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quinta-feira, 25 de março de 2010

Vacinação contra doenças: uma bomba relógio médica

Vacinação contra doenças:
uma bomba relógio médica
Dr. Robert S. Mendelsohn
A maior ameaça nas doenças da infância
são os perigosos e ineficazes esforços para evitá-las
Ao escrever sobre os riscos da vacinação em massa, sei que se trata de um conceito difícil de aceitar. A vacinação tem sido apregoada de forma tão engenhosa e agressiva, que a maioria dos pais acredita ser ela o "milagre" que eliminou muitas das doenças antes temidas. Assim, parece loucura alguém querer opor-se à vacinação. Para um pediatra, atacar o que se tornou o "feijão com arroz" da prática pediátrica é o mesmo que um padre negar a infalibilidade do papa.

Justamente por isso, peço que os leitores mantenham a mente aberta enquanto exponho meu caso. Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade. Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola.

Mesmo em tais estados, porém, os pais podem tentar persuadir seu pediatra a eliminar o componente referente à pertussis (coqueluche) da vacina tríplice (DPT). Esta imunização, que parece ser a mais ameaçadora de todas, gera tantas controvérsias que muitos médicos estão ficando apreensivos quanto à aplicá-la, temendo um processo por imperícia médica, pois em um caso ocorrido em Chicago, uma criança prejudicada pela vacina contra coqueluche recebeu uma indenização de cinco e meio milhões de dólares.

Embora eu mesmo tenha aplicado as vacinas nos meus primeiros anos de prática, me tornei um oponente ferrenho à inoculação em massa por causa dos inúmeros riscos que apresenta. Vou resumir minhas objeções ao zelo fanático com que pediatras injetam cegamente proteínas estranhas no organismo da criança, sem saber que danos podem causar.

Motivos da minha preocupação
    1. Não existe prova científica convincente de que a inoculação em massa eliminou alguma doença infantil. Embora seja verdade que a incidência de algumas doenças infantis, antes comuns, tenha diminuído ou desaparecido desce a introdução das inoculações, ninguém sabe por que, embora melhores condições de vida possam ser a causa. Se a vacinação foi responsável pela redução ou desaparecimento dessas doenças nos Estados Unidos, devemos perguntar por que elas desapareceram simultaneamente na Europa, onde não ocorreram vacinações em massa. 2. Acredita-se, de modo geral, que a vacina Salk (injeção que contem o vírus morto) foi responsável por sustar as epidemias de poliomielite que ameaçavam as crianças americanas nas décadas de 40 e 50. Neste caso, por que a epidemia também teve fim na Europa, onde as vacinas contra poliomielite não eram tão empregadas? E, mais importante, por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação. 3. Há riscos graves associados à cada vacinação e numerosas contra-indicações que tornam as vacinas arriscadas para as crianças. Entretanto, os médicos aplicam as vacinas rotineiramente, sem informar os pais sobre os riscos e sem determinar se a vacina é contra-indicada para a criança. Nenhuma criança deveria ser vacinada sem esta determinação. No entanto, formam-se rotineiramente nos postos grandes filas de crianças para serem vacinadas sem que se pergunte nada aos pais! 4. Os inúmeros riscos, a curto prazo, da maioria das vacinas são conhecidos (mas raramente explicados). Ninguém, porém, conhece as conseqüências a longo prazo causadas pela injeção de proteínas estranhas no organismo das crianças. E, o que é ainda mais absurdo, não se faz nenhum esforço para descobrir. 5. Crescem as suspeitas de que a vacinação contra doenças da infância, relativamente inofensivas, sejam responsáveis pelo grande aumento de doenças auto-imunes desde que as inoculações em massa foram introduzidas. São doenças graves, como câncer, leucemia, artrite reumática, esclerose múltipla, esclerose amiotrófica lateral (ALS), lúpus eritomatoso e a síndrome de Guillain-Barré. A doença auto-imune é uma condição em que os mecanismos de defesa do organismo não conseguem distinguir entre invasores estranhos e tecidos normais. Como conseqüência, o organismo começa a se destruir. Teremos trocado caxumba e sarampo por esclerose múltipla e lúpus?
Chamo a atenção para esses aspectos porque é provável que seu pediatra não alertará sobre eles. A amarga controvérsia sobre a vacinação que está se travando na comunidade médica não passou despercebida pelos meios de comunicação. Um número cada vez maior de pais estão deixando de vacinar seus filhos e enfrentando as conseqüências legais. Pais, cujos filhos foram permanentemente lesados por vacinas, não aceitam mais esse fato como destino e estão entrando com processos contra os fabricantes das vacinas e os médicos que as aplicaram. Alguns fabricantes pararam de fabricá-las e outros estão, a cada ano, ampliando a lista de contra-indicações ao seu uso.
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Fonte: Revista Just Eat an Apple, nº 16, Primavera 2001

domingo, 21 de março de 2010

Tratamiento para trastornos como la fobia social y el autismo


Conocer su personalidad La mas detallada análisis de personalidad en el internet www.mipersonalidad.es

Y ésta podría servir como tratamiento para trastornos como la fobia social y el autismo, afirman científicos de la Universidad de Zurich, en Suiza. Los investigadores lograron identificar los centros del cerebro que se activan cuando la persona ve traicionada su confianza. Y lograron suprimir esta actividad administrando al cerebro oxitocina (OT), un compuesto que ha sido llamado "hormona del amor". Según los científicos -que publican su estudio en la revista especializada Neuron- el hallazgo no sólo ofrece valiosa información sobre los procesos neurológicos involucrados en la confianza. Los resultados también podrían ayudar a entender y tratar trastornos sociales como las fobias y el autismo. Riesgo y confianza En la investigación, los científicos pidieron a voluntarios que jugaran dos tipos de juegos: uno de confianza y otro de riesgo. En el juego de confianza, los individuos debían dar dinero, con el entendimiento de que un administrador (humano) invertiría esa suma y decidiría si regresaba las ganancias o traicionaba la confianza del inversor y se quedaba con el dinero. En el juego de riesgo, se dijo a los individuos que el administrador sería una computadora, que decidiría al azar si se regresaba el dinero o no. La hormona podría utilizarse para tratar fobias sociales o autismo. Los voluntarios también recibieron dosis de spray nasal de OT o de un placebo. Los científicos eligieron la oxitocina porque se sabe que esta hormona parece estar involucrada en la formación de relaciones sociales y sexuales, y de los vínculos maternos. Después de haber invertido su dinero los participantes recibieron información sobre los administradores. En el grupo del placebo, los participantes a quienes se traicionó su confianza se vieron menos dispuestos a invertir. Pero los jugadores que recibieron oxitocina continuaron entregando su dinero y confiando en los administradores. Durante los juegos se utilizaron escáneres cerebrales con imágenes de resonancia magnética funcional. Con esta técnica se puede medir el flujo de sangre en las regiones cerebrales, lo cual refleja la actividad cerebral. Los investigadores descubrieron que, durante el juego de confianza, la OT logró reducir la actividad en dos regiones cerebrales. Una de éstas fue la amígdala -que procesa el miedo, el peligro y la posibilidad de traición social- y la otra, un área del striatum -el circuito cerebral que guía y ajusta la conducta basado en la recompensa. Menos temores "Encontramos que la oxitocina tiene un efecto muy específico en las situaciones sociales y al parecer disminuye nuestros temores", dice el doctor Thomas Baumgartner. "Con estos resultados podemos concluir que una falta de oxitocina es por lo menos una de las causas del miedo que se experimenta con las fobias sociales". "Y esperamos poder mejorar la sociabilidad de estos pacientes administrándoles oxitocina", agrega. Encontramos que la oxitocina tiene un efecto muy específico en las situaciones sociales y al parecer disminuye nuestros temores Sr. Thomas Baumgartner Sed sabe que la amígdala es extremadamente activa en los cerebros de individuos que sufren fobia social. Éste, que es el tercer trastorno de salud mental más común, se caracteriza por un miedo persistente a las situaciones sociales en las que el individuo se expone a desconocidos o al posible escrutinio de los demás. La persona sufre una pronunciada ansiedad por el temor de que de alguna forma será humillada o avergonzada. Es por eso que el doctor Baumgartner y su equipo han comenzado a estudiar los efectos de la oxitocina en pacientes con fobia social conjuntamente con terapias cognitivas y conductuales. Los científicos afirman que los resultados preliminares parecen prometedores. Y la hormona, dicen, también podría ser un tratamiento potencial para los pacientes con autismo, ya que se sabe que esta enfermedad también está relacionada al temor de las situaciones sociales y problemas para interactuar con los demás. Fuente: www.bbcmundo.com


FONTE

Educando a mi Hijo El amor de una familia… frente al autismo

 Ver AQUI


Las situaciones obsesivas compulsivas de Danko, están siendo ahora enfrentadas solo por él. Ya son varios días que cuando me acerco a ayudarlo en alguna situación que no puede “salir”, Danko me dice: “mami, sal de acá, yo solo me pongo la zapatilla”,……..o “yo solo arreglo mis cojines!”,………esto de los cojines lo pone tenso, porque si no los encuentra sobre su cama se molesta, a veces se caen bajo la cama (el perrito juega) y reniega.
Todo tiene que estar en su lugar,………..yo hasta pensé en algún momento desaparecer el “cojín o almohadilla anaranjada” para que se olvide de los rituales que hace antes de echarse a la cama, pero creo que se armaría un lío.
Me encantaría que alguien que esté al tanto, o haya tenido algún paciente con esta característica me aconseje si sería bueno retirarle de una buena vez todo lo que para él es imprescindible,…………. en estas cosas me invade la duda, y yo que estoy todos los días con él, pienso que podría afectarle.
Esos rituales solo son a la hora de acostarse,…………como les dije al inicio, ahora mi Danko me dice: “déjame solo, yo me acuesto”; hago lo que él quiere y que creen, para no enfrentar ese ritual (debe haberlo cansado) se acuesta en la otra cama (en su dormitorio hay 2) y se queda dormido sin problemas.
Usa este mecanismo de defensa para aliviar en algo sus tensiones,……….. antes me pedía que lo acompañara, que no lo dejara , pero ahora lo está enfrentando solo.
Hoy, que llegó su papá me decía :”¡ve a ayudarlo!”, le daba pena (tristeza) escucharlo decir: NO PUEDO!!!, pero luego se dió cuenta que “luchó” solo un rato y después bajó aliviado a seguir con sus actividades.
Dentro del autismo de mi Danko, el TOC es el problema invasor que más trabajo o lucha nos ha dado, y aún nos está dando.
Les mando un fuerte abrazo,………..Vivi.
http://educandoamihijo.com/

