quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vacinas podem causar câncer?

Dr. James A. Howenstine
Jimhow@racsa.co.cr
Um médico de Indiana, EUA, Dr. W. B. Clarke fez uma observação relevante sobre vacinas no início dos anos de 1900. O Dr. Clarke escreveu que: “O câncer era praticamente desconhecido até que a vacinação obrigatória com a vacina de varíola de gado começou a ser introduzida. Eu tive de tratar de 200 casos de câncer e nunca vi um caso de câncer em uma pessoa não vacinada.” 1 Isso sugere que alguma coisa no processo de vacinação prejudica o sistema imunológico, permitindo o início do câncer.

Um problema adicional que contribui para o desenvolvimento do câncer está ocorrendo hoje. Isolamento malfeito causou contaminação viral em larga escala dos animais usados para a produção de vacinas. A vacina Salk para a poliomielite continha 40 vírus que nunca foram erradicados.2 Essa vacina continha o vírus SV 40, conhecido por causar tumores. O SV 40 foi identificado em 43% dos casos de linfoma não Hodgkin, 36% de tumores cerebrais, mesoteliomas e outros tumores malignos. A vacina Salk havia sido aplicada em mais de 10.000.000 de pessoas quando essa descoberta foi feita. Constatou-se que a vacina contra a febre amarela contém vírus da leucemia avícola.3

A aplicação de vacinas não é um fenômeno natural. A Arthur Research Foundation em Tucson, Arizona, calcula que até 60% de células imaturas de imunidade insubstituíveis, da glândula timo são exauridas pelos programas de imunização em massa hoje aplicados nas crianças americanas. O desenvolvimento da imunidade natural à doença usa somente 10% dessas células de imunidade vitais. A observação do Dr. Clarke, de que somente pessoas vacinadas desenvolvem câncer, talvez se explique pela perda dessas células vitais de imunidade.

NOTAS
  1. Mullins, Eustace. Murder by Injection, p 132. The National Council for Medical Research.
  2. Horowitz, Leonard G. Emerging Viruses: AIDS & Ebola, p 484.
  3. Harris RJ e outros Contaminant viruses in two live vaccines produced
    in chick cells
    . J Hyg (London) 1966 Mar: 64: 1-7

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