sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Múltiplas Causas das Desordens do Espectro Autista







Por Mark Sircus Ac., OMD
Diretor Executivo da IMVA - International Medical Veritas Association
http://www.imva.info

O autismo está ganhando de nós porque ele é o resultado de
um experimento de 50 anos de saturação de cada ser vivente
com um excesso de substâncias tóxicas, incluindo vacinas.

Dr. Gregory Ellis
Apontar o papel central do mercúrio na criação das desordens do espectro autista não desconsidera outras possíveis causas. Ou, ainda, uma teoria geral que inclua uma série de causas que, no decorrer do tempo, enfraqueça a criança a ponto de que, para ela, a dose tóxica de químicos na vacina seja demais para suportar. O desenvolvimento cerebral das crianças tem sido prejudicado por alguns dos mais de 70.000 químicos artificiais no mercado, reporta a World Wildlife Fund (WWF). [i]   
De acordo com a Academia Nacional de Ciências (NAS) dos Estados Unidos, 60.000 crianças americanas estão nascendo a cada ano com problemas neurológicos causados pela exposição pré-natal a compostos de metil-mercúrio presentes em combustíveis fósseis e no ar poluído. [ii] A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a poluição do ar mata aproximadamente 3 milhões de pessoas por ano [iii]  Ataques químicos vêm em diferentes formas. Nós os vemos na forma de vacinas que contém mercúrio como preservativos, amálgamas dentais que são cinqüenta por cento de mercúrio em peso, drogas farmacêuticas que apresentam fortes efeitos colaterais, práticas violentas de nascimento, flúor na água potável, e alimentos que contém substâncias tóxicas ao sistema neurológico, como glutamato monossódico, aspartame, pesticidas, hormônios e preservativos.
Usinas atômicas colocam 40 toneladas de mercúrio por ano na atmosfera através da queima do carvão. Somente nos Estados Unidos, a incineração de lixo hospitalar libera outras 20 toneladas anuais e estimamos que mais 200 toneladas são perdidas no ambiente, porque essa é a quantidade de Hg solicitada pelos hospitais para consertar seus aparelhos de pressão, a cada ano.[iv] Cada indústria de plástico despeja mercúrio no ambiente e cada novo carro produzido está saturado com seus vapores.
 Vacinas são uma preocupação especial na busca pelas causas do autismo, devido aos seus compostos tóxicos, incluindo mercúrio e alumínio, que são injetados diretamente no corpo. E alguns dos componentes das vacinas passam diretamente através da barreira sanguínea do cérebro e afetam o sistema nervoso, especialmente as células do sistema imunológico cerebral, as microglia. Microglia são células imunológicas do sistema nervoso central (SNC) e elas facilmente se voltam contra o SNC destruindo-o através de excitotoxicidade e autotoxicidade. [v] Quando isso ocorre, temos uma destruição generalizada e não-específica de neurônios, axônios, dendritos e sinapses. A química destrutiva da microglia, quando super estimulada, explica como uma criança pode entrar num estado onde ela se torna alérgica a quase qualquer coisa que ela toque, respire ou coma.
Muitos são os fatores de fundo que enfraquecem a química dessas células, enfraquecendo o equilíbrio químico básico no cérebro, deixando todo o SNC mais vulnerável ao seu inimigo mais ameaçador, o mercúrio. Mercúrio tem uma classificação própria quando se trata de neurotoxicidade, causando danos através de vários mecanismos, incluindo um assalto direto às neurofibrilas, retirando a mielina e resultando num dano devastador aos neurônios. E não há escassez de vias de contaminação por mercúrio, com amálgamas dentais em bilhões de bocas, resíduos tóxicos legalizados que liberam constantemente mercúrio para os tecidos do corpo, e da mãe para o feto. Bebês são especialmente sensíveis à destruição causada pelo mercúrio.  
Nossas crianças estão sendo envenenadas numa escala massiva. Os dentistas que usam amálgama são os maiores poluidores por mercúrio do planeta. Esses dentistas podem ou não estar presentes para verem o que eles fizeram – tipicamente eles vivem cerca de 50 anos, e freqüentemente cometem suicídio, o que é um sintoma clássico de contaminação por mercúrio
John Moore
As substâncias químicas não são seguras, os naturalistas sabem disso e vivem suas vidas com este princípio em suas mentes. Entretanto, a tendência geral dos médicos alopatas é negar a toxicidade dos medicamentos, falsamente elevando as bactérias e vírus às principais causas das doenças. A falha deles em entender que a combinação de várias substâncias químicas pode sobrecarregar a saúde de um determinado indivíduo é trágica. A medicina tem escondido os sempre presentes perigos dos milhares de químicos usados pela indústria, porque ela mesma é uma indústria que usa químicos tóxicos na forma de drogas.
Está claro que a maior parte das evidências disponíveis sugerem a importância dos múltiplos fatores biológicos agindo através de um ou mais mecanismos para produzir a síndrome autista
Dr. Donald J. Cohen & Fred Volkmar
Virtualmente 100% dos nascimentos administrados medicamente são sujeitos a altos níveis de intervenções farmacêuticas. Nós não conhecemos os efeitos negativos de tais intervenções porque ninguém nunca buscou estudar os possíveis efeitos colaterais do pesado uso de drogas no bebê por nascer. A maioria dos partos hoje em dia é induzida em algum ponto. As mães são drogadas, o que obviamente significa que os bebês são drogados. A maior parte dos cordões umbilicais são cortados [vi] antes que todo o sangue da placenta volte para o bebê, o que significa que os bebês começam suas vidas com um decréscimo de cerca de 40% no seu volume sanguíneo. [vii] O nascimento em si já é um choque em um nível ou outro. Os bebês precisam de tempo para se ajustar, à luz, ao som, ao simples ato de respirar. Mas a eles não é dado o tempo de que precisam. Assim que nascem, antibióticos em gota ou gel é colocado em seus olhos e eles recebem uma injeção de vitamina K. O problema é que a “vitamina” K é um composto sintético, o qual seus pequenos corpos realmente não conseguem reconhecer e usar. Mas, mais importante, esta injeção contém químicos viciosos como benzil, fenol, glicol propileno, ácido acético e ácido hidroclorídrico. [viii] Então, mesmo antes da vacina de hepatite B ser aplicada, os bebês já estão tendo que lidar com químicos e antibióticos fortes circulando em seus sistemas circulatório e nervoso – que já, naturalmente, estão numa batalha para se adaptar à nova condição, fora do organismo de sua mãe.  Agora adicione a essa lista a vacina da hepatite B com seu hidróxido de alumínio, timerosal (mercúrio) e material genético modificado e nós podemos apenas nos perguntar sobre os pediatras e o que eles estão pensando. Na edição de 14 de setembro de 2004 da revista Neurology (2004;63:838-42) um grupo de Harvard publicou suas descobertas confirmando nossos maiores medos, sobre a vacina contra hepatite B e seu papel no aumento das chances do recipiente contrair esclerose múltipla. Esses pesquisadores estimam que ela aumenta o risco em mais de três vezes. Isso é altamente significativo para o nosso modelo de múltiplas causas do autismo porque, como Dr. Blaylock já suspeitava, essa e outras vacinas estão criando problemas no sistema imunológico cerebral, levando a sérias doenças auto-imunes.
Uma pesquisa informal entre parteiras não identificou nenhum bebê nascido em casa que tenha sido, até agora, diagnosticado com desordens autistas. Parteiras têm uma tendência muito maior a serem gentis e a se renderem aos processos naturais do que as equipes hospitalares, e deixam os bebês se adaptarem plenamente antes de cortarem o cordão umbilical. A atual prática obstétrica do corte imediato rotineiro do cordão coloca em risco o cérebro e outros órgãos do recém nascido, por interromper a oxigenação via placenta e a transfusão sanguínea placentária, durante a transição de “feto” para “recém-nascido”. [ix] Além dessa questão do corte do cordão, os nascimentos domiciliares com parteiras usualmente não sofrem intervenções e as parturientes não são medicadas. Também as famílias que optam por parto domiciliar muito freqüentemente são aquelas que optam pela não vacinação e pelo tratamento natural de suas crianças. Todos esses fatores podem contribuir para o fato de não se observar crianças com autismo nascidas em partos domiciliares.
O denominador comum em doenças neurodegenerativas crônicas
 parece ser ou um decréscimo do suprimento vascular (menos sangue no cérebro)
ou a acumulação de metais pesados, especificamente mercúrio.