Revista Brasileira de Psicanálise


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Revista Brasileira de Psicanálise · Volume 43, n. 3, 15-25 · 2009
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Fúlvio alexandre scorza
Entrevista1
O Prof. Fúlvio Scorza é Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo | Escola Paulista
de Medicina (1996). Doutor em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de
Medicina (2001), realizou seu Pós-Doutorado na Harvard Medical School (2001-2003) no Departa-
mento de neurologia (Brain Plasticity and Epilepsy Program). Atualmente é Professor Adjunto do
Departamento de neurologia | neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo | Escola Paulista
de Medicina e Chefe da Disciplina de neurologia Experimental da Universidade Federal de São Paulo
| Escola Paulista de Medicina. Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em neurofisiologia,
atuando principalmente nos seguintes temas: epilepsia, morte súbita nas epilepsias, atividade física e
epilepsia, plasticidade cerebral e neuroproteção do sistema nervoso central.
RbP: Professor Fúlvio Scorza, gostaríamos de ouvi-lo em uma descrição geral de sua
formação antes de partirmos para uma conversa mais livre.
FúlviO scORza: Inicialmente quero agradecer o convite para estar aqui. Acredito que
uma conversa sobre a interface entre neurociência e psicanálise deva ser muito interessan-
te. Fiz minha graduação em uma faculdade de ciências exatas e experimentais, voltada ba-
sicamente para a pesquisa na área acadêmica. Meu mestrado e doutorado foram realizados
na Universidade Federal de São Paulo | Escola Paulista de Medicina. no Departamento de
neurologia da Harvard Medical School fiz meu Pós-Doutorado e hoje sou Professor Ad-
junto no Departamento de neurologia e neurocirurgia da Escola Paulista.
RbP: Professor Fúlvio…
FúlviO scORza: É… Fúlvio!
RbP: Bom, sabemos de seu envolvimento com o estudo da epilepsia e da plasticida-
de cerebral, uma área de extrema importância para nós, psicanalistas, uma vez que nosso
trabalho, em última análise, é aproveitar esta plasticidade cerebral para criarmos novos
circuitos neuronais, novas configurações na mente, com possíveis repercussões na própria
estrutura. Gostaríamos de ouvi-lo sobre o que tem sido desenvolvido no mundo sobre a
neuroplasticidade cerebral.
FúlviO scORza: A questão da plasticidade cerebral, entendida como a capacidade
do sistema nervoso em alterar de alguma forma a sua função ou a sua anatomia frente ao
estímulo externo, estímulo ambiental, vem sendo trabalhada há muito tempo. Vamos ini-
ciar o pensamento de neuroplasticidade com os trabalhos de Ramon e Cajal, que ganhou
o prêmio nobel de medicina em 1906, mas, em 1913 lançou um livro que se chamava Test
1 Entrevista realizada no dia 9.6.2009, na sede da SBPSP, por Adriano Rezende de Lima; Dirce M. n. Perissinotti,
Maria Aparecida Quesado nicoletti; Maria Elisa Franchini Pirozzi; Sonia Pinto Alves Soussumi; Thaís Blucher;
Yusaku Soussumi.

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Book of Regeneration and Degeneration. num dos capítulos desse livro, Cajal usou uma
frase que ficou célebre, conhecida em todo mundo: o tecido nervoso não é capaz de se rege-
nerar. De acordo com esta ideia, qualquer lesão que ocorresse em um centro nervoso não
seria recuperável.
Obviamente hoje não se pensa assim, mas naquela época isso foi totalmente aceito.
Aceito até recentemente. O principal exemplo de neuroplasticidade, hoje, é o conhecimen-
to que temos sobre a formação de novas células no cérebro, a formação de novos neurônios
num cérebro adulto. Esse é o melhor exemplo de como o tecido nervoso consegue se reor-
ganizar.
Para mim, o maior estudioso da plasticidade cerebral no mundo, hoje, é o Eric
Kandel, que estuda a memória, que é um exemplo típico de neuroplasticidade. nós somos
o que somos por causa da memória. O professor Ivan Izquierdo, o principal pesquisador
brasileiro na área, o que tem o maior número de artigos neurocientíficos publicados entre
nós, que trabalha também com a memória, tem um livro muito interessante onde diz
basicamente isso: Se você perder sua memória, você acabou. O Eric Kandel, com formação
médica, psiquiátrica, apaixonado por Freud – coisa que eu também sou (ele foi estudar
memória inspirado em Freud) – resolveu estudar o sistema nervoso de uma maneira que
as pessoas criticavam. Ah, mas é muito minucionista, você vai estudar a “aplysia”, que é
um molusquinho do mar que tem só trinta e poucos mil neurônios, que dá para ver a olho
nu! não vai chegar a nada! E ele se tornou uma referência, recebeu o Prêmio nobel no
ano de 2000 com 45 anos de trabalhos em relação a aplysia e a memória. no mesmo ano
em que ganhou o prêmio, juntamente com Mark Solms, que é um professor de psicanálise
e neuropsicologia na Universidade do Cabo na África do Sul, junto com o Oliver Sacks,
Antonio Damasio, Jaak Panksep, Douglas Watts e alguns outros neurocientistas, um
grupo de psicanalistas de diversos lugares do mundo, entre os quais Yusaku Soussumi,
pertencente a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, coordenou a realização
do primeiro Simpósio Internacional de neuropsicanálise, durante o qual fundou-se a
Sociedade Internacional de neuropsicanálise. Aí eu pergunto: O que veio primeiro, o ovo
ou a galinha? A resposta depende da maneira como você enxerga: se você for criacionista,
dirá que veio primeiro a galinha e se for revolucionista dirá que veio primeiro o ovo. Temos
que pensar em cérebro/mente, mente/cérebro como duas coisas ou uma coisa só? Temos
certeza, hoje, na neuropsicanálise, na neurociência, que são uma coisa só, mas que agem de
maneiras diferentes ou seja, são expressões de uma única realidade e que a neurociência
e a Psicanálise lidam com manifestações aparentemente diversas de um fenômeno único.
Vou tentar explicar isso, e vocês, que são psicanalistas, me corrijam se eu estiver errado: na
maneira de ver de Freud, nós temos impulsos que são, de alguma maneira, reprimidos por
alguma coisa, e essa repressão é, provavelmente, mediada pelo ego.
Podemos ver o trabalho do Mark Solms, como é exatamente feito por ele hoje. Se
querem verificar se a psicanálise tem alguma coisa a ver com neurociência, pegam pacientes
que estão em tratamento psicanalítico, usam a técnica da neurociência, que é SPET ou
Ressonância Magnética, e através de marcadores de neurotransmissores conseguem avaliar
o que está acontecendo naquele tecido em vivo, durante uma experiência psicanalítica ou
antes e após um período de trabalho psicanalítico, observando determinadas experiências
em situações selecionadas. Portanto, durante um tratamento. Publicaram um artigo na
Nature em 2004, em que um grupo de pacientes com depressão, que só estava tomando
inibidores da recaptação de serotonina e um grupo de pacientes que só estava em tratamento

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psicanalítico tiveram as imagens de seus cérebros comparados. Os que estavam tomando
antidepressivos tinham ativação de áreas corticais e os que estavam em tratamento
psicanalítico tinham ativação de áreas subcorticais. Fazendo uma redução disto temos: a
psicanálise cura de cima para baixo e psicofarmacologia cura de baixo para cima. Existe
isso!
Então pode-se perguntar: O ideal seria você juntar psicofarmacologia com a psicaná-
lise? É óbvio que sim. Você está juntando A com B e vai dar AB. Isso está se tornando um
consenso entre os neurocientistas que tem contato ou conhecem o trabalho psicanalítico,
e psicanalistas que conhecem a neurociência, e ambos os lados podem trabalhar sem pre-
conceitos, sem medos.
Antigamente, há uns nove anos, em torno de 2000, víamos as relações das disciplinas
muito verticalizadas: psicanálise – neurociência – neurologia – psiquiatria, ou neurociên-
cia, neurologia, psiquiatria, psicanálise. Hoje as relações estão cada vez mais se horizonta-
lizando, podendo-se atribuir e reconhecer os devidos valores às diferentes disciplinas, sem
pretensões hierárquicas. Olhando sob o ponto de vista acadêmico, houve uma mudança na
postura, na aceitação dos projetos de investigação que são propostos ao financiamento pelo
CnPq, FAPESP, PASEP, ou em qualquer outra instituição de fomento à investigação científica.
Os projetos no geral não são aceitos se não contiverem uma interação multidisciplinar. Eu,
como neurocientista, tenho que estar junto, por exemplo, com o psicanalista…
É importante que a neuroplasticidade do paciente seja estudada pelo psicanalista,
pelo psiquiatra, pelo neurologista, pelo cientista das ciências básicas. Existe uma confusão,
feita especialmente por pessoas sem muito contato com a área, entre neuroplasticidade e
neuroproteção. neuroproteção significa proteger o sistema nervoso de alguma coisa, pro-
teção que pode ser profilática. Eu me interesso muito pela ação do Ômega 3 no cérebro,
ação tanto profilática quanto terapêutica. Se o paciente tem uma epilepsia e você prescreve
antiepiléptico, a crise é reduzida e o sistema nervoso protegido contra danos provocados
pelas convulsões. A neuroplasticidade tem a ver com a produção de novos neurônios. E
um dos principais exemplos de neuroproteção endógena é a neurogênese e, obviamente, se
você forma novos neurônios, você tem um cérebro mais adaptado a recompor-se em situa-
ções de danos, pela neuroplasticidade. Agora, a grande questão focal aqui nesta entrevista,
hoje é: esta neurogênese, esta neuroplasticidade tem relação com a psicanálise? Eu acredito
que sim, tanto que me interesso pela questão e tenho até um artigo publicado especifica-
mente sobre assunto: Neurogênese e psicanálise, muito mais que um simples blá blá blá. Por-
que sabemos que se um psicanalista, adequadamente preparado, consegue uma melhora
com seu paciente, leva-nos a concluir que algo aconteceu no cérebro deste, em seu sistema
nervoso. Só que não é possível se fazer uma medida disso, explorar quantitativamente sob
o ponto de vista experimental no ser humano como fazemos no rato. Como o rato não
fala, não é possível fazer uma análise com ele e assim não adianta fazer essa investigação
quantitativamente ainda que técnica e praticamente seja possível realizar. Mas com um pa-
ciente humano é possível fazermos uma série de outras análises que indiretamente nos dão
indícios dessas modificações. É aí onde os neuropsicanalistas trabalham.
RbP: Continuando a pensar a questão da neurogênese nessa linha, você tem um ar-
tigo onde diz que alguns fatores influenciam a melhora ou não do paciente. Poderíamos
falar sobre isso? Em que aspecto essa neurogênese poderia ser usada ou como a psicanálise
poderia auxiliar nesse processo? Será via o movimento de introspecção reflexiva ?

