidas e crianças), e que é por isso que o risco de usar essa vacina à toa é muito grande, disse. Link do artigo aqui : http://tinyurl.com/yjc9bdn

Agência Europeia de Remédios (EMA) admite que a vacinação da gripe é uma autêntica experiência biológica : A Agência Europeia de Remédios (EMA), sediada em Londres e encarregada de rever a segurança da vacina da gripe pandémica admitiu que a OMS e as companhias de vacina estão conduzindo um experimento deliberado e propositado em larga escala nos povos da Europa e no resto do mundo através do uso de vacina cuja segurança não é conhecida. Link aqui :
http://tinyurl.com/ygvms6g

ALEMANHA: População receberá vacina diferente da dos dirigentes, funcionários do Estado e do Exército. A polémica abalou o País. Para o povo , foram encomendadas 50 milhões de doses de «pandemrix» fabricada pela GlaxosSmithKline (GsK) que contém adjuvantes, e para

funcionários públicos e soladados encomendaram 200.000 doses de «celvapan» ( fabricado pela Baxter ) que não contém adjuvantes. Fonte: «24 Heures »
http://tinyurl.com/yfq9qxb

O que podem os cidadãos fazer?
Por exemplo, falar com advogados. Na Bélgica , um grupo de mais de mil cidadãos ( Iniciativa Citoyenne H1n1 ) decidiram processar o Estado recorrendo a um advogado Georges Henri Beauthier. Link: http://initiative.citoyenne.over-blog.com

Nos E.U.A foi iniciada uma acção de Justiça junto a Corte Federal em Washington, em nome do pessoal de saúde do Estado de N.Y

Links úteis : www.pandemia-h1n1.com www.theflucase.com
http://provafinal2012.blogspot.com http://realidadeoculta-novo.blogspot.com

Pense, pesquise por si mesmo(a), antes de tomar qualquer decisão que diga respeito à sua saúde e ao seu futuro. Imprima este documento, divulgue entre amigos(as) e familiares. Ou então divulgue em formato digital, por emails, ou em sites de partilha de documentos como o : scribd.com , 4shared.com e similares…
Obrigado


Dr. Ségio Vaisman - Vacina anti-gripe A (tomar ou não tomar?)


Dr. Sérgio Vaisman - Médico, especialista em Cardiologia e Nutrologia e se dedica à prática de Medicina Preventiva. Professor de pós-graduação nas áreas de Bioquímica e Bio-molecular, autor de várias publicações científicas. Profere aulas em Universidades de Portugal e Itália.

 - Muitas pessoas tem me perguntado se devem tomar a vacina propagada pelo Ministério da Saúde contra a gripe A, neste ano. Vários artigos foram escritos e disseminados pela Internet colocando em duvida o fato de se vacinar.

Para responder à pergunta, dando MINHA OPINIÃO, quero voltar atrás alguns anos e fazer uma analise sobre a gripe aviaria que colocou a população mundial sob expectativa catastrófica.

Se nos lembramos bem, a gripe aviaria iniciada na Ásia foi prevista como avassaladora e capaz de matar um grande numero de habitantes da Terra.

Vários governos se juntaram para encontrarem soluções de proteção até que foi dada a missão de Superman ao conhecido TAMIFLU, medicamento antivirotico que seria capaz de curar pacientes portadoras desse vírus.

Por mais aterrorizante que fosse a expectativa de grande epidemia, dados oficiais mostraram que a gripe aviaria matou 153 pessoas no mundo, em 3 anos.

"Apos isso, órgãos oficiais dos Estados Unidos e Grã-Bretanha acabaram por admitir que o Tamiflu, alem de capaz de produzir efeitos colaterais sérios, não era capaz de combater a gripe".

Algum tempo passou e surgiu a gripe suína, talvez mais aterrorizante do que a primeira. Expectativas catastrofistas previram verdadeira mortificina durante o inverno de 2010 no hemisfério norte e você ouviu bem o que aconteceu? Apesar de rigorosissimo inverno, pessoas contraíram gripe como em todos os anos e, para frustração de muitos, principalmente fabricantes de medicamentos e vacinas, o inverno está por terminar e a gripe não veio da maneira que se aguardava.

O governo brasileiro lançou campanha para vacinar 90 milhões de pessoas contra a gripe A. Essa vacina, conforme afirmação de órgãos científicos reconhecidos, foi fabricada às pressas, sem os devidos cuidados de respeito ao tempo de maturação e não se sabe se poderá imunizar ou não e trazer complicações clinicas a varias pessoas que a tomarem.

Apesar de se tratar de um vírus novo, como todos os vírus de gripe, as mutações são inevitáveis e as vacinas são produzidos com vírus antigos que, certamente, não existem mais.
A verdade é que nos não possuímos uma defesa medicamentosa contra o H1N1 porque a doença propriamente dita ainda não existe como transmitida entre as pessoas.

Como o vírus é mutante, o mais importante é que mantenhamos nosso organismo dentro das melhores condições de defesas para que, se contrairmos um tipo qualquer de gripe, não nos apavoremos e sejamos capazes de combater com nossos próprios recursos orgânicos a maldita “epidemia” que nos foi convencida pelos propaladores do pânico.