Dr Rashid Buttar
O estabelecimento médico admite que a causa do autismo não é ainda “completamente” conhecida, e, ao mesmo tempo, tem a imprudência de assegurar aos pais o que não está causando tal epidemia. Eles insistem – a despeito das crescentes evidências – em que a causa não tem nada a ver com danos colaterais causados por vacinas ou pelo mercúrio contido nelas. Aqui deve ser frisado que não há nada para substanciar a afirmação sobre o autismo ter “uma forte base genética” a não ser especulação. O diagnóstico de causa genética é uma saída à mão que o CDC (Centro para Controle de Doenças, nos EUA) utiliza quando a doença não pode ser explicada por infecções por vírus ou bactérias.

Dr. Rimland diz “É um absurdo declarar que a ligação entre muitos casos de autismo e a vacinação é apenas uma coincidência”. Como um cientista profissional em tempo integral por 50 anos, e um pesquisador no campo do autismo por 45 anos, eu fico chocado e irritado com os esforços do estabelecimento médico para trivializar as sólidas e inegáveis evidências de que as defectivas políticas de vacinação são a raiz da epidemia [de autismo]. Existem muitas linhas consistentes de evidências envolvendo as vacinas e nenhuma outra hipótese alternativa que seja, ao menos em parte, plausível. [x]
Como nós vimos em capítulos anteriores e como veremos no capítulo sobre tratamento, mercúrio é a causa central, o fator principal que destrói o pleno funcionamento e a saúde das crianças, levando a desabilidades de aprendizagem e ao declínio para o autismo. Há muitas razões porque podemos chegar a esta conclusão. Sem dúvida, o mercúrio não é somente a substância não-radioativa mais tóxica e perigosa para o homem, mas ele substituiu o chumbo como o poluente número um no ambiente.
Recentemente, podemos apontar o sucesso em tratamento do autismo pelo Dr. Rashid Buttar e sua equipe, da North Carolina University.[xi] Usando um novo composto para quelação do mercúrio (DMPS), totais reversões de quadros de autismo foram realizadas, conforme este metal tóxico é retirado do organismo.
 site Nova ErA

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