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FúlviO scORza: Só para vocês gostarem mais de mim, vou falar novamente sobre
Freud. Ele já falava sobre isso. Quando fez sua grande teoria, ele falava em trieb e tinha
certeza de que essa palavra psicológica se estendia para neuroquímico e fisiológico. Preci-
samos lembrar que com o que tinha em mãos na época, ele fez demais, sem ter disponível
os conhecimentos e instrumentos trazidos pelas ciências! Aliás, posso dar exemplo de ex-
perimentos com relação à amnésia infantil se quiserem, e também com relação à teoria do
princípio do prazer com experiências com pessoas, mostrando os aspectos neurocientíficos
disponíveis ao nosso conhecimento na atualidade, que correspondem aos enunciados aos
quais Freud chegava por estas outras vias chamadas metapsicológicas.
Mas, voltando à sua pergunta: a definição de neurogênese é neuro = neurônio e
gênese = origem, isto é a formação de novos neurônios. Antes, acreditava-se que a forma-
ção de novas células estava restrita a biogênese. Hoje, sabemos realmente que 80/90% da
formação de novas células está restrita à biogênese, por estudos de um americano chamado
Joseph Altman que, em na década de 1960, publicou seis artigos em sequência em um
jornal chamado Journal of Comparative Neurology, sobre a formação de novos neurônios
no cérebro de ratos adultos de laboratório. Obviamente que, nesta época, 50 anos após
Cajal comentar que não existia regeneração e, sendo isto um dogma, ele foi totalmente
desacreditado até que com o advento da microscopia eletrônica em 1977, Michael Kaplan
que era um pesquisador americano, comprovou que realmente essas células que o Altman
tinha visto em seus experimentos eram neurônios de fato e afirmou poder reestabelecer
que realmente, o cérebro produz novas células. Agora surge a pergunta: Se ele faz novas
células, onde e para que faz? Será que existe alguma relação entre o meio ambiente e doenças
do sistema nervoso?
Hoje sabemos que existem duas regiões específicas do sistema nervoso que formam
novos neurônios na fase adulta, e por outro lado sabemos que em qualquer espécie de
mamíferos, crustáceos, lagostas, sapos, tartarugas, canários, ratos, camundongos, macacos,
seres humanos, todos fazem neurogênese. Inclusive o canário que canta melhor produz
muito mais novos neurônios na fase adulta do que o que não canta tão bem. Esse é um
trabalho clássico de Goldman e nottebohm de 1983, da Universidade de Columbia, em
nova Iorque. Eles publicaram uma série de trabalhos e mostrou isso: o que canta melhor,
tem mais neurônios na fase adulta do que aquele que não canta tão bem, cujo cérebro é
“meia boca”.
A primeira região onde novos neurônios se formam se chama subventricular. não se
sabe muito bem porque se faz muitos neurônios nesta região, mas é um local que, através
da corrente migratória rostral, se formam na região subventricular e migram para o bulbo
olfatório. Provavelmente, isso tem diretamente relação com o aspecto evolutivo, quanto
mais você precisa do sistema de olfato para se colocar no meio, mais se faz neurônios. A
principal região do sistema nervoso que faz novas células é formação hipocampal, mais
precisamente a região subgranular do genodenteado. O hipocampo, como vocês sabem,
é onde se constituem os processos de memória, aprendizagem e as memórias emocionais.
Mas nesta região existem algumas peculiaridades. A primeira delas: o rato forma por volta
de 9.000 novos neurônios nesta região, mas, deste número, apenas 4.500 conseguem se
diferenciar e transformar-se em células propriamente ditas, maduras e prontas para desen-
volver uma função, funcionalmente ativas. Mas destas, uma parte pode se transformar em
glia. Depende, se a célula for glioblasto, forma a célula da glia e se for neuroblasto se forma
neurônio. De qualquer forma, de todas essas células, esse número de 4.500 corresponde

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aproximadamente a 0,1% da quantidade de neurônios, apenas do genodenteado, o que
não é nada. Para nós que fazemos ciência, uma célula já é alguma coisa muito grande. Do
ponto de vista do tecido nervoso como um todo, se consideramos que temos 100 bilhões
de neurônios que fazem, aproximadamente, 100 trilhões de sinapses, isso é nada. Mas isso
já faz bastante estrago e ajuda muita coisa.
Então, existe formação, existem estímulos externos que podem aumentar ou dimi-
nuir a formação de novas células em um tecido adulto como o nosso. A atividade física,
sabemos, induz a proliferação de novas células e talvez isso seja uma explicação do porquê,
do ponto de vista cerebral, é muito bom. Faz bem para o coração porque aumenta a deman-
da de oxigênio, e logicamente para o cérebro também.
Alguns fatos podem ser salientados como, por exemplo a questão dos efeitos das
drogas. Sabemos que o álcool, como a cocaína, desde os tempos em que Freud investigava
os princípios do desejo, destroem os neurônios e impedem a formação de novos neurônios.
Temos também a questão do stress, que deixa as pessoas muito confusas. Stress é uma pa-
lavra que veio da física, usada, por exemplo, no caso de uma ponte que recebe uma força
maior do que poderia suportar e, em consequência disso, estressa e rompe. O conceito foi
usado, paralelamente, com a fisiologia, na década de 1950.
Quando ocorre o stress, você tem um aumento da liberação de cortisol pela supra
renal. Quando você aumenta os níveis plasmáticos de cortisol, tem também um aumento
da liberação de glutamato, que é o principal neurotransmissor excitatório do tecido nervo-
so. Entra o cálcio, há um fluxo para dentro da célula e, se essa situação ocorre em grande
quantidade, ela se torna lesiva, alterando a membrana celular, com perda do neurônio. na
atualidade, o stress é considerado o principal fator etiológico da depressão e que leva à di-
minuição da neurogênese. O indivíduo que tem stress tem a diminuição de novas células e
diminuição da formação de novos neurônios. Se o principal fator etiológico da depressão é
o stress, a diminuição da neurogênese pelo stress é um fator importante. A questão é: será
que isso realmente pode ser um fator etiológico? O stress leva a diminuição da neurogênese?
A melhor maneira de testarmos algum evento do ponto de vista científico é usar o trata-
mento para ver se vem uma resposta contrária. Pode-se observar em animais em estado
de depressão a diminuição da neurogênese. Com o tratamento farmacológico, esta volta
ao normal o que também ocorre quando usamos eletrochoque. no caso da psicoterapia,
não temos como mensurar os resultados por meio de procedimentos biológicos utilizáveis
em animais. Então, em face disto, poderíamos aceitar a ideia de que a psicoterapia não
leva, necessariamente o paciente à melhora. Por que? Por, neste caso, não existirem evidên-
cias comprováveis disso pelos procedimentos consagrados. no entanto, percebemos pelos
dados clínicos que os pacientes melhoram, e que, com essa melhora, também existe um
aumento da neurogênese. Isso, de uma certa forma, leva a uma neuroplasticidade cerebral
que ainda não conseguimos mensurar. Hoje com as novas metodologias de mensuração,
com as novas técnicas de imagens que nos trazem evidencias indiretas, poderemos, pro-
vavelmente, fortalecer as evidências clinicamente observáveis. Acho que o grande boom é
mostrar o lado positivo da psicanálise e da psicoterapia em geral, com relação à resposta do
paciente para a neuroplasticidade cerebral que já existe. Galileu falava que as estrelas sem-
pre estiveram lá, e ele só foi o primeiro a vê-las. E a resposta está lá, não conseguimos ainda
enxergá-la porque não conseguimos medi-la, mas com certeza, a causa da plasticidade que
não pode ser evidenciada pelos recursos biológicos, um dia se tornará evidente por outros
métodos igualmente validados pela ciências.