Concluo afirmando que é de livre arbítrio submeter-se à vacinação contra gripe A mas, pelo fato de que o próprio FDA não endossa este lote a ser aplicado, devemos pensar duas vezes antes de nos comportarmos como “bois de manada” e seguirmos aquilo que nos for ordenado como sendo a melhor conduta.

Frente a qualquer doença, o medo e o pânico são os maiores facilitadores da disseminação e de conseqüências mais graves.

Acho que nosso próprio governo também não está muito convencido dos benefícios que a população poderá vir a ter com esta medida.

(março de 2010)

domingo, 16 de maio de 2010

Biliões gastos com uma pandemia (swine flu) que nunca chegou...

The Independent2010-05-16
The spectre of plague stalked the world last year with its constant companion, fear. Schools and stadiums were closed in Mexico, tourists from Egypt to Singapore were quarantined, and the surgical mask became a universal fashion accessory across Asia. Yet predictions that the global death toll from swine flu could reach 7.5 million were well off the mark. At most, the virus killed 14,000 people,... 


CLICAR AQUI

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Médico fala sobre vacina H1N1 causadora de Autismo – Não Tomem




TOMAR VACINAS È JOGAR NA ROLETA RUSSA...

H1N1 – Dr. Wakefield: Denunciou a Segurança da Vacina e foi Exonerado

Veja o que acontece com os médicos com integridade real que desafiam a máfia médica? O equivalente a um linchamento público.

Dr. Andrew Wakefield, um crítico de vacinas conhecido pelo seu famoso estudo de 1998 publicado no British Medical Journal autismo ‘The Lancet’ linkando para o Sarampo, Caxumba, Rubéola tiro de repente foi repreendido pelo mesmo papel.
DESCRIÇÃO DO DR. Andrew Wakefield relativas à audição GMC SANÇÕES
“Na quarta-feira 7 de abril, o General Medical Council (GMC), através de seus advogados vão exigir que eu e, provavelmente, outros dois médicos envolvidos no caso do autismo-MMR deve ser apagado do registro médico do Reino Unido, removendo nossa licença para praticar medicina. Reguladores Médicos descobriram nós três – Professor John Walker-Smith, professor Simon Murch e eu – culpado empresa de pesquisa sobre as crianças com autismo sem a aprovação de um comitê de ética.
Nós podemos provar, com vasta prova documental, que essa conclusão é falsa. tp wakefield cp RTR29KX1 H1N1   Dr. Wakefield: Denunciou a 
Segurança da Vacina e foi ExoneradoSe
Permitam-me deixar absolutamente claro que, na sua essência, a audiência da GMC foi sobre a proteção da política de vacinação MMR. O processo foi movido por uma agenda para esmagar a dissidência que, em minha opinião, serve o governo e a indústria farmacêutica – e não o bem-estar das crianças. É importante ressaltar que nunca houve uma queixa contra qualquer dos médicos por qualquer dos pais envolvidos neste caso – mas somente apoio universal parental e gratidão.
Meus colegas, professores Walker-Smith e Murch, estão pendentes pediatras e gastroenterologistas pediátricos. Eles levaram a área de gastroenterologia pediátrica, durante décadas, dedicando suas vidas a cuidar de crianças doentes. Nosso único “crime” nesta matéria tem sido a ouvir as preocupações dos pais, agir de acordo com as demandas de nossa formação profissional, e prestar cuidados adequados a esta população de crianças negligenciadas. É impensável que, no final de uma carreira impecável, Professor Walker-Smith iria sequer considerar a experimentação antiética em crianças sob seus cuidados.
No decurso do nosso trabalho, descobrimos e tratamos uma síndrome nova de doença intestinal em crianças com autismo, de forma a aliviar o sofrimento de crianças afetadas em todo o mundo. Isso deve ser motivo de comemoração. Em vez disso, temos sido difamados na imprensa, e demonizado por uma campanha PR de desperdício pelo Ministério da Saúde. O objetivo desta publicidade negativa para desacreditar a minha crítica da pesquisa de segurança da vacina.
Infelizmente, os meus colegas sofreram danos colaterais graves neste esforço para impedir a investigação científica válida. Eles devem ser exonerados, e deixou a sós com sua reputação intacta, na certeza de que fizeram apenas o que é certo.
A perda da minha própria licença médica é, infelizmente, o custo de fazer negócios. Apesar de eu não ter essa perda de ânimo leve, o sofrimento – tanto desnecessário – que eu tenho visto entre aqueles afetados por esta doença devastadora faz as consequências profissionais para mim, um pequeno preço a pagar pela comparação.
Enquanto um ponto de interrogação permanece sobre a segurança da vacina, enquanto uma política de segurança da primeira vacina está subordinado ao lucro e interesse pessoal, enquanto os benefícios das vacinas são ameaçados por aqueles que têm comprometido a confiança do público através da negação de dano vacina , e enquanto estas crianças precisam de ajuda, vou continuar o meu trabalho. ”
fontes:
http://www.rescuepost.com/files/final-us-statement-ajw.pdf
http://vaccineresistancemovement.org/?p=329
http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/S0140673610601754.pdf
http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=125570056