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não sou nada perto de Kandel, da Marianne, mas temos a nítida certeza que estamos
diante de evidências altamente positivas quanto aos fenômenos neuroplásticos ocorrendo
como parte dos fenômenos que fazem parte da atividade psicanalítica. Então, toda a histó-
ria da neurogênese é essa.
RbP: Continuando com esse raciocínio, passamos a pensar em crianças com traumas
precoces ou que vivem sob estado de violência, o que não precisa ser necessariamente abu-
so sexual, mas violência em geral. Como podemos pensar nesses indivíduos a longo prazo?
Quais os efeitos desse stress sob este processamento neurofisiológico poderiam ocorrer? O
que poderíamos pensar e, até em termos de psicanálise, contribuir?
FúlviO scORza: Temos um capítulo em um livro, do Marcelo Feijó e do Jair Mari
sobre stress pós-traumático, no qual os colegas Adriano e Soussumi contribuíram com um
capítulo trazendo a visão psicanalítica. nosso capítulo é sobre os mecanismos neurobio-
lógicos do stress pós-traumático. Obviamente, no final das contas, reduzindo um pouco,
estamos diretamente relacionados com essa coisa do cortisol vilão e assim vai. Só que do
ponto de vista cerebral, sabemos muita coisa, mas também não sabemos muita coisa.
Vou dar um exemplo para chegarmos ao stress. Se pegarmos uma mãe, uma rata
que tenha epilepsia, veremos que, em primeiro lugar, ela tem uma dificuldade enorme de
acasalar. Depois disso, vamos estudar a prole dela. não sabemos o mecanismo e o porquê
dela fazer isto, mas depois que nascem os filhotes, ela geralmente come todos. Por que um
cérebro, teoricamente doente, com uma doença crônica neurológica grave, faz com que essa
mãe coma os filhotes? Essa é a primeira pergunta.
A segunda é: O que acontece no cérebro, nunca ninguém viu isso, durante o parto?
É muito fácil falar da oxitocina, porque todo o mundo fala disso e virou moda, mas é uma
coisinha de nada do que acontece naquele cérebro. É que todo mundo começou a estudar e
aí vira a grande vilã ou heroína, a grande protagonista da história. Mas, o que acontece do
ponto de vista de ativação de genes imediatos, de novas conexões, de novas sinapses?
A grande questão é, e vou chegar na violência, sabemos que a interação mãe/filho
é extremamente primordial. Excluindo-se aqui a violência urbana, vamos pensar na que
existe na vida familiar. As grandes violências contra crianças acontecem dentro de casa,
com a presença de um pai ou mãe violentos, consumo de drogas ou álcool, abusos sexuais,
geralmente praticados por um parente próximo. O que isso causa? Causa alterações neuro-
biológicas profundas e a diminuição da neurogênese por causa do cortisol. Quando temos
uma alteração do sistema nervoso isso, às vezes, pode ser muito maléfico do ponto de vista
plástico o que torna muito difícil a reversão desse quadro. nosso grupo acredita que pode-
se fazer algo com uma intervenção psicoterapêutica de base, associada ao tratamento far-
macológico, para se tentar mudar, não só neurogênese, mas mudar a plasticidade em geral.
A questão que se impõe é que não interessa a quantidade de neurônios que você tenha e
sim como se fazem as sinapses entre esses neurônios.
Ah, Albert Einstein deve ter um cérebro do tamanho de um elefante. não, o cérebro
dele e o número de neurônios é igual ao de todos, o que muda é a qualidade sináptica. Isto
está diretamente ligado ao fator de crescimento neural, questão facilitadora do contato
sináptico, quanto mais você tem disso, melhor. Um exemplo típico é o paciente com
Alzheimer. Ele faz neurogênese?

RbP: Sim.
FúlviO scORza: Mais ou menos?
RbP: Possivelmente como as outras pessoas, só que de forma menos ativa.
FúlviO scORza: Exatamente! Ele faz neurogênese, mas esses neurônios não são fisio-
logicamente ativos. Infelizmente não sabemos como estimular esse cérebro e tentar me-
lhorá-lo. Talvez uma possibilidade do ponto de vista molecular, seja tentarmos descobrir
alguma diferenciação genética neste tecido que levaria a isso. Por que ele faz novos neurô-
nios? Provavelmente para se recuperar. A única doença do sistema nervoso em que a neu-
rogênese é maléfica é a epilepsia, por azar nosso. Para todas as outras doenças e síndromes
restantes do sistema nervoso ela é positiva. nessa, infelizmente, não.
RbP: Por que para a epilepsia essa neurogênese é maléfica?
FúlviO scORza: Ela é a doença neurológica crônica grave mais comum, 2% da popu-
lação brasileira tem epilepsia. É uma doença de extremos da vida, presente nas fases mais
precoces ou nas mais tardias. Existem algumas causas específicas como: tumor cerebral,
traumatismo crânio encefálico, genético em alguns casos, mas no Brasil a principal causa
é a neurocisticercose.
RbP: Ainda é?
FúlviO scORza: Infelizmente ainda sim. De todos os casos de epilepsia no mundo,
80% estão nos países em desenvolvimento. nos países com piores condições sanitárias,
como o Brasil e a Índia, por exemplo, há a neurocisticercose. As pessoas têm uma crença
errônea sobre isso, pensam que é pela contaminação da carne do porco, claro, o cisticerco
está lá, você come, ele eclode, e surge um foco cerebral. Mas nossa principal contaminação
é por meio de verduras e água contaminadas, o vilão não é o porco, ele é até bem tratadinho
atualmente.
De todos os tipos de epilepsia existentes, o mais recorrente é do lóbulo temporal,
40% de todos os casos. Ela tem duas peculiaridades: a primeira é que é a mais recorrente
e a segunda é que é a mais refratária ao tratamento farmacológico e isso é ruim. Sabemos
que a crise epiléptica mantida faz com que exista uma proliferação de novas células no hi-
pocampo. A grande conclusão do primeiro trabalho nesse nível foi publicada em 1997 por
um pesquisador chamado Daniel Lowenstein, na Journal of neurociencie. Ele diz aí que
o indivíduo faz novos neurônios tentando compensar os que estão sendo perdidos pelo
insulto cerebral agudo. Mas, em 1999, com técnicas de laboratório, ele vai dizer que não,
que esses novos neurônios não têm a ver com esse processo de epileptogênese. O cérebro se
reorganiza de uma forma aberrante, o hipocampo apresenta outro tipo de conexão causada
pelo insulto inicial de que a neurogênese não participa. Os neurônios novos, que conse-
guiram se proliferar e sobreviver, compensam a perda ou entram nesse circuito aberrante
que se formou. Eles entram e pioram a crise. Então, quanto mais crise, mais neurogênese,
quanto mais novos neurônios mais eles entram de uma maneira aberrante, são incitatórios
e o circuito já é incitatório. Você está apagando o fogo com gasolina. Mesmo que seja um
mecanismo endógeno de proteção, essa célula acaba entrando em um circuito que está em
curto-circuito e para a epilepsia isso é muito ruim. no caso de um AVC, já existe a compro-
vação de que o neurônio sai do hipocampo, migra para o córtex e tenta recuperar a área
que foi lesada. Isto é muito pouco, mas se estimularmos a produção, a chance do paciente
se recuperar é maior.
RbP: Você poderia falar um pouco sobre a doença de Parkinson em relação a neu-
rogênese e sobre como está o desenvolvimento do conhecimento nessa área? Estamos em
um processo de envelhecimento e os países da Europa ficaram ricos primeiro e depois
envelheceram. O Brasil tem uma situação em que se está envelhecendo enquanto ainda se
está desenvolvendo. Então, a situação do Alzheimer, a violência, a doença de Parkinson são
muito preocupantes. O que poderíamos fazer em termos de políticas públicas?
FúlviO scORza: na semana passada, a diretora de um laboratório farmacêutico es-
teve conosco e nos contou que estão em busca do desenvolvimento de novas drogas para
doenças neurodegenerativas e câncer, porque as pessoas só vão adoecer disso no futuro.
Obviamente, eles estão em busca de seu lucro. Em relação ao estudo da doença de Parkin-
son, existem dois caminhos: ou você estuda o doente, que é o que se está fazendo mais ou
você induz a doença em laboratório. Isso se faz por meio de uma droga chamada MPTP,
que foi descoberta por uns pesquisadores, alunos de química nos Estados Unidos, que a
usavam no laboratório como diluente e descobriram que ela produzia um “barato” cere-
bral. Os quatro começaram a usar a MPTP e depois de um tempo apresentaram tremores.
Consultaram um neurologista que identificou sintomas de Parkinson. A ressonância do
cérebro feita mostrou que tinham uma degeneração da via nigrostriatal e que estavam com
a doença. O modelo de Parkinson é isso, existe alteração da neurogênese, mas hoje uma das
melhores respostas conseguidas é resultado de injeções com célula tronco.
Isto é resultado do avanço foi feito por um professor que chama Evan Schneider, que
era de Harvard e que agora está em uma empresa americana. na verdade, se formos pensar
friamente, isto nada mais é que a neurogênese em uma célula nova. Só que temos apenas
uma melhora, um aumento de neurogênese, mas não temos uma cura. não dá para enten-
der algumas coisas no cérebro, por que alguns indivíduos desenvolvem Parkinson e outros
não? Por que exclusivamente neurônios produtores de dopamina? Será que um evento que
aconteceu lá atrás vem se manifestar quando somos adultos? O que acontece durante um
evento na vida que possa provocar uma doença como esta num futuro? São coisas para as
quais não temos respostas e é a mesma coisa com Alzheimer. Sabemos que filhos de pais
com Alzheimer têm quatro vezes mais chance de ter a doença, mas há indivíduos que têm
pais com a doença e não a desenvolvem. Então ela não é, exclusivamente, uma doença
genética.
Temos que nos preocupar com políticas públicas, cuidar do cérebro do idoso que
está chegando. Como fazer isso? São coisas básicas, parece besteira, mas não é! São elas:
1) Alimentação: Se comermos direito, o cérebro trabalhará bem, se fizermos priva-
ção protéica, ele trabalhará muito mal em todos os níveis, inclusive nos aspectos neuroplás-
ticos e diminuirá a neurogênese, já vimos isso em ratos. Se pegarmos uma criança pobre do
nordeste, que come basicamente carboidratos no sertão e comparar com uma do Sudeste,
com certeza haverá diferenças. Até pela questão da gestação, quando aquele cérebro foi
concebido, desenvolvido enquanto gestado. O cérebro que precisa de um substrato e não o

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Entrevista Prof. Fúlvio Alexandre Scorza
23
recebe fica prejudicado. Estudamos a molécula do Ômega 3, temos vários trabalhos sobre
isso e sabemos que ele promove uma série de alterações neuroplásticas no tecido nervoso,
não só no comportamento do indivíduo, mas no próprio cérebro.
2) Atividade física: é primordial fazê-la! O cérebro responde positivamente em todos
os níveis, na indução de novas células, fatores de crescimentos neurais, novas conexões e
em uma série de eventos neuroplásticos, com uma simples atividade física, três vezes por
semana. Hoje, a Sociedade Americana de Cardiologia diz que cinco vezes por semana é
melhor ainda. Andar rapidamente por meia hora é até melhor que fazer Cooper, método
que já está meio obsoleto. Isso faz um bem imenso para o idoso, tanto que nos países de-
senvolvidos eles colocam os idosos para fazer atividade física e comer peixe. Deve-se fazer
isso! Antigamente, acreditava-se que pacientes com epilepsia não podiam ter atividade fí-
sica pelo risco de ter uma crise. Sabemos hoje que ela melhora a qualidade de vida nesses
pacientes, que podem fazer os esportes permitidos, os de risco médio. não alpinismo, por
exemplo, mas podem jogar bola, vôlei, correr, nadar, muitas vezes sob supervisão, mas po-
dem até realizar os esportes de contato como o judô.
3) Ler: é da maior utilidade! O professor Izquierdo diz em todos seus livros e entre-
vistas: coloquem os idosos para ler. Eles devem sair da televisão e ler, porque isso estimula o
cérebro a pensar, a fazer sinapses, a realizar crescimento neural, a dar uma resposta positiva
neuroplástica. É mais ou menos por aí.
RbP: Seria possível falarmos sobre o processo primário, trazendo de novo a psicaná-
lise para a conversa?
FúlviO scORza: Vou me esforçar, apesar de não entender quase nada de psicanálise.
Já falamos aqui da cura de cima para baixo, mas vamos falar da amnésia infantil. Todos co-
nhecemos as críticas feitas a Freud, mas podemos nos lembrar de que só se joga pedra em
árvore que dá frutos! Ele estava errado? Então, é necessário provar isso, coisa que nunca foi
feita! Outra coisa que sempre digo: você mata a cobra e mostra…?
RbP: O pau.
FúlviO scORza: não! Você mostra a cobra morta, mostrar o pau não prova que a
cobra morreu. Ciência é isso! Se você diz que a neurogênese aumenta, mostra! Se o que
Freud disse está errado mostra, mas conhecendo bem o que Freud disse. no meu ponto de
vista, temos que continuar o jogo que ele começou muito bem, porque tudo o que ele disse,
a neurociência está provando hoje que é verdade, o que faltou a ele foi a ferramenta para
provar isso, que naquela época não existia. Apesar de não ser esta a razão da existência da
neuropsicanálise ou da aproximação neurocientífica à psicanálise, esta é uma verificação
espontânea.
Sobre a amnésia infantil Freud diz a que a criança não se lembra dos contatos iniciais
com a mãe, não por que não tenha memória, mas sim porque não consegue levá-los para a
consciência, evocar os acontecimentos. Hoje a neurociência comprovou que ele tinha razão
pois até os dois anos de idade, as regiões, as estruturas cerebrais responsáveis pela formação
da memória declarativa, que é responsável pela lembranças e que funciona pela evocação
trazendo a lembrança de fatos, não estão funcionando.

RbP: Então não é amnésia infantil?
FúlviO scORza: não. Mas esse foi o termo que ele conseguiu usar, foi a palavra que
tinha disponível no momento, na época, mas ele estava totalmente certo. não conseguimos
lembrar porque até os dois anos de idade não formamos memória de consciência e isso
ocorre com qualquer mamífero.
RbP: Mas isso tem registro na memória?
FúlviO scORza: Sim, temos memória, mas não conseguimos resgatar seu conteúdo
porque uma coisa é termos a memória e a outra é conseguirmos consolidá-la para lembrar.
Se não conseguimos consolidá-la por algum motivo, então não a temos, porque teorica-
mente não conseguimos trazer isso e lembrar. Mas a memória da situação existe sob uma
outra forma, agindo de outra forma, apesar de não ser lembrada. Sabe-se hoje que existem
diversas modalidades de memória.
Existe outra questão que demonstra a atualidade de Freud. O que a droga faz no
cérebro? Sou totalmente antidrogas, mas não podemos ser hipócritas e negar que a droga
causa prazer, senão ninguém a usaria. Com o álcool, que é inibidor do cérebro, você fica
alegrinho porque você inibe o inibidor. Inibe a inibição e tudo fica legal. Freud tinha razão
aqui também. Em relação ao seu estudo sobre o uso da cocaína, ele justificava essa questão
do prazer. Sabemos hoje que toda droga age no sistema de busca de recompensa, que é do-
paminérgico, é a dopamina. Tanto que quando ele usava a cocaína dizia que tinha alguma
coisa neuroquímica que não conseguia provar, mas que sabia que era. Mais uma vez ele es-
tava certo! Sei que estou sendo reducionista, mas é só para dar um exemplo. É exatamente
o que sabe hoje sobre o uso das drogas.
Obviamente que a cura de cima para baixo, esse aumento da ação cortical e subcorti-
cal, é um exemplo típico da alteração do metabolismo e da neuroplasticidade cerebral me-
diada pela psicanálise. A partir do trabalho psicanalítico as áreas corticais vão se abrindo
para as áreas subcorticais num processo autoregulatório, e se iluminando nos exames de
imagem. Se não tivesse nenhuma resposta na psicanálise não haveria nenhuma área ilumi-
nada quando se fizesse imagem.
Existe uma situação interessante. É a mesma coisa com relação à mentira: o cérebro
não foi programado para mentir, fomos programados para falar a verdade. Quando fala-
mos alguma mentira, os exames de imagem mostram que se abrem outras áreas cerebrais,
porque seu cérebro não sabe mentir, então começa a usar outros recursos. Existe o menti-
roso patológico, em que a área da mentira já está praticamente consolidada, fechada e não
se abre e não é mais possível reverter este processo.
Deixe me falar de um experimento que mostra a importância da visão psicanalítica
e neurocientífica, que Freud sabia existir e que não podia expressar por falta de desenvolvi-
mento da área neurológica. Houve um experimento em que foram avaliados cerca de 151
pacientes, que tinham lesão nos lóbulos, na região orbitofrontal direita em consequência da
retirada de um tumor cerebral e sofriam de amnésia. Por incrível que pareça, quando se fa-
zia a eles perguntas sobre a marca de cirurgia, respondiam que tinham feito uma obturação
no dente. Se você perguntasse a um deles onde tinham se conhecido, respondiam que era
de quando bebiam cerveja, ou de uma feira de carros, criavam várias histórias. na verdade
eles não sabiam que tinham amnésia, mas as histórias que criavam, por incrível que pareça,
eram as que gostariam de ter vivido. Isso mostra a questão básica do princípio do prazer
de Freud, de que quando se retirava a mediação das funções do ego, ligados a imposições
da realidade pela lesão da região orbitofrontal, emergia o ser totalmente submetido a rea-
lização do desejo, ao alívio do desprazer. Ele não pôde demonstrar isso do ponto de vista
neurocientífico, o que hoje é possível, tendo que limitar a inferências de situações clínicas
nem sempre fáceis de serem apreendidas, como seria no caso de lesionados cerebrais como
o referido aqui, na região orbitofrontal direita… Penso que, cada vez mais suas ideias estão
sendo comprovadas.
RbP: E a questão do Ômega 3?
FúlviO scORza: Conseguimos obter Ômega 3 através da dieta, principalmente a base
de peixes, onde ele é muito abundante ou no óleo de linhaça. nessa ordem, temos: salmão,
sardinha, atum e anchova. Temos que tomar um pouco de cuidado porque está na moda
essa coisa, mas quanto maior o peixe, mais predador é, mais acúmulo de mercúrio tem, e é
mais tóxico. O atum tem muito Ômega, mas também tem muito mercúrio e representa um
risco para uma gestante, por exemplo, pois ele consegue atravessar a barreira placentária e
causar alterações importantes naquele cérebro em desenvolvimento do bebê.
A importância do Ômega 3 como protetor cardiovascular foi reconhecida a partir
da década de 1970, com uma pesquisa feita com os esquimós que comem muito peixe e
enfartam pouco. E o que ele faz ao cérebro?
O cérebro é uma massa de gordura e uma delas é o Ômega 3. Várias doenças rece-
bem ação benéfica do Ômega 3, por exemplo, a epilepsia. Cinco pacientes com epilepsia do
lóbulo temporal ou catastrófica, que não respondiam a tratamento farmacológico, foram
mantidos com a medicação antiepiléptica e suplementados com cinco gramas de Ômega
3. Dos cinco pacientes, três obtiveram redução total das crises, um obteve 80% de redução
e outro 50% de redução. Sabe-se que ele tem esse efeito, melhora a crise, mas como? Isso
ainda está em experimentação.
Para nós, para um vegetariano, por exemplo, pode-se usar linhaça, cuja semente
contém muito Ômega 3. Para quem gosta de comer peixe, três porções por semana de
salmão, anchova, sardinha ou atum apesar dessa coisa do mercúrio, já é suficiente para o
bom funcionamento do cérebro. E se você não come peixe e quer se livrar do mercúrio,
suplemente-se com cápsulas de Ômega 3. Pacientes com autismo e epilepsia estão res-
pondendo bem a este uso e estamos super esperançosos com isso. Estamos até tentando
fazer um convênio com um laboratório multinacional para desenvolver um antiepiléptico
já com o Ômega 3 inserido.

RbP: Prof. Fúlvio, a equipe da Revista Brasileira de Psicanálise agradece muito sua
presença, sua disponibilidade em conversar conosco.
 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010


Olhe para o Ceú e questione-se

Este blog foi elaborado debaixo de um direito fundamental do Ser Humano: A Liberdade de Expressão.


Esta blog dedica-se, em 1º lugar,  a tentar desvendar o que está por detrás do surto de AUTISMO que dramaticamente se vem abatendo  sobre as nossas crianças, em todo o mundo, e que sinais cada vez mais evidentes apontam para as vacinação em massa a que elas são sujeitas desde os primeiros tempos de vida, devido os aditivos que compõem as vacinas, bem assim com a alertar consciências face  a este escandaloso negócios das farmacêuticas que por todo o lado já se apregoa, está tornando um CRIME, com todas as outras fraudes associadas!

Este blog  foi elaborado debaixo de um direito fundamental do Ser Humano: A Liberdade de Expressão.

CONHECIMENTO É PODER!

"O mundo é um lugar perigoso. Não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que olham... e não fazem nada."
- Albert Einstein





Vacina MMR x Autismo: mais fatos

Semana passada, assisti um novo programa da Oprah Winfrey. E tenho que admitir, gosto dela.
Quem foi lá ser entrevistada foi Jenny MacCarthy que escreveu um livro sobre seu filho diagnosticado com autismo após receber a vacina MMR (ou Tríplice Viral = caxumba, sarampo e rubéola), que no Brasil é encontrada na Rede Pública de Saúde e consta no calendário de vacinação em dose única aos 12 meses de idade e um reforço entre os quatro e seis anos de vida .
Eu vacinei o meu menino mais velho com a MMR e na época, eu estava começando a me informar mais sobre vacinas.
Comentei com a médica e ela agiu exatamente como os médicos citados no programa. Somos mães influenciáveis por qualquer coisa que vemos na internet. Não com essas palavras, é claro. Vacinei, e vou ser sincera, não vacinei segura de que estava fazendo o melhor.
Tem gente que acredita na relação MMR e autismo, tem gente que não acredita. Já ouvi falar de estudos que mostram que não há relação, outros que mostram que há. Médicos que recomendam invariavelmente a vacinação, médicos que não recomendam (principalmente homeopatas ou antroposóficos que se baseiam na ciência dos métodos naturais). Contudo, as instituições governamentais , até onde sei, não se manifestam, não se responsabilizam e os laboratórios idem. Ninguém prova de fato, nem que sim, nem que não.
Eu ainda não tinha me convencido que as crianças que desenvolviam autismo depois da vacina, não eram crianças já pré-dispostas. E meu filho não apresenta nenhuma pré-disposição, pensei.
E o filho da Jenny também não….e era tão normal quanto meu caçula (que ainda não foi vacinado) é: brinca, corre, sorri, tenta falar… e ela mostra pelas fotos a modificação na expressão de seu filho depois da vacina. “Parece que lhe tiraram a alma”. Porque o autismo tem essa característica: o indivíduo se isola e e tende a não interagir com as outras pessoas, não demonstrar afeição, não se expressar, entre outros sintomas. A vida de seu filho mudou, seu casamento acabou.
Foi assistindo seu depoimento que entendi finalmente que não temos como saber se nosso filho tem ou não pré-disposição, principalmente se ele não apresenta sintomas claros. Infelizmente a vacina pode desencadear este processo e ninguém, ninguém vai lamentar depois, além de nós.
Seremos mais um número.
Seremos mais um caso. Porque simplesmente também não se tem informações definidas sobre a causa do autismo: é um distúrbio neurológico que acomete principalmente meninos na faixa etária aproximada dos 3 anos de idade.
Várias coisas importantes foram tratadas no programa:
  1. O laboratório respondeu a uma solicitação do programa informando que não sabem dizer se há relação entre o Timerosal usado nas vacinas e o autismo e que pesquisas estão sendo feitas neste sentido. Já é um ponto a favor não terem negado a existência de relação. De qualquer forma, não se pode esquecer que existe uma forte suspeita e muitos casos confirmados. Infelizmente, somos submetidos á vacina sem a informação do risco que nossos filhos correm.
    .
  2. Jenny, que escreveu um livro para contar sua história mencionou algo importante: vacinas são importantes mas quem disse que a mesma vacina serve para todos? E isso é fundamental, afinal, se seu filho tem pré-disposição a desenvolver autismo e o Timerosal pode desencadear este processo, então, nem todas as crianças podem ser vacinadas indiscriminadamente. Não sei como saber que temos pré-disposição mas pretendo ler mais a respeito antes de dar a MMR para meu caçula, que está prestes a completar 2 anos.
  3. Que as mães devem ser ouvidas pelos médicos de seus filhos! As duas mães que deram depoimentos no programa foram categóricas na maneira como foram tratadas: como estúpidas, burras e que não sabiam o que estava dizendo. É a velha mania ou formação acadêmica que faz médicos se sentirem deuses. E isso é tão forte que uma das maiores pragas arrogantes que existem, é estudante de medicina. E é claro que estou generalizando. Uma minoria absoluta não é, mas não é dessa minoria que estou falando. Ou estou errada?
E o mais importante: Jenny, não se entregou! Jenny foi à internet e pesquisou tudo sobre Autismo. E em seu livro ela conta exatamente sua experiência pois ela aprendeu várias coisas que a levaram a reverter o autismo em seu filho. Ela consegue provar pela própria experiência que é tratável. Simplesmente ela precisou correr atrás da informação. E isso tudo é tão incrível que uma de suas descobertas se baseou na mudança da dieta de seu filho. Vale á pena , para quem se interessar pesquisar na internet pois existem vários depoimentos dela, vídeos e entrevistas.
E nós batemos tanto aqui nesta tecla…que a internet é um vulcão de informações, acessíveis e cada dia mais democrática.
E para terminar, as estatísticas são ainda mais alarmantes quando revelam uma predisposição em meninos (contudo, quando na menina, é mais grave) e uma relação de 1 caso para 94 crianças, atualmente. Antes essa relação era de 1 para 1500 e já foi de 1 para 3000 (isso nos Estados Unidos, aqui não encontrei estatísticas oficiais). Isso em casos de autismo, apenas. Não são casos de autismos relacionados á vacinas. Apenas relacionam que o aumento de casos de autismo po ter relação com a vacinação.
Na Inglaterra a vacina já foi substituída por vacinas individuais para as três doenças. A minha pergunta que não quer calar e que preciso ainda pesquisar a respeito é porque a MMR é relacionada ao autismo quando o timerosal é usado como conservante em quase todas as outras vacinas. Será que na MMR é em maior quantidade? Se for isso, as outras vacinas múltiplas ocultam os mesmos riscos?
Não pensem que eu sou contra ou a favor de vacinas, quando escrevo a respeito é porque acredito que as pessoas precisam é questionar mais e se informar mais antes de encher nossos filhos de medicamentos. As super-bactérias já são uma realidade e num jornal desta semana saiu uma matéria sobre 4 mortes possivelmente causadas por elas no hospital de Bonsucesso, no Rio de Janeiro. O hospital nega.
E nós, vamos nos negar a nos informar? Até quando?
Para ler a reportagem em inglês:
Vídeo:
http://br.youtube.com/watch?v=d2lx3MHtI2o]
Escrita:
http://www.oprah.com/tows/slide/200709/20070918/slide_20070918_350_101.jhtml
Mais entrevistas em inglês:
http://br.youtube.com/watch?v=Gc8QETKbqu
c
Sobre autismo: http://www.autismo.com.br
Nossos posts comentando outros programas da Oprah Winfrey:
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/06/pedofilia-e-escola.html
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/06/crianas-e-computadores.html
Mais posts nossos sobre vacinas:
Gripe: http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/vacina-contra-gripe.html
O papel das doenças : http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/05/gripe.html

AUTISMO E VACINAS




Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo
Tags: abortados, Autismo, bebês, vacina
Postada em: quinta-feira, 16 de julho de 2009 12:09h | Ciência & Saúde | Sem comentários | A A A

O aumento nos índices de autismo regressivo nas crianças dos EUA e da Inglaterra pode estar historicamente associado com o fato de que as empresas farmacêuticas deixaram de usar células animais na produção de vacinas para usarem células de bebês humanos abortados, um grupo está afirmando.

“Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso”, diz a Dra. Theresa Deisher, presidente de Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI).

SCPI, um grupo de educa o público acerca do uso de materiais de bebês humanos abortados usados na produção de drogas farmacêuticas, alerta que as vacinas tríplices (sarampo caxumba e rubéola) introduzidas nos EUA e na Inglaterra em 1979 e 1988 respectivamente, foram produzidas usando células de bebês abortados, enquanto as versões anteriores eram feitas usando somente células animais. Essa troca coincide com o que o SCPI diz são aumentos “dramáticos” nos índices de autismo regressivo nas crianças, em que o desenvolvimento social e verbal de uma criança sofre uma parada.

O alerta veio em resposta à recomendação em junho feita pela Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) do Ministério da Saúde dos EUA para a realização de mais estudos sobre a segurança das vacinas com relação ao autismo. Alguns pais preocupados de filhos com autismo sustentam que há uma ligação entre vacinações infantis e autismo.

Apesar das garantias das agências de saúde e da classe científica contestando isso, um número crescente de pais está optando por não participar das campanhas governamentais de vacinação. Isso levou a Vigilância Sanitária dos EUA a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Um relatório da CCNV recomendou mais estudos sobre o potencial das vacinas para contribuir com o autismo regressivo nas crianças.

O SCPI aponta para estudos que mostram um fator ambiental, “um gatilho”, que provoca a doença. Mas embora os cientistas tenham apontado para a presença do mercúrio nas vacinas tríplices, o SCPI diz que o autismo continuou a crescer depois que o mercúrio foi removido.

“As primeiras vacinas produzidas usando células de bebês abortados, tais como a MMRII, nem mesmo informam aos consumidores que DNA de bebês abortados é injetado em cada vacina”, o SCPI disse numa nota à imprensa. Vacinas introduzidas mais recentemente, diz o grupo, informam aos consumidores que elas contêm contaminação de DNA de “células diplóides humanas”, mas não dizem que essas células são de um bebê humano abortado.

“A segurança de injetar em nossos filhos DNA de bebês abortados vem sendo debatida há 40 anos, mas nunca foi estudada”, disse o SCPI.

Traduzido por Julio Severo

Fonte: Notícias Pró-família / Julio Severo

Novo estudo demonstra dano significativo devido a apenas UMA vacina com mercúrio

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Um novo estudo, recentemente publicado na revista Neurotoxicology, descobriu que primatas que receberam apenas UMA vacinação contendo tiomersal, o conservante encontrado em muitas vacinas incluindo a nova vacina AH1N1 (gripe suína), tinham debilitamento neurológico significativo quando comparados com aqueles que receberam uma injecção com solução salina ou nenhuma injecção.


Favor notar que a quantidade de Tiomersal foi ajustada para o peso e que estes primatas receberam apenas 2mcg – a nova vacina da gripe suína possui 24,5 mcg ou 49 vezes o limite diário admitido para um adulto estipulado pela FDA (Departamento Americano de Controle de Alimentos e Remédios).


De acordo com o Dr. Andrew Wakefield, director executivo da Thoughful House e um co-investigador no projecto, “O que é particularmente preocupante é que apesar da recomendação em retirar o tiomersal das vacinas há dez anos atrás, milhões de pessoas, muitas das quais crianças e mães grávidas, estão prestes a receber mercúrio nas suas imunizações. O tiomersal é ainda utilizado rotineiramente na vacina da hepatite-B e em numerosas outras vacinas em todo o mundo.”

As implicações para a nova campanha nacional na Austrália, que tem como alvo as mulheres grávidas como primeiras recipientes, são assustadoras.

A Australian Vaccination Network, um grupo de pressão sobre saúde e segurança nas vacinas, exorta o governo federal e o Ministro Roxon a errar do lado da precaução quando se trata de administrar vacinas não testadas contendo mercúrio naqueles que são os mais vulneráveis. Certamente, ao pesar os riscos de dano cerebral significativo devido ao conservante Tiomersal contra uma gripe, que tem demonstrado ser mais suave do que a gripe sazonal, devemos dizer que o risco da vacina é maior do que o risco de a gripe. Além disso, se esta vacina não demonstrou ser segura em crianças menores de 10 anos de idade, certamente os fetos deveriam ser, também, excluídos.


Notícia original: 30 Set 2009
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“O maior escândalo do século na medicina”


 Está na hora de expulsar os vendilhões. O templo é o planeta TERRA, a casa de DEUS


“O maior escândalo do século na medicina”
( Façam o sacrifício de ler, pois creio que vos trará algum proveito)
Exerço clínica há quase 50 anos, desde uma clínica um tanto primitiva da primeira fase da minha vida, em plena serra da Gralheira e no interior da Guiné, até à clínica especializada da maior parte da minha vida. Portanto, tenho direito a algum crédito naquilo que digo. E o que digo não é bom nem agradável.
Clama o Sr. Wolfgang Wodang, presidente da Comissão de saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que a campanha da “falsa pandemia de gripe, criada pela Organização Mundial de Saúde e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, é o maior escândalo do século na medicina”. Ele vai pedir um inquérito para analisar a pressão que os laboratórios terão exercido sobre a Organização Mundial de Saúde. De facto, mais grave do que isto não é fácil conceber.
Claro que, como diz o povo, “tarde piaste”, ou “agora agarra-lhe no cu com um gancho”, ou ainda “agora adianta-te um grosso”. Com cinco mil milhões no papo, a indústria farmacêutica faz um manguito e farta-se de rir à gargalhada. Só não estará totalmente satisfeita, porque uma boa parte da população já tem os olhos mais ou menos abertos, muitos médicos e outros agentes de saúde não são otários, e, portanto, marimbaram-se para o esquema, mandando às urtigas as vacinas, senão não eram cinco mil milhões, mas dez mil, quinze mil ou vinte mil milhões. A não ser que os governos já as tenham todas pagas, mesmo as não utilizadas. Se assim for, só lhes resta ensopá-las com batatas.
De pés bem assentes na minha vida e experiência clínicas, com a responsabilidade que sempre procurei ter, mas de pé atrás pelas inúmeras patranhas a que há anos estou habituado, e também avisado desde início desta “pandemia” pela análise lúcida e isenta de muita gente, quer do mundo médico quer do mundo político, como por exemplo o Prof. Vaz Carneiro e Ignatio Ramonet, eu não tomei a vacina, não a prescrevi nem a aconselhei a nenhum dos meus pacientes, nem tão pouco aos meus familiares, nomeadamente filhos, noras e netos. E não estou arrependido. Nem eles, creio eu.
Há mais de trinta anos que escrevo pequenos artigos em jornais regionais, jornais diários nacionais, e até aqui no Aventar, sobre saúde e sobre o lado negro da medicina. E este lado negro, ao contrário do que seria de esperar com os grandes avanços científicos, parece ser cada vez mais negro aos olhos de quem se move, amparado na consciência e no bom senso, no meio desta complexa teia que é o mundo da assistência médico-sanitária.
E esta patranha da gripe A é um poderoso exemplo, infelizmente não o único. Uma boa parte dos responsáveis pelas instituições de saúde, por todos os organismos assistenciais nacionais e internacionais, não percebem nada de clínica, há muito que se arredaram – por imposição dos poderes que os avassalam – da vontade própria, do bom senso e dos critérios éticos, uns porque são otários, outros porque não lhes interessa saber mais do que o suficiente para se manterem nos tachos, outros porque são eles próprios as correias de transmissão dos grandes interesses que (des) governam esta área infindável. E o que haverá de mafioso no meio desta complexa e tenebrosa rede de interesses transnacionais, não deverá ser difícil de imaginar a quem quer que seja.
Mas o maior escândalo do século não será este, o da vacina da gripe. Digamos que há muito grandes escândalos do século dentro da medicina e de todas as promíscuas relações desta com as áreas afins. Muitos mesmo. Referirei apenas três. Um deles é o colesterol. O colesterol é um factor de risco como qualquer outro, que tem de ser encarado dentro do contexto clínico de cada paciente. E é inegável o benefício de alguns fármacos neste campo. Mas a voracidade do lucro a qualquer preço, com o beneplácito da ignorância popular, com a ajuda da ignorância e incompetência de muitos médicos que vêem as “guidelines” como tábuas de Moisés, explorando a quase generalizada permissividade acrítica que impingem aos agentes de saúde, e com a irresistível pressão da indústria e de todos os seus satélites da comunicação social, transformou a religião anticolesterolémica numa das maiores minas de ouro da actualidade. Mas muitas outras minas do género existem.
O outro escândalo do século é a transformação da medicina e da assistência médica numa fábrica de exames. Em detrimento da mais importante actividade médica que é uma boa prática clínica, coadjuvada, necessariamente, pela maravilhosa tecnologia de que hoje dispomos, tudo se inverteu, toda a medicina se virou do avesso. Uma boa prática clínica custa muito a fazer e a aprender, obriga a uma curva de aprendizagem de uma vida inteira, e não dá dinheiro. O que interessa aos “promotores de saúde” e à ausência de competência e saber de muitos médicos, é realizar exames e intervenções aos montes, muitas vezes sem critério nem critérios, com todas as terríveis consequências que daí advêm. Já o disse mais do que uma vez, a título de exemplo, há pacientes que nos procuram, trazendo consigo (e com que qualidade!) um electrocardiograma, um ecocardiograma, um Holter, uma prova de esforço, uma cintigrafia miocárdica, análises etc. e nunca foram observados por um cardiologista! Isto é mesmo o que diz o povo “pôr o carro à frente dos bois”.
Daqui decorre o terceiro escândalo, que, ao fim e ao cabo, será o corolário de todos os outros. As graves consequências de tudo isto. A quantidade de cancros é assustadora. Pelo que vemos, eles crescem como tortulhos nas cidades, nas vilas e nas aldeias. E eu não tenho dúvidas de que uma das principais causas está no absurdo e nunca visto abuso de remédios de toda a ordem e no desmesurado e repetitivo recurso a meios de diagnóstico agressivos. E este escândalo poderá ser o mais grave, se nos lembrarmos de equacionar os benefícios e os prejuízos de toda esta drogaria, exames e intervenções, ministradas umas, massivamente e “ao calhas”, e realizadas outras, tantas vezes, sem orientações clínicas criteriosas. Chega-se a inventar doenças para consumir drogas para as quais não se conhece destino. E cada dia cada molécula de cada laboratório surge com insignificantes diferenças das suas congéneres, sem nenhum valor terapêutico acrescentado, apenas como tentativa de a promover perante a concorrência.
Se colocarmos num prato da balança os benefícios em termos de saúde para a humanidade, e eles são inegáveis, e no outro prato colocarmos os irreparáveis malefícios de natureza económica e iatrogénica ( iatrogenia física, química, económica, psíquica e social) este último prato bate no chão com estrondo.
NOTA: Só para vocês fazerem uma ideia da dimensão destas coisas. Li e vendo pelo mesmo preço. Mas como é um produto que bem conhecemos e com que diariamente lidamos, não é difícil de aceitar. Há um remédio que não é indispensável, podendo ser inclusivamente substituído por outros muitíssimo mais baratos, sem significativa desvantagem, prescrito na posologia de um comprimido diário, que dá ao produtor um rendimento, a nível internacional, igual ou maior do que o PIB português.

Colocado por Adão Cruz em 13 de Janeiro de 2010
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Washington Post: Vacina contra a Gripe Suína conterá Mercúrio


Toxina ligada ao autismo e transtornos neurológicos para ser incluído nas injeções
TRADUÇÃO RÁPIDA PELO GOOGLE, PORTANTO O TEXTO CONTÉM ERROS.
TEXTO ORIGINAL AQUI>http://www.prisonplanet.com/washington-post-swine-flu-vaccine-will-contain-mercury.html

Paul Joseph Watson
Prisão Planet.com
Quinta-feira, 30 de julho de 2009
O Washington Post confirmou hoje que a vacina contra gripe suína, o que está definido para ser lançadas a nível nacional esta queda em alguns temem que, em última instância, poderia tornar-se uma vacinação obrigatória programa, irá conter mercúrio, uma toxina ligada com autismo e transtornos neurológicos.
Reivindicações pelo CDC e pelo Instituto de Medicina, na sequência de um estudo que cal ignorado anteriormente verificados provas, que thimerosal, um conservante mercúrio com base, não tem relação causal com skyrocketing casos de autismo, foram rejeitadas pelo início sólida médicos e cientistas desde então.
Epidemiologista Tom Verstraeten e Dr. Richard Johnston, um pediatra e imunologista da Universidade do Colorado, ambos concluíram que thimerosal foi o responsável pelo dramático aumento nos casos de autismo, mas os seus resultados foram indeferidas pelo CDC.
Casos de autismo em ter os E.U. aumentou 1.500 por cento desde 1991, que é quando vacinas para crianças dobrou, eo número de imunizações é só aumentar. Apenas um em 2.500 crianças foram diagnosticadas com autismo antes de 1991, enquanto que uma em 166 crianças agora têm a doença.
Um estudo revistos pelo Dr. Mark Geier que apareceu no Journal of American Médicos e Cirurgiões revelou que a OIM investigação era incorrecta, porque foi em grande parte baseada em um estudo dinamarquês por Anders Peter Hviid, que não conta para o facto de as crianças americanas têm um peso muito maior do que crianças mercúrio na Dinamarca.
“No alto níveis (thimerosal de exposição), é inegável, há uma relação causal, e nós temos ido a níveis elevados. Seus estudos, pois não são relevantes, não estou dizendo que eles estão errados, embora existam muitas críticas a ele. Trata-se não apenas em relação a os E.U. situação “, disse Geier.
Geier do estudo conclui que existe um aumento do neurodesenvolvimento distúrbios na sequência da utilização de vacinas contendo thimerosal.
Dr. Buttar Rashid, que foi pioneiro de um novo tratamento para crianças autistas que remove o mercúrio de seus corpos, disse o Instituto de Medicina da conclusão de que o mercúrio não causar autismo demonstra a “completa ausência de qualquer desejo de descobrir a verdade científica supostamente mais altos níveis médicos de universidades. ”
(ARTIGO CONTINUA ABAIXO)
“Quando 31 crianças recuperar de uma doença devastadora por um simples tratamento transdérmico que desintoxica metais e, em seguida, o senso comum dita que talvez metais estão envolvidos”, afirma o Dr. Bob Nash o presidente da Câmara Americana de Toxicologia Clínica Metal (ABCMT) no que diz respeito à Dr. Buttar do tratamento.
“Em 1977, um estudo revelou que a Rússia adultos expostos a ethylmercury, o formulário de mercúrio em thimerosal, sofreu danos cerebrais anos mais tarde. Estudos sobre thimerosal envenenamento também descrevem necrose tubular e lesão do sistema nervoso, incluindo obtundation, coma e morte. Como resultado dessas constatações, a Rússia proibiu thimerosal de vacinas infantis em 1980. Dinamarca, Áustria, Japão, Grã-Bretanha e todos os países escandinavos têm igualmente proibido o conservante “, escreve Dawn tagarelice.
O mercúrio é classificado pelo Ministério da Defesa como um material perigoso que poderia causar a morte se for ingerido, inalado ou absorvido através da pele e dos APE é agora limitar as emissões de mercúrio das fábricas, porque a toxina “pode causar danos ao cérebro e sistema nervoso e é especialmente perigosa para fetos e crianças pequenas “, mas de acordo com o CDC é perfeitamente seguro para injectar sangue do seu filho.
Apesar das preocupações sobre thimerosal e mercúrio, que levaram à conservante ser reduzidos ou eliminados a partir de uma grande porção de vacinas nos últimos cinco anos, thimerosal será um ingrediente da vacina contra gripe suína, que é definida para chegar em setembro os E.U. presente.
“Algumas das vacinas serão armazenados em frascos multidoses contendo thimerosal, um aditivo que contém mercúrio antibacterianos”, relata o Washington Post hoje, em um artigo sobre quais os grupos irão receber a vacina contra gripe suína primeiro.
“Haverá também em dose única seringas sem thimerosal, alguns afirmam que uma substância é prejudicial para as crianças”, acrescenta o artigo, sem mencionar ou não tomar a vacina as pessoas que irão receber uma escolha ou até mesmo ser informado se ele contém mercúrio.
Cerca de 12.000 crianças E.U. serão utilizados como cobaias para os experimentos gripe suína vacina também conhecida para conter o perigoso ingrediente esqualeno, que tem sido directamente relacionado com os casos de síndrome de Guerra do Golfo e de uma série de outras doenças debilitantes.
Esqualeno “contribuíram para a cascata de reações chamada” Guerra do Golfo síndrome. (IG desenvolvidos) artrite, fibromialgia, linfadenopatia, rash, erupções cutâneas fotossensíveis, malar erupções, fadiga crônica, cefaléia crônica, anormais corpo perda de cabelo, não cicatrização de lesões cutâneas, aphthous ulcers, tonturas, fraqueza, perda de memória, convulsões, alterações humor, problemas neuropsiquiátricos, efeitos anti-tireóide, anemia, aumento de VHS (VHS), lúpus eritematoso sistêmico, esclerose múltipla, ALS, fenômeno de Raynaud, síndrome de Sjorgren, diarréia crônica, suores noturnos e febre baixa “, de acordo com o Dr. Micropaleontologist Viera Scheibner.
As companhias farmacêuticas podem ter certeza que eles não irão enfrentar represálias para os muitos milhares de mortos e feridos que inevitavelmente ocorre como resultado da exposição ao mercúrio e esqualeno milhões durante uma massa vacinação programa, porque o governo já tomou medidas para fornecer-lhes cobertor imunidade de ações.
“Vacina contra políticos e funcionários federais serão imunes às ações que resultam de qualquer nova vacina contra gripe suína, de acordo com um documento assinado pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos Kathleen Sebelius,” relatou a Associated Press, no início deste mês.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Diga não à vacina H1N1! Os pais devem se informar.


 

CDC - H1N1 - documentos sobre quarentena forçada

A noite passada Zero Hedge obtidos alguns documentos interessantes no site do CDC. Eles contêm ordens em branco "quarentena forçada" de Iowa e na Flórida H1N1 novela a respeito - incluindo a quarentena para uma "center' regime fechado - o que parece ser recente - datado de Abril de 2009.

Alguns podem estar conscientes do NIH e CDC apenas procedeu a uma conferência de H1N1 em DC - 19-21 agosto de 2009 - que incidiu sobre «Gestão de mortalidade em massa '. Para muitos, isso deve ser motivo de preocupação. Como é evidente, o nosso governo é muito corrupto.

A idéia de que este mesmo governo se prepara agora para a vacinação forçada de quarentena e de massa deve fazer qualquer um que tem acompanhado os recentes acontecimentos tremer.

Há algo acontecendo aqui, mas os governos não vêm limpar o assunto com o público. Por que "os centros de detenção seguro 'em os E.U. e' centros de vacinação segura 'na França se não há nada para se preocupar?

É cada vez mais claro que uma campanha global de vacinação em massa é planejado - probabilidade de se tornarem obrigatórias no 193 países membros da OMS, apesar das preocupações de segurança graves quanto estas vacinas H1N1 não testadas, algumas das quais são conhecidos por conterem níveis elevados do mortal esqualeno adjuvante.

Outros podem estar cientes de que só na semana passada que o estado de Massachusetts Senado aprovou uma lei tornando crime relativamente grave para recusa da vacinação obrigatória ou a quebra de uma ordem de quarentena. Esta lei inclui também as violações bastante surpreendente da Emenda 4, incluindo buscas e apreensões sem mandado de propriedade, se considerar necessário para uma "emergência". Esta nova lei de Massachusetts também incluídas as autorizações para detenção ilegal sem um mandato e de vacinação forçada do público. Mas a atividade política não é limitado aos estados. Ontem Obama manteve reuniões com altos funcionários do gabinete quanto prepardness pandemia de H1N1 ", incluindo a secretária Sebelius. Portanto, esta especulação não é ocioso. Há algo acontecendo aqui. Ou o governo sabe algo que nós não, ou esta é a maior campanha publicitária desde a bolha ponto com.

Embora o vírus H1N1 em curso não tenha genes letais, temos sido implicitamente prometido pelas autoridades de saúde nacionais e globais que H1N1 a uma novela que em breve retorna com essa genética de "upgrades", tal como aconteceu em 1918. Aqui no ZeroHedge, estamos esperando um bando de cisnes negros económica em breve, e uma pandemia - real ou sensacionalistas - pode ser parte deste rebanho.

Um colapso econômico será sem dúvida, ser acionado em breve, e será conveniente para as elites políticas a culpa do colapso de um fator externo, como uma pandemia ou uma guerra. Além disso, a queda pandemia de H1N1 pode ser um pretexto conveniente, através da qual os níveis perigosos para ampliar o controle social pode ser estabelecida pelas elites que se revelaram totalmente corruptas e moralmente falidas.

.http://ukraineplague.blogspot.com/

FL Quarentena de Detenção Ordem 09 de abril 252
http://www.scribd.com/doc/19348310/FL-Quarantine-to-Detention-Facility-Order-Ap